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Dicas para entrar num avião sem achar que se vai falecer

segunda-feira, março 18, 2019


Não me lembro exactamente quando é que o medo de andar de avião começou. Na verdade, acho que sempre lá esteve, nunca me senti propriamente muito confortável enfiada numa latinha com asas, sem o chão debaixo dos pés. Mas a coisa foi-se agravando. Porque fui ganhando mais consciência, porque houve vários acontecimentos que mudaram a forma de se andar de avião - 11 de Setembro, pilotos suicidas, etc e tal -, porque fui mãe. Enfim. Eu vou, nunca deixo de ir, porque o prazer de viajar é maior do que o medo, mas não sou, nunca serei, daquelas pessoas para quem andar de avião é como andar de autocarro, e ainda mal se sentaram e já roncam e largam um fio de baba. Odeio pessoas dessas.

Começo a sofrer uns dias antes, os meus níveis de ansiedade aumentam automaticamente. E, mentalmente, começo a despedir-me das coisas. Tipo, vou a caminho do aeroporto e a pensar "é a última vez que passo nesta rua". Sim, sou dramática, nada a fazer. Nos últimos anos a técnica (mais ou menos) infalível tem sido tomar um drunfozito (receitado pelo médico) meia hora antes de entrar no avião, a ver se a viagem é mais calma. Não é nada de muito potente, não me deixa inconsciente, mas é o suficiente para me tirar a ansiedade, para não ir o tempo todo a cravar as unhas no braço ou a dizer coisas estúpidas, tipo "o motor parou!!!!!!". E, devo dizer, a minha qualidade de vida durante os voos melhorou substancialmente.

Por mais que me venham com estatísticas, que me digam que é raríssimo um avião cair, que mais depressa me espeto de carro... não há volta a dar. É irracional, não vale a pena. Aquele medo de que o avião vai cair, o piloto vai perder os sentidos e espetar-se contra uma montanha altíssima, que há um terrorista em cada banco ou que os motores vão todos entrar em curto circuito ao mesmo tempo e o avião vai explodir são pesadelos constantes na minha cabeça durante um voo. Nada a fazer.

Para mim este medo não é impeditivo. Lá está, nunca deixei de viajar, mas há quem deixe. Há quem não consigo pôr um pé dentro de um avião, ou quem até ponha mas vá o caminho todo a chorar, a tremer, em verdadeiro pânico. Recebo MUITAS mensagens de pessoas a perguntar como superei o medo de voar. Bem, não superei, só arranjei um método que funciona para mim. Mas, pessoa curiosa que sou, quis perceber de onde é que pode vir este medo e tentar arranjar uma solução que não envolva o consumo de drogas (leves ou pesadas). Falei com o Dr. Nuno Mendes, diretor clínico da Oficina de Psicologia, psicólogo e psicoterapeuta, que também me deu umas dicas que vou já por em prática na próxima viagem. 

Em primeiro lugar, o Dr. Nuno reforça que este medo de voar é, realmente, irracional e que quem sofre desta fobia fica automaticamente ansioso só de pensar em andar de avião. “A pessoa sente-se em profundo desconforto físico e mental e tenta várias formas de lidar com este medo. A mais comum é evitar todas as situações em que tenha de entrar num avião.” Pois, claro que isto é o mais fácil, mas é também o que nos limita MUITO em termos dos destinos que podemos visitar. Se eu já me entedio a ir de carro até ao Algarve, quanto mais por esse mundo fora. E o tempo que se demora? Na na na.


E, claro, eliminar o avião acarreta outras problema. "O problema de se evitar é que, enquanto estratégia a curto prazo, apenas reforça e piora a ansiedade a médio e longo prazo”, explica o psicólogo. “Outras pessoas procuram anestesiar a ansiedade através de ansiolíticos e ingestão de álcool. Mais uma vez, esta estratégia de curto prazo tem graves consequências a longo prazo". Upppsssssss...estou lixada. Em minha defesa, reforço que tomo um calmante muiiiiiito fraquinho e que em algumas viagens até tomo só metade. Para o álcool ainda não me deu, mas se a coisa se agravar não é um cenário que esteja afastado.

