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Fomos para fora cá dentro: Monte da Estrela

terça-feira, outubro 10, 2017

Eu sou uma pessoa que rege a sua vida pela aplicação "Meterologia" do iPhone por isso, quando vi que iam estar quatro dias de muito calor em pleno Outubro e que havia um feriado pelo meio, pus-me imediatamente em campo, em busca de um sítio para fugir e aproveitar aquilo que eu achava ser o último fim-de-semana de "verão". Pedi ajuda às Heranças do Alentejo, uma associação sem fins lucrativos que reune uma enorme oferta da alojamento, experiências, actividades e restaurantes um pouco por todo o Alentejo. É só pesquisar no site e encontramos uma data de sugestões, para os mais variados estilos: escapadinhas, fins-de-semana a dois, aventura, família, praia, campo, há de tudo. 

Aceitei a sugestão das Heranças e foi assim que fui parar ao Monte da Estrela Country House and SPA, um espaço de agroturismo, algures entre Moura e Mourão, em pleno coração do Alentejo. Perdido entre uma imensidão de vinhas e oliveiras, o Monte da Estrela é uma casa linda e onde o silêncio é absolutamente impressionante. Foram quatro dias assim, no meio de silêncio, praticamente sem rede e se net no telemóvel. Maravilha.



O Monte pertence a uma família que excede todos os níveis de simpatia e hospitalidade. Era impossível

Fomos para fora cá dentro: Alvor

segunda-feira, junho 26, 2017

Na semana passada, a convite do hotel Pestana Alvor Praia, rumei até ao sul para aproveitar os feriados. Gosto muito dos santos populares, dos arraiais e disso tudo, mas numa semana com dois feriados e temperaturas acima dos 30 não havia como ficar em Lisboa. E então lá fomos. Apesar de fazer férias no Algarve desde sempre, há muitas zonas que não conheço. Sou um bocado velha do Restelo, acho que a “minha” zona é que é, que não há melhor. Bem, na verdade continuo a achar um bocadinho, mas devo confessar que o Alvor me surpreendeu. Muito por causa do hotel, claro, estrategicamente posicionado em cima da praia e com uma vista de cortar a respiração. Não era difícil imaginarmos que estávamos num qualquer resort paradisíaco.


Foram cinco dias de puro descanso: praia, piscina, livros, sestas, comer e pouco mais, que as férias são para isso mesmo, não mexer o rabo para nadinha.  A praia por baixo do hotel - à qual se tem acesso a pé ou através de um elevador que vai direitinho da piscina ao areal - é pequenina, resguardada, tranquila, com água transparente, um pequeno paraíso. Normalmente, a nossa rotina era praia pela manhã, fim da manhã na piscina, almoço no bar da piscina, sesta e piscina até ao fim do dia. Assim de repente, não consigo imaginar melhor vidinha. 



O hotel é perfeito para umas férias em família. Tem coisas para os miúdos se entreterem (parque infantil, kids club, uma piscina mais pequena), tem coisas para os pais se entreterem (spa, ginásio, piscina interior, zonas de lazer, belos restaurantes), por isso dá para manter toda a gente feliz e contente. Basicamente só saímos do hotel uma noite para ir até ao centro de Alvor, e aproveitámos um dia em que o tempo não estava grande coisa para ir dar uma volta a Portimão e foi com muita pena que vi as férias chegarem ao fim. =(




Obrigada ao Pestana Alvor Praia por nos ter recebido tão bem e por, efectivamente, nos ter feito sentir em casa. Deixo-vos algumas fotos dos nossos dias a sul:


Fomos para fora cá dentro #5: Guimarães e Porto

terça-feira, setembro 06, 2016
Sexta-feira acordámos no Monverde, tomámos o pequeno-almoço nas calmas e passámos a manhã na piscina, que estava um calorzinho bem bom. Depois, pusemo-nos a andar para o próximo destino: Guimarães, mas não sem antes ter ido em busca de uns bolinhos maravilhosos (cavacas) que tínhamos experimentado no pequeno-almoço do Monverde. Descobrimos quem era o fornecedor e lá fomos procurar o cafezinho que os vendia, numa aldeia ali perto. Encontrámos, trouxe uma caixa gigantesca e...já não há nada. Nem um para amostra, por isso mudemos de assunto.

