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15 anos, 15 histórias: 2008, desamores, amores, sonhos e Salsa

quarta-feira, janeiro 16, 2019

Em 2008 eu era uma chata. Porraaaaaaa, que chata que eu era. Terminei uma relação em Fevereiro e levei praticamente o resto do ano a escrever sobre isso. Parecia esquizofrénica. Tanto escrevia textos a dizer que estava óptima, e bola prá frente, e venha o próximo, como intercalava com outros a dizer que estava na merda, que não havia ninguém no mundo mais infeliz do que eu, que jamais voltaria a arranjar um namorado. Ahhhhhhhhhhh, que inferno. Estava a reler aquilo tudo e tive vontade de enfiar chapadas em mim mesma. Que histérica melodramática. E, ainda por cima, ele nem sequer valia isso tudo (nunca valem quando olhamos para trás, não é?). Mas pronto, tirando essa parte

15 anos, 15 histórias: 2007, Óscares, o Menino do BPI e a Time Out

segunda-feira, janeiro 14, 2019

2007 foi um ano de mudanças e acho que algumas delas fizeram a diferença no meu percurso. Uma delas foi ter mudado de emprego, ter deixado uma coisa que, supostamente, seria para a vida, por outra incerta mas que me fez muitíssimo mais feliz e que tinha muito mais a ver comigo. Um bocadinho farta do jornalismo (e, sobretudo, dos salários do jornalismo), aceitei um trabalho no departamento de comunicação de um banco. Estava ligada à produção das revistas (a interna e a que enviavam aos clientes), mas o processo de produção era extremamente moroso, burocrático e os temas eram... como dizer... chatos comámerda. Mas depois

15 anos, 15 histórias: 2006, neve em Lisboa, sapatos maus e voos da Vueling

segunda-feira, janeiro 14, 2019
Em 2006 nevou em Lisboa e eu não estava cá. Uma vida! Uma vida para nevar em Lisboa e, quando isso acontece, a pessoa está a morar em Espanha. Muito bem. Ainda assim, Deus decidiu compensar-me de alguma maneira e,

15 anos, 15 histórias: 2005, um despedimento, Madrid e a Caty que diz kispo

sexta-feira, janeiro 11, 2019

Eu sou uma pessoa com uma péssima memória. Sou mesmo. Ou melhor, tenho uma memória selectiva, sou capaz de processar e guardar informação absolutamente inútil, mas depois há coisas que se me varrem do cérebro em menos de um fósforo. É por isso que tem ido incrível reler os textos do blog, porque parece que estou a assistir à vida de outra pessoa. Hoje estive a ler TUDO o que escrevi em 2005 e há ali coisas que não me lembro de todo. É um bocado assustador, tipo "a sério que eu fiz isto?". Mas pronto, fiz mesmo, todos nós temos um passado, este é o meu, deslarguem-me (e  não, nunca fiz nada assim tão embaraçoso... quer dizer, provavelmente fiz, mas Deus Nosso Senhor iluminou-me de forma a que não escrevesse nada aqui).

Ora bem, 2005 começou fraco, Janeiro passou-se e não escrevi uma palavra aqui no blog. Estava a padecer de um qualquer desgosto amoroso (o costume naquela época), por isso

15 anos, 15 histórias: 2004, como tudo começou

quinta-feira, janeiro 10, 2019
O blog faz quinze anos daqui a umas semanas. Vou repetir isto muiiiiiiito devagarinho a ver se eu própria me convenço. QUI-ZE-A-NOS. Senhores, como é que isto aconteceu? Ao longo dos próximos dias vou contar aqui  15 histórias relacionadas com o blog, uma por cada ano de vida. Ora então vamos andar para trás no tempo, mais precisamente até Janeiro de 2004, quando isto começou. Em 2004 tinha 23 anos e tinha acabado o curso de Ciências da Comunicação no ano anterior. Tinha escolhido ir estagiar para a rádio, que era o que eu achava que queria fazer na vida mas, ao mesmo tempo, houve a hipótese de ir estagiar para um jornal, A Capital. E eu fui. Porque era nova, porque naquela altura os dias parece que chegavam para tudo, e porque queria experimentar registos diferentes dentro do jornalismo, para ver o que mais gostava. Acabou por surgir a hipótese de fazer um estágio profissional no jornal e era por lá que estava quando, no início de 2004, resolvi criar um blog.