Para o Dr. Nuno, o melhor é enfrentar o medo e procurar algumas técnicas para regular a ansiedade, que não passem por enfiar 350 comprimidos no bucho antes de embarcar. Diz o Dr. Nuno que é preciso passar por um processo de psicoeducação para conseguir lidar com este medo a longo prazo, ou seja, aprender como funciona esta fobia, conhecer o avião e, até mesmo, perceber como é a experiência de voo da pessoa. Só assim é que os terapeutas conseguem encontrar um caminho para tratar, de vez, a fobia. 

Mas e coisas a curto prazo, que a pessoa possa ir fazendo uns dias antes de viajar ou até mesmo no próprio do avião? Pois, diz o Dr. Nuno existem algumas técnicas, mas que devem ser enquadradas num plano de tratamento mais profundo. No entanto, podem ajudar alguma coisinha, por isso aqui vão alguns exemplos: 

— Fazer contas de somar e subtrair ou planear mentalmente algum projecto pensando nos vários pormenores
 “Ao fazer isto, a pessoa vai activar as suas áreas corticais balanceando a activação excessiva da amígdala, que é uma das estruturas do cérebro responsáveis por essa resposta de alerta do cérebro quando está em ansiedade”, diz o Dr. Nuno. 

— Respiração abdominal
 “Esta é uma forma de respirar que permite a regulação do sistema nervoso autónomo. O que se pretende com a respiração abdominal é imaginar que a nossa barriga é um balão. Depois, inspira em três segundos, dilatando o abdómen, depois expira em seis segundos, contraindo o abdómen. A ideia é que a respiração deixe de ser superficial e rápida para passar a ser mais profunda e lenta. Este processo ajuda o cérebro a relaxar.”

— Técnicas de visualização 
“Imaginar um lugar seguro é uma técnica que deve ser treinada algumas semana antes do voo, de forma a facilitar que a pessoa se imagine num lugar de conforto e segurança com tanta intensidade durante  a viagem que o seu corpo relaxa como se lá estivesse.”

— Meditação
“A prática regular de meditação pode ajudar a lidar com os pensamentos mais assustadores, começando a perceber que os pensamentos fóbicos são apenas pensamentos e diminuindo a reactividade emocional aos mesmos”, diz o terapeuta. “Ou seja, é poder pensar sobre o avião ou todos os pensamentos assustadores, mas sem ficar logo com um "nó na barriga". A prática de mindfulness permite ainda perceber o paradoxo existente entre aceitação e controlo. Ou seja, quanto mais tentamos controlar como é que o avião se vai comportar e como nos vamos sentir, mais facilmente a ansiedade ganha espaço. Se aprendermos a aceitação e como abdicar de controlo ganharemos maior serenidade em relação à perturbação ansiosa.”

Posto isto, meus bons amigos, não me venham para aqui voltar a dizer que sou uma medricas e coisas do género que isto, afinal, é mesmo uma coisa séria, sim? E que afecta muita gente. Se vos afectar ao ponto de não conseguirem mesmo pôr um pezinho num avião, o melhor mesmo é procurarem ajuda especializada. De resto, se tiverem outras dicas muito espectaculares para ajudar a acabar com este pânico, cheguem-se à frente e partilhem. 

Não me fechem as farmácias, pelo amor da santa

sexta-feira, março 15, 2019


Ainda na semana passada vos falei aqui da boa relação que tenho com as farmácias. Gosto de farmácias, pronto. Sempre gostei, é uma coisa que vem de miúda, e à medida que fui ficando cada vez mais hipocondríaca esta relação acentuou-se. Gosto sempre de saber que tenho uma ali à mão de semear e já perdi a conta ao número de vezes que recorri à aplicação das farmácias para saber qual é que era a de serviço nas mil e uma noites em que precisei de qualquer coisa.

