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A gripe anda aí. Vacinem-se!

quarta-feira, dezembro 12, 2018

Esta que vos escreve é, provavelmente, a pessoa que mais padece de gripe em Portugal. Acho até que é o meu estado natural, já que estou assim umas 18 vezes por ano. Quê? Mas mesmo no Verão, quando estão 37 graus? Sim, até em Agosto eu já apanhei gripes de caixão à cova. Às tantas era tão frequente que sugeriram que pudesse ser alguma coisa a nível de alergias, mas não. Fiz todos os testes e nada. É só mesmo um sistema imunitário muito fraquinho, o que é que querem que vos faça? E, claro, o Inverno ainda não começou e já eu estou para aqui toda ranhosa, e com tosses, e com sensação de atropelamento e com cenas várias. Que sina. Já sei tão bem quando a gripe está para chegar. Num dia começo assim com uma ligeira impressão na garganta, uma coisa muito leve, e já sei que no dia seguinte estou de cama. A coisa evoluiu a galope, é impressionante.

Apesar de andarem por aí o ano todo, o tempo mais frio é, por excelência, a época preferida para as gripes se instalarem de armas e bagagens. E é uma treta, porque naqueles casos mais graves ou em pessoas mais fraquinhas (como eu), é coisa para ter de se ficar de molho uns quantos dias. E apesar de haver grupos de risco - crianças, grávidas, idosos, pessoas com doenças crónicas - a sacana da gripe ataca toda a gente, não tem preferidos. E, em alguns casos, quando não é devidamente curadaa, as gripe derrapa para coisas mais graves e complicadas de tratar.

O que é que se pode fazer para prevenir a gripe? A vacina é uma óptima hipótese a considerar. Segundo a Organização Mundial de Saúde, é  não só a melhor maneira de prevenir como também de ajudar a reduzir os riscos de complicações mais sérias. Eu, que todos os anos digo que a vou tomar, acabo sempre por me esquecer. Só quando sou apanhada pela gripe é que me lembro, e depois é claro que me arrependo. 

De qualquer forma, a vacinação é importante. Porque pode evitar que fiquemos doentes, porque pode reduzir a gravidade da gripe caso fiquemos efectivamente doentes, porque pode impedir que tenhamos de ser hospitalizados ou até que morramos de gripe. Sim, pessoas, é possível morrer-se de gripe, por isso todas as medidas são poucas. Em Portugal o Serviço Nacional de Saúde disponibiliza a vacina gratuitamente a maiores de 65 anos e a alguns doentes específicos  Ainda assim, a vacina é altamente recomendada para os restantes grupos e é preciso que nos vacinemos todos os anos. 

A vacina da gripe custa menos de 4 euros para quem não é abrangido pela vacinação gratuita, e está disponível nas farmácias através de prescrição médica.  Convém tratar do assunto até Dezembro, que é quando o vírus costuma atacar em força, por isso esqueçam lá o medo das picas e tratem do assunto!

Olá mundo, eu sou a Beni!

terça-feira, dezembro 11, 2018
A primeira vez que o Mateus apareceu neste blog foi há quase cinco anos, na véspera de Natal. Tinha pouco mais de cinco meses e foi uma espécie de presente para as pessoas que me seguem e que gostam de mim. Apeteceu-nos viver aqueles primeiros meses dele em exclusivo, sem o partilhar com o mundo, mas nunca quisemos que vivesse numa redoma e que jamais pudesse ser mostrado. É nosso filho, faz parte das nossas vidas, por isso também é normal (para nós. Repito, "para nós") que apareça sempre que nos apeteça ou quando nos faz sentido. Acho que nesta coisa das "mães-bloggers" o Mateus até é bastante poupado porque, lá está, o meu blog já existia antes dele e os meus conteúdos estão longe de se centrar na existência dos meus filhos. Podia nunca falar deles que o blog subsistiria na mesma. Mas pronto, eles estão no meu mundo, são o melhor do meu mundo, por isso parece-me normal que o faça.

