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Pipoca em viagem: Tunísia #2

quarta-feira, maio 31, 2017

Deixámos o Iberostar Diar el Andalous, em Sousse, e rumámos até ao Iberostar Royal El Mansour & Thalasso, em Mahdia. Mais um hotel em cima da praia, este ainda maior do que o primeiro, mas igualmente perfeito para umas férias em modo "não me apetece fazer nada". Piscina gigantesca, spa, ginásio, vários bares e restaurantes, piscina interior (a alegria do Mateus) e muito mais.


Pipoca em viagem: Tunísia #1

terça-feira, maio 30, 2017

A Tunísia era um daqueles países que, não estando no meu top de "destinos-que-quero-muito-muito-muito-visitar", me suscitava alguma curiosidade (sobretudo por ser perto). Só conheço três ou quatro países africanos, por isso há toooooodo um continente por explorar. E foi também por isso que aceitei, com muita alegria neste coração, o convite da Soltrópico e dos hotéis Iberostar para ir espalhar charme e beleza até à Tunísia.

Foram cinco dias muiiiiito bem passados, com uma grupeta muiiiiiito bem disposta e um guia que nos foi mostrando o país. Ou parte dele, que o tempo não dava para tudo e também quisemos aproveitar os hotéis e o modo "praia-piscina-praia". E, para começo de conversa, a praia é bem boa. O nosso primeiro destino foi o Iberostar Diar El Andalous, em Port El Kantaoui, na zona de Sousse, uma das estâncias balneares mais famosas. Apanhámos um calor de ananases, por isso soube muito bem ter ali um hotel mesmo, mesmo em cima da praia. Sendo a zona banhada pelo mar Mediterrâneo, confesso que estava à espera de uma água ao estilo sopinha, mas não, estava assim mais para Algarve nos dias frios. Mas suuuuuper limpa, calminha e com uma cor maravilhosa. O Mateus acabou por ser o maior entusiasta da praia, que já se sabe que os putos têm o termostato avariado e acham sempre que a água está incrível, mesmo que se sintam os ossos.


Rio Maravilha #4

segunda-feira, março 06, 2017
















Os dias que sobraram no Rio foram passados mesmo por ali, entre a praia, piscina, passeios, umas comprinhas e muita comida. Valha-me Deus, que naquela terra come-se muito e come-se muito bem (ao ponto de ter voltado com mais um par de quilos que já foi devidamente anquilado). Durante a minha estada pelo Rio foram-me fazendo várias perguntas: o que ver, onde comer, o que comprar, a segurança, etc e tal, por isso vou tentar fazer aqui um pequeno roteiro do Rio. Quem for mais conhecedor da cidade, é favor chegar-se à frente com mais dicas.

Rio maravilha #3: Angra dos Reis

quarta-feira, março 01, 2017

Quando viajo tendo a fugir de excursões como o Diabo foge da cruz. Acho sempre que são caras, quase sempre mal organizadas, e aquela coisa da obrigatoriedade de andar sempre com um grupo atrás e de não poder estar o tempo que quero a ver o que quero, causa-me algum nervosismo. Por isso evito. Ou é para ver alguma coisa absolutamente imperdível, ou então deixo-me estar sossegada. Mas, desta vez, no Rio, vacilei. O guia que nos levou do aeroporto ao hotel apresentou-nos algumas propostas e acabámos por decidir ir passar um dia a Angra dos Reis, a 150 km do Rio, em modo excursão. Tirando a viagem de autocarro até lá (uma estopada), o programa era giro: um passeio  num barco que ia parando em várias ilhas, para a malta poder mergulhar, ficar estendida ao sol ou dar uma volta. Foi o dia todo nisto e foi mesmo giro, sobretudo porque as praias são maravilhosas, a água é óptima e as ilhas são muito bonitas. No Rio a praia não é nada de especial, o mar é um bocado agreste, por isso foi bom mergulhar em águas mais calminhas e transparentes. Não tirei muitas fotos, porque estava mesmo uma de sopas e descanso (aproveitar mais, registar menos), mas ficam as fotos possíveis, dá para ficar com uma ideia daquele pequeno paraíso.

Rio maravilha #2: Pedra do Telégrafo

quarta-feira, fevereiro 22, 2017


No segundo dia no Rio aceitámos o desafio dos nossos recém amigos da TAP e subimos até à Pedra do Telégrafo. A Pedra do Telégrafo é um dos sítios mais fotografados neste momento, fica a cerca de uma hora do Rio e é toda uma aventura para lá chegar. Alugámos um carro, fizemo-nos à estrada e fomos à descoberta da pedra mais famosa do mundo. Ou do Brasil, vá. Ou só mesmo do Rio. 

