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Novidades fresquinhas: calendários do advento

segunda-feira, novembro 18, 2019
Ainda me lembro do primeiro calendário do advento que recebi sem ser aquele dos chocolates que uma pessoa compra a 99 cêntimos no LIDL. Era da Benefit, todo ele cheio de produtos de beleza, e era tão, tão, tão bonito que nem sequer tive coragem de abri-lo. Isto foi, sei lá, há uns cinco anos, talvez mais, e na altura era uma novidade, nunca tinha visto nada do género. Agora, são o pão nosso de cada dia, tudo o que é marca de beleza tem o seu, cada um mais espectacular do que o outro. E eu acho, mesmo, que é um daqueles presentes de Natal que vai sempre deixar a outra pessoa de boca aberta. Depois é só rezar para que não seja trafulha e que abra só uma portinha por dia, em vez de abrirem logo tudo à bruta. Ficam algumas propostas.




Eu, pessoa que padece dos nervos, lidei com uma tour sem desmaiar

segunda-feira, novembro 11, 2019

Quando anunciei que ia ter o meu primeiro solo de stand-up comedy, passou-se me assim ali uma sensação entre o “vou enfartar” e a excitação da Beni quando lhe estendo uma bolacha. Foram dias de nervos até saber que estava tudo confirmado e que ia mesmo avançar, e ainda mais quando soube que, de repente, passámos das oito datas iniciais para 18. DEZOITO, pessoas!!! É mais do que o dobro. A cada dia que passava e via outra sala a esgotar e a produtora a ponderar abrir mais uma data, os meus nervos iam subindo para níveis históricos. 

Havia toda uma parafernália de coisas que podiam correr mal. Desde esbardalhar-me do palco, partir um salto alto, o vestido ser demasiado transparente e ninguém me dizer ou, no pior cenário dos meus pesadelos, esquecer-me do texto. Agora que chegou ao fim e olho para trás, acho que nada de grave aconteceu, mas nunca fiando, meus amigos, nunca fiando. Portanto, como podem imaginar, andei assim a viver com aquele nozinho no estômago durante uns bons uns tempos.

 Claro que no meio disto tudo achei que ia ter para aí uns 25 enfartes, portanto, ainda mais em pânico fiquei. Falei com amigos médicos, expliquei-lhes que estava a precisar de me acalmar, sob o risco de ter um fanico em cima de um palco e ligarem a televisão no dia seguinte e verem um Alerta CM comigo, qual Linda Blair no Exorcista. 

Toda a gente me disse, muito sensatamente, que não valia a pena estar a enfrascar-me em comprimidos (também não era a ideia) e alguns até me recomendaram fazer umas sessões de meditação em casa. Tentei algumas vezes, mas ao fim de dois minutos estava caída para o lado a dormir, que não é bem o efeito que se pretende. Então falaram-me no novo suplemento Viterra, o Viterra Stress. 

Já ouço falar de Viterra há vários anos e tenho várias amigas que costumam tomar o suplemento para mulher. Na altura ainda respondi se achavam que era uma idosa de 80 anos para estar a tomar suplementos, mas fiquei a pensar no assunto e foi pesquisar mais. 

O Viterra Stress é ótimo para aqueles dias em que estou a começar a panicar e nem consigo pregar olho à noite. É feito com ingredientes naturais e à base de lavanda, vitaminas do complexo B e erva-cidreira, que nos ajudam a sentir relaxados e bemdispostos, sem ficarmos com ar de zombie do Walking Dead como acontece com alguns medicamentos. 

Ando a experimentar e a realidade é que já sinto algumas diferenças. Consigo dormir melhor — especialmente quando estou fora de casa e não tenho uma criança a acordar 45 vezes por noite —, e apesar de ainda sentir aquele nervoso miudinho antes de subir a um palco, se conseguir continuar sem desmaiar em plena actuação , já fico feliz. 



Post em parceria com Viterra. Viterra Stress é um suplemento alimentar. Para mais informações, consulte viterra.pt. 

Guerra aberta à piolhagem nojenta

quinta-feira, novembro 07, 2019


Quando era miúda e começava a escola, era ver os meus pais a temerem pelo dia em que ia chegar um recadinho na caderneta a avisar de que havia praga de piolhame na escola. E ainda o recado vinha a caminho e já a minha mãe aparecia de champô pestilento em riste, pronta a matar a bicharada. Claro que, pelo meio, não faltavam as ameaças de que me ia cortar o cabelo à tigela, mas lá fui conseguindo escapar a esse triste destino.

