Passatempo Ferbar- o resultado

20.4.14


E quem vai passar uma Páscoa (e as próximas semanas) a enfardar amêndoas como se não houvesse um amanhã é a Carina Sá Ferreira, de Coimbra. Parabéns à Carina (se achar que são amêndoas a mais pode mandar cá para casa) e obrigada a todos os participantes.

Pôr a leitura em dia #17

19.4.14
Uma coisa que vocês muito me têm pedido é que regresse o Clube de Leitura Pipoquiano. E eu acho que sim. Acho que faz todo o sentido e peço desde já muita desculpa por me ter desleixado um bocadinho com esta rubrica. O Mateus nasceu, não podia ler no quarto, não me sobrava muito tempo, e não queria estar aqui a assumir um compromisso que sabia que não ia conseguir cumprir. Não deixei de ler, mas faço-o ao meu ritmo, sem datas marcadas para terminar. Os três livros aqui de cima são os últimos que me passaram pelos olhos:

"O Cancro Foi a Minha Cura", da Vânia Castanheira. Já vos tinha aqui falado da Vânia,  já vos tinha falado do blog da Vânia,  já vos tinha falado do livro da Vânia... e já o li. Assim, num par de horas. Basicamente, a Vânia conta como foi todo o processo antes, durante e após cancro da mama.  Um processo vencedor, claro, porque a Vânia é assim, põe aquele sorriso na cara e vá de combater o mundo inteiro.

"A Porta para a Liberdade", do Pedro Prostes da Fonseca, sobre a famosa fuga do Álvaro Cunhal do forte de Peniche, em 1960, e sobre o guarda prisional que o ajudou. Absolutamente emocionante, li-o em dois dias. A história parece coisa de filme, mas não, aconteceu mesmo. Fiquei tão fascinada que depois de o ler fui ao próprio do Forte de Peniche só para tentar imaginar in loco como é que a fuga se tinha dado.

"Deste Mundo e do Outro", de José Saramago. Comprei-o o ano passado, numa visita à Fundação Saramago, mas só agora lhe pus as mãozinhas em cima. Reúne várias crónicas escritas e publicadas no jornal A Capital (onde eu comecei a trabalhar como jornalista, há uma vida) no final dos anos 60. Gostei, mas prefiro os romances.

Então e agora o que é que se segue? Pois que não sei, digam-me vocês. Eu escolhi três títulos, mas agora são vocês que escolhem aquele que querem ler:

"Uma Outra Voz", de Gabriela Ruivo Trindade, prémio Leya 2013. A história de uma família portuguesa que emigra para África.

"Americanah" de Chimamanda Ngozi Adichie. A história de uma nigeriana que parte para os Estados Unidos, cria um blog de sucesso e regressa a uma Nigéria que já não reconhece.

"Doze Contos Peregrinos", de Gabriel García Márquez. Uma homenagem pequenina a um homem que nos deu tantas histórias inesquecíveis. Este livro conta a história de alguns latino-americanos na Europa, passando por cidades como Roma, Paris ou Barcelona.
Como sempre, está aberta a votação. A minha sugestão é que tenhamos um livro por mês para ler, sendo que este será o de Maio. Podem votar ali na barra lateral da direita (por baixo do meu livro espectacular) até 27 de Abril. E se quiserem sugerir outros livros sintam-se completamente à vontade.

Declaro oficialmente reaberto o Clube de Leitura Pipoquiano! Yeah!!

Negócio da China... mentira, é português #14

18.4.14
ADD & KEEP


O que é que nós queremos? Móveis giros e baratos, caso não tenhamos um grande orçamento ou caso sejamos pessoas que se fartam da decoração da casa em menos de nada. O que é que não queremos? Móveis iguaaaaaaais aos de toda a gente. O que é que podemos fazer? Recorrer aos serviços da Add & Keep, uma empresa que personaliza os nossos móveis e lhes dá toda uma nova vida. Estão a ver aquelas cómodas e estantes do IKEA que têm lá por casa e que estão também em casa de todos os vossos amigos e familiares? Pois, acrescentando-lhes um painel a  Add & Keep faz uma espécie de pequeno milagre visual e, num instante, tudo mudo. O móvel enfadonho e repetitivo fica logo para cima de espectacular.  Só precisam de escolher a dimensão e o padrão do painel (há dez diferentes), aplicá-lo no móvel, et voilá. Cada placa custa entre 9 e 18 euros, um preço que me parece bastante simpático para o serviço em questão. E estou aqui a olhar para as cómodas do meu quarto e a pensar "ah, minhas meninas, vão levar cá uma volta que nem imaginam". 