Para quem mora em bairros no centro de Lisboa, como eu, encontrar uma farmácia não é propriamente um problema, parece que há sempre uma em cada esquina. Quando mudei de casa esta última vez não foi difícil encontrar logo duas ou três num raio de 200 metros às quais posso recorrer sempre que tiver uma dor ali para a zona do fígado que não tenha explicação possível ou uma dor de cabeça que eu associe imediatamente a um aneurisma prestes a rebentar (sucede-me muito).

Assim que conheci uma das farmácias do meu novo bairro percebi que as rotinas não mudavam muito em relação àquela onde ia antes. É chegar e ver os velhotes ali da zona a contarem os seus dramas aos farmacêuticos, a aviarem as suas receitas enquanto mostram as fotografias dos netos e a tentarem descrever aquela dor nas costas que não os larga há mais de vinte anos. No fundo, a farmácia para estas pessoas acaba por funcionar quase como um espaço de convívio e é uma forma de não se isolarem em casa sem nada para fazer, ninguém com quem falar (e, meus amigos, ninguém está livre disto).


O que talvez não seja muito conhecido é que a redes de farmácias atravessa um período difícil e as  zonas mais afectadas são, claro, os meios mais pequenos e rurais onde, ao fechar uma farmácia,  as pessoas têm de andar mais de meia hora para conseguirem chegar a outra, o que nem sempre é possível.

E, se calhar, é importante partilhar aqui alguns números:

- Sabiam que 25% das farmácias em todo o País — qualquer coisa como 675  — estão em risco de fechar por não terem condições financeiras para se manterem em funcionamento? As farmácias têm prejuízo para garantirem às pessoas a dispensa dos medicamentos comparticipados pelo Estado e, à conta disto, uma em cada quatro farmácias está em situação de insolvência ou de penhora;

- Sabiam que um estudo da Universidade de Aveiro mostra que, em 2016, duas em cada três farmácias tiveram resultados negativos de 3.836€ com a dispensa de medicamentos comparticipados?

- Sabiam que a Troika compreendia uma redução de 50 milhões de euros nas margens de farmácias e distribuidores que as medidas de austeridade aplicadas pelos governos levaram a um corte de 284 milhões de euros?

- Sabiam que a Lei determina que o preço dos medicamentos resulte da média dos preços praticados em Espanha, França, Itália e Eslovénia mas o critério apenas é aplicado à indústria farmacêutica, penalizando as farmácias em mais de 200 milhões de euros?

Pois, eu não sabia. E tudo isto acontece num momento em que a grande maioria dos utentes das farmácias estão contentes com o serviço dos profissionais que ali trabalham diariamente. Foi precisamente  por isso que foi lançada uma petição pública com o objetivo de salvar todas estas farmácias que estão em risco de declarar falência. 

Claro que este é um problema que afeta muito mais os meios mais pequenos, mas até nas grandes cidades há farmácias de bairro que estão em risco de fechar. Isto é um problema para a hiponcondríaca que vive em mim. E se a minha farmácia fecha? Hmmm? A quem é que vou falar de todas as minhas maleitas, dores e problemas, ainda que só vividos num plano mental? A pessoa já não vai para nova, imaginem que me esqueço de lhe contar qualquer pormenor e me dizem que tenho uma coisa quando, na realidade, tenho outra totalmente diferente? E imaginem que me falta leite para dar à miúda a meio da noite, como é que vai ser? A pequena texuga vai ter de passar fome até conseguirmos encontrar-lhe alimento na manhã seguinte? Fora de brincadeiras, e quem precisa das farmácias numa base recorrente, quem não pode deslocar-se quilómetros até à próxima farmácia?

Por isso, meus amigos, tudo a assinar a petição e a aderir ao movimento #salvarasfarmacias e a salvar a petição que está no site para não corrermos o risco de ficar sem a farmácia lá do bairro, que tanta falta me nos faz. Eu já assinei, tratem disso depressa!