E se eu já dava valor à minha rica mãezinha, agora que o Mateus entrou para a escola, reconheço ainda mais tudo o que fez (e ainda faz) por mim por mim. E também já sei o que é isso de receber o recado fatídico: atenção que há piolhos na escola. Claro que os tempos agora são outros, o recado já não vem na caderneta, vem por mail ou é divulgado no Whatsapp dos pais da turma do Mateus, mas pronto, de resto é tudo igual. Os anos passaram e os piolhos continuam tão nojentos como no meu tempo.

E só de pensar na possibilidade de ter de passar umas cinco horas a catar os ranhosos da cabeleira enorme do Mateus, sinto que me aparecem mais três rugas na testa. É que aquilo para eles deve ser assim como um campeonato europeu de ginástica acrobática em que num minutos estão de um lado e no outro já deram quatro mortais e cinco piruetas para se escapulirem para o outro lado da cabeça – calma, eu sei que eles não saltam, era só para compreenderem melhor o drama. 

Pior do que todo este cenário, só mesmo imaginar ter de passar por isto a dobrar. Sim, porque quando os asquerosos assentam arraiais numa cabeça, não tardam muito até se espalharem para todas as outras. Sendo que o Mateus está sempre agarrado à Beni, é contar os minutos até ver a miúda a esfregar-se toda ou a desatar num berreiro porque está cheia de comichão nos mini caracóis. E nem sequer quero pensar na hipótese de ter de lhe cortar já o cabelo por causa do piolhame. Viram? Acabou de me aparecer mais uma ruga. 

Como nunca se sabe se mais cedo ou mais tarde não vou receber um desses e-mailzinhos simpáticos que nenhuma mãe quer receber, já me comecei a munir de tudo o que era produto de tratamento para ver consigo exterminar as bichezas todas assim que haja, sequer, uma suspeita de uma lêndea (nojo, nojo, nojo) pela cabeça dos putos. Já aqui falei várias vezes dos produtos Paranix, que fizeram milagres quando o Mateus teve piolhos das primeiras vezes. 

É um processo que pode ser um bocadinho chato, especialmente para os miúdos irrequietos para quem 15 minutos com o Champô de Tratamento na cabeça equivale a umas cinco horas, mas vale a pena, porque a maioria dos piolhos vai logo à vida. Se quiserem uma opção mais rápida, têm disponíveis mais dois formatos que não os obrigam a estar no banho durante tanto tempo e são igualmente eficazes: para miúdos com o cabelo mais curto há  o Spray de Tratamento, para cabelos mais compridos o ideal é utilizar a Loção de Tratamento. Estes dois formatos podem ser aplicados até nos mais novos, porque está indicado para bebés a partir dos seis meses.

Basta aplicar no cabelo seco, massajar bem o cabelo todo, deixar atuar dez minutos e está feito, xô piolhos. Ah, e toda a gama de tratamento é eficaz em apenas uma utilização!
E para evitar que os piolhos virem praga, Paranix lançou um Spray para o Ambiente que elimina todos os que acharem por bem instalar-se nos sofás, nos capacetes, nos assentos das cadeiras ou até nas cadeirinhas do carro – ou seja, tudo o que não pode ser lavado na máquina a 60º. É só agarrar e borrifar tudo quanto é canto com o spray, abrir as janelas, sair e esperar duas horas para aspirar os cadáveres dos piolhos que já se tinham alojado. Isto é mesmo útil se quiserem evitar reinfestações, acreditem. Pensem o que é fazerem o tratamento às crianças, eliminarem todos os piolhos, elas voltarem para o sofá e, quando repararem, já se estão a coçar outra vez porque havia piolhos bem vivos por lá. Estão a perceber bem a coisa? Acredito que não é isto que querem.

Sinto que já estou preparada para travar a III Guerra Mundial com o piolhame! Se fosse a vocês, fazia o mesmo.