Chegar lá ao cimo implica

Rio maravilha #1: praia e samba

terça-feira, fevereiro 21, 2017

A coisa foi decidida assim em cima do joelho. Mandei um mail à iGoTravel, a minha agência de viagem, com uma missão muito simples: arranjem-me um destino com sol para ir JÁ para a semana. Gabo-lhes a paciência de santo que têm para aturar as minhas demandas de última hora e admiro-lhes o profissionalismo, porque nunca me deixam ficar na mão. Não demorou muito para a Andreia - a menina  da iGoTravel com quem falo sempre e que é um amor - me enviar um mail com várias propostas. Rio de Janeiro? Salvador? Miami? Tailândia? É escolher. Como ia com uma amiga, acabámos por escolher o Rio. Ela ainda não conhecia e eu não me importava nada de voltar, por isso foi fácil decidir. Conseguimos um pacote super em conta (começo a achar que isto de marcar em cima da hora é mais vantajoso), e lá fomos nós. 

Marraquexe #2: como não se desgraçarem nas compras (ou então sim)

segunda-feira, janeiro 09, 2017

Não há como pensar em Marraquexe sem pensar em souks, compras e tralhas variadas. Marraquexe é um bom destino de compras, confere, mas é preciso:
a) ir no espírito
b) ter uma paciência de santo
c) saber regatear
d) gostar daquele tipo de coisas

O comércio faz parte da cidade, de todo o lado saltam lojas, lojinhas, bancas, não há recanto que não seja aproveitado para vender qualquer coisa. O que mais se encontra são tapetes, babouches, especiarias, couros, lanternas, chás, cerâmica, peças em couro ou joalharia. A proliferação de lojas é tanta e o assédio dos comerciantes é tão grande que não comprei nada nos primeiros quatro dias, tamanha a overdose de comércio. Só nos últimos dois é que me dediquei a explorar verdadeiramente os souks, mas não perdi a cabeça como achava que ia perder. A verdade é que o facto de haver tanta coisa (e tão parecida) me faz perder metade da vontade de comprar o que quer que seja. Acho sempre que duas bancas mais à frente vou conseguir encontrar o mesmo (ou melhor), a metade do preço e fazer um melhor negócio.


Uma visita aos souks é absolutamente imprescindível. Podem não comprar nada (os marroquinos são chatinhos, mas se se limitarem a sorrir e a seguir em frente está tudo bem), mas é toda uma experiência passear por aquelas ruas. Os souks são as zonas cobertas exclusivamente dedicadas ao comércio e estão

Marraquexe #1: sete coisas a não perder (MESMO!)

quinta-feira, janeiro 05, 2017

Marraquexe era um destino que estava nos meus planos há muiiiito, muito tempo. De Marrocos só conhecia Saidia - que não é lá grande coisa -, por isso estava a apostar todas as fichas em Marraquexe. A ideia inicial para o fim-de-ano, como já tinha dito, era o Rio de Janeiro, mas depois uma amiga disse-me que ia com um grupo para Marraquexe e, basicamente, colei-me.

Comprei a viagem em Agosto ou Setembro (os voos já estavam carotes, cerca de 400€) e, apesar da enorme vontade de ir, estive até à última a ponderar. Por ter sido a última a marcar, já não consegui ficar no mesmo hotel nem regressar no mesmo voo que o resto do grupo, o que me obrigava a ter de fazer algumas deslocações sozinha e a ficar mais um dia e meio em Marraquexe, sem companhia. Várias pessoas me disseram que era má ideia, que não era uma cidade particularmente segura, mas já tinha tudo pago, não dava para reaver o dinheiro, por isso decidi ir na mesma.

NY: big lights will inspire you #5

quarta-feira, outubro 26, 2016


Sendo a quinta vez que estou em Nova Iorque, já não me sinto propriamente perdida na cidade. Consigo orientar-me com relativa facilidade, sobretudo porque ando muito a pé, quilómetros e quilómetros todos os dias. Acho o metro uma confusão, por isso prefiro andar, até porque se vive muito mais a cidade, porque vamos sempre descobrindo recantos novos, porque se pára aqui e ali. Vim sozinha para cá. Estou a ficar em casa de uma amiga, mas ela tem a vida dela e nem sempre dá para estar comigo, por isso acabo por passar bastante tempo sozinha, até porque não tenho aulas todos os dias. E não me importo, até gosto de estar por minha conta. Tenho tempo para fotografar, vou a museus (anteontem passei a tarde no MET), espreito esta ou aquela loja, penso na vida. É bom poderemos estar só connosco de vez em quando.  Mas é igualmente bom conhecer outras pessoas, sobretudo quando se está longe de casa. Por isso, quando a Maria Midões me enviou uma mensagem via Instagram a dizer que morava em Brooklyn e a desafiar-me para dar um passeio, disse que sim na hora. A Maria está cá há mais de um ano. Mudou radicalmente de vida, é fotógrafa (sobretudo de comida) e uma miúda cheia de talento e já com um percurso profissional muito interessante (sigam-na no Instagram, vale muito a pena). E então ontem lá fomos, percorrer Brooklyn, onde eu nunca tinha ido e que tem as vistas mais incríveis para Manhattan. Deixo-vos algumas e agradeço publicamente à Maria pela generosidade de ter tirado algumas horas do seu dia para me levar pela cidade. 