 Guimarães: tinha estado lá há uns dez anos, com umas amigas, mas não me lembrava de grande coisa, por isso almoçámos pelo centro e aproveitámos para dar umas voltas por ali. Depois fomos conhecer o hotel onde ficámos essa noite, o Santa Luzia Art Hotel, que é lindooooooooo. É um dos mais recentes de Guimarães e dá vontade de ir morar para lá. Infelizmente, não tivemos tempo para o aproveitar devidamente. Queria muito ter dado um mergulho na piscina panorâmica, ou ter ido ao spa, ou ter só ficado a ler naquela esplanada maravilhosa, mas desta vez não deu. Lá teremos de voltar. =)

O jantar foi no Kanpai. Depois de uma semana de comida tradicional portuguesa já estávamos a ressacar de sushi, por isso seguimos as recomendações de algumas pessoas e e lá fomos. Prova superada. E assim acabou o dia em Guimarães. Depois foi só mesmo voltar para o nosso quarto gigantesco no Santa Luzia e dormir. Sábado era dia de regressar a casa, mas era impossível acabar a viagem sem dar um salto ao Porto-do-nosso-coração. Passeámos um bocadinho pelo centro, almoçámos com uns amigos no Parque da Cidade e regressámos a casa. Foi uma semana muito, muito boa, o Mateus portou-se excepcionalmente bem (pensei que ia enlouquecer com tantas horas no carro), ficámos a conhecer uma data de sítios novos e confirmámos aquilo de que já desconfiávamos: temos um país incrível. Ficou combinado que iremos fazer mais férias destas, que ainda há muito Portugal para descobrir.


Fomos para fora cá dentro #4: Amarante

segunda-feira, setembro 05, 2016
Na quarta-feira chegámos ao Monverde já tarde, por isso só tivemos tempo de jantar (maravilhosamente bem) no restaurante do hotel e ala para a cama. No dia seguinte, decidimos que não nos apetecia passar o dia na estrada, por isso aproveitámos para acordar mais tarde, ficar pelo hotel e aproveitar a piscina. Estava um calor de ananases, por isso soube-nos pela vida. O hotel é incrível, mas não acho que seja o mais apropriado para ir com crianças pequenas, pelo menos por um período prolongado. Por exemplo, a piscina está inserida no spa (há uma interior e outra exterior), com musiquinha estilo pan pipes, tudo muito tranquilo, muito zen, só vinhas à nossa volta, um cenário maravilhoso mas que pede descanso. "Então estás a dizer isso e foste enfiar um puto de três anos na piscina?". Fui. Fui porque à hora em que chegámos só estava um casal na piscina exterior e o meu homem foi com o miúdo para a interior (que estava vazia). Quando a exterior ficou sem ninguém lá o deixámos chapinhar, por isso não incomodou ninguém (só mesmo a nós). De resto, passámos muito pouco tempo no hotel.


Fomos para fora cá dentro #3: Passadiços do Paiva

quinta-feira, setembro 01, 2016
Além de não termos destinos programados, nestas férias também não temos horários. Não há horas para acordar, não há horas definidas para chegar aqui ou ali, vamos só aproveitando o tempo como nos apetece. Ontem saímos dos Traços d'Outrora já tarde e, uma vez mais, sem rota definida. Por recomendação cibernética, fomos parar a um restaurante no meio do nada. Já estávamos a começar a achar que o GPS nos tinha mandado para o sítio errado quando demos com ele: Casa no Campo, na aldeia de Espinheiro (perto de Arouca). Não é muito fácil lá chegar (muitas curvas e caminhos apertados), mas vale cada centímetro percorrido, porque a comida é muito, muito boa, os preços muitíssimo simpáticos e a vista para a serra da Freita é incrível. Tem um relvado que é espectacular para pôr a criançada a queimar energias. Ou, no caso do Mateus, para se encharcar até aos ossos num canalzinho de água. Tudo tranquilo, é verão, está calor e há sempre roupa extra no carro.


Fomos para fora cá dentro #2: Trancoso /Foz Côa / Marialva /Viseu /Vale de Cambra

quarta-feira, agosto 31, 2016
Ontem deixámos Fornos de Algodres para trás e fizemo-nos à estrada sem grande destino. Gosto muito disto de ir andando e depois logo se vê onde é que se pára. A primeira paragem foi na praia fluvial de Ratoeira. Não sei se a época alta já lá vai, mas não havia uma alma e a água também não nos pareceu muito convidativa para banhos, por isso não nos demorámos muito por ali.