Com a Benedita decidimos fazer exactamente o mesmo, guardá-la só para nós nos seus primeiros meses. Não havia nenhum outro objectivo que não esse. Não estávamos a

Dez novas expressões com animais para alegrar o PAN

segunda-feira, dezembro 10, 2018

A PETA lançou na semana passada uma campanha com o intuito de acabar com alguns provérbios e expressões populares que metem animais ao barulho. Por exemplo, "pegar o touro pelos cornos" deverá ser substituído por "segurar a flor pelos espinhos". Quer dizer a mesma coisa? Não, não quer, mas não interessa, foi o melhor que se arranjou para tirar o touro do caminho. Também a expressão "mais vale um pássaro na mão do que dois a voar" deverá ser substituída por "mais vale dois pássaros a voar do que um na mão",  e eu por acaso até concordo, que se um pássaro na mão vai cagar tudo e dar-nos bicadas até nos deixar um dedo em carne viva, imaginem o que seria com dois pássaros. Claro que o PAN achou esta ideia espectacular e veio dar todo o seu apoio. E eu, que não sou menos do que o PAN, também quero dar o meu contributo e pôr fim a algumas expressões. A saber:

- Pinar como um coelho
Meus amigos, os coelhos também amam. Os coelhos também têm sentimentos. Os coelhos também fazem amor. Há coelhos que, inclusivamente, enviam mensagem no dia seguinte a dizer que gostaram muito da noite e há até o caso de um coelho que, em 1993, em Benavente, enviou um ramo de flores. Posto isto, parem de diabolizar o coelho e de reduzi-lo às suas habilidades sexuais, porque ele é muito mais do que isso. Sugiro que se mude a expressão para "amar como um coelho" ou "ser fofinho como um coelho" porque, de facto, não há nada mais querido do que aqueles rabinhos em pompom.

Closet meu, closet meu #1

segunda-feira, dezembro 10, 2018
Já tinha aqui falado um bocadinho da minha mudança de casa. Na altura expliquei que ia passar para uma casa com metade do tamanho e que isso implicava, necessariamente, ter de desfazer-me de muita coisa. Não é necessariamente mau, é um exercício muito saudável, aprender a viver com menos, além de que nos simplifica muito a vidinha. Na casa antiga tinha um closet enorme e era ponto assente que nesta casa, mesmo sendo mais pequena, uma divisão tinha de ser para o closet. Há quem queira muito um escritório, há quem queira muito um quarto de brinquedos para os miúdos, eu queria MUITO uma divisão só para roupa, sapatos, acessórios e tralhas várias. É a vida, cada um com os seus sonhos. Mas não queria um closet qualquer, um conjunto de roupeiros e está a andar. Como ia ter menos espaço, tinha de ser tudo muito bem aproveitadinho, tudo muito bem rentabilizado, não podia haver aqui um centímetro de zona desperdiçada. Probleminha: sou a pior pessoa do mundo a projectar espaços, menos ainda closets. Mas tentei dar o meu melhor e vou mostrar-vos tudoooooo. Sim, é verdade, fiz assim uma espécie de mini-série de quatro episódios para vos mostrar cada passinho do meu novo closet, da ideia à concretização. E, claro, com a ajuda de quem mais percebe do assunto: a IKEA. Aqui fica o primeiro. Espero que gostem!


SKINERIE: neste Natal... tratem da pele!

segunda-feira, dezembro 03, 2018
A cada Natal que passa vou ficando mais adepta da política "oferecer coisas úteis". E quando me obrigam mesmo, mesmo, mesmo a escolher coisas para me darem, tento fazer o mesmo. Ainda ontem uma amiga me perguntou o que eu queria e pedi-lhe um tapete para o quarto dos miúdos. Juro pela minha vidinha. Se eu ia mesmo ter de comprá-lo, assim ela ofereceu-mo e fica o assunto arrumado. E tenho a certeza que de cada vez que entrar no quarto deles me irei lembrar dela. Da mesma maneira que me lembro dela a cada refeição, porque há um ou dois Natais nos ofereceu um serviço de pratos. Claro que às vezes ofereço coisas só porque acho bonitas mas, regra geral, tento sondar a malta para saber aquilo que precisa mesmo. Vou estando atenta às conversas, vou apanhando coisas aqui e ali, e acho que acabo por conseguir corresponder às expectativas. Ou então não, mas pronto, eu quero acreditar que sim.

