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Novidades fresquinhas #91: Alice Trewinnard x Cata Vassalo

segunda-feira, abril 20, 2020
O que é que acontece quando se junta uma miúda que sabe tudo e mais um par de bota sobre penteados, que vai para aí a 25 casamentos por ano e que, calha bem, até está noiva, e uma joalheira que faz os toucados mais bonitos deste mundo e do outro? Sai uma coleção cápsula, claro está. Foi isso que a Alice Trewinnard e a Cata Vassalo fizeram. 

A Alice escreveu há dias no Instagram que a coleção estava para sair há algum tempo, só que a  sacana da pandemia acabou por atrasar o lançamento umas semanas. “No entanto, quando acreditamos tanto numa coisa, não podemos permitir que as adversidades nos impeçam de levar os nossos sonhos e projectos para a frente”, escreveu ela. E é mesmo verdade. De tal forma que esta quarta-feira, 15 de abril, a coleção Alice Trewinnard x Cata Vassalo viu a luz do dia. 

O nome da Cata Vassalo não é estranho a quem adora estas coisas de toucados, bandoletes e joalharia. Já estive em casamentos em que as noivas usaram as peças dela, e são de morrer. Daquelas que dá vontade de a pessoa se atirar, arrancar da cabeça ou da orelha e estragar a boda. Já a Alice é influenciadora digital, começou com um canal de YouTube onde falava sobre tudo o que era penteados e cabelos, criou uma empresa na área — a Golden Locks — e até já lançou um livro. 

Cruzaram-se quando a Alice ainda penteava noivas e começou a ver os toucados da Cata nas clientes. Já a Cata, via os trabalhos da Alice nas noivas que usavam as suas criações. “Naquela altura, usar peças da Cata já era tendência, hoje em dia já são uma referência entre as noivas e até convidadas”, diz a Alice.

Juntas, criaram uma colecção que junta a estética e os materiais que a Cata costuma usar — o latão banhado a ouro, as pedras semipreciosas, os cristais e os botões — à versatilidade da Alice e à sua paixão por viagens. É por isso que cada peça é inspirada em plantas e flores de zonas que a Alice visitou, como São Francisco, Islândia, Açores, Chile e Dinamarca. 

A colecção é de edição limitada e composta por quatro brincos, dois toucados, uma pulseira, três clutches e três bandoletes. São vendidas individualmente, mas podem ser conjugadas entre si, como é o caso do toucado e da pulseira Hortênsia, ou a bandolete e a clutch Sentinel. 

Podem ser usadas em várias ocasiões, como em casamentos — tanto por noivas, como por convidadas —, em eventos, festas, ou até mesmo para jantar fora ou no dia a dia. “Cada jóia Alice Trewinnard x Cata Vassalo pode e deve ser usada como cada mulher quiser, mostrando o quão única cada uma é. É essa a nossa verdade e aquilo que distingue o que fazemos”, diz Cata.

Podem encontrar as peças à venda no site da Cata Vassalo.






Tal mãe, tal filha. Até na higiene íntima.

terça-feira, março 10, 2020
Desde que me lembro de ser gente que sei que não devemos andar para aí a usar qualquer coisa para lavar o nosso rico pipi. Eu sei que é daqueles assuntos de que estou farta de falar, mas a realidade é que por mais que discuta este tema com amigas, acabo sempre por encontrar alguma que me diz, com toda a naturalidade do mundo, que continua a usar o gel de banho ou sabonete tradicional para lavar esta zona, sem pensar nas consequências que isso pode trazer.

Já aqui falei várias vezes dos cuidados que tenho com a higiene íntima e de como uso sempre um gel de limpeza específico, e muito daquilo que sei foi-me passado pela minha mãe. Nunca tivemos uma relação assim muiiiiiiito próxima no que toca à abordagem de temas assim mais íntimos ou sensíveis, mas no que toca a higiene ela andou sempre em cima do assunto.

Agora, passados mais de 30 anos, cabe-me começar a ensinar estes rituais à Beni. E meu amigos, isto não está nada fácil por estes lados. A hora do banho transformou-se num verdadeiro campo de batalha em que temo pelo dia em que me vem parar um frasco de champô à cabeça. Daqueles assim mesmo cheios, de meio litro. Acredito, sinceramente, que um dia ainda vou ver esta sacana a competir na categoria de lançamento de peso dos Jogos Olímpicos de 2028 mas, até lá, é continuar nesta luta diária a ver o que é que consigo ensinar à miúda. 