Fomos para fora cá dentro #1: Tomar/ Gondramaz/Seia/Fornos de Algodres

terça-feira, agosto 30, 2016

Sentado no banco de trás, o Mateus ia disparando perguntas em catadupa. Ainda mal tínhamos saído de Lisboa e eu já tinha ouvido:
  • Mãe, está ali um escorrega, podemos ir?  [não, Mateus, não vamos parar o carro para ires ao escorrega]
  • Porque é que as mamãs ralham com os meninos? [porque às vezes os meninos portam-se mal]
  • Vamos um bocadinho à escola? [não há escola, estamos de férias]
  • Mãe, o que é que estás a fazer? [nada, estou só aqui sentada]
  • Mãe, o que é que o pai está a fazer? [está a conduzir…]
  • Vamos à praia? [não, hoje não]
  • Já chegámos ao Algarve? [não estamos a ir para o Algarve]
  • Mãe, o carro está a falar  connosco! [é o GPS, amor]

Com uma semana de férias e sem grandes planos, decidimos que íamos dedicar uns dias a conhecer melhor Portugal, sobretudo o centro e o norte. É incrível que moremos num país tão pequeno e o conheçamos tão mal, por isso adoptámos o conceito de vá para fora cá dentro e partimos, assim sem grande rumo, apenas com os hotéis marcados. A minha única “exigência” era que não fosse um percurso muito urbano, apetecia-me muito mais campo do que cidade. 

Ontem foi o primeiro dia e começou na BMW, que simpaticamente nos convidou a experimentar o novo X1. Enfiámos a tralha toda na mala gigantesca do carro e fizemo-nos à estrada. Com a hora de almoço a aproximar-se, deixámos a A1e apanhámos a A23, com a ideia de parar em Tomar. E lá íamos descansados da vida quando ouço um “estou a fazer xixi nas cuecas”. “Estás o quê???????????”. Sacana do puto, pá! Ordenei ao homem que parasse assim que conseguisse e saí do carro já a imaginar todo o cenário de terror que devia estar a passar-se na cadeirinha do Mateus. Afinal era bluff, não tinha feito nada, mas achei que era melhor não confiar demasiado na sorte e lá arranjei um cantinho no meio da rua para o miúdo se aliviar. Enquanto isso o homem ficou de volta do Tripadvisor, à procura de um restaurante em Tomar: “infelizmente a Casa das Ratas está fechada, mas há outros bons no centro”, garantiu-me. E foi assim que fomos parar ao Tabuleiro e a uma travessa de carne estufada que não estava nada do outro mundo mas que foi largamente compensada por uma parte de côco de babar. 





Não ficámos muito tempo em Tomar, porque ainda tínhamos muitos quilómetros pela frente. O próximo destino era Seia, onde queríamos visitar alguns familiares. A caminho vimos as indicações para Miranda do Corvo e o homem começou com recordações de quando lá foi correr o Trilho dos Abutres. Falou-me das aldeias de xisto e achei que, já que ali estávamos, valia a pena ir espreitar. E então lá subimos até  Gondramaz, uma aldeia incrível no meio do nada e um dos sítios mais bonitos onde já estive, com uma vista maravilhosa e um silêncio invejável. Era menina para ficar ali duas semanas a descansar o cérebro (até porque os telemóveis não têm rede, um sonho). 













Enfiámos o nariz em todos os recantos e em todas as casinhas de xisto (fiquei com vontade de experimentar o hotel Mountain Whispers), o Mateus correu que se fartou, tirámos uma data de fotos e voltámos a enfiar-nos no X1 com destino a Seia. Pequena paragem só para dar um beijinho a uma tia e rumámos a Fornos de Algodres e ao Solar dos Cáceres, onde ficámos a dormir. Pelo caminho passámos por uma zona enorme devastada pelos incêndios e foi de partir o coração. O tamanho da área ardida era impressionante e dava dó ver tudo preto, milhares de árvores com os troncos carbonizados. Uma tristeza. Quando chegámos ao hotel foi só pousar as malas e seguir para o restaurante Unidos, uma recomendação local. De volta ao Solar - que é um sítio lindo e super tranquilo - aterrámos os três na cama, cansados de um dia com tanta coisa. Hoje, acordámos com os sinos da igreja, tomámos o pequeno-almoço junto à piscina e fizemo-nos à estrada para mais um dia.









