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Negócio da China... mentira, é português #39: Susana Farinha Jewelry

quarta-feira, julho 18, 2018
É o sonho de muita gente: poder deixar o que faz e dedicar-se ao que realmente quer e gosta de fazer. Foi isso que aconteceu com a Susana. A formação em Comunicação e Jornalismo encaminhou-a para um cargo como responsável editorial, mas a cabeça estava no mundo dos acessórios. Misturar materiais, testar contrastes, texturas e cores era a sua verdadeira paixão. Depois de vários anos a trabalhar para outras marcas - onde tinha toda a liberdade para criar, coordenar e produzir - sentiu que estava na hora de criar a sua própria marca. E assim nasceu a Susana Farinha Jewelry, com pulseiras, colares e brincos a preços acessíveis e distribuídos por temas tão diferentes como "Some Faith", "Wild West", "Bugs Life", "Safari" ou "Under the Sea". Vale a pena espreitar. 

Negócio da China... mentira, é português #38: Babush

quinta-feira, julho 12, 2018
A pessoa olha e, assim à primeira, pensa "olha que marca marroquina tão jeitosa!". É normal, se mete babuchas então deve ser de Marrocos. Só que depois não, vai-se a ver e é mesmo, mesmo, mesmo, mesmo, mesmo portuguesa. A Babush é 100% nacional, mas a ideia surgiu numa viagem dos criadores a... Marrocos (txanaannnnn!), onde se perderam de amores por este tipo de calçado. Percebe-se. Além de giro é descontraído e versátil, características que quiseram importar para os modelos da Babush. E aqui estão eles, dos mais simples aos mais trabalhados. Vale a pena espreitar.




Negócio da China... mentira, é português #37: Drama & Light

quarta-feira, julho 04, 2018
Estão a ver aquela coisa do "com um vestido preto nunca me comprometo"? Pronto, houve quem tivesse levado a coisa ainda mais a sério. O sonho da Margarida e da Joana, amigas desde os tempos da faculdade, era criar uma marca só com vestidos pretos. Depois de mais de dez anos pensar, a desenhar, a pensar, a trocar ideias e a fazer esboços em cadernos, o sonho virou realidade e nasceu a Drama-The Black Dress Brand. Depois de muito pesquisarem, as duas amigas concluíram que esta é a única marca no mundo que vende exclusivamente vestidos pretos. E se o vestido preto é daquelas peças obrigatórias em qualquer guarda-roupa, de certeza que aqui vão encontrar algum que vos encha as medidas. 

Mais recentemente, a Joana e a Margarida acharam que estava na hora de trazer um bocadinho de luz ao negócio e criaram a Light- The White Dress Brand. O nome diz tudo: uma marca só de vestidos brancos (que agora no Verão vem mesmo a calhar). 

Caso queiram explorar melhor estas duas marcas, podem encontrá-las também no Instagram:
https://www.instagram.com/dramatheblackdressbrand/
https://www.instagram.com/light_thewhitedressbrand/

Negócio da China... mentira, é português #36: Inspirações Portuguesas

sexta-feira, junho 15, 2018
E porque hoje (mais do que nos outros dias todos) estamos focados em Portugal, faz sentido mostrar mais um negócio 100% nacional. A Inspirações Portuguesas é uma marca que diz logo ao que vem: produtos inspirados na nossa história e tradição e que vão de velas a almofadas, passando por tapetes, toalhas de mesa, cabides ou ímans. Eu achei especial piada às toalhas de praia com expressões portuguesas. Animem-se, pessoal, falta menos de uma semana para o Verão começar. Uhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!