Enquanto ainda consigo ver bem dos dois olhinhos, vou tentando mostrar-lhe, aos poucos, que não podemos usar qualquer coisa para lavar o pipi. Eu sei, eu sei, não precisam de vir cá com coisas a dizer que ela só tem um ano e meio, que ainda não percebe e mimimi, que já sei isso tudo, mas prefiro ir tentando mostrar as coisas aos poucos, para ela ir aprendendo e, assim, evitar que tenha problemas de infecções como, por exemplo, as vulvovaginites (que, caso não saibam, são das queixas mais frequentes nas consultas de pediatria).

É aqui que entra em cena o Lactacyd Girl, que já tenho começado a introduzir nas rotinas da Benedita aos poucos. A indicação é que seja usado a partir dos três anos, mas na altura em que fui conhecer o produto, as médicas — uma ginecologista e uma pediatra — disseram-me que já podia ir começando a usar nela, precisamente para ver se se vai habituando e, mais tarde, quando já for mais crescida, não se atirar imediatamente ao sabão azul e branco, ou coisa que a valha, para lavar o pipi — só de imaginar até se me dá uma arrepio na espinha. 

A fórmula do Lactacyd Girl é bastante suave e não tem sabão, álcool nem parabenos. Ou seja, nada das coisas que irritam aquela zona. Pelo contrário, tem Aloé Vera e extracto de pêssego que ajudam a acalmar e hidratar, e contém ainda ácido láctico biológico. O pH foi testado para se adequar ao da zona íntima e, assim, não afectar a barreira protectorw que existe naturalmente na pele.

Espero, sinceramente, que a miúda aprenda com os exemplos que tem em casa e, mais cedo ou mais tarde, se comece a atirar sozinha ao gel de limpeza íntimo. E por falar em imitar a mãe, na compra de qualquer produto Lactacyd entre Março e Abril1% da receita reverte para a Ajuda de Mãe, uma associação que  me é muito querida, que ajudo sempre que posso e que presta apoio a mães que não têm qualquer espécie de ajuda a criar e educar os seus filhos. É aproveitar e, se as vossas filhas ainda vão atrás do gel de banho ou do champô para lavarem os respetivos pipis, passarem por uma farmácia, parafarmácia ou mesmo online e comprem uma embalagem de Lactacyd Girl . Vende-se em embalagens de 200ml e o preço de venda recomendado é de 11,99€.


Post em parceria com Lactacyd

Mas onde? Onde comprar biquínis em Fevereiro?

domingo, fevereiro 23, 2020
Fevereiro é aquele mês em que as pessoas já começam a implorar para que os dias de calor cheguem para ficar, porque já não se aguentam estas semanas bipolares. Durante dois ou três dias está sol, a pessoa aproveita para fazer 27 máquinas de roupa, e até bate assim aquele calorzinho, e depois logo a seguir vem uma tempestade daquelas com nome de pessoa que nem vontade dá de sair de casa. É também por esta altura que algumas pessoas (espertas) marcam férias para destinos paradisíacos, tipo Maldivas, Punta Cana... ou Quarteira. Pronto, não é assim tão exótico quanto isso, mas cada um vai onde pode. Além de sair mais barato viajar em época baixa, a probabilidade de não encontrarem tudo o que é areal cheio de gente é muito mais alta. E não há nada como fugir do calor e aterrar num sítio  onde estão 30 graus.

Já fiz férias deste género várias vezes, e a verdade é que prefiro, mas sei que pode ser difícil para a maioria das pessoas. Principalmente  para quem tem miúdos na escola e que não podem simplesmente faltar uma semana ou mais. Mas para quem não tem filhos (ou os tem ainda pequeninos), o melhor mesmo é evitar aquelas alturas em que temos de pedir autorização para enfiar o dedo mindinho do pé na água ou esticar uma toalha de praia. Probleminhaaaaa: é preciso renovar o stock de biquínis e fatos de banho, e as novas colecções de verão ainda estão loooonge de estarem disponíveis. Há marcas que lá vão apresentando uma ou outra peça para a pessoa se entreter, mas a oferta é escassa.