Fui para fora cá dentro: Tivoli

sexta-feira, julho 29, 2016

Há aquela frase que diz que não devemos voltar aos lugares onde já fomos felizes, não vá a coisa dar para o torto e corrermos o risco de estragar uma memória boa. Mas eu acho exactamente o oposto. Acho que se fomos, se foi bom, se voltámos cheios de recordações e, sobretudo, vontade de regressar, então é de ir. E foi isso que fiz. Voltei ao Tivoli Marina Vilamoura para três dias que passaram a voar. O ano passado estive lá em modo família, este ano voltei em modo sozinha. Não foi tão bom, claro, que com eles as coisas são sempre melhores, mas deu para descansar (o corpo e a cabeça), ler, apanhar sol, dar uns belos mergulhos (e trabalhar um bocadinho, claro). A localização do hotel é fantástica (mesmo, mesmo, mesmo em cima da praia, não é preciso pegar no carro para nada), a equipa inexcedível, come-se divinalmente (agora assim de repente lembrei-me das vieiras do Pepper's) e ainda tive a sorte de apanhar o ThaiFood Festival que está a decorrer até ao final do mês no hotel Tivoli Victoria, também em Vilamoura. Eu achava que não era grande fã de comida tailandesa (não me dou bem com coisas muito condimentadas), mas provavelmente era só porque ainda não a tinha experimentado no sítio certo. Ou porque nunca me tinham enfiado numa cozinha com um chef tailandês, para um workshop. Pois,  foi isso mesmo que aconteceu, entrei na cozinha do premiado Adtavorn Charoonpontiohi, chef executivo do hotel AnantaraSathorn Bangkok que veio até ao Algarve só para este festival, e lá estive entre mil e uma especiarias. Não sou brilhante a cozinhar (apesar da paciência extraordinária do chef e dos seus ajudantes) mas sou óptima a comer, por isso gostei particularmente da parte em que fomos para a mesa experimentar uma data de coisas maravilhosas, como o atum cru com aromas PhaddThai, a bochecha de novilho cozinhada a baixa temperatura em caril mussaman, o caril verde de frango, uns bolinhos de espadarte que eram assim do outro mundo, ou uma sobremesa de arroz e manga. Caso tenham ficado com alguma curiosidade, já sabem: o ThaiFood Festival acontece até dia 31 de Julho e estende-se a todo o Tivoli Victoria. Por exemplo, há um cantinho tailandês no pequeno-almoço, tapas, cerveja e cocktails tailandeses no Bartini (o bar do lobby do hotel), ou um menu de degustação no restaurante EMO, ao jantar. 

Deixo-vos algumas fotos destes dias. E um grande obrigada ao Tivoli Marina por, uma vez mais, me ter feito sentir em casa. 

(a vista do meu quarto)

Fomos para fora cá dentro: Porto Santo

quarta-feira, junho 15, 2016

Sempre que me ouvem a falar de férias os meus pais perguntam "então e Porto Santo? Porque é que não vão a Porto Santo?". Já lá estiveram algumas vezes, voltaram sempre a dizer maravilhas e não percebiam porque é que íamos a tanto sítio e Porto Santo ainda não tinha sido contemplado. Que a praia era a melhor do mundo, que se comia lindamente, que o tempo era óptimo, que as pessoas eram uma simpatia, etc e tal. Pai, mãe, assumo aqui perante todos: tinham razão (como quase sempre, aliás). Porto Santo é uma pequena maravilha. Já conhecia a Madeira, já tinha estado nos Açores, Porto Santo era aquele destino que eu tinha a certeza que algum dia iria, só não sabia quando. Foi desta. A convite do resort Pestana Colombos, lá enfiei a família toda num avião e aí fomos nós, rumo à ilha dourada. Foram cinco dias muito bons, em que basicamente só descansámos, andámos entre a praia e a piscina, comemos e aproveitámos o tempo em família. O tempo estava óptimo (sem estar um calor da ananases) e soube-nos lindamente estes dias sem correrias. Coisas boas desta viagem:

1- O hotel:
Se andam à procura de um sítio para férias em família, não procurem mais, é aqui. O resort é óptimo,  fica mesmo em cima da praia, o nosso quarto era espectacular (maior do que a minha casa inteira, acho), tem tudo o que é preciso para não querermos sair de lá. E não saímos mesmo, tirando uma manhã em que fomos conhecer o centro de Porto Santo (o hotel disponibiliza um autocarro para levar e trazer os hóspedes). Tem piscina interior, piscinas exteriores (incluindo uma para miúdos), spa, uma data de actividades, kids club, é uma maravilha. O hotel está ligado ao resort do lado, o Pestana Porto Santo, dá para andar a saltitar entre ambos.