Spray para o ambiente é 100% eficaz em 10 minutos, numa só aplicação - Brunton E., 2015. Apenas em piolhos.
Loção e spray de tratamento são 100% eficazes numa aplicação. Champô de tratamento é 100% eficaz - Estudos in vitro e ex vivo demonstraram a eficácia de Paranix Loção de Tratamento contra piolhos e lêndeas após um período de aplicação de 10 minutos.

Os produtos de tratamento de Paranix (Champô, Spray e Loção de Tratamento) são Dispositivos Médicos para o tratamento da pediculose. Evitar o contacto com os olhos ou as mucosas. Em caso de contacto com os olhos, lavar abundantemente com água. Não usar em caso de alergia a algum dos ingredientes. Paranix Loção de Tratamento e Paranix Spray de Tratamento estão indicados para crianças com mais de 6 meses. Paranix Champô de Tratamento está indicado para crianças com mais de 2 anos. Paranix Spray para o Ambiente é um produto Biocida. Não usar no couro cabeludo. Utilize os biocidas com cuidado. Leia sempre o rótulo e a informação relativa ao produto antes de o utilizar. Manter fora da vista e do alcance das crianças. 


Post em parceria com Paranix

A Salsa fez anos e declarou guerra às gordurinhas do demo

quinta-feira, outubro 24, 2019


No início do Verão fui convidada para a festa do 25.º aniversário da Salsa, na Alfândega do Porto, e na altura fiquei a conhecer o novo modelo de jeans que havia de chegar aí para meados de Outubro. Chama-se Slimming Elegant e na altura aquilo pareceu-me assim a oitava maravilha do mundo da ganga, ao ponto de me fazer contar os dias até receber o e-mail a avisar que estavam prestes a chegar às lojas. 

Desde que comecei a minha relação com a Salsa, já lá vão mais de 10 anos —  somos migas para a vida —, todos os modelos parecem criar uma necessidade em mim que, até então, não existia. Vão ter um efeito push-up que me faz o rabo chegar ao tecto? Preciso! Uma cinta que me vai deixar a barriga como a da Gabriela Pugliesi? Preciso ainda mais! E assim se vão passando os anos com a Salsa, sempre a ter os meus nossos dramas em consideração.

Ora que chegámos a Outubro e o que é que aconteceu? Recebi o tal e-mail, que me fez dar santinhos de contentamento, e que vinha acompanhado de um convite. A Salsa não só queria apresentar-me as novas Elegant, como queria que passasse uma tarde na loja das Amoreiras a fazer uma sessão de styling com as clientes e a apresentar-lhes o novo modelo. E deixem-me que vos diga, meus amigos,  estas novas calças têm tudo o que é preciso para ser feliz. É que se eu já tinha ficado rendida às No Gap Bliss, agora a nova perdição são estas Slimming Elegant. 



Primeiro, têm a cintura super subida, a mais alta de sempre nuns jeans da Salsa. Sim, sou uma pessoa idosa que gosta das calças mais subidas para que fique tudo bem contido no seu devido sítio. Vamos lá deixar as cinturas descaídas ficarem nos looks da Britney Spears de 1998, sim? Obrigadinha. 

Depois, têm a vantagem de, por fora, parecerem uns jeans super normais, mas na realidade têm uma cinta interior de fibra EMANA que absorve o calor do corpo, o que faz irradiar raios infravermelhos para a pele, estimulando a microcirculação sanguínea. Parece uma coisa assim meio CSI, mas todo este palavreado para dizer o quê? Que estes jeans vos irão adelgaçar ali as gordurinhas do demónio e deixar a silhueta mais elegante. E a melhor parte é que são confortáveis como tudo. 

Então lá estive na loja das Amoreiras a apresentar as novas Slimming Elegant, que chegaram em nove modelos diferentes, com vários cortes e lavagens para agradar a toda a gente. Desde culotte a capri, sem esquecer as flare — ou boca de sino, como se dizia no meu tempo. E não é que ainda convenci algumas pessoas a passarem na loja para comprarem umas no dia do lançamento? Incluindo aquela cliente que me fez odiá-la de tão magra e gira que era que era, mas que na realidade era uma fofinha que deixou de comer hidratos e perdeu para aí mil quilos de uma vez. Palminhas para ela que ficava bem em todos os modelos que experimentou (sacana).