Negócio da China... mentira, é português #35: Gossy

segunda-feira, abril 30, 2018
O facto de eu agora não fazer desporto não significa que não esteja atenta à parte mais interessante da coisa: as roupas (ah ah ah). Estou (mais ou menos) a brincar, mas toda a gente sabe que ter uns trapinhos novos são logo meio caminho andado para uma pessoa ganhar toda uma outra motivação e levantar o rabo do sofá. Ora hoje apresento-vos uma marca de fitness feminino made in Portugal. Chama-se Gossy e foi criada pela Sofia Novais, uma mulher que sempre foi apaixonada pelo exercício físico. Vai daí, idealizou uma linha de roupa composta por macacões, leggings, t-shirts, sweats e tops com padrões e modelos exclusivos. Tendo sido pensada por alguém que sempre praticou desporto, as peças da Gossy foram desenvolvidas num material de alta qualidade que não só se adapta às formas do corpo como oferece a resistência e maleabilidade necessárias. E ainda algumas funcionalidades mais práticas, como peças com uma bolsa para guardar as chaves do carro ou o telemóvel (porque já se sabe que treino que não ficar registado no Instagram não conta na perda de calorias). Saibam mais em www.mygossy.com


Negócio da China... mentira, é português #34: Cinderela Shoes

terça-feira, abril 24, 2018
Se é verdade que os homens não se medem aos palmos, não é menos verdade que as mulheres não se medem pelo tamanho que calçam. Os tamanhos mais "normais" serão ali entre o 36 e o 39, mas há quem fuja a isso. Quem tenha um pezito assim mais a atirar para o grande e outros mais para o pequeno. Ora é precisamente para estas últimas que nasceu a Cinderela Shoes, uma marca pensada em exclusivo para quem calça entre o 32 e o 35 e não se consegue safar nas lojas do costume. Como sempre, a necessidade aguça o engenho, e foi isso que aconteceu aqui. A criadora da marca sempre teve dificuldade em comprar sapatos de salto, de qualquer estilo, modernos ou clássicos, precisamente por calçar um número pequeno, então decidiu resolver o assunto criando ela uma loja com os mais variados modelos. Se também têm dificuldade em arranjar sapatos que vos sirvam, vale a pena espreitarem a Cinderela Shoes.






Negócio da China... mentira, é português #33: Oficina da Francisca

segunda-feira, abril 16, 2018

Comprar um biquíni ou fato-de-banho que nos assente bem logo ali à primeira podia bem ser o quarto segredo de Fátima. É que é difícil, pessoas. Se assenta bem no rabo temos de ter cuidado para que as mamas não fujam, se fica bem nas mamas passamos o tempo a sentir que o rabo está a descoberto, ou aperta, ou fica largo, ou, ou, ou. GraçazaDeus e aos santos dos trajes de praia, a maior parte das marcas já vendem os tamanhos separados, porque antes disso é que era mesmo uma missão olímpica. Mas, em muitos casos, continua a não ser suficiente. Vai daí, uma moça prendada e visionária, de seu nome Francisca, lembrou-se de montar um negócio que assenta precisamente nisto: dar um jeitinho àqueles biquínis pelos quais nos perdemos de amores e que trazemos para casa mesmo que nos fiquem, vá... uma merda. O negócio chama-se Oficina da Francisca e recebe todos os dias fatos de banho, das mais diversas marcas, para os tornar mais acessíveis às comuns mortais que não foram abençoadinhas com a genética de uma Kendall Jenner desta vida. O que as clientes mais pedem à Francisca são forros (ninguém merece ter o pipi a dizer "olá" depois de uma ida à água) e uma forma de tornar as partes de cima mais usáveis para quem tem as txutxucas maiores e menos levantadas. Basta acrescentar uma copa ou um pouco de tecido e operam-se verdadeiros milagres.

Além disso, a Francisca também produz os seus próprios modelos para venda. Faz biquínis e fatos-de-banho do zero, com tecidos únicos, por isso ficam com uma peça única e a preços simpáticos. Se quiserem recorrer aos seus serviços, podem encontrá-la na Rua da Lapa, 47 (em Lisboa) ou através do número 96 2975272. 