Fomos para fora cá dentro: Aveiro

quinta-feira, março 31, 2016

Aproveitámos o fim-de-semana prolongado da Páscoa para nos pormos a andar. Decidimos um bocado em cima da hora, como é costume cá por casa, e rumámos a Aveiro. Tínhamos alguns amigos que também iam estar por lá, por isso juntámos o útil ao agradável. Basicamente, foram três dias para comer. E passear. E comer. E passear. E comer mais um bocadinho. E aproveitar para descansar e conviver (até porque, como já tinha dito, estava sem telemóveis). Ficámos a dormir em Ílhavo, no Montebelo Vistalegre Hotel, onde eu tinha estado há pouco tempo mas que o homem ainda não conhecia. Na altura foi uma visita relâmpago, desta vez deu para viver o hotel com mais calma. 

Fui para fora cá dentro #3

quinta-feira, agosto 06, 2015

Na semana passada o homem foi correr o Ultra Trail Nocturno da Lago de Óbidos. Coisa pouca, só 60 km, à noite, no meio do mato. Perguntou-me se queria ir com ele, só mesmo naquela de prestar um bocadinho de apoio moral, e disse que sim, mas incumbi-o de ser ele a arranjar hotel, já que sou sempre eu a tratar dessas coisas. Lá me disse que já tinha feito uma reserva e pusemo-nos ao caminho. Quando chegámos ao hotel percebi que, a partir de agora, vai ser sempre o homem a fazer marcações, porque ficámos num sítio absolutamente maravilhoso e do qual, estranhamente, nunca tinha ouvido falar. Chama-se Obidos Lagoon Wellness Retreat e está muito perto de ser o paraíso na terra. Quando entrei no apartamento fiquei de boca aberta. Lindo, clean, muiiiiiito espaçoso e mesmo em cima da piscina. O conceito é muito giro. A ideia é que aqui se descanse MESMO, que nos consigamos abstrair da vidinha de todos os dias, por isso tudo está pensado para proporcionar o máximo de bem-estar e relax total. Nos apartamentos suite não são permitidas crianças  (AMEN!), mas há moradias com piscina para quem quiser ir em modo família. Gosto de hotéis que contemplam estas duas hipóteses, assim fica à escolha do freguês. Depois, é só entregar o corpo ao manifesto. Podemos começar na piscina de água salgada, descansar numa espreguiçadeira numa cave de sal rosa dos Himalaias (que rejuvenesce a pele e melhora o sistema respiratório e imunitário), passar pela sauna ou relaxar no jacuzzi ao ar livre, em cima da piscina. Há ainda um spa com massagens, tratamentos faciais e todas essas coisas que sabem pela vida. Infelizmente, não pudemos desfrutar devidamente do hotel, porque chegámos tarde, o homem passou a noite toda a correr (começou às nove e meia e fui buscá-lo quase às seis da manhã) e no dia seguinte tivemos de voltar cedo para Lisboa, mas ainda deu para tomar o pequeno-almoço na varanda do quarto, dar um mergulho na piscina e estar meia hora de molho no jacuzzi. Está mais do que prometido que vamos voltar assim que tivermos um fim-de-semana livre, até porque fica perto de Lisboa, pomo-nos lá num instante. Recomendo muito.





Nós por cá #3

domingo, abril 27, 2014

As mini-férias acabaram. E não podiam ter acabado melhor, com um autêntico dia de Verão que agravou consideravelmente a pouco vontade de voltar para casa. Uma pessoa habitua-se rapidamente a estas semanas com feriados, devia ser sempre assim. Não sendo, resta esperar pelas férias. Obrigada ao Sheraton Algarve Hotel & Pine Cliffs Resort  por nos ter recebido tão bem (e um obrigada especial aos funcionários do Beach Club by Olivier, de uma simpatia inexcedível). Daqui a uns meses voltamos, está prometido!

