Porreira. Acho que sou uma mãe porreira

29.4.16

Esta semana, a convite d'O Boticário (e a propósito do lançamento do perfume Elysée e da estreia do filme "Um Dia de Mãe"),  estive no El Corte Inglés para falar sobre esta coisa de...ser mãe. Felizmente, não estava sozinha, que isto de ter de falar para uma sala de cinema CHEIA de gente não é pêra doce. Tive a companhia da Mónica Lice, da Vera Kolodzig (embaixadora da marca), da Bibá Pitta e da Mariana Alvim, que esteve a moderar o "debate". Foi uma experiência tão muito divertida. Para já, porque é giro perceber as diferenças que há de mãe para mãe. Das mais descontraídas às mais stressadas, mas todas com o mesmo objectivo: que os nossos filhos sejam os mais felizes do mundo. 


Depois, porque me obrigou a pensar um bocadinho no tipo de mãe que sou. Antes de termos filhos sabemos exactamente as mães que vamos ser. Sabemos quais são as regras, sabemos quais são os limites, somos um poço de sabedoria. Depois eles nascem e...upsssss, não sabemos nada, é um engolir de sapos constante. Eu já engoli vários e tenho a certeza que ainda terei muitos outros para engolir. O que não é necessariamente mau, é sinal de que somos flexíveis e de que nos adaptamos às circunstâncias. Até porque não temos outro remédio se queremos sobreviver a este processo da maternidade. Sem cedências é meio caminho andado para enlouquecermos. Eu acho, mesmo, que sou uma mãe descontraída e acho que isso também se reflecte na personalidade do Mateus. Mas descontracção não implica desresponsabilização ou deixa-andar. O Mateus tem regras e rotinas, parecem-me essenciais para ter um puto estruturado, mas também não há cá fundamentalismos. Conta, peso e medida é a regra para tudo. Porque tanto o sempre como o nunca são ingredientes perfeitos para dar asneira. 



Neste debate perguntaram-me como é que eu gostaria que o Mateus descrevesse a mãe. Bem, para já ele só tem dois anos e meio e a única coisa que consigo que ele diga é que a "a mãe é linda", e em modo "repeat after me". Sim, é feio pôr os putos a mentir, mas é a vida e o meu filho tem de me achar linda. Mas se daqui muitos anos lhe fizerem a mesma pergunta eu acho que quero que ele diga que teve uma mãe porreira. É isso. Uma mãe porreira. Uma mãe que não lhe faltou nos momentos importantes, mas que também lhe soube dar espaço. Uma mãe que fez uso do sentido do humor (tipo, "Mateus, vai ali ver se a mãe está na sala" e fica a rir uma hora quando ele vai), mas que falou a sério sempre que era preciso. Uma mãe que o encheu de beijos e abraços mas que também o deixou dar algumas cabeçadas. Uma mãe que o chateou para comer a sopa mas que também lhe deu batatas do McDonalds. Uma mãe que não é a melhor amiga (não há cá confusões) mas que esteve sempre lá para ele. Enfim, uma mãe porreira. 

Muito obrigada ao O Boticário pelo convite e por estar sempre presente em todos os momentos. 


Hoje deu-me para isto #347

29.4.16

Passatempo Guess Cate Bag: o resultado

28.4.16
E aqui estão as três vencedoras do passatempo Guess. Muitos parabéns e obrigada a todos os participantes! 


"Mal vi o post do passatempo "corri" para a loja Guess do Vasco da Gama, com uma ideia muito específica em mente, que consegui, felizmente, concretizar."
Inês de Freitas

Alerta, malta do Norte!

27.4.16

E eis que este fim-de-semana estou de regresso ao Porto. Para assistir ao Porto-Sporting? Não, meus amigos, vou mesmo para dar um workshop no Passeio dos Clérigos (mas, como imaginam, gostava muito de ir torcer pelo FCP, claro). Entre as 16h00 e as 18h00 vou estar nos Clérigos para falar sobre tipos de corpos, estilos pessoais, básicos essenciais, tendências e muito mais. A inscrição é gratuita, na verdade, basta aparecer e assistir. Vão ser duas horas muito descontraídas e conto com vocês para se juntarem à conversa e contribuírem com as vossas dúvidas ou sugestões. Até sábadooooo!