Negócio da China... mentira, é português #32: Huggee Pure Wear

quinta-feira, fevereiro 08, 2018
A Huggee (nome que é uma mistura entre hug - abraço - e a palavra dinamarquesa hygee - aconchego) é uma marca recente, nascida em 2017, que decidiu aventurar-se no maravilhoso mundo da roupa infantil, com peças para crianças entre os zero e os três anos. A grande preocupação (além de ter roupa gira e com padrões diferentes e minimalistas) estava ligada a questões ambientais. Todas as peças são fabricadas em algodão 100% orgânico, uma malha super macia e suave para que a pequenada se sinta sempre confortável e bem disposta. Um bebé menos irritadiço ajuda muito à felicidade geral. 

A Huggee é a primeira marca portuguesa certificação GOTS (General Organics Textile Standard), que tem como base valores ecológicos, de sustentabilidade e transparência. Apesar de o design, desenvolvimento e distribuição ser feito em Portugal, as peças são confeccionadas em fábricas certificadas pela GOTS na Índia e, por cada peça vendida, a marca oferece uma refeição a uma criança de um bairro desfavorecido de Dhaka, capital de Bangladesh.

Podem encontrar a Huggee no seu site, em lojas multimarcas nacionais de eco-puericultura (como a Árvore do Bebé, em Loures), na Coimbra Concept Store e – já durante o mês de Fevereiro – no El Corte Inglês de Lisboa. Ficam algumas peças:

Negócio da China... mentira, é português #31: Tierno

sexta-feira, janeiro 19, 2018
Quase todas as marcas nascem de uma necessidade (pessoal ou geral) e a Tierno não é excepção: na tentativa de proteger a pele sensível do filho recém nascido, a Joana começou à procura de marcas de roupa em tecidos mais sensíveis. Não encontrando nada que correspondesse às suas expectativas, chegou-se à frente e lançou uma marca de roupa para bebé, com peças suaves, em algodão orgânico, feitas pelas mãos de artesãs nacionais. O estilo é mais clássico, intemporal, porque a ideia é que estas peças possam ser quase como um legado que vai passando de geração em geração. As peças podem ser personalizadas com as iniciais do bebé e é um presente especial para aqueles bebés que nos são assim mais queridos. Deixo-vos algumas peças que podem encontrar na loja online:

Negócio da China... mentira, é português #30: Weev

segunda-feira, janeiro 08, 2018

A Diana Nunes tem dois amores: por um lado, gosta de tudo o que é feito a mão. Por outro, é uma forte defensora de tudo o que seja made in Portugal. Vai daí, resolveu juntar os dois conceitos e criar uma marca onde, garante, deposita todo o carinho em cada peça. Como qualquer boa criança nascida nos loucos anos 80, também a Diana cresceu fascinada com o mundo dos tecidos e  padrões, por isso decidiu criar uma marca de laços de homem, a Weev. "Cresci a dizer que gostava de aprender a costurar, perdia-me a ver tecidos de vários padrões, botões, linhas e galões, mas nunca dei asas a essa vontade. Até que há pouco tempo a vida deu-me limões e eu decidi fazer laços, de vários tamanhos e formas e com toda a dedicação guardada ao longo dos anos", explica a Diana. E aí está a Weev, com laços que não acabam!









Negócio da China... mentira, é português #29: Maison Pixel

quinta-feira, dezembro 07, 2017

Era uma vez uma gaveta que cheia de cuecas absolutamente aborrecidas e sem história nenhuma. Tipo, a minha, onde basicamente é tudo bege, preto e enfadonho. Vocês estão para aí caladas mas tenho para mim que a minha gaveta não é caso único. Encham-se de coragem e assumam, não me deixem sozinha nisto. Felizmente, há gente dada à criatividade e disposta a revolucionar o mundo da roupa interior, como é o caso da Maison Pixel, uma empresa portuguesa com peças de underwear e swimwear inspiradas em...pixels. Sim, é verdade, uma ideia tão simples como genial, divertida e que dá origem a peças únicas e que têm zero de entediante.