Hoje deu-me para isto #159

18.4.14

Ai, que acabaram,ai, que afinal não

18.4.14
Ontem foi um dia de emoções fortes, de coração a palpitar. Não, claro que não me refiro à (grandiooooosa) vitória do (Glorioooooooso) SLB, que ganhar a este Porto é peaners. Relativamente a este assunto, posso apenas dizer que, aquando do terceiro golo (aquela obra-prima do André Gomes), um prato de frango assado voou de uma mesa cá de casa e aterrou no tapete da sala, graças aos festejos selvagens de certas pessoas que habitam por aqui e de certas outras que costumam vir cá ver os jogos. Só a mim. Mas pronto, o que é um frango gorduroso no tapete da sala perante a alegria de passarmos a mais uma final? É preciso relativizar.
Mas o assunto que me atormentou e me fez perder um pouco de fé no mundo passou-se no Instagram. Se ainda não têm corram a instalar, porque é lá que se passa TU-DO. Pois que depois de Seal e Heidi Klum, depois de Cláudia Vieira e Pedro Teixeira, depois de Gwyneth Paltrow e Chris Martin, ontem foi dada mais uma facada no amor eterno com o anúncio da separação de Fanny Miranda e do seu Sandro. Tudo indicava que era um amor para a vida - como são quase todos aqueles entre pessoas de 22 e 16 anos - mas ontem a princesinha de Oliveira de Azeméis anunciou que estava solteira e o mundo susteve a respiração, incrédulo com o final abrupto de um amor tão promissor. Não contente, deu-se-lhe uma fúria e apagou TODAS as fotos que tinha tirado com o pequeno Sandro, privando-nos das provas de que tão bonita relação um dia existiu. É preciso ser muito egoísta, retirar assim a alegria a 40 mil seguidores. Chorei. Não com lágrimas, mas por dentro, que é como custa mais. E fiquei a pensar no que é

Obrigada

17.4.14

Diz-me como dormes dir-te-ei quem és... (ou que precisas de mais descanso!)

17.4.14

Assim que a Dra. Madalena Lobo, da Oficina de Psicologia, entrou no meu quarto, os alarmes dispararam logo com a quantidade de coisas erradas: televisão ligada, computador em cima da cama (adoro trabalhar em cima da cama), telemóveis por ali e mesa-de-cabeceira cheia de tralha, o que é perfeito para a acumulação de pó. Tudo factores de perturbação do sono. Mas nem tudo estava mau, calma. Ganhei pontos por o quarto estar virado para as traseiras e ter menos ruído, e também por ter um papel de parede em tons claros, o que transmite alguma tranquilidade. Tudo isto a propósito de um novo estudo sobre os hábitos de sono dos portugueses - promovido pela Oficina de Psicologia e a ColchaoNet.com-, que revelaram dados um bocadinho preocupantes. Por exemplo, apenas um em cada quatro portugueses afirma sentir-se revigorado após a sua noite de sono. Ora eu, infelizmente, não faço parte destes sortudos que dormem como bebés a noite inteira. Mesmo quando não acordo 43 vezes por causa do Mateus, acordo porque tenho sede, ou porque tenho calor, ou porque tenho frio, ou porque tenho fome, ou só porque sim. Há muito que já não sei o que é ter aquele sono pesado e sem interrupções, onde é que isso já vai. Mas não estou sozinha nisto, já que 49% dos inquiridos assumem que não dormem a noite toda de forma contínua e 30% já nem se consegue lembrar de quando foi a última vez que o fez. Porquê? Pelos mais variados motivos: stress, ansiedade, depressão, problemas pessoais ou profissionais. Tudo tem impacto na qualidade do nosso sono e nas mais variadas áreas da nossa vida. Na saúde, no humor, na vidinha social e profissional, na capacidade intelectual, etc e tal. Eu, por exemplo, tenho o péssimo hábito de me deitar e começar a pensar em tudo o que tenho para fazer nos dias seguintes. Dá sempre asneira, claro. Fico de tal forma ansiosa que acabo às voltas na cama a acumular preocupações. E ainda mais ansiosa por saber que já devia estar a dormir.

Mas quer este estudo dizer que os portugueses andam a dormir pouco?

Hoje deu-me para isto #159

17.4.14

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