Nesta linha de de "presentes úteis", quem é que não tem uma mãe/irmã/prima/amiga/tia/avó/sobrinha/mulher/namorada que está sempre a dizer "estou mesmo a precisar de uns produtos para a cara, os meus já acabaram todos"? Hmmmm? Há seeeeeempre alguém. E, se assim, porque não aproveitar o Natal para resolver esse pequeno drama? Sim, porque para as mulheres é uma calamidade quando os cremes começam a acabar. É essa a proposta da SKINERIE™, quatro coffrets de cuidados de rosto. Mas já lá vamos. Primeiro, primeiro, deixem-me falar-vos um bocadinho da SKINERIE™. Para quem nunca ouviu falar, esta marca feminina, desenvolvida nos melhores laboratórios europeus em parceria com professores de Ciências Farmacêuticas, acredita que a beleza começa na saúde da pele. O que faz todo o sentido, porque  se a pele não estiver bem cuidada não há milagres que a salvem. O grande factor distintivo da SKINERIE™ é o CLOTHOLINE™, um ingrediente exclusivo das suas fórmulas que actua no interior como potenciador de bem estar e no exterior activando a longevidade e firmeza da pele. Além disso, todos os produtos estão enriquecidos com SPF/UVA elevado, uma coisa que tendemos a esquecer no Inverno.

Pronto, e de volta aos coffrets de cuidados de rosto. Como eu estava a dizer, há quatro à disposição, desenvolvidos para as diferentes fases da nossa vida. O Energise & Prevent tem o foco na hidratação e protecção de peles entre os 25 e os 34 anos, ou seja, para quem começa a ter os primeiros cuidados com a pele. O Youth Activator é pensado para os primeiros sinais de envelhecimento e pode ser um bom presente para a irmã mais velha ou para aquela amiga que tem entre 35 e 44 anos. Depois  temos o Lift & Firm, para mulheres entre os 45 e os 54 anos que precisam de aumentar a elasticidade da pele, uniformizar o tom e atenuar as rugas. E, por fim, o Intense Regenerator, com efeito tensor e acção tonificante, para peles com mais de 55 anos. Cada um destes coffrets é composto por três produtos: creme de dia, creme de noite e creme de olhos ou sérum porque, convenhamos, ninguém tem tempo nem paciência para aplicar mais e a SKINERIE™ que três ou quatro produtos são os suficientes para termos uma pele perfeita.

Podem encontrar estes coffrets em farmácias e parafarmácias, custam a partir de 43,90€. Muito em breve, a linha de maquilhagem da SKINERIE™ chega também a Portugal, com produtos para o rosto, olhos, lábios e unhas. Estou super curiosa!

Post em parceria com a SKINERIE™

Mais uma série para nos lixar a vida

segunda-feira, dezembro 03, 2018

As séries são o melhor e o pior da minha vida. O melhor, porque há poucas coisas tão boas como ficar colada a uma série, a papar episódio atrás de episódio. O pior, porque a sensação de dependência dá cabo de mim e porque todas as série têm um fim. E, com ele, o meu coração partido e, quase sempre, aquela sensação de que não haverá outra série tão boa como aquela. Claro que também há por aí muita coisinha má mas, normalmente, bastam-me um ou dois episódios para perceber se vou gostar ou não. E, se vejo que não gosto, passo à próxima sem pena ou arrependimento.

Pois que ontem na AMC estreou uma das séries mais aguardadas dos últimos tempos, "A Verdade Sobre o Caso Harry Quebert". A culpa é do livro com o mesmo nome, um bestseller de Joël Dicker que já vendeu mais de dois milhões de exemplares em todo o mundo. À conta disso, montou-se todo um sururu em torno da série, que conta a história de Harry Quebert, um escritor aclamado (nada mais, nada menos do que o fofinho do Patrick Dempsey, o nosso "Dr-Derek-Sheperd-McDreamy-mais-querido") que, assim do nada, vê-se acusado da morte de uma jovem de 15 anos, desaparecida há décadas e cujo corpo foi encontrado, subitamente, junto à sua casa. Para ajudar a provar a sua inocência, o escritor irá contar com a ajuda do seu antigo aluno Marcus Goldman, também ele um escritor de sucesso.

Ontem vi os dois primeiros episódios e, sinceramente, os thrillers irritam-me. Porque não descanso enquanto não chego ao fim para desvendar aquilo tudo. E a história dá sempre 50 voltas, e nada do que parece é. E, claro, aqui não é excepção. Para já, ponho as mãozinhas no fogo pelo Harry Quebert, acho mesmo que não foi ele que assassinou a rapariga mas... isto nunca se sabe. A pessoa confia e depois desilude-se. E a história já nos provou várias vezes que os que têm ar de não partir um prato são, quase sempre, os piores. Mas pronto, eu tenho para mim que não foi ele, mas então quem terá sido? E porquê? E como é que o homem vai agora conseguir provar que está inocente, quando todos os indícios apontam para si? Dúvidas, dúvidas...