A marca nasceu de uma campanha de crowdfunding bem sucedida, lançada em 2014 para o seu primeiro produto, a famosa cueca pixel. Agora, além de cuecas, existem  também soutiens, biquínis e fatos de banho,  e a marca começa a dar cartas lá fora. Acho que o conceito é mesmo giro e diferenciador, por isso merece divulgação. E porque quero que o mundo inteiro ande de cuecas e soutiens pixel, a Maison Pixel oferece 20% de desconto aos seguidores do blog, na compra do conjunto vermelho. Que não só é uma cor altamente sensual, como vai bem com o espírito natalício (e é a cor do Glorioso, obviamente). Só têm de utilizar o código APIPOCAMAISDOCE no decorrer da compra et voilá! Quem é amiga, quem  é?





Negócio da China... mentira, é português #28:: SO SO

quinta-feira, novembro 16, 2017




Há uns tempos andava eu a deambular por aquela feirinha que acontece aos domingos na LX Factory quando os meus olhinhos bateram numa banca cheia de coisas bonitas. Fiquei apaixonada por uns cactos em lã, coisinhas mais queridas, e acabei por trazer um cartão para depois explorar a marca devidamente. Que marca era essa? Pois que era a SO SO, uma marca portuguesa (pois claro) criada pela Maria e pelo João que, apaixonados pelo nosso lindo país e pelo nosso infindável rol de provérbios, tradições expressões populares, decidiram criar um projecto bonito, útil e que fosse capaz de proporcionar momentos inesquecíveis.

O nome da marca foi escolhido a pensar no típico "assim assim", tão característico dos portugueses. Aquele que nunca respondeu "assim assim" à pergunta "então, como estás?", que atire a primeira pedra. Todas as peças nascem das cabecinhas da Maria e do João com o objectivo de transformar provérbios, expressões e adágios típicos da língua portuguesa em brinquedos e artigos para a casa. Ora espreitem lá alguns e digam se não são as coisas mais queridas:


Negócio da China... mentira, é português #27: Picolé Limão

quarta-feira, novembro 01, 2017
Alertaaaaaa, mães de crianças que estão pelos cabelos com tartans, folhinhos e golas à Marquês de Pombal. Acaba de nascer uma nova marca para bebés, 100% portuguesa e com peças para o menino e para a menina. Literalmente, são unisexo. A ideia nasceu da cabecita de duas amigas, a Ana (do blog A Melhor Amiga da Barbie) e a Sílvia (criadora da marca Mahrla Girl), que ficaram grávidas ao mesmo tempo, que começaram a olhar para tudo o que havia disponível no mercado e rapidamente perceberam que faltava qualquer coisa: uma marca com cores e padrões diferentes de todos aqueles que nos levam ao enjoo. Vai daí puseram mãos à obra e criaram a Picolé Limão, com peças com uma identidade forte, mas sem deixarem de ser práticas, versáteis e confortáveis. A primeira colecção chama-se ZERO (porque foi assim que elas começaram, do zero, vindas de áreas completamente diferentes) e é composta por cinco peças unisexo para bebés dos zero aos 12 meses. Para já, para já, a colecção pode ser encomendada online pelo Facebook da marca ou através de email.



Negócio da China... mentira, é português #26

sexta-feira, junho 10, 2016

Aaaaaaah, Junho! O meu mês preferido, o mês em que arranca o calor, o mês dos feriados, o mês das festas populares, o mês das sardinhas e dos manjericos. E por falar em manjericos, os originais são óptimos, e têm aquela cheirinho único e maravilhoso, mas vale a pena deitar o olho a versões mais contemporâneas... e duradouras. É o caso do Sr.Manjerico, o projecto de duas arquitectas que gostam de passar o tempo livre a pôr em prática toda a criatividade com que foram abençoadas, misturando uma data de técnicas. Foi assim que nasceram estes manjericos-mais-fofinhos, em crochet e origami. Porque os Santos são sempre que um homem quiser, e se quisermos ter manjericos em casa o ano inteiro, temos manjericos em casa o ano inteiro. Há um dedicado a cada bairro popular. Para mim pode ser o da Bica, que santos que se prezem passam sempre pela Bica. 




