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Novidades fresquinhas #90: Primark x Rei Leão

domingo, julho 14, 2019
Não posso jurar, mas tenho aqui uma desconfiançazinha, algures entre o fígado e o pâncreas, que a Primark está a tentar levar a malta à ruína. Primeiro, foi a coleção fofinha do Dumbo, depois, veio o Toy Story e agora, txan txan txan txan, lançam uma coleção cheiaaaaaaaa de cenas do Rei Leão (que estreia esta semana!! Ai ai ai ai ai!!!). Honestamente, culpo a Disney por todo isto. Lembraram-se de começar a fazer live actions a torto e a direito e é o que se vê. Quem sofre, meu amigos e minhas amigas, somos nós. É que já nem consigo culpar a criançada, que só de passar na montra começa em berreiro que quer uma camisola do Simba e um pijama com o Timon e Pumba, é que nós próprios temos dificuldade em sair de lá sem trazer 45 daqueles sacos de papel gigantes cheios de tralha. Vamos lá ver se paramos com isto Primark, sim? 






YES!diet: balanço final!

quinta-feira, julho 11, 2019

Desde que anunciei que estava a fazer a YES!diet, gerou-se toda uma onda de curiosidade em torno do tema. Recebi inúmeras mensagens, não só de pessoas que queriam muito começar a dieta e saber mais pormenores, mas também de pessoas que já estão a fazer e quiseram ir partilhando a sua experiência. No meu caso, como não tinha muito peso para perder, ficou logo mais ou menos definido que só iria seguir o plano ao longo de um mês. À partida, não seria necessário prolongar a dieta, mas a ideia também era ir avaliando.

Comecei a YES!diet com pouco mais de 61 quilos. Não é, de todo, um peso excessivo para a minha altura e constituição, mas também não era o peso com que me sentia confortável e estava a ser mesmo difícil eliminar os quilitos extra que ganhei com a gravidez. Hoje, quase dois meses depois, pesei-me e estava nos 58,5. E este sim, é o peso com que me sinto bem, e sei que devo o resultado à YES!diet. Se tenho um corpo perfeito? Longe disso, mas estou bastante satisfeita com o que consegui, sobretudo tendo tido um bebé há menos de um ano.

 Na última consulta com a nutricionista fizemos as medições finais e perdi centímetros em todas as zonas. E, mesmo já tendo acabado a dieta, sinto que houve bons ensinamentos que ficaram e que me têm ajudado a manter o peso: procuro comer de forma mais saudável, beber mais água, voltei a fazer exercício e, mesmo que uma vez por outra cometa algum deslize alimentar, sei que não há problema nenhum, porque na refeição seguinte já volto a ser regrada.

Posto isto, eis-me chegada à Fase 3, a de reeducação alimentar, que é suposto ser para a vida. Aqui, a ideia é que se coma de tudo, com peso e medida, e de forma a que não se volte a ganhar o peso perdido. Para mim, uma das coisas mais difíceis é conseguir manter o foco entre as refeições, por isso continuo  a comer os snacks da YES!diet. Não só porque são realmente bons, mas porque são uma alternativa mais saudável à oferta que encontramos nos cafés e pastelarias. Em vez de me desgraçar com um bolo altamente calórico, como uma barrita ou uns chips e fico bem. Sei que são escolhas seguras, por isso quando saio de casa abasteço sempre a mala de snacks.

Tal como já vos tinha dito anteriormente, não me custou mesmo nada fazer a dieta. Nunca passei fome, a comida era bastante saborosa, por isso foi só mesmo uma questão de foco e de me mentalizar que, ao longo daquele mês, teria de estar comprometida. E mesmo com algumas viagens pelo meio, a nutricionista deu-me sempre excelentes dicas para não fugir muito ao plano e não dar cabo de tudo o que já tinha conseguido.

Sei que agora no Verão é muito mais fácil relaxarmos com a alimentação. Estamos de férias, não queremos estar sempre a contar calorias, os petiscos chamam por nós. Estou muito tranquila em relação a isso, não vou andar a contar calorias. Mas, pelo sim, pelo não, e já a pensar em eventuais deslizes, já marquei uma consulta de rotina com a nutricionista YES!diet para o final de Verão. E é muito bom saber que temos este acompanhamento, alguém que conhece o nosso "processo" e que rapidamente nos pode fazer voltar ao foco.