Alguns dos modelos só vão estar disponíveis online, como as culotte, as flare, as capri com lavagem greencast com rotos, as de lavagem vintage, também com rotos, e ainda os modelos skinny de lavagem de ganga e cinza escuras. Mas vão conseguir experimentar — e comprar! — três em loja, as skinny com lavagem média, as capri com lavagem Premium Wash e as capri com lavagem de efeito vintage. Por isso, o melhor é correrem até à loja mais próxima, porque isto é coisa para voar em menos de três tempos. É o salve-se quem puder!


Texto em parceria com a Salsa

Para os Armazéns do Chiado, uma salva de palmas

quarta-feira, outubro 23, 2019



Os Armazéns do Chiado são aquele centro comercial onde a pessoa vai, mesmo que não tenha de ir fazer compras, e acaba a sair de lá sempre com um qualquer saquito na mão. Seja porque foi espreitar as novidades ao Boticário, porque encontrou um livro que pareceu interessante na FNAC ou porque andava há meses a namorar aquela camisola quente na Mango mas que nunca encontrava o tamanho. 

Tenho uma relação já de muitos anos com os Armazéns, aliás, somos mesmo amigos de longa data e conhecemo-nos praticamente desde o dia em que abriu as portas pela primeira vez depois do incêndio de 1988. Parecendo que não, já se passaram 20 anos, e os Armazéns do Chiado foram crescendo, e crescendo. E eu andei sempre por lá, a espreitar as novidades. Vi de perto a chegada da FNAC, que foi das primeiras a inaugurar em Portugal, e lembro-me da loucura que aquilo foi porque toda a gente queria ir espreitar a novidade, vi também o urso da Natura desaparecer, e voltar (yey!), e delirei quando abriu aquela mega Mango que ocupa quatro pisos e é só um paraíso na terra. 

Portanto, é escusado dizer que os Armazéns do Chiado tem basicamente tudo o que precisamos para ser felizes, além de ficarem numa das minhas zonas preferidas da cidade. O Chiado tem uma magia qualquer que não consigo explicar, mas se pudesse escolher um sítio para morar para sempre, era aqui. Gosto tanto do Chiado que foi ali que escolhi ter o meu escritório, e isso era desculpa mais do que suficiente para ir várias vezes aos Armazéns, fosse para almoçar ou só para dar uma volta ao fim do dia. Mais, todos os anos levo os miúdos lá, pela altura do Natal, para irem conhecer o Pai Natal. 

Esta semana os Armazéns do Chiado celebram o seu 20.º aniversário e a festa começa já na quarta-feira, dia 24 de outubro, com um concerto da incrível Raquel Tavares na fachada dos Armazéns, com entrada gratuita para toda a gente. Mas calma, meus amigos, que qual casamento cigano a festa continua no dia seguinte, 25, e durante todo o dia podem aproveitar os 20% de desconto nas lojas aderentes, entre elas o Boticário ou a Magnolia. Depois não digam que não sou vossa amiga. 

Festa que é festa tem de ter música, por isso há um DJ que vai passar o dia a passar música nos Armazéns, sendo que a DJ Isabel Figueira vai assumir a cabine entre as 16 e as 19 horas e, pelo meio, às 17 horas, há pausa para cantar os Parabéns aos Armazéns — se houver bolo, sou a primeira da fila. Se quiserem também podem aproveitar e passar na Photobooth que vai estar todo o dia nos Armazéns para tirarem umas fotos com adereços. 



Post em parceria com os Armazéns do Chiado

Sim, a higiene íntima também faz parte das rotinas dos mais pequenos

sexta-feira, outubro 18, 2019


Desde que a miúda se lembrou de que era fixe começar a gatinhar à velocidade da luz e a querer pôr-se de pé, qual suricata, que as rotinas aqui de casa têm mudado. O “não mexas nisso”, “tira as mãos daí” ou “não, a televisão não é para dar pancada” passaram a ser daquelas frases que digo 457 vezes ao dia, sem que surtam grande efeito. A sacana da miúda continua a tirar as coisas do sítio, a meter as mãos babadas em tudo o que apanha e a televisão já esteve mais longe de ver o chão de perto. Ah, já para não falar nas vezes em que estive para ligar à PSP a pensar a miúda tinha sido raptada quando, afinal, estava só escondida debaixo/atrás/ao lado de qualquer coisa, a ver se nos enganava. 