Queridos, vou mudar de escritório #2

27.4.16
Quando começámos a pensar mais a sério no projecto do escritório-dos-nossos-sonhos achámos que era uma boa ideia ter uma decoradora que nos ajudasse na concretização. Porque não queríamos que fosse um espaço frio e sem personalizado. Todas nós imaginávamos um sítio para onde nos apetecesse ir todos os dias. Um sítio bonito, confortável, que nos fizesse ter vontade de sair de casa e que, claro, fosse funcional, porque a malta vai para ali para trabalhar. No fundo, acho que todas queríamos uma espécie de prolongamento da nossa casa, um sítio onde nos sentíssemos mesmo bem. Quando falámos do projecto à Ana Rita Soares ela juntou-se de imediato ao nosso entusiasmo e agarrou logo a coisa com toda uma energia. Pessoalmente, fiquei muito contente, porque acompanhava o trabalho dela no "Querido, Mudei a Casa" e gostava de tudo o que fazia. Confiava nela o suficiente para lhe entregar a chave do escritório e deixá-la criar à vontade, porque tinha a certezinha que iria adorar o resultado final. A ideia é muito gira, ah, e tal, o efeito surpresa, mas a verdade é que não foi preciso. Isto porque a Ana Rita traça os seus projectos em 3D e conseguimos ficar logo com uma ideia muito precisa de como tudo irá ficar, porque mostra-nos os mais ínfimos detalhes. Ora isto facilita em muito a vidinha de pessoas como eu, que olham para um espaço vazio e são incapazes de imaginar como ficará, por mais que lhes expliquem os detalhes. Preciso de ver para crer. E para perceber. No site da Ana Rita é possível ver alguns dos seus projectos em 3D e ver depois como é que ficaram na "vida real", e é incrível, porque são cópias fieis, mal se distingue o projecto do original. Posto isto, estávamos todas muito curiosas para ver como ficariam os projectos 3D para o nosso escritório. E, sinceramente, ficaram acima de todas as expectativas que pudéssemos ter. Eu tinha a certezinha que ia ficar brutal, mas não tinha ideia que ia olhar para aquilo e não ia querer mudar NADA. Quando os meus olhos bateram nos planos 3D pensei "ok, vou querer mudar-me para o escritório, ninguém me vai conseguir arrancar dali". Acho que a Ana Rita conseguiu concretizar todos os nossos desejos: um espaço lindo, feminino, super cosy mas que, lá está, não deixa de ser um escritório, com tudo aquilo que precisamos para que funcione como tal. Adoro cada detalhe, cada peça escolhida, as cores, tudo. Está perfeito como está e mal posso esperar para que o projecto salte do computador e ganhe vida. Pensar que aquele espaço agora tão inóspito e sem graça se vai transformar num pequeno palácio é absolutamente incrível. 
Se andam a precisar de dar uma volta à vossa casa, têm MESMO de falar com a Ana Rita. Eu já ando aqui cheia de ideias para mudar a sala, o quarto, a cozinha e sei lá mais o quê. Socorro!
Meninas e meninos, aqui ficam os projectos 3D para o nosso escritório. Quando estiver tudo prontinho logo vos mostro as fotos para verem se ficou ou não igual! =)

Hoje deu-me para isto #346

27.4.16

#PorqueMeAmo

26.4.16

Sempre que nos perguntam o que é que gostamos em nós a resposta não sai pronta. Obriga-nos a pensar. Por um lado, porque há sempre aquela coisa de podermos estar a ser pouco humildes. Por outro, porque é uma pergunta difícil. Se nos perguntarem do que é que não gostamos em nós, temos logo ali uma lista na ponta da língua, mas salientar os nossos pontos fortes é mais complicado. Há uns dias estive numa apresentação de Corpos Danone, a propósito do lançamento da nova campanha e do movimento #PorqueMeAmo, um movimento que quer que nos valorizemos mais, todos os dias, nas mais pequenas coisas. Quando me perguntaram porque é que me amava, só me lembrei de dizer "porque sou feliz". Parece uma trivialidade, mas se calhar não é assim tanto. Não são muitas as pessoas que se assumem como felizes. Talvez por medo que, ao dizê-lo perante o mundo, de repente comece tudo a correr mal, ou talvez porque, lá está, preferem ver sempre o copo meio vazio. 