Espero que tenham gostado da partilha da minha evolução com a YES!diet e se estiverem aí indecisos a pensar se deverão fazer ou não, a minha resposta é, obviamente, um enorme SIM. Não importa se têm muito peso a perder ou só um par de quilos, como eu. Se andam à procura de motivação para começar, se se sentem um bocadinho perdidos no que toca a saber quais as melhores opções alimentares, acredito que podem encontrar a ajuda que precisam YES!diet. É só marcarem a vossa consulta de avaliação num centro Well's. Não custa mesmo nada.

Entretanto, há algum tempo lancei um passatempo para que uma seguidora pipoquiana  tivesse  a oportunidade de fazer a YES!diet e... já temos vencedora. Vou conhecê-la muito em breve e prometo ir mostrando tudo por aqui! Fiquem atentos!

Post em parceria com YES!diet

Dino Parque: há dinossauros à solta na Lourinhã

terça-feira, julho 09, 2019

O Mateus é ligeiramente fanático por dinossauros. Não sei muito bem como é que a coisa se deu mas, de repente, começou a saber o nome de não sei quantas espécies e respectivas características. Eu ficava (fico) sempre a olhar para ele com um ar entre o admirado e o assustado, do género "como raio é que ele sabe isto tudo?". Mas, a verdade, é que sabe, e já viu o Jurassic Park não sei quantas vezes, e adora aqueles brinquedos da Science4You em que tem de escavar uma pedra para chegar a um dinossauro... Enfim,  gosta mesmo do tema.

Já andava para levá-lo ao Dino Parque há uma vida, mas andávamos sempre a adiar, até que, no fim-de-semana passado, lá nos pusemos nós a caminho da Lourinhã. Isto dito assim parece que estamos a falar de uma viagem de carro de cinco dias, mas não. O parque fica a menos de uma hora de Lisboa, chegámos lá num instante. Propositadamente, não quis ler nada sobre o parque antes de irmos, para que fosse uma surpresa para todos. Pronto, sabia que era dedicado aos dinossauros (spoiler alert!), mas não fazia a mínima ideia do que iria encontrar por lá. E, talvez por isso, tenha ficado tão surpreendida.

Para começo de conversa, estamos a falar do maior parque temático da Europa. E é mesmo, mesmo grande, por isso não falta o que fazer por ali. No nosso caso, começámos pelo laboratório, onde pudemos ver alguns fósseis originais a ser preparados, nomeadamente um ninho de dinossauro com mais de 150 milhões anos, descoberto nas arribas de uma praia do Oeste. É um trabalho moroso e minucioso, para que as peças possam ser preservadas ao máximo, e não deixa de ser um bocadinho avassalador estar ali a centímetros de uma coisa com aquela "dimensão temporal". Para quem não sabe, a Lourinhã é uma das maiores zonas de achados de dinossauros do País e vários deles estão ali, no Dino Parque, para que todos possam vê-los, numa exposição chamada "Dinossauros da Lourinhã", que integra fósseis originais e algumas réplicas.

Apesar de esta primeira parte da visitar ser realmente interessante, o Mateus estava mesmo, mesmo desejoso era de ir lá para fora explorar o parque. Fomos acompanhados na visita pelo paleontólogo e director-científico do parque, Simão Mateus, o que tornou tudo ainda mais interessante. Quando temos alguém que percebe realmente do assunto a partilhar connosco uma parte daquilo que sabe e a responder às nossas perguntas (absolutamente amadoras), aproveitamos muito melhor a visita.

No exterior o parque está dividido em cinco percursos, cada um deles dedicado a um período da história da Terra. Nós começámos pelo período Cretácico, que era aquele que tinha os dinossauros que o Mateus conhecia melhor (como o Tiranossauro Rex) , mas há também o Paleozoico (um período que começou há 419 milhões de anos e que apresenta os animais que habitaram a terra antes dos dinossauros), o Triásico (com os primeiros dinossauros) e o Jurássico (onde podemos ver algumas das espécies únicas da Lourinhã). Em cada um dos percursos temos dezenas de réplicas à escala de uma data de dinossauros, num total de mais de 180 modelos. E como os vemos ao ar livre, no meio das árvores, e conseguimos ouvir os sons que faziam, acho que dá para ter uma ideia bastante real de como seria aquela época.





