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Em minha casa ou na tua?

terça-feira, janeiro 24, 2017
Há uns meses falei-vos aqui da Sílvia Baptista, uma mulher que - entre variadíssimos outros talentos -, tem todo um sentido do humor, toda uma graça a escrever (e a pensar), e é autora do "Em Minha Casa ou na Tua?", um livro que traz o sexo para cima da mesa (salvo seja) e dá cabo de uma data de tabus. A verdade é que continua a falar-se pouco do assunto, a tratar a coisa com paninhos quentes, com mais embaraço do que desenvoltura. Precisamente para contrariar isso, a Sílvia vai dar um workshop sobre sexualidade e relações amorosas. Ao longo de uma tarde, serão abordados pontos tão variados como os mitos sexuais, o desejo ou a forma como a maternidade muda a sexualidade. Coisas em que todos pensam mas nem sempre têm com quem falar. E como, muitas vezes, as mulheres não se sentem à vontade para discutir estes temas junto dos homens, este workshop vai ser só para meninas. Ora portanto, isto vai acontecer no dia 4 de Fevereiro, na "Garagem" (Rua Fialho de Almeida, 1F, perto do El Corte Inglés), das 14h00 às 19h30 e eu tenho a certezinha que vai ser mesmo uma tarde muito bem passada, porque com a Sílvia não dá para ser de outra maneira.
Para mais informações (preços, por exemplo) podem enviar mail para eu@silviabaptista.com



É preciso falar disto #8: a mulher sereia

terça-feira, janeiro 24, 2017

O Facebook é uma ferramenta extremamente útil, não haja dúvida. Uso-o para estar a par da vida dos meus amigos, para saber o que o mundo em geral pensa sobre a vida em geral, para me entreter nas horas mortas (e naquelas em que devia estar a fazer qualquer coisa mais produtiva) e para ler notícias incríveis. Como aquela que li ontem e que me deu a conhecer a história de uma americana louca que deixou o trabalho para se dedicar a tempo inteiro à sua paixão. E que paixão é essa, perguntam vocês? Ajudar os mais desfavorecidos? Descobrir a cura para o cancro? Erradicar a fome no mundo? Visitar 200 países num ano? Nada disso.

A Pipoca está loucaaa #182

terça-feira, janeiro 24, 2017
Quando penso que o Mateus caminha a passos largos para os quatro anos, estremeço por dentro. Vou poupar-vos à ladainha do tempo, e que isto passa a correr, e que é a olhar para os miúdos que nos damos conta, mas é mesmo verdade. Não tenho saudades de ter bebés, mas tenho muitas saudades de quando o Mateus era bebé (parecendo que não, são coisas diferentes). Lembro-me de ele ser mesmo pequenino, de estar a dormir no meu colo e e de eu pensar "deixa-me lá memorizar bem esta imagem porque isto vai passar num instante e eu vou morrer de saudades deste tempo". Já morro. Agora, para aguentar meia hora no meu colo só mesmo se estiver doente e a precisar de mimo extra. Enfim, é a vida, smile and wave. Uma das marcas que mais acompanharam o Mateus quando era bebé foi a Mitosyl. E que jeitaço nos deu. Do bálsamo para os primeiros dentes ao creme de corpo, passando pelo creme de cara, pela pasta de lassar ou pelo gel de arnica (que continua a ter muita saída no combate às nódoas negras). Se têm bebés aí por casa ou se estão prestes a ter, a oferta desta semana vai dar um jeitaço: a gama completa Mitosyl (composta por sete produtos) e um ursinho de peluche.


Para se habilitarem a este kit (com um valor aproximado de 60 euros) só têm de:

Cores de Marraquexe #3

segunda-feira, janeiro 23, 2017

Pequenas grandes mudanças

segunda-feira, janeiro 23, 2017
Já vos tinha dito aqui, algures, que andava em mudanças/remodelações cá por casa. Finalmente, começo a ver a luz ao fundo do túnel. A parte de "obra" já lá vai (arranjei um senhor-faz-tudo que é um santo e que merecia o prémio de eficácia), portanto agora vem a parte da arrumação, organização e destralhamento. Que eu odeio e que estou a fazer aos poucos, para a tarefa não ser demasiado penosa. O quarto está praticamente pronto. Falta um ou outro detalhe, coisas pequeninas e que irei tratando com o tempo. Mas está pronto, habitável, adoro-o e tem sido difícil conseguir sair de lá, porque só me apetece fica ali a contemplar tudo. Está muito, muito simples, muito, muito clean, muito, muito neutro, sem grandes distracções visuais, mas com um ou outro detalhe que, acho, faz a diferença. Ficam algumas fotos:

Candeeiro: AREA
Fotos: tiradas por mim (duas de Lisboa e uma de Jerusalém)

A pessoa não quer simpatizar com a Melania...

sexta-feira, janeiro 20, 2017
... mas depois usa este look na tomada de posse do senhor seu esposo e fica difícil.
#gostogosto

Adeus, Obama. Obrigada, Obama.

sexta-feira, janeiro 20, 2017

Comprei esta ilustração em Tel Aviv, há uns meses, e gosto muito, muito dela. É do Amit Shimoni, um artista que pega em figuras icónicas e as transforma em hipsters. É um projecto muito cool e descontraído, e claro que tive de trazer o Obama e as suas rastas comigo. Tem estado na minha sala desde então, e por lá ficará. Porque hoje o Trump toma posse e eu continuo em estado de negação, à espera que se dê um qualquer milagre que nos impeça de estar sujeitos a quatro anos (no mínimo) de "trumpices". Estou cheia de medo do que aí vem, mesmo, mesmo, e ainda não consigo acreditar que aquela figura foi eleita, DEMOCRATICAMENTE, para ser o presidente da maior potência mundial. Posto isto, acho que devíamos resolver a coisa de forma muito adulta. Lembram-se do Manuel Subtil, aquele homem que, há uns bons anos, se barricou nas antigas instalações da RTP? Pronto, sugiro que o Obama faça o mesmo e se barrique com a família na Casa Branca durante oito anos. Acho uma ideia espectacular e tenho para mim que é capaz de ter milhões e milhões de apoiantes. A sério, é que isto é uma passagem demasiado brusca, não podemos passar assim de um Obama para um Trump, a frio. 

Estou em negação.

Deslarguem-me.

=(

Preferia ser cega? Hmmm, not really

sexta-feira, janeiro 20, 2017


Estão a ver aquelas músicas que ouvimos de quando em vez na rádio, que até cantarolamos, que até nos fazem abanar a cabecita, até ao dia em que reparamos na letra com atenção e pensamos "espera láaaaaaa, o que é que se passa aqui"? Pronto, aconteceu-me com a música nova da Aurea, de seu nome "Blind Woman".

É preciso falar disto #7: lençóis polares

quinta-feira, janeiro 19, 2017

Penso em todas as coisas de que gosto (chocolates, pijamas foleiros, caldo verde) e o lençol polar é menino para assumir um primeiro lugar destacadíssimo. O lençol polar é uma das melhores invenções de todos os tempos. Qual fogo, qual roda, qual quê, esqueçam! O lençol polar é que veio revolucionar verdadeiramente as nossas vidas. Toda a gente conhece aquela sensação de entrar numa cama gelada, até a alma se nos arrepia. Ficamos ali em posição fetal, praticamente sem respirar, a tentar não deslocar nenhuma parte do corpo para um bocado de lençol frio. Quem é que sobrevive a esta tensão noite após noite? Ninguém. 

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