Não tenho uma vida perfeita, ninguém tem, mas acho que sou feliz. Eu e os meus temos saúde, um tecto, trabalho, uma vida confortável, não me falta amor, amizade ou gargalhadas. Se podia ou se gostava de ter isto ou mais aquilo? Claro que sim, mas tenho muitíssimos mais motivos para ser feliz do que para me queixar. E é mesmo esse o objectivo do movimento #PorqueMeAmo: que demos valor às pequenas coisas, que gostemos de nós com as nossas virtudes e defeitos, que façamos qualquer coisa por nós todos os dias, que sejamos um exemplo para o nosso entorno, que nos sintamos bonitas e confiantes (mesmo naqueles dias em que a vida parece querer fazer tudo para nos tramar), que ultrapassemos os desafios do dia-a-dia com determinação, que cuidemos do corpo mas que também não entremos em paranóia se, de vez em quando, cometermos um ou outro excesso.


Mas para quem ainda se "esconde do prazer", Corpos Danone acaba de lançar os novos Corpos Danone Estilo Grego com menos 40% de calorias (é de valor energético reduzido por ter menos gordura e açúcares do que um grego normal). Gosto da ideia, até porque iogurtes gregos  (com muiiiitos morangos) estão assim no meu top de lanches preferidos. Se os pudermos comer sem grandes pesos na consciência, então ainda melhor.

E vocês? Porque é que se amam?

Post em parceria com a Danone



A Pipoca está loucaaa #130

26.4.16
E porque hoje é terça-feira, temos passatempo. Uepaaaaaaaaa! E é o quê, é o quê, é o quê? Nada mais, nada menos do que um kit de maquilhagem da Inglot, para que fiquem ainda mais txanan. O kit é composto por:
- Palete de duas unidades
- Duas sombras
- 1 Lipstick
- 1 Nail Enamel
- 1 Khol Pencil
- 1 produto surpresa
Para se habilitarem, só têm de:

Um bocadinho de Porto

26.4.16

Todos os fins-de-semana deviam ser grandes #2

26.4.16

E se sábado foi dia de casamento, domingo foi dia de rumar a Norte. Uns dias antes o homem teve uma ideia peregrina: "e se fossemos a Vila do Conde ver o Benfica?" Achei logo que era um bom plano. Tratámos dos bilhetes, tratámos do hotel e domingo lá nos fizemos à estrada para apoiar o Glorioso. Nunca tinha visto um jogo do Benfica fora de Lisboa, por isso achei que devia ser uma experiência gira, ainda por cima com o campeonato ao rubro. Claro que agora o homem já me anda a chatear para irmos também à Madeira, ver o jogo com o Marítimo, mas já lhe refreei os ânimos. Menos. Como ficámos a dormir no Porto, ainda deu para dar umas voltas por lá. Ao fim do dia fomos até Vila do Conde e depois de uma hora na fila conseguimos, finalmente, entrar no estádio. Apesar de termos bilhetes com lugares marcados, era tudo ao molho e fé no Senhor, só nos diziam para nos sentarmos onde desse. E só deu mesmo para ficar nas escadas, com o rabinho assente na pedra. Nós e muitos outros. Desconfio seriamente que havia mais pessoas do que lugares, mas tudo bem, pelo Benfica uma pessoa atura tudo. Devia ter enfiado quatro calmantes no bucho, que o jogo foi um camadão de nervos, mas voltámos de lá com os três pontos e o apoio à equipa foi brutal. Do estádio seguimos para o Romando Privé, que muita gente nos vendeu como "o melhor sushi de Vila do Conde". Não faço ideia se é o melhor, porque nunca tinha estado em Vila do Conde, mas era mesmo muito bom (apesar do serviço meio lentinho). E pronto, regressámos ao Porto para dormir e no dia seguinte já estávamos de volta a Lisboa. Foi uma visita curta, mas é sempre tão bom voltar. 




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