Eu fui o tempo todo de boca aberta, porque é praticamente inacreditável pensar que aqueles bichos, com aquele tamanhão todo, andaram um dia a passear-se pela terra. Perguntei várias vezes "mas isto era MESMO o tamanho deles???". E é ainda mais inacreditável, e triste, pensar que de mais de três mil espécies, nenhuma sobreviveu. Ao longo da visita fomos sabendo algumas curiosidades e características sobre os vários animais: porque é que uns tinham penas, porque é que outros tinham a cabeça em forma de bola, porque é que tinham as garras em determinada posição, o que é que comiam, por que países é que andavam. Acho que o Mateus aumentou bastante os seus conhecimentos sobre dinossauros.







Uma das novidades do Dino Parque é o quinto percurso, dedicado exclusivamente aos Monstros Marinhos, uma viagem à descoberta de cerca de 30 dos maiores e mais fantásticos (e um bocadinho assustadores) que habitaram mares e lagos ao longo de 450 milhões de evolução. Tipo, um tubarão com 14 metros, um crocodilo XXXXXXL (o Sarcosuchos, que viveu em Portugal e que era capaz de comer dinossauros... medoooo!), um cachalote ou uma lula gigante.






Se querem percorrer os cinco trilhos em modo visita guiada, convém que vão com tempo. Explicava-nos o Simão Mateus que é fácil passar ali o dia todo, porque há mesmo muita coisa para ver. Há vários espaços de restauração no Dino Parque, mas há também uma grande zona de picnic, por isso se quiserem ir lá passar um dia e levar o farnel para a família, sintam-se à vontade.

A nossa visita acabou no Pavilhão de Actividades, onde o Mateus esteve entretido a escavar um fóssil (de brincar, calma, nenhum património arqueológico foi destruído) e a fazer outras brincadeiras. No final ainda nos obrigou a passar pela loja e lá trouxe um ovo de dinossauro que se põe na água e leva não sei quantos dias até o bicho nascer. Ainda não tínhamos passado a porta de saída e já ele estava a perguntar se podíamos voltar, o que me levou a concluir que a visita foi um sucesso.





O Dino Parque tem pouco mais de um ano e já recebeu mais de 450 mil visitantes. Pessoalmente, deixa-me muito orgulhosa que Portugal tenha um espaço como este, que se dedica a preservar a memória de um período importante da nossa história, que a ensina de uma forma lúdica e pedagógica  a pessoas de todas as idades e que, sobretudo, continua a apostar na investigação, para que todos possamos continuar a aprender mais.

O parque está aberto todo o ano, a partir das 10h00. As crianças entre os 4 e os 12 anos pagam 9,90€, e os adultos 13€, mas também há bilhetes de família e de grupo a preços mais acessíveis. Aproveitem que agora está bom tempo para darem um salto até lá, porque vale mesmo, mesmo a pena.








E sigam as bodas: vestidos até 150€

segunda-feira, julho 08, 2019
A época das bodas e do desespero pelas fatiotas continua. Vão ser longos meses de desespero de mães, irmãs, tias, primas e sobrinhas que não sabem o que vestir. Como vos disse, quando mostrei as opções até 200€, não quero que se ponham para aí a endividar-se por causa dos casamentos. Posto isto, partilho algumas fatiotas até 150€ para usarem nesta época, cujo nível de ansiedade e nervos anda ali a rondar o “faltam três jogos para acabar a época e temos os mesmos pontos que dois outros clubes”.  Ah, e vamos lá ter calma, sim? Não se enervem nem se ponham a contrair micro empréstimos. Ainda vou partilhar alguns vestidos mais baratinhos. Não quero que vos falte nada.