NY: big lights will inspire you #1

sábado, outubro 22, 2016
Cheguei ontem e vou estar por aqui uns tempos, focada na fotografia e em todas as coisas boas que esta cidade tem para oferecer. Comecei um curso no International Center of Photography, com uma professora incrível e... so far, so good. Vou tentando publicar fotos diariamente, mas não prometo, que o tempo não dá para tudo.



Fui só ali a Israel: Jerusalém #2

quinta-feira, junho 30, 2016

A tarde em Jerusalém foi mais especial do que a manhã, porque entrámos na zona velha, onde estão, entre outras coisas, o Santo Sepulcro e o Muro das Lamentações. Antes ainda andámos pelo souk (mercado árabe), um labirinto de produtos típicos, especiarias e recordações para turistas. Jerusalém está dividida em quatro bairros: o judeu, o cristão, o muçulmano e o arménio, e é giro ver as diferenças entre eles. De repente parece que mudámos de cidade. O Santo Sepulcro fica no bairro cristão e o Muro das Lamentações no bairro Judeu. Na Basílica do Santo Sepulcro, um dos maiores locais de culto para os católicos, encontram-se os locais onde, segundo a Bíblia, Jesus foi crucificado, sepultado e ressuscitou. O espaço é gerido por católicos, arménios e gregos ortodoxos, que partilham tarefas. E  que, segundo a guia que estava connosco, às vezes leva a algumas confusões (e à necessidade de haver policiamento permanente). A tensão entre as diversas religiões sente-se. A certa altura, durante a visita, encerraram a zona arménia com grades, porque estava na hora da via sacra católica e eles não querem cá misturas. Praticamente fomos empurrados dali para fora. Ainda assim, foi uma experiência incrível. Enquanto católica, tocou-me imenso e gostava muito de ter experienciado tudo aquilo com muito mais calma.

Dali seguimos para o Muro das Lamentações. É o sítio mais sagrado para os judeus, por ser o que resta do Templo de Herodes, mas acaba por ser visitado pelos fiéis de muitas outras religiões ou por simples curiosos que querem rezar ou deixar as suas preces num papel que depois enfiam entre as pedras do muro. Como imaginam, já não há muito espaço para deixar papelinhos, mas eu ainda lá consegui enfiar o meu. O Muro está dividido na zona das mulheres e na zona dos homens, não podem rezar juntos. À saída, não devemos voltar as costas ao Muro, pelo que quase toda a gente sai a andar para trás. Deixei-me ficar por ali um bocadinho, só a ver as pessoas a rezar, é um sítio absolutamente poderoso.

Uma vez mais, deixo-vos com algumas das (muitaaaaaas) fotos que tirei nesse dia:


Fui só ali a Israel: Jerusalém #1

quarta-feira, junho 22, 2016

Há pouco tempo disse-vos aqui que estava em Israel. Ainda não falei com mais detalhe dessa viagem porque foi tão, mas tão, mas tão boa que acho que precisei de algum tempo para assentar ideias. A verdade é que foi mesmo uma viagem incrível. Israel estava na minha lista de países a visitar. O meu cunhado viveu lá um ano, só nos dizia maravilhas, mas nessa altura não conseguimos ir visitá-lo. E ele passava a vida a dizer que tínhamos sido burros por não termos aproveitado a oportunidade. Verdade, mas pronto, não dava mesmo. Fomos agora, a convite da Magnolia, uma marca de jóias israelita que, seguramente, já viram à venda em Portugal.

Estivemos uma semana em Israel, sobretudo em Telavive, e fiquei absolutamente apaixonada, quero muito voltar. Ainda por cima está a cinco horas de avião (voo directo), chega-se lá num instante. Mas não são tudo rosas. Caso estejam a pensar ir até lá, preparem-se para

Então mas em Cuba não há cor? #1

sexta-feira, fevereiro 12, 2016

Há, boas almas, claro que sim. Houve por aí malta quase com um esgotamento por, até agora, só ter mostrado fotos a preto e branco.  "Mas porquê, se aquilo parece o Carnaval de Ovar, tamanha a diversidade de cores?". Porque eram fotos de pessoas, porque era um registo específico e porque me apeteceu retratá-las assim. Mas também há cor, e paródia e regabofe. Pessoalmente, adoro a soturnidade do preto e branco, acho que capta a essência das pessoas de outra maneira, mas claro que Havana é, sobretudo, conhecida pelas cores. Mas eu gosto desse contrataste entre as cores da cidade e uma certa melancolia de um povo, que se capta melhor no preto e branco. Se acho que é mais fácil conseguir imagens bonitas? Provavelmente. Mas tecnicamente implicam o mesmo esforço. Fotografo em modo manual ou semi-automático, é preciso estar sempre a fazer ajustes na abertura, na velocidade ou na compensação, por isso não é exactamente o mesmo que pôr a máquina em "modo preto e branco" e toca a disparar. Até porque, claro, depois há também o lado da sensibilidade, daquilo que se escolhe fotografar, do momento, etc e tal. Enfim, devaneios, preferências. Querem cor, temos cor. Ora então aqui fica Havana a cores.

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