Claro que ela começar a gatinhar e, mais cedo ou mais tarde, a andar, também tem coisas boas. Está mais independente, começa a ir para certos sítios sozinha e já damos por nós simplesmente a deixá-la no chão a brincar e é vê-la a largar a gatinhar pela casa como se não houvesse amanhã. Acontece o mesmo quando vamos a algum lado, seja ao parque, a casa dos avós, a um restaurante, A miúda só está bem no chão, a passarinhar de um lado para o outro. E agora, como acha que toda a gente é sua súbdita, é vê-la parar de gatinhar, começar a dizer “olá” às pessoas e a acenar, qual rainha Isabel II para o seu povo. 

Isto parece tudo muito lindo e fofinho, ver os miúdos a crescer e a serem mais independentes, mas que vos digo que isto não é pêra doce, porque a miúda está constantemente a sujar-se toda e a precisar de banhos constantes, quase de hora a hora. É só vê-la chegar ao parque e ir para o chão para começar a ficar toda suja ou dar-lhe qualquer coisa para ela comer que em menos de 25 segundos vai parar ao cabelo, à testa ou aos braços, sem percebermos muito bem como. 

Posto isto, a hora do banho transformou-se em todo um ritual em que vamos falando — no caso dela numa língua que anda ali entre o russo e o islandês — e brincando, enquanto a lavo de alto a baixo. E é aqui que o Lactacyd Girl deve entrar em acção, que nisto da higiene íntima não se pode vacilar – já vão perceber porquê. 



Já aqui falei várias vezes sobre o quanto é importante mantermos uma rotina de higiene íntima e usarmos produtos apropriados para o efeito. Isto porque essa história de usar o gel de banho e a esponja para lavarmos o pipi é a pior coisa que podem fazer. O gel de banho e os sabonetes que usamos habitualmente não têm o pH apropriado para esta zona, o que a longo prazo pode resultar em coisas demoníacas como infecções, irritações, corrimentos e outras coisas dos infernos. 

Como não quero que a miúda passe por essas coisas, assim que ela for mais crescidinha e tiver idade para isso (só é aconselhado que comecem a usar estes produtos a partir dos três anos), vou ter sempre o cuidado de usar o Lactacyd Girl durante o banho para ela se ir habituando à diferença entre usar um sabonete vulgar ou um gel íntimo. Escusam de me vir dizer que ela só tem um ano e que aquilo tem tanta relevância para ela como a sopa que me atirou à cara ao almoço, mas não custa nada começar a introduzir estes bons hábitos aos miúdos desde pequeninos. 

O Lactacyd Girl tem uma fórmula extra suave sem sabão, sem álcool e sem  parabenos. Em vez disso, há Aloé Vera e extrato de pêssego para ajudar a acalmar e hidratar e ácido láctico biológico. O pH foi testado para se adequar ao pH natural da zona íntima, por isso não vai dar cabo da tal barreira protetora, escusam de começar já a bradar aos céus e a dizer que estou a dar cabo do pipi da miúda. 
Podem encontrar o Lactacyd Girl em embalagens de 200 mililitros — que são assim quase que infinitas — nas farmácias, parafarmácias e espaços de saúde. O preço de venda recomendado é de 11,99€. 

E o outono que parece que já chegou mesmo, hmmm?

segunda-feira, outubro 14, 2019


Eu sei que este tempo bipolar é capaz de vos deixar assim meio para o confusos mas, caso ainda não se tenham apercebido, o Outono já começou para aí há duas semanas. E o que é que acontece na mudança de estaçããããão!? Aquela coisa que adoramos: o armário dos miúdos tem de ser inspeccionado a pente fino, só para chegarmos à brilhante conclusão de que metade das roupas do ano passado já não servem, porque a criançada continua a crescer como se não houvesse amanhã.

Este ano tenho a agravante do Mateus ter entrado para a primária e estar a chegar a uma idade em que já começa a ter gostos. Todos os dias me diz que está farto daquelas calças porque são “assim muito azuis”, ou é a gola da camisola que o incomoda, os ténis que não são os que ele gostam, toda uma parafernália de coisas dignas de esgotar a paciência a um santo quando só quero que ele se despache para não chegar atrasado.