Está aberta a época de bodas: vestidos até 200€

quinta-feira, julho 04, 2019

Ahhhhhh, a época de casamentos. Aquela que começa em Maio e vai para aí até Outubro (ou Dezembro, se tiverem daqueles amigos pelintras que casam perto do Natal, com a desculpa de que é muito simbólico, mas na verdade é só porque fica mais barato) e onde se chega a um ponto em que a pessoa já não sabe o que vestir para não ficar igual em tudo o que é fotografia até 2020. 

É a prima em terceiro grau, a colega de trabalho de quem nem gostamos assim tanto, a amiga de infância, toda a grupeta da faculdade, enfim. Isto fazendo as contas, só assim de repente, a pessoa chega a Fevereiro e já tem uns 25 casamentos marcados. Claro está que é preciso fatiota para usar em cada ocasião, e como todos os dias me chovem emails e mensagens a pedir sugestões de vestidos para levar ao casamento, dou assim por aberta a época das sugestões de vestidos (ou conjuntos, ou macacões) para convidadas. 

Começamos em bom com fatiotas que podem chegar até aos 200€. Sabe-se lá se não vão casar a filha ou a irmã e querem esbanjar assim uma pequena fortuna num vestido ou, quiçá, querem uma coisinha para a vida porque, na realidade, só vão ter um casamento (sortudaaaaaaas). Antes que comecem para aí a espernear, a dizer que não há carteira que aguente vestidos a 200€, nada temam. Nos próximos dias vou partilhar umas opções mais em conta, sim?








Alerta, alerta: a poluição não é amiga dos cabelos

quinta-feira, julho 04, 2019

Fora da época de praia ou daquelas alturas (raras) em que vou ao ginásio todos os dias, eu sou daquelas pessoas que lavam o cabelo dia sim, dia não. Como seca com alguma facilidade nas pontas, prefiro não abusar da sorte e sujeitá-lo a menos lavagens e ao sacana do secador. Mas, a verdade, é que cada vez mais sinto que o cabelo fica sujo mais rapidamente. Antigamente, no dia em que não o lavava, ele mantinha na mesma o bom ar e um aspecto limpinho, mas agora parece que fica assim "nhé" muito mais depressa. Já me disseram que pode ter a ver com toda a poluição que anda no ar - e que infelizmente, é cada vez mais. Não é só a pele a sofrer,  o nosso cabelo também se ressente: as partículas de sujidade que andam no ar e que se prendem ao nosso cabelo, fazem com que perca o brilho, fique mais quebradiço, mais frágil... enfim, meio deprimido.

Não é muito fácil escapar da poluição, sobretudo quem mora em grandes centros urbanos. Aliás, segundo estudos da Organização Mundial de Saúde, 90 a 95% da população mundial vive em sítios com níveis de poluição acima da média. Levamos o dia a levar com fumo de escapes, de tabaco, de vários gases poluentes, e tudo isso tem efeitos nocivos no cabelo e no couro cabeludo. Como não podemos pegar em nós e mudarmo-nos todos para o Portugal profundo, temos de procurar outras formas de combater os efeitos poluentes e proteger o nosso cabelo.

A pensar nisso, a Klorane lançou recentemente a linha anti-poluição, desenvolvida com Menta Aquática cultivada nos seus terrenos no sudoeste francês, através do processo de agricultura biológica. Mas o que é que a menta tem a ver com a poluição e de que forma é que pode ajudar a dar cabo dela? Eu explico. Ora bem, a menta aquática cresce em lugares húmidos, normalmente à beira de rios e ribeiros, floresce entre Julho e Outubro, e é tradicionalmente usada em todo o mundo, há já vários séculos. Vai daí, a Klorane decidiu aplicar as propriedades purificantes da Menta Aquática nos seus produtos, depois de duplamente comprovadas. Por um lado, pelos seus especialistas em cabelos, por outro, pelos especialistas da Universidade Tsinghua, na China, com o apoio da Klorane Botanical Foundation, demonstrando as excepcionais capacidades de limpeza da água.