Solução: comprar biquínis online. Não faltam opções de sites que têm colecções completas de biquínis e fatos de banho à venda durante o ano inteiro, e normalmente há bem mais por onde escolher, ao contrário do que acontece  nas lojas físicas. Com a vantagem extra de, por vezes, até conseguirmos encontrar algumas opções com descontos e que ficam mais em conta. Por esta altura, com sorte, ainda apanham uma ou outra promoção se optarem por comprar fatos de banho online, porque nas lojas os saldos, olhem, já foram.

Este ano não planeámos nenhumas férias em família assim para destinos mais calientes, mas quando em Dezembro me escapuli para as Maldivas com amigas, sei a dificuldade que foi encontrar UM ÚNICO fato de banho ou biquíni que pudesse levar comigo para estrear nas férias (problemas reais, eu sei). Andei a correr tudo o que era centro comercial e loja, mas só conseguia encontrar daqueles que as velhotas de 80 anos levam à hidroginástica. O que, tendo em conta a minha falta de forma, se calhar nem tinha sido assim tão má ideia.

Como não está fácil montar kits de praia, vou deixar-vos umas sugestões que podem encontrar online. Para não vos faltar nada, deixo também sugestões de chinelos, saídas de praia e até alpercatas, que é, basicamente, tudo o que precisam para ser felizes num sítio com calor.



Os animais fugiram do zoo, mas calma que está tudo bem

quinta-feira, fevereiro 20, 2020


A Benedita está naquela fase, encantadora,  em que não se entretém com nada. Ou melhor, entretem-se com tudo aquilo que não é suposto: partir coisas, esconder comandos, atirar objectos para o lixo (quando não é pela janela, como aconteceu em casa da minha mãe, em que uma pantufa dela voou três andares) e, o que ela mais gosta, desarrumar tudo. Sacana da miúda, que a pessoa não pode desviar o olho um segundo que ela já está a asneirar. Apesar de ainda não ter muitos brinquedos, liga pouco ou nada aos que tem, e quando brinca com eles é quase sempre em modo lançamento, do estilo “deixa cá ver até que distância eu consigo atirar isto”. O que faz com que eu passe boa parte do meu dia de rabo para o ar a apanhar tudo o que ela espalha. 

É claro que, com um ano e meio, ainda não se pode exigir muito foco. Por mais que eu adore a imagem de vê-la sossegadinha, durante uma hora, com as suas bonecas e peças de Lego, sei bem que é uma realidade impossível a curto prazo. Mas, aos poucos, vou tentando que, pelo menos, ela perceba que não tem de estar sempre a atirar coisas, que há formas mais fofinhas de manifestar o seu amor pelos brinquedos.

Por outro lado, acho importante começar já a incutir o gosto pela leitura, porque acredito que pode ajudar na concentração. Comecei a ler para o Mateus quando ele tinha seis meses e, mesmo que não percebesse nada do que eu lhe estava a dizer, pelo menos ficava ali sossegado no meu colo e era sempre um momento fofinho. Vai daí, estou a tentar repetir o método com a Beni, mas confesso que ela dá mais luta. Prefere passar o tempo a tentar arrancar as páginas do que a ouvir a história. Paciência, muita paciência.

Se também têm aí por casa pequenos seres endiabrados que não brincam com nada, acho que vão gostar da nova colecção da RBA, "Os Meus Animais do Zoo", que junta duas coisas óptimas: livros e brinquedos muita-fofinhos (e que eles podem atirar ao ar porque não se partem nem se estragam). O objectivo é aliar a aprendizagem à diversão, sempre de forma lúdica. Cada livro é dedicado a um animal (são 66, no total), e os miúdos podem aprender coisas tão variadas como as suas características físicas, a origem ou os hábitos. No final de cada livro há ainda uma história com o animal em questão e depois podem brincar com a figura que vem junto.




Os livros são recomendados para crianças acima dos 18 meses mas, cá por casa, acredito que até é o Mateus que vai dar-lhes mais uso. É absolutamente fascinado por animais, e pela história dos animais, e por tudo o que esteja ligado a animais. Assim que bateu com os olhos na colecção ficou logo em êxtase. Posto isto, acho que ficam os livros para ele e os bonecos para ela, que assim que os viu também já não os largou mais, a safada.