Como é que a ideia me veio à cabecita? Não me lembro muito bem. Sei que

As últimas dez coisas que vi na Netflix

quarta-feira, janeiro 09, 2019
Pus mais dois temas à escolha nas stories do Instagram: últimas coisas que tenho visto na Netflix ou os pedidos que mais faço na UberEats. Ora 69% de vocês (quase 10500 pessoas) escolheram Netflix, por isso vamos embora. Mas acho que ainda volto ao tema UberEats, porque acho que tem a sua utilidade:

Bird Box 

Foi o filme que vi ontem à noite, porque andava toda a gente a falar disso e eu tive de ir ver também. Assim muito basicamente, é a história de uma mãe (Sandra Bullock, que deve andar a tomar drogas das boas para parecer cada vez mais nova) que faz tudo para proteger os dois filhos pequenos de um fenómeno maléfico qualquer que anda a fazer com que toda a gente se suicide. Que fenómeno é esse? Nunca chegamos a perceber muito bem. Não percebo o sururu todo em torno do filme. É engraçado, cheio de tensão, uma pessoa está ali e até tem medo de respirar, mas não passa disso. O final, então, parece que foi ali criado às três pancadas, tipo "vamos lá despachar isso que tenho o bacalhau ao lume".

Pôr a leitura em dia

terça-feira, janeiro 08, 2019

Então, a votação foi renhida, mas vocês escolheram o "Nem todas as baleias voam", do Afonso Cruz. Por isso é este o livro que vamos ler até ao fim do mês. Estão a ouvir? Hmmmm? É para ler! Agora não me deixem sozinha nisto. Depois em Fevereiro logo lemos outro.

Globos de Ouro: vestidinhos medoooooo

segunda-feira, janeiro 07, 2019
A Elsie Fisher já estava a caminho do LIDL da Amadora, tinha acabado de passar a Reboleira quando ligaram a dizer que tinha sobrado um lugar para os Globos, na zona dos bate-palmas, se por acaso  não queria dar lá um salto. Ainda disse que não, que não lhe ficava em caminho, que depois perdia as promoções que vinham no panfleto e que o bacalhau demolhado até estava com um preço bastante jeitoso, mas depois disseram que pagavam 17 euros à hora e ela lá foi. Se tiverem uma explicação melhor para isto cheguem-se à frente que eu espero.

Globos de Ouro: vestidos "aquele emoji de olhos revirados, sabem?"

segunda-feira, janeiro 07, 2019

E então, lembram-se de eu ter falado da Georgina ali na parte do casal Irina/Bradley? Pronto, então muito enervada por não ter sido convidada para os Globos, a Gina ligou à Anna Hathaway e disse "mira, niña, yo no voy a los globos este año porque essos cabrones no me convidiaram , pero Cristiano já tratió del assuntió e compró los Globos para mi, pero tu si, que vás, entionces te voy a emprestar uno de mis vestiditos tigresse, muy bonito, muy bonito, lo vás a llevar y despues te vas a esfregar en las fiucias de Irina, estai bien?" E pronto, a Anna, que é uma querida e nunca faz a desfeita a ninguém, levou o vestido da Gina e foi isto, um momento de loucura e desvario.

Globos de Ouro: vestidos "eh pá, não estavam péssimas, maaaaas..."

segunda-feira, janeiro 07, 2019
A Lady Gaga não ia vestida com bifes, não levava uma instalação da Joana Vasconcelos na cabeça, não tinha luzes de Natal a iluminar o pipi (bem, quer dizer), por isso acho que podemos dizer que foi uma vitória. Não podíamos pedir mais, qualquer coisa que viesse já era ganho. Mas, estranhamente, ela até surpreendeu e foi bastante normal para aquilo a que nos tem habituado. Pronto, escolheu um vestido na cor mais barata que havia na Vidal Tecidos lá da zona, este alfazema desmaiado a fazer matchy-matchy com o cabelo, mas não estava péssima, como é costume. Entretanto ela já chegou a casa mas o vestido ainda vai a caminho. É tão comprido que estima-se que demore mais uns quatro dias, mas ela deixou-lhe comida para o viagem.

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