Isto faz com que esta linha seja ainda mais especial. Não só pelo efeito anti-poluição no cabelo, mas sobretudo por ser um projecto eco-responsável, desde o cultivo da Menta até à produção por meio de canais de distribuição curtos. Além disso, também a água doce é protegida, através de um processo de despoluição que utiliza  a menta aquática para limpar águas contaminadas no sudoeste de França. É ou  não de aplaudir?

A linha é composta por três produtos:

- Champô Detox com Menta Aquática: um champô biodegradável que lava o cabelo em profundidade, removendo as impurezas e partículas poluentes, ao mesmo tempo que respeita o equilíbrio do couro cabeludo. Tem um cheirinho maravilhoso a hortelã e dá uma sensação de frescura logo desde a primeira aplicação. É recomendado para todo o tipo de cabelo;

- Bálsamo Protector com Menta Aquática:  este bálsamo após-champô, biodegradável e natural, desembaraça instantaneamente em todo o comprimento e garante uma proteção eficaz do cabelo, graças ao seu efeito "escudo" antipoluição. O cabelo fica protegido, brilhante e mais fácil de pentear.

- Bruma Purificante com Menta Aquática: para mim é o produto revelação desta linha. Esta bruma natural purifica e neutraliza os odores acumulados no cabelo ao longo do dia (comida, tabaco, fumo dos carros…), o que proporciona ao cabelo uma verdadeira sensação de frescura.

Posto isto, e se também sentem que o vosso cabelo se suja com mais facilidade, acho que têm MESMO de experimentar esta nova linha. A Klorane é uma marca com "alma botânica", o que significa que todos os seus produtos têm na base ingredientes naturais cuidadosamente seleccionados, cultivados com respeito e preservando os recursos. É uma marca com uma missão bonita, preocupada e que está sempre à procura de novas formas de se tornar mais sustentável e proteger o ambiente. E eu gosto disso e acho que o futuro de todas as marcas passará cada vez mais por aqui, uma presença mais consciente. Ficamos a torcer por isso!



Post em parceria com Klorane

Férias + miúdos = paraíso para o piolhame

segunda-feira, julho 01, 2019


Ahhh as férias, aquele momento pelo qual passámos meses e meses à espera. Os dias mais quentes, as noites que parece que nunca mais chegam (e ainda bem), as jantaradas com os amigos, os putos que ficam entretidos na praia ou na piscina a brincar uns com os outros e sem berrar (ou a berrar assim lá muito ao longe). Enfim, tudo o que se quer depois de termos passado um ano a correr de um lado para o outro. 

A melhor parte de tudo isto, podem vocês estar para aí a pensar, é que no verão os miúdos não estão na escola e, por isso, não há cá e-mails, telefonemas, alertas enervados de outras mães ou reuniões para avisar que há piolhos nojentos a circular na cabeça da criançada. Mentiraaaaaaaaaa! Não sejam inocenteeeees! Não se deixem enganaaaaaar! O piolhame é bicho que, tal como muitos de nós, também se dá bem com o calor e a humidade. Mas em vez de se pôr a andar para umas Maldivas desta vida, quiçá para uma Armação de Pêra, onde é que ele se instala? Onde, onde, onde? Isso mesmo, no couro cabeludo. Ou seja, para o piolho o verão é como se lhe tivesse saído a sorte grande. Ranhoso.

Desenganem-se se acham que, como os miúdos não estão na escola, não vão apanhar piolhos. Já vos disse, não sejam inocentes! Então as colónias de férias? Hmmm? E os ATL’s disto e daquilo? É vê-los na praia a partilhar chapéus, a coçar a cabeça com o ancinho do outro puto, a juntar cabeças para fazerem um castelo de areia ou a meterem baldes na cabeça uns dos outros para um jogo qualquer. Já para não falar que os piolhos têm uma qualquer veia de nadador olímpico que lhes permite passar de uma tabela para a outra mesmo dentro de água. Nojooooooo. 