A colecção inclui ainda algumas ofertas-extra, como uma mochila tigre e uma caixa para guardar os livros e os bonecos, que aberta se transforma em tapete. E porque estamos na era das tecnologias, existe ainda a app "Os Meus Animais do Zoo" (disponível para Apple e Android) que permite descarregar desenhos para os miúdos pintarem. Descubram mais sobre esta colecção aqui.



Post em parceria com a RBA

Xô, diabetes!

terça-feira, fevereiro 18, 2020

A idosa que habita dentro de mim vive com o pânico constante de algum dia vir a padecer de uma doença grave. Não há volta a dar, a hipocondria é uma cena que me assiste e acho que tão cedo isso não vai mudar. Ao mínimo sintoma é ver-me ligar para todos os amigos médicos que tenho, que já sabem do que a casa gasta e que me dizem sempre qualquer coisa como “isso não é nada”.
O passo seguinte é ligar para a Saúde 24, descrever todos os sintomas e maleitas passadas e encaminharem-me para o médico assistente. Em último recurso, acabo a fazer a pior coisinha que um hipocondríaco pode fazer: uma pesquisa no Google. Isto tem tanto de mau como de bom: por um lado, já me auto-diagnostiquei umas 368 doenças que não tinha (mas estava plenamente convencida que sim), por outro, já tenho praticamente uma licenciatura em Medicina, de tanto que já li (estou a brincar, médicos, não se enervem, cuidado com a tensão).

Mesmo sabendo que há mil e trezentas coisas que não devia fazer/comer porque são meio caminho andado para vir a ter um problema qualquer, a verdade é que continuo a fazê-las. Uma delas é enfardar gordices, assim forte e feio. Gosto de comer doces, pronto. Gomas, chocolates, não posso ter nada à mão que desaparece em menos de nada. Mas este ano estou no foco e tenho-me portado MIITO BEM, sem grandes pecados a assinalar.

Eu sei que às vezes abuso um bocadinho e que qualquer dia dou por mim e tenho o médico a dizer-me que estou a duas bolas de Berlim de ter Diabetes, mas como boa hipocondríaca que sou, também passo a vida a fazer análises. Eu sei que, supostamente, e se tudo estiver dentro da normalidade, basta fazer exames de seis em seis meses, mas e quando começo a sentir pontadas ali para o fígado? E aquela dor de cabeça que não passa por nada? É que nisto das doenças sigo um bocado o lema de “mais vale prevenir do que remediar” e sei que há doenças que são silenciosas, chegam assim quase sem dar sinal, como  acontece com a Diabetes Tipo 2. Ora este tipo de diabetes é daqueles que pode aparecer a qualquer altura da nossa vidinha. Um dia estamos alapadas a comer um pacote de amêndoas e no dia a seguir temos de andar a ler rótulos para perceber se podemos ou não comer aqueles cereais ao pequeno-almoço.

É que se acham que a diabetes é só coisa de velhotes e grávidas, então estão muito enganadinhos. Sabiam que em 2015 já mais de um milhão de pessoas entre os 20 e os 79 anos tinham diabetes em Portugal? E em todo o mundo são mais de 425 milhões! Milhões, pessoas, MILHÕES! Sendo que para aí 90% desta gente toda tem Diabetes Tipo 2. E porquê? Porque, tal como disse, esta é uma doença que não se faz anunciar. Não damos por ela e aparece quando menos se espera, de tal maneira que depois damos por nós a pensar que se calhar era melhor termos feito mais passeios a pé, comido menos gordices ou ido mais vezes ao ginásio. Não posso falar muito, que também não meto os pés no ginásio desde Junho ou coisa que o valha, mas ao menos vou fazendo análises.
O que a maioria das pessoas provavelmente não sabe é que a Diabetes Tipo 2, se não for diagnosticada e controlada, pode trazer vários problemas a longo prazo, inclusive provocar AVC’s, causar ataques cardíacos, retinopatia, problemas renais e, em casos mais graves, obriga até à amputação de membros inferiores (tipo dedos dos pés). Tudo cenários muito agradáveis, como estão a ver.

Por isso é que a melhor forma de impedir que venham a ter Diabetes Tipo 2 é prevenir e, acima de tudo, antecipar. Estar atento aos sinais do corpo já é meio caminho andado, e se começarem a notar que estão muitas vezes com fome ao longo do dia, que vão muitas vezes à casa de banho, estão sempre cansados ou que têm a visão mais turva, vão ao médico, falem com ele sobre este assunto e façam análises se for preciso. Lá está, “mais vale prevenir do que remediar.”