Quem quer sentir vergonha da televisão nacional?

segunda-feira, março 11, 2019



Há uns tempos tirou-se do ar um programa que metia uma nanny a tentar educar criancinhas que, aparentemente, falharam o módulo de "introdução aos bons modos e à convivência civilizada". Que era uma afronta expor assim as crianças, que estávamos a estigmatizá-las, que estávamos a criar futuros marginais, etc e coiso e tal. Entendo a parte da exposição dos miúdos. São miúdos, não têm propriamente voto na matéria, nem discernimento, nem capacidade para aferir o que a aparição num programa destes pode (ou não) suscitar. E, por isso, percebo que o programa tenha sido cancelado, apesar de achar que havia ali um lado pedagógico que podia ser útil a outros pais e cuidadores. 

Mas ontem a televisão portuguesa decidiu brindar-nos não com um, mas com dois programas que expõem as mulheres como

Dez marcas infantis portuguesas que têm MESMO de conhecer

sexta-feira, março 08, 2019

A pessoa nem se dá bem conta da quantidade de marcas infantis que existem... até ser mãe. A maternidade é o passaporte para um mundo infinito de coisas fofinis e com grande potencial para nos arruinarem a carteira. Diz que no nosso tempo é diferente. Pelo menos, a minha diz que sim. Que só havia meia dúzia de "casas", por isso ia toda a gente aos mesmos sítios. Agora não, é uma fartura. Coisas mais cool, mais clássicas, mais sporty, mais caras, mais em conta... há de tudo. Escolhi dez das minhas marcas nacionais preferidas - de roupa, acessórios e decoração - mas facilmente podia ter aqui mais dez. Fica para a próxima

Xadrez às Riscas

O meu primeiro contacto com a marca foi quando, há um par de anos, me enviaram um candeeiro para o Mateus, em forma de carro. O miúdo adorou aquilo de tal maneira que se tornou no candeeiro de mesa de cabeceira do quarto dele. Mas só conheci melhor a Xadrez às Riscas recentemente, num dos mercados infantis, e fiquei maravilhada com as peças deles. Tudo produzido em Portugal, algures no norte, com óptimos materiais e um design cuidado e cheio de detalhes. Claro que não resisti e acabei por comprar mais um candeeiro para o Mateus. Se andam à procura de uma peça diferente para o quarto dos miúdos, vale mesmo, mesmo a pena espreitar a Xadrez às Riscas.

Fanar o look assim à bruta #1: Brooklyn Blonde

quinta-feira, março 07, 2019
Temos champanhe? Temos taças? Pronto, então está oficialmente inaugurada a rubrica "Fanar o look assim à bruta", em que vamos roubar feiamente o look de alguém. Caaaaaaalma, não vamos mesmo roubar, não há violência, armas brancas, ninguém fica sem os seus pertences. Vamos só tentar copiar - preferencialmente, de forma mais em conta - looks giros que andam por aí. Arrancamos com um da (giraaaaaaa) Helena Glazer Hodne, do blog Brooklyn Blonde. Mas se tiverem para aí outros looks que gostassem de fanar, é só dizer.

E esse Carnaval, meus foliões?

quarta-feira, março 06, 2019
Então, esse Carnaval, meus foliões? Foi uma loucura? Hmmmm? Andaram a abanar esses rabos em biquínis minúsculos, debaixo de um temporal, ou tiveram juízo e deixaram-se ficar no quentinho do lar? Pois que por aqui foi espectacular, ontem nem sequer pusemos o nariz fora de casa, que é sempre a atitude que me parece mais sensata num dia de Carnaval. Sobretudo com o tempo de merda que esteve e que levou ao cancelamento de não sei quantos desfiles. Que estranho, chuva e frio em pleno Inverno, nunca antes visto. Completamente inesperado. A malta não se convence que ou mudamos a data ou mudamos o conceito. Enquanto isso não acontecer, vão sempre ficando surpreendidos por - oh não! - chover no Inverno. 