Negócio da China... mentira, é português #25

sexta-feira, janeiro 08, 2016

Há muitos, muitos anos, nem me lembro quantos, a minha mãe ofereceu-me uma figura de Nossa Senhora de Fátima que anda comigo para todo o lado. Se vou viajar ela vai também, e nas raríssimas vezes que me esqueci de a levar sinto sempre um ligeiro desconforto, como se a protecção divina ficasse nos níveis mínimos. De tanto andar de um lado para o outro, a imagem está velhinha, a perder a pintura, já lascada em alguns sítios. Já andava para comprar uma nova há algum tempo, mas ainda não tinha encontrado nenhuma suficientemente especial. Até que recebi uma no Natal, enviada pela Treze. Ora bem, a Treze é uma marca de artigos religiosos, sediada em Fátima, que é assim uma espécie de irmã mais nova de uma marca com mais de 30 anos, a Marfilar. A Marfilar, especializada na produção de figuras religiosas em pó de pedra e com acabamentos manuais, foi criada pelos pais da Sofia, que sempre foi olhando para o negócio da família com vontade de lhe dar uma nova vida.  E assim foi. Usou o know-how dos pais, juntou-lhe a sua criatividade e criou a Treze, com artigos religiosos mais apelativos e estilizados, a piscarem o olho às novas gerações. Acho o conceito muito bonito, sobretudo por procurar novas formas de manter um negócio antigo. Boa sorte para a Treze!

Negócio da China... mentira, é português #24

sexta-feira, dezembro 04, 2015
Eu não sei se todas as mães são iguais, mas eu acho que tenho um Picasso cá em casa. Que traço, que domínio do lápis de cera, que mestria com que mistura as cores, que talento, que génio. Ok, pronto, não será taaaaaaaanto assim, serão só mais uns rabiscos que ele faz quando apanha um papel à mão (ou uma mesa... ou uma parede...), mas os meus olhos de mãe embevecida conseguem ver bastante potencial naqueles gatafunhos. Ao ponto de guardar tudo numa pastinha, porque vai que um dia o miúdo se torna um artista à escala mundial e querem fazer uma exposição sobre a vida dele? É nessa altura que eu salto com a minha pasta e mostro todo o material que fui acumulando ao longo de anos. Mas houve quem tivesse uma ideia ainda mais espectacular. A Bewee lembrou-se que giro, giro era eternizar os desenhos dos nossos rebentos bordando-os em toalhas de banho, lençóis ou camisolas (tudo made in Portugal). Porque, meus amigos, se a Angelina se casou num vestido de noiva completamente rabiscado pelos desenhos dos putos dela, nós não somos menos! E se quisermos dormir nuns lençóis bordados com as obras dos nossos fofinhos-cutxi-cutxi ninguém nos pode impedir! Parece-me um óptimo presente de Natal para pais e avós embevecidos.




Negócio da China... mentira, é português #23

sexta-feira, novembro 20, 2015


Já não é novidade para ninguém que se há coisa na qual somos bons é na produção de sapatos. Temos óptimas fábricas, óptimos materiais, óptima mão-de-obra e o resultado final são sapatos de muitíssima qualidade e reconhecidos no mundo inteiro. Não é de estranhar, por isso, muitas e muitas marcas internacionais produzam o seu calçado cá, somos muitafortes. Mas também somos fortes nas nossas marcas. A Undandy é a prova disso e traz um conceito muito giro. Basicamente, somos nós que escolhemos o nosso sapato. Digo nós porque, apesar de a Undandy ser uma marca masculina, se gostarem dos modelos e calçarem do 38 para cima, também se conseguem safar. =) E porque há alguns que estão mesmo disponíveis na versão feminina (como estes, que adoroooo)  Aqui tudo é personalizado até ao mais ínfimo pormenor. Podem escolher entre  sapatos Oxford, Derby, Monkstrap ou Loafers, podem escolher várias botas, podem escolher o tipo de sola, podem decidir se querem um modelo mais arredondado ou pontiagudo, podem escolher as cores, os materiais, os atacadores, as costuras, tuuuuuudo e mais alguma coisa. Isto faz com que haja 156 MILHÕES de combinações possíveis num só site. E se a escolha pode ser difícil (juro, eu estive a tentar desenhar uns sapatos e perdi-me entre tantas opções, queria 200 coisas diferentes e acabei por desenhar os pretos e brancos da imagem), o processo é super, super fácil. Em cinco passos muito simples conseguem ter os vossos sapatos ultra personalizados e produzidos em São João da Madeira. Mas também podem escolher modelos já feitos, caso sejam almas extremamente indecisas. Enfim, temos aqui um belo negócio.