MLR code: MPR-PT-100085_Jan202

Contado ninguém acredita #1: máscaras para o rabo

quinta-feira, fevereiro 13, 2020

Isto de andar sempre pela internet tem o seu quê de Minesweeper (pessoas que nasceram depois da década de 90 não vão saber o que isto é, mas pesquisem no Google), estamos sempre em ânsias à espera de chocar com uma bomba qualquer. É frequente esbarrar com coisas estranhas. E dentro destas cenas mirabolantes que por aí se vêem, daquelas que contado ninguém acredita, surgem as... máscaras para o rabo. Sim, pessoas, isto existe e é exactamente o que estão a imaginar: máscaras que prometem fazer mil e uma maravilhas pela nossa bunda, nomeadamente hidratar, suavizar, esfoliar, etc e tal. E depois disto a pessoa pergunta: para que é que andamos a matar-nos no ginásio se estas máscaras são a oitava maravilha do mundo? É só deitar de rabiosque para o ar, espalhar a máscara e esperar que a dita cuja nos ponha os glúteos ali ao nível de uma Adriana Lima desta vida. E onde se encontram estas máscaras milagrosas? Para já, tem de ser tudo encomendado online, mas é fazer pequenas rezas diárias a ver se, eventualmente, isto começa a chegar às lojas em Portugal. Ora espreitem.




Óscares 2020: vestidos "parabéns, levaram vestidos medonhos"

segunda-feira, fevereiro 10, 2020
Quando pensarem que nunca irão conseguir concretizar os vossos sonhos, lembrem-se de que a Blac Chyna consegiu um convite para os Óscares. Tudo é possível, meus filhos, tudo é possível. Fé em Deus. E claro que foi em péssima, porque também não conhece outro registo. Eu acho que ainda há ali espaço para mais um bocadito de botox naquela boca. Estou a achar pouco. É de continuar até o lábio superior lhe tocar na testa.

Óscares 2020: vestidos "não vão por aí que não vai correr bem"

segunda-feira, fevereiro 10, 2020
Se a Nossa Senhora de Fátima tivesse aparecido aos pastorinhos em 2020, vinha assim vestida. Jamais perceberei o conceito de vestidos com capuz, mas ontem chovia que Deus a dava lá por LA, por isso pode ter sido isso. De resto, a Janelle parece só uma tapioca do espaço.

Óscares 2020: vestidos "eh pá, já vos vi melhores"

segunda-feira, fevereiro 10, 2020

Vi muita gente a babar para cima do vestido da Scarlett, mas calma, filhos, que também não é isso tudo. Já sabemos que ela é linda e que melhorou muito a partir do momento em que percebeu que não precisava de andar sempre em modo bomba-sensualona-la-máquina-del-amor. Acalmou o pipi e só lhe fez bem, mas também não me venham agora dizer que tudo o que veste é ouro, que não é. A parte de cima do vestido parece que foi embargada pela Câmara de Lisboa, que é coisa que sucede muito. A obra vai a andar a bom ritmo e, de repente, pára tudo que falta um papel (falta sempre o cabrão de um papel), então ficou assim  a meio caminho, que também já não dava tempo para estar agora a começar do zero. Fosse o corpete todo envolto naquelas fitinhas e tínhamos aqui uma ovação de pé, assim ficou só meio mamarracho.

Óscares 2020: vestidos "estavam bem jeitosonas, sim senhora"

segunda-feira, fevereiro 10, 2020
Quer dizer, se formos a ver bem isto é um bocado batota, porque a Charlize nunca está mal. Tem aquela cara, aquele bom ar, aquele corpaço, aquelas pernas que começam em Tavira e acabam em Vila Real, maneiras que é preciso MUITO para estar péssima. Mas, vamulá, tendo sido geneticamente dotada de tanto material bom, depois também podia atirar-se de cabeça e esmagar aquela gente toda. Mas não, foi só de viúva sexy, com aquele ar ligeiramente compungido de quem viu o marido rico morrer mas que no fundo está feliz, que vai herdar uma pipa de massa e o gajo era um chato que não se aguentava. E, em calhando, até foi ela que o matou.

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