Claro que agora quero saber como é que a coisa acaba. É que, ainda por cima, tenho de esperar até  domingo para ver o próximo episódio. Já pensei ir à net saber, mas estou a conter-me, depois não tem graça nenhuma. Se ontem perderam a estreia, podem sempre esperar pelas repetições ou recorrer às gravações. E há um novo episódio a cada domingo, às 22:10. A AMC (que já nos tinha dado coisinhas tão boas como o Breaking Bad ou o Mad Men) está disponível no canal 84 da NOS, no canal 67 da MEO, no canal 103 da Vodafone e no canal 38 da NOWO.

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Rituals: o melhor do Natal numa caixinha

sexta-feira, novembro 30, 2018
Falta menos de um mês para o Natal e sabem quantos presentes eu já tenho cá em casa, devidamente embrulhadinhos e arrumados debaixo da árvore? Sabem, sabem , sabem? Zero. Pois. Zero. Na verdade, ainda nem a árvore está montada. Eu sou pessoa que até gosta de tratar do assunto com antecedência, que gosta de perder tempo a pensar no que vai oferecer, que gosta de tratar dos embrulhos e de tudo que esteja ligado a esta época, mas este ano estou a ver a coisa a resvalar perigosamente. Ah, e tal, tenho um bebé, e mudei de casa e ainda está tudo meio caótico, e depois está frio e não apetece ir à rua... tudo desculpas que vou inventando para justificar a minha preguicite. Mas tem de ser, tenho de ganhar coragem e lançar-me às feras, que a pessoa distrai-se e de repente já está sentada à mesa na noite de consoada a enfardar sonhos e bolo-rei. 

Um dos presentes mais típicos nesta época são os coffrets, e são também dos mais transversais. Fazem praticamente toda a gente feliz, da amiga à mãe, passando pela colega de trabalho, pela avó ou pela amiga secreta. Dificilmente se dá um tiro ao lado quando se oferece um coffret. Sobretudo se for um assim mesmo bonitão e cheio de coisas óptimas. Como os da Rituals que, para mim, são sempre os mais bonitos. Cada caixa é uma verdadeira obra, aquilo até dá pena abrir. Mas podem abrir, à vontade, porque os produtos merecem MESMO ser usados e porque depois a caixa, de tão bonita que é, pode sempre ser reutilizada para outras coisas. Eu tenho duas ou três que uso para guardar acessórios, fofinhas que só elas.


Há três tamanhos de coffrets, dependendo daquilo que vos apeteça gastar: o mais pequeno custa 20,50€, o tamanho médio custa a partir de 29,50€ e o tamanho grande custa a partir de 45€. Tudo depende do número de produtos e do tamanho dos mesmos. Depois só têm de escolher o aroma que acham que tem mais a ver com a pessoa a quem vão oferecer. O meu preferido-dos-preferidos, já o disse aqui várias vezes, é o The Ritual of Sakura, com flor de cerejeira, mas do meu top 3 fazem também parte o The Ritual of Hammam (mais fresca, com cheiro a eucalipto) e o  The Ritual of Ayurveda. Mas o meu conselho é sempre que passem numa loja e experimentem, porque nisto dos cheiros, por muito que se explique, não há nada como sentir.




Se tiverem mesmo muitas, muitas, muitas dúvidas sobre o que oferecer a quem, podem sempre recorrer ao localizador de presentes, uma ferramenta muito útil da Rituals que vos ajuda a encontrar o presente ideal depois de responderem a duas ou três perguntinhas muito simples. Posto isto, boa sorte na vossa missão presentes! Ah, e vão estando atentos ao meu Instagram, pode ser que haja uma boa notícia muito em breve sobre os coffrets da Rituals. Tudo vai depender do vosso comportamento. Olhem que o Pai Natal está atento!


Post em parceria com a Rituals

Um queijo por dia dá saúde e alegria

quarta-feira, novembro 28, 2018
A moda dos calendários do advento chegou assim em força e, ao que parece, veio para ficar. Ao início, há muitos anos, a coisa estava confinada aos calendários para miúdos, aqueles dos chocolates, sabem? Cada dia abre-se uma "portinha" e lá está um micro chocolate à nossa espera. Sim, "nossa", porque mesmo sendo crescida a minha mãe continua a comprar-me um calendário desses. Agora também compro para o Mateus, mas aldrabo-o um bocado, do género, quatro chocolates para ele e vinte para mim. É a vida! Mas bom, dizia eu que agora não faltam calendários, sobretudo na área da beleza. E tudo ok, aprecio bastante, num dia recebemos um creme, no outro um batom, e trá-lá-lá-lá, trá-lá-lá. 