Posto isto, já estava na altura de fazer uma reposição de stock nos roupeiros dos mainovos, e confesso que quando penso em mudar as roupas de Verão para Outono e Inverno me dá assim uma pequena tristeza. Prefiro sempre as roupas de Verão por serem mais coloridas e divertidas, tanto para nós como para eles, mas se há coisa que a Tuc Tuc  faz, e bem, é criar colecções giras que até dão vontade de que seja inverno durante todo o ano — ou pelo menos só durante mais uns meses, vá, não exageremos.

Já não é a primeira vez que falo na tuc tuc aqui no blog, e acho mesmo que é daquelas marcas cheias de personalidade e capaz de tornar as roupas aborrecidas do Inverno em peças que os miúdos têm vontade de usar. E se há coisa que a colecção de Outono/Inverno da tuc tuc não é, é aborrecida. Chama-se THIS IS ART! E traz peças mais criativas, ousadas e diferentes do que estamos habituados a ver nas roupas para esta estação. Apesar dos padrões e das cores fortes, as peças são muito versáteis e adaptam-se a várias situações. Desde a ida à escola até ao almoço na casa dos avós, há de tudo, e dá para miúdos dos 0 aos 14 anos.

Como tive de dar ali uma volta ao armário dos miúdos, e sei que provavelmente muitos de vocês estão a passar pelo mesmo drama, deixo-vos aqui algumas das peças de que mais gostei desta coleção.










Queixamo-nos das nossas rotinas, mas depois só queremos voltar para elas

segunda-feira, setembro 30, 2019


Então é isto que a Madonna sente quando lança um disco e anda em tournée pelo mundo, não é? Errrrr, se calhar estou a elevar um bocadinho a fasquia, não é? Pronto, vamos lá reformular: então, é isto que a Ruth Marlene sente quando anda de terrinha em terrinha a dar concertos, não é?

Pois é, transformei-me nisto, nesta pessoa, e o que posso dizer é que, bom, é diferente. Acho que é isso. Não é bom, não é mau, é diferente.

Nas últimas semanas tenho parado pouco em casa à custa deste “Agora Deu-Me Para Isto”, a tour de stand-up que me tem levado a várias cidades deste País. A coisa boa é que tenho dormido melhor (a Benedita parece que voltou a ter três meses, e acorda 85 vezes por noite), a parte má é que morro de saudades dos meus pequenos abacates, e estou longe daquelas minhas rotinas de que eu tanto gosto. Nós passamos a vida a dizer mal de rotinas, mas se elas existem, se as construímos, é porque nos sentimos confortáveis com esses hábitos, são coisas de que gostamos, e não nos importamos de repetir todos os dias. É mais ou menos como comer frango assado. Ao fim de 20 jantares seguidos podemos queixar-nos daquilo, mas pronto, comemos um peixe cozido num dia e no outro já só queremos voltar ao frango.

Isto é igual. Há tempos queixava-me ao homem de que os fins de tarde são sempre iguais e aborrecidos. É aquele momento em que se chega a casa e tem de ser feito tudo a correr, tudo de forma mecânica, é os banhos dos miúdos, o jantar, o andar a correr atrás de um para um lado, o ter de gritar para o outro não desarrumar os brinquedos, o tentar enfiar um na banheira e aquecer o jantar da outra, enfim, uma correria. Só quando os enfiamos na cama e aterramos no sofá é que nos sentimos em paz. É aquela altura em que pensamos: “Agora é que vou aproveitar para ver uma série ou um filme”, mas depois estamos tão cansados que vamos mas é para a cama, ou adormecemos ali mesmo, de comando na mão, enquanto decidimos o que vamos ver.

Dito assim, estas rotinas parecem uma seca, mas é nos momentos em que estamos longe que percebemos que, afinal, até temos é saudades desses momentos, porque são, no fundo, uma parte significativa da nossa vida, com as pessoas que mais amamos.

Fora de casa, tento matar as saudades com as conversas por vídeo com os meus rabanetes, e vou recuperando as rotinas com as minhas séries e os meus filmes, naqueles momentos em que consigo estar sozinha, ou no comboio, ou no hotel, ou no camarim enquanto espero pela maquilhagem, por entrar em palco. O telemóvel hoje é quase uma extensão da nossa vida, e, por isso, tento que me sirva também para isso. Há algum tempo que uso a App NOS TV para me sentir um bocadinho mais perto da minha vida e das minhas rotinas. No fundo, é como ter a minha televisão aqui no telemóvel, com tudo aquilo que tenho em casa.