E a criançada? Quantas princesas Frozen e quantos Homem-Aranha/Batman/Super Homem avistaram? Por aqui tivemos um Super Mário com um bigode que só aguentou mesmo o tempo de lhe conseguir tirar a foto ("faz cócegaaaaaaas!", "picaaaaaaaa", "arranhaaaaaa") e uma espécie de Dona Dolores/Kátia/Elma, assim uma espécie de homenagem às mulheres da família Aveiro. E, no fundo, um piscar de olhos ao Cristianinho, acho que era um partidaço para a Benny. Fica a ideia.



Há um novo desafio na internet. E é estúpido.

quarta-feira, março 06, 2019

Se um décimo da população usasse a criatividade que tem para coisas estúpidas para fazer qualquer coisa assim de realmente útil, não tenho qualquer dúvida de que viveríamos num mundo para cima de incrível. Mas não. Ao grosso das pessoas só lhe dá para a parvoíce e, pior, fazem questão de o partilhar, influenciando outros anormais a fazerem o mesmo. Ora bem, o mais recente desafio da internet é o quê, é o quê, é o quê? Atirar uma fatia de queijo à cara de um bebé. Sim, leram bem. Pegar numa fatia de queijo e espetar com ela nas fuças de uma pobre criança. Há as que ficam meio apardaladas, sem perceberem muito bem por que é que, de repente, têm uma fatia de flamengo na cara, e há as que se assustam e choram. Giro, não é?

Portanto, houve um ser que devia estar particularmente entediado e pensou "hmmmm... tenho queijo, tenho um bebé, por que não juntar uma coisa à outra só para ver no que é que dá? Mas primeiro deixa-me lá pôr isto a filmar, vai que se torna viral". E pronto, assim foi: criancinha a ver uma fatia de queijo a voar em direcção à sua cara e vídeo no YouTube, que a ideia é tão boa que vale a pena ficar registada. E eu nem sei quem é pior: se  pessoa que teve a ideia original, se os outros que viram depois e acharam que uma coisa mesmo fixe e decidiram fazer igual.

Pessoas, isto não tem nada de giro. É que nem sequer dá para esboçar um sorriso, assim ao de leve. Isto é só estúpido. Atirar comida à cara de um bebé? A mim só me dá vontade de atirar uma lata de Coca-Cola, cheia, à boca de quem faz estes vídeos. Assim uma espécie de bowling a ver quantos dentes vinham abaixo. Isso sim, era bem divertido e também dava para o YouTube. Agora queijo? Tenham juízo.

EuroDisney: tudo o que precisam de saber para não darem em doidos

segunda-feira, março 04, 2019

A Disney é um dos sítios mais incríveis à face da terra e acho que já disse aqui que toda a gente devia ter direito a lá ir pelo menos uma vez na vida. Acho até que devia ser uma coisa subsidiada pelo Estado, para aumentar os níveis de felicidade da população. Já lá tinha ido duas vezes: uma quando o Mateus tinha uns sete ou oito meses e outra quando tinha quase quatro. Adorei, fiquei doida com aquilo, mas sempre disse que para quem adora montanhas-russas e aquelas coisas todas (tipo eu), fixe, fixe devia ir sem miúdos, porque quando os levamos são eles que ditam a agenda, os horários, as coisas em que se pode andar, etc e tal.

Andava eu neste modo queixinhas quando, nos meus anos, recebo um postal do homem a dizer "vais à Disney sem miúdos!". Fiquei doida, não podia ter recebido melhor presente. E então, no fim-de-semana passado, lá fomos nós, deixando a criançada ao cuidado dos avós, como péssimos pais que somos. Fui publicando algumas fotos no Instagram e recebi 1063 mensagens com perguntas e conselhos sobre a Disney. Não sou propriamente uma doutrinada sobre o assunto, só lá fui três vezes, mas posso partilhar a minha experiência.

Qual a melhor altura para ir à Disney?
Ora bem, eu acho que é na Primavera, assim tipo final de Março, início de Abril. Por acaso, desta vez

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