Nós por cá #2

sábado, abril 26, 2014
Gosto de férias de cidade, conturbadas, daquelas em que não se pára um segundo, mas também sou grande adepta deste registo dolce fare niente. Gosto de alapar num sítio que tem tudo e deslocar-me apenas entre o restaurante, a praia, a piscina e pouco mais. Que é precisamente o que temos feito no Sheraton Algarve Hotel & Pine Cliffs Resort. É caso para dizer que aqui somos felizes. Temos tudo o que precisamos para o ser. Um tempo espectacular (hoje parecia Verão), uma data de óptimos restaurantes à disposição, um parque infantil super completo para quando é preciso entreter a miudagem, acesso directo à praia, piscinas à escolha do freguês (incluindo uma aquecida, óptima ao fim do dia), muitos espaços verdes e uma equipa fantástica e do mais profissional e atencioso que tenho visto nos últimos tempos. Mas quem se quiser mexer mais também tem opções. Pode sempre dar uns passeios de bicicleta, fazer uma aula de golf ou de ténis, ou malhar no ginásio. Ninguém se entedia aqui. Viemos com uns amigos e estamos a considerar seriamente voltar no Verão. Optámos por um apartamento na zona Residence em vez de quartos no hotel, o que é sempre melhor quando se tem criançada (e também para o convívio). Ainda não me fui embora e já estou com saudades! Ficam as fotos do dia:

Relógio Michael Kors | Pulseira Hipanema @ Brasilian Bikini Shop

Vou para fora cá dentro

quinta-feira, abril 24, 2014

Nos próximos dias não quero fazer nada. Ou melhor, quero. Quero ler os meus livros. Quero acabar a quinta série da The Good Wife. Quero almoçar e jantar peixe grelhado. Quero ir à praia, mais não seja para apanhar ar. Quero estrafegar o Mateus com beijinhos e abraços. Quero ir correr. Quero ficar na conversa com os meus amigos até às tantas. São estes os planos. Vou aterrar no  Sheraton Algarve Hotel & Pine Cliffs Resort , na Praia da Falésia, e por lá ficarei a vegetar. Bem, e não só, que também queremos aproveitar as actividades do resort:  ténis (amanhã vai ser o lançamento oficial da nova Academia de Ténis Annabel Croft), golf (é desta que vou experimentar),  uma massagenzinha no spa, etc e tal. Gosto muito, muito destas escapadinhas, desta vez em modo família e amigos. Quatro adultos, quatro crianças e seja o que Deus quiser. Ah, e fiquem atentos, que agora vou eu mas pode ser que muiiiiiito em breve, sejam vocês.




Fui para fora cá dentro #1

sexta-feira, março 28, 2014

O fim-de-semana passado quisemos ir para fora, mas para perto. Íamos com o Mateus e não nos apetecia fazer grandes viagens. Liguei para o sítio que tinha pensado inicialmente, mas não aceitavam crianças. Sem problemas, acho óptimo. De facto, tendo em conta o sítio que é, faz muito mais sentido que assim seja, e acho de louvar que haja sítios que promovam as sopas e o descanso, sem berrarias pelo meio. Mas como desta vez queríamos mesmo ir com o Mateus, este sítio ficou agendado para outras núpcias e passámos ao plano B. Foi assim que, por recomendação, fomos parar ao Cooking and Nature, perto de Porto de Mós, que se não é o hotel mais bonito onde já estive na vida, anda lá muito perto. Não li muito sobre o espaço, por isso ia sem grandes expectativas, mas quando lá cheguei fiquei de boca aberta. Como é que é possível haver sítios destes aí perdidos por este nosso Portugal? Viajamos tanto, vemos tantas coisas, e depois escapam-nos preciosidades destas. Que, segundo soube depois, foi considerado o ano passado como um dos 150 melhores hotéis do mundo pela Condé Nast Traveler. Que orgulho. O hotel é pequenino, acolhedor e lindo de morrer. Só tem doze quartos, todos diferentes, e a nós calhou-nos o mais romântico. Depois... depois há uma lareira sempre acesa, um bar onde os clientes se servem à vontade comprometendo-se a apontar o que consomem, uma sala de televisão sem Sport TV (perfeito quando não joga o Benfica, como foi o caso), muitos livros à disposição, uma mini-loja com produtos nacionais ou uma piscina que, infelizmente, não deu para experimentar. Tudo super bem decorado, com pormenores criativos e originais. As refeições também têm um conceito giro: escolhemos o que queremos almoçar/jantar, mas depois vamos para a cozinha com o chefe e metemos as mãos na massa. E depois há o carinho e simpatia com que somos recebidos, muito "a nossa casa é a tua casa". Gostei mesmo muito, muito do Cooking, fiquei com vontade de me mudar para lá, dava uma casa perfeita. Não podendo, resta-me a promessa de voltar. E partilhar algumas fotos (estava doida, apetecia-me fotografar tudo):


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