Para quem não conhece, a App NOS TV é como se fosse a vossa televisão , mas no telemóvel, e é exclusiva (e grátis) para clientes NOS. Basta fazer download aqui, e tudo aquilo a que têm acesso na box passam a ter acesso no telemóvel. Há melhor que ver o meu Benfica no sábado à noite em direto, quando estou em Guimarães e não consigo ir ao estádio. E séries? Há dias, comecei a ver em casa a quarta temporada do This Is Us. Fiquei a meio do primeiro episódio. Abri a App NOS TV, fui à opção “continuar a ver” e lá estava o episódio onde o tinha deixado.

Outra coisa que ADORO é que, como tenho telemóvel da NOS, não gasto internet quando estou a usar a app – e, para quem quer ter a mesma sorte, a NOS está a oferecer um iphone X! Basta ser cliente NOS e partilhar o sítio mais divertido onde se pode usar a App (giro, não é?),  é concorrer aqui.

Obviamente que quem já se apoderou várias vezes da app foi o Mateus, que se põe a seguir quase tudo o que passa no Panda e no Disney e depois vê aquilo em loop no telefone, e gasta-me a bateria toda. Só por causa das coisas, já instalei a app NOS TV no telefone do pai, e quando ele vem com os seus dedinhos gordurosos mexer no telefone da mãe mando-o discretamente pegar no do pai, que já tem a app instalada.

Isto tudo é uma forma de dizer que tenho saudades de casa. Muitas.

*post escrito em parceria com a NOS.

Há dinossauros à solta cá em casa

domingo, setembro 08, 2019



Já tinha dito por aqui que o Mateus é doido por dinossauros e que domina completamente o assunto. E, desde que o levei ao Dino Parque, há uns meses, a obsessão tem crescido. Eu sei que há um T-Rex e pronto, o meu conhecimento sobre dinossauros acaba aí. Já ele sabe distinguir um Pterodáctilo de um Velociraptor, sabe características físicas dos bichos, o que é que comiam, é uma pequena enciclopédia dinossáurica.

E enquanto o miúdo não se transforma num paleontólogo à séria, ou, pelo menos, enquanto não lhe passa esta maluqueira dos dinossauros, é deixá-lo andar entretido com as criaturas gigantes, os fósseis e outros coisas que tais. E, pelo caminho, ainda vou aprendendo umas coisas também. Por exemplo, sabiam que o  crânio do T-Rex media uns ligeiros1,50m? E que tinha dentes que mediam 30 centímetros? Aquilo só em pasta de dentes devia ser uma fortuna.

Como é que descobri estas coisas?  Com a nova colecção da RBA, a Dinossauro T-Rex, onde os miúdos podem construir um T-Rex com 1,20 de altura, ou seja, da altura de uma criança de seis anos. Estão a imaginar a loucura do Mateus. Assim que soube que o dinossauro estava para chegar, era vê-lo todos os dias a perguntar “é hoje??? Ainda falta muito???”.  Assim que chegou, foi vê-lo a largar tudo e a atirar-se em voo picado para cima da caixa - que era maior do que ele — para inspeccionar todas as peças. 

As peças que compõem o T-Rex vão sendo distribuídas em fascículos e a colecção foi pensada para crianças entre os seis e os doze anos. Em cada nova entrega, além das peças os miúdos recebem também um livro onde podem aprender mais sobre esta espécie enquanto montam o seu dinossauro. 

Claro que isto é pensado para os miúdos, mas os adultos também podem participar na brincadeira e ajudar a construir o T-Rex, que isto é um programa giro para fazer em família. O primeiro fascículo já chegou às bancas e custa 1€, enquanto o segundo será 3,95€. A partir daí, cada um fica a 7,95€. As entregas são feitas todas as semanas, com exceção da 1.ª, 2.ª, 3.ª e 4.ª que vão estar disponíveis a cada 15 dias. 

Podem comprar os fascículos do Dinossauro T-Rex nas papelarias e quiosques da vossa zona, mas também é possível fazer a encomenda online no site da colecção.

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