Quer isto dizer que nem nas férias estamos a salvo dos malditos piolhos, lêndeas e todas essas criaturas nojentas que andam a passear na cabeça da criançada. E, muitas vezes, também nas nossas. Só de pensar nisso já me está a dar uma comichão esquisita. Como não quero ter de rezar 25 terços a todos os santinhos que me possam acudir, e muito menos pensar em ter de andar (outra vez) a pentear aquele cabelão gigantesco do Mateus para lhe tirar a bicheza — e nem quero imaginar se a Beni apanha isto, ainda ontem veio ao mundo e já se mete em trabalhos destes — vou ter de apostar na prevenção. Porque não, cortar-lhe o cabelo não é uma hipótese a considerar e não faz grande diferença, uma vez que os piolhos vivem mesmo junto ao couro cabeludo.




Já vos falei algumas vezes aqui no blog dos produtos Paranix que costumo usar no cabelo do Mateus. Nunca me falharam e, ao contrário dos champôs que usava quando era miúda, não deitam um cheiro pestilento que até faz arder o fígado. Como não quero que vos falte nada (a não ser piolhos, claro está), venho falar-vos de alguns dos produtos que podem usar como forma de detectar os piolhos e prevenir que eles se apoderem da cabeça das crianças. Sim, que isto não há cá usurpadores de cabeças como fazem com os tronos na “Guerra dos Tronos”.

Uma das primeiras coisas que costumo fazer ao Mateus é começar a usar o Paranix Champô de Protecção Contra Piolhos e Lêndeas. Começa-se a usar mais ou menos a cada três lavagens, sempre intercalado com o champô normal, e é óptimo para prevenir que os sacanas se instalem e reproduzam (blhéc) na cabeça dos miúdos. O cheirinho é agradável, por isso até nos esquecemos de qual é a finalidade deste champô. Depois, é andar sempre munida do Paranix Repel, tal qual gás pimenta, que cria uma película protectora e dificulta a entrada e adesão dos piolhos ao cabelo. Devem pôr todas as manhãs, com o cabelo seco ou húmido depois de pentear, e depois deixar secar normalmente. 

Se ainda assim começarem a ver que os putos vão com as mãos à cabeça mais vezes do que é normal, o melhor é usarem aquilo que eu chamo de “CSI dos piolhos”, ou seja, o Gel Localizador de Lêndeas. O que é que este gel faz? Tinge as lêndeas com uma cor avermelhada para que seja mais fácil detectá-las e atacá-las antes que se transformem em piolhos. Se isso acontecer, então é passar ao Champô de Tratamento e ao Spray, para garantirem que continua tudo limpinho, ou então à Loção de Tratamento, ideal para cabelos compridos!

Pronto, sinto que cumpri a minha parte, estão todos mais que prevenidos. Não têm nada que agradecer, não estou cá para outra coisa.



Paranix Champô de Proteção é um dispositivo médico utilizado para prevenção da disseminação da pediculose. Apenas para uso externo. Não engolir. Não utilizar em pele irritada. Evitar o contacto com os olhos e mucosas. Não usar em caso de alergia a algum dos ingredientes. Não indicado para crianças com menos de 2 anos. Manter fora do alcance e da vista das crianças. Leia cuidadosamente a rotulagem e as instruções de utilização. Paranix Localizador de Lêndeas é um dispositivo médico utilizado para evidenciar lêndeas.  Apenas para uso externo. Evitar o contacto com os olhos e mucosas. Não usar em caso de alergia a algum dos ingredientes. Não indicado para crianças com menos de 2 anos. Manter fora do alcance e da vista das crianças. Leia cuidadosamente a rotulagem e as instruções de utilização. Paranix Repel é um produto cosmético. Para uso externo. Evitar o contacto com os olhos.

Post em parceria com Paranix

Corraaaaam! Começaram os saldos do El Corte Inglés!

sexta-feira, junho 28, 2019

Vou dizer isto assim bem devagar e bem baixinho para vocês assimilarem a mensagem... então... preparados? OS SALDOS DO EL CORTE INGLÉS ARRANCARAM HOJEEEEEEEE! Pronto, não foi assim tão devagar nem assim tão baixinho, mas há notícias que a pessoa não pode guardar só para si. Ou então sim, para vocês não irem já a correr todos lambões e açambarcarem todas as coisas giras. Mas pronto, podem ir, até porque eu já lá estive esta manhã a fazer a primeira de muitas rondas e já trouxe umas coisinhas comigo. Muaaah-ah-ah-ah-ah (isto foi uma gargalhada vingativo-coiso).