Negócio da China... mentira, é português! #22

sexta-feira, novembro 13, 2015
A Toranja é um site de ilustrações de autores nacionais que podem ser aplicadas a vários objectos da casa. Por exemplo, posters, telas, vinil para aplicar nos móveis IKEA, na Bimby and so on. Uma forma muito fácil de personalizar e dar um novo ar ao que tenhamos lá por casa. Cá por casa temos a Bimby vestida com esta ilustração de Lisboa, feita pelo Tiago Albuquerque, e tooooda a gente que cá vem lhe acha a maior graça. A próxima aquisição vai ser a ilustração do estádio da Luz, para o frigorífico ou para a máquina de lavar louça. São muitos os ilustradores que estão ligados à Toranja, entre os quais nomes dos quais gosto muito. Como a Rita Duque, que fez as ilustrações dos meus livros infantis. Ou o Afonso Cruz. Ou o João Rodrigues, que já me fez uma ilustração fantástica. Enfim, há muitos registos, para todos os gostos.
Mas a Toranja cresceu e estendeu a sua oferta à área têxtil. Por exemplo, com sacos, clutches ou mesmo leggings. Há uma enorme variedade de produtos, por isso parece-me uma óptima opção para procurarem presentes de Natal. Aqui ficam alguma sugestões.




Negócio da China... mentira, é português #21

sexta-feira, novembro 06, 2015
Os postais estão a cair em desuso, o que é uma pena. Já ninguém tem paciência para escrever, para ir ao correio (esta parte eu percebo), é muito mais fácil mandar um mail e já está. É a evolução, nada a fazer. Mas às vezes apetece-nos surpreender alguém. Enviar uma mensagem especial. Fugir ao banal. É aí que entra o negócio que vos apresento esta semana: chama-se Message in a Bottle e o nome diz tudo. Basicamente, só têm de escrever uma mensagem (de amor, de parabéns, para a avó, para a melhor amiga), escolher o material com que a querem enviar (fita de cetim, cordel ou ráfia) e depois enviá-la numa garrafa. Enfim, podem deitá-la ao mar e esperar que ela chegue ao destino um dia, é uma perspectiva mais romântica. Ou podem só deixar a entrega a cargo da Message in a Bottle, é capaz de ser mais eficaz. Giro, não é? Para encomendas basta enviarem um mail para geral@messageinabottle.com.pt. Podem saber mais aqui.


Negócio da China... mentira, é português #20

sexta-feira, fevereiro 13, 2015
Eu já conhecia a Toyno, mas não sabia que conhecia a Toyno. Quando um amigo me perguntou se já tinha ouvido falar e me sugeriu que podia ser um bom "negócio da China português", o nome não me soou. Mas quando vi as fotos fez-se logo luz. É que estas pecinhas não deixam ninguém indiferente e, de facto, eu já as tinha visto por aí. Arrancam-nos "oooohhhhhhs" e vão direitinhas ao coração. Basicamente (mas sem serem nada básicas), são peças em cartão que parecem apenas brinquedos mas têm todo um lado funcional. Melhor do que qualquer explicação, ficam as imagens:


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