Então mas e se houvesse um calendário completamente diferente. Com... por exemplo... queijos? Pois, já há. E eu, devoradora de queijos, acho que a ideia é só espectacular e uma prenda de Natal incrível. O Cheese Advent Calendar, da Ilchester, já está à venda nas lojas Continente e é composto por uma selecção de queijos de óptima qualidade. Por exemplo, num dia provam um Cheddar, no outro um Edam, no outro um Red Leicester, no outro um Applewood, e por aí adiante. Esta época natalícia é particularmente stressante, o trânsito está o caos, as lojas estão a abarrotar, por isso nada melhor do que chegar a casa, beber um copo de vinho e degustar um destes queijinhos. Um por dia e nem sabem o bem que vos fazia. 


Posto isto, o ideal é que não esperem pelo Natal, tratem já de oferecer este calendário de queijos para que possa ser apreciado ao longo do próximo mês. Não têm a quem oferecer? Ofereçam a vocês mesmos. Ou a mim. A sério, deixai vir a mim todos esses queijinhos. Ainda por cima tem um preço bastante simpático, 17,99€, por isso tratem do assunto depressinha que eu tenho para mim que isto vai esgotar num instante!

Post em parceria com a Ilchester

Deixem as crianças brincar!

terça-feira, novembro 27, 2018

Há pouco tempo estive na ToysRUs do Colombo com a Beni para participar no "Meu Primeiro Natal", uma iniciativa muito gira para assinalar o primeiro Natal dos bebés. Como é óbvio, com quatro meses e pouco a Beni nem sequer sabe onde tem o nariz, quanto mais que o Natal está a chegar, mas o primeiro Natal de um bebé é sempre um momento especial, sobretudo para a família. Lembro-me que estava super entusiasmada quando foi do Mateus, porque acho que uma nova criança traz sempre um encanto diferente a esta época, fica tudo mais fofinho. E com a Benedita não vai ser diferente. Somos todos muito mais felizes desde que ela chegou à nossa vida, é o verdadeiro presente de Natal. Pela parte que me toca, não preciso de mais nada.

Mas bom, de volta à ToysRUs: naquele dia houve uma data de actividades para os bebés: desde tirar uma foto com o Pai Natal (a primeira foto com o Pai Natal!!!), a fazer um molde da mão ou ter uma zona cheia de brinquedos para a idade deles. Acho que todos associamos o ToysRUs a brinquedos mas, na verdade, a oferta vai muito além disso. Claro que continua a ser um paraíso para os miúdos, mas também há todo um lado mais funcional na secção BabiesRUs, com roupa, berços, biberões, carrinhos, cadeiras de passeio...enfim... uma data de coisas úteis.



Além disso, a ToysRUs quer assumir-se cada vez mais como um espaço onde os miúdos podem, efectivamente, brincar, mais do que ser uma loja onde nada está ao alcance deles e onde só vão para infernizar a vida aos pais com pedidos a perder de vista. Aliás, quem nunca passou por uma loja de brinquedos a correr, praticamente a obrigar os miúdos a olhar para outro lado só para os distrair? Quem nunca prometeu, falsamente, coisas do género "depois no final das compras passamos por cá"? Ah, pois é, já todos passámos por isto, não finjam que não. Mas pronto, a ToysRUs mudou o seu conceito e é agora uma loja onde há várias zonas para brincar e onde há vários brinquedos fora da caixa para poderem ser utilizados por qualquer criança. E eu acho isso mesmo, mesmo fixe, porque faz com que a loja esteja acessível a toda a gente.


É fácil perceber o encanto das crianças com uma loja destas. De repente, todos os seus sonhos estão ali reunidos, todas as coisas com que adoravam brincar, tudo aquilo que não se importavam de levar para casa. Eu própria, nesta ida à ToysRUs, dei por mim não só a reviver alguns brinquedos da minha infância, como as Barriguitas ou os Pinypons, mas também a olhar para coisas que gostava de ter agora: um Monopolio, um ou outro jogo para a Playstation, um urso tamanho XXXXXXL. Acho que é impossível não entrarmos ali e não nos sentirmos um bocadinho com seis ou sete anos. E isso é bom, significa que ainda há margem para sonhos, coisa que muitas vezes se perdem quando crescemos. Posto isto, peguem nos vossos miúdos e levem-nos até à ToysRUs, deixem-nos brincar à vontade e ser crianças, porque isto passa tudo muito rápido.



Post em parceria com a ToysRUs

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