Nos looks que vou publicando não é propriamente uma novidade verem-me com peças de marcas próprias do El Corte Inglés, como a Fórmula Joven, Green Coast, Easy Wear, Sfera, Elogy, Tintoretto, etc e tal. Têm muitos pontos a favor, como o facto de não serem marcas massificadas - o que permite alguma exclusividade -, terem peças mesmo, mesmo giras, e com uma óptima relação qualidade preço. Assim de repente, estou a lembrar-me de um macacão e de um vestido (ambos vermelhos e ambos usados em festas do Benfica) que fizeram o maior sucesso e que não custaram mais de 40 euros cada. E que foram comprados, tipo... umas três horas antes de cada um dos eventos. É o que dá saber que no El Corte Inglés consigo sempre encontrar o que preciso. Isso e o facto de não ser muito stressada com roupa.




Ora agora imaginem que toooooodas estas marcas estão com óoooooptimos descontos já a partir de hoje. É ou não é de tirarem o rabinho do sofá e darem um salto ao El Corte Inglés durante o fim-de-semana, para enfiarem o nariz em todas as marcas e mais algumas? Eu dou-vos uma ajudinha e deixo-vos três looks de saldos, todos com marcas próprias do El Corte Inglés. É só mesmo para terem uma ideia da muita oferta que por lá encontram, seja para looks mais casuais, mais festivos, mais de praia, mais de trabalho, sem esquecer sapatos e acessórios. Carreguem em cima da imagem para irem directamente para as peças:



Claro que os saldos são sempre uma óptima altura para descobrir assim umas pechinchas que serão muito felizes connosco, mas acho também que devem ter outras coisas em atenção. Por exemplo, procurarem aquela peça que vos está mesmo, mesmo a fazer falta, comprar aquela coisa mais cara, de óptima qualidade, que sabem que vão usar uma vida e que agora está com um preço bem mais acessível, apostar nos básicos que dão sempre jeito (um vestido, uma camisa branca, uns stilettos)... e, se conseguirem, tentem não perder (muito) a cabeça.

Aproveito para vos mostrar um look "total-saldos-El Corte Inglés". Estas pecinhas já moram comigo!






Post em parceria com o El Corte Inglés



30 biquínis portugueses para quando o verão (finalmente) chegar

segunda-feira, junho 24, 2019

Pois que isto anda difícil no que toca ver-se uns raios de sol aqui por estes lados, não é verdade? Lá tivemos assim uns dias mais quentinhos em Maio mas, desde então, está assim uma espécie de verão siberiano. Ontem, então, chovia tanto que parecia Novembro. Enquanto o Verão A SÉRIO chega e não chega, a pessoa vai tentado ganhar uma corzinha nas viagens que faz, para ver se perde aquele ar de lula com desinteria. E, para isso, tem de levar o belo do biquíni e/ou fato-de-banho na mala. 

Este ano resolvi apostar em marcas portuguesas. Se é verdade que “o que é nacional é bom”, não será menos verdade que não faltam marcas com biquínis e fatos-de-banho giros, por isso fiz-vos a papinha toda e andei à procura dos modelos que mais gosto em cada uma delas. Tudo para que não tenham trabalho, porque eu sou esse tipo de boa pessoa. É só escolher, minhas amigas, é só escolher. Nos entretantos, descobri também algumas coisas sobre cada uma destas marcas, para que possam ficar a conhecê-las um bocadinho melhor. E se tiverem outras para a troca, é favor partilhar

Bohemian Swimwear 
A Erica estudou design gráfico e sempre viveu apaixonada pelo surf, desporto que começou a praticar aos 15 anos. Andou pelo mundo a tentar encontrar as melhores ondas e nessas viagem arranjou toda a inspiração que precisava para criar uma marca de swimwear. A Bohemian Swimwear nasce em 2012 como uma das primeiras marcas a usar um material inovador: o neoprene, o mesmo dos fatos de surf. As colecções inspiram-se em detalhes e padrões boémios e para o verão de 2019 há metalizados, folhos e padrões tropicais.

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