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Fomos de férias com os miúdos e sobrevivemos

terça-feira, abril 23, 2019

No Natal decidi oferecer de presente ao homem uma viagem a Roma juntamente com uma inscrição para a própria da Maratona de Roma. Para mim seria um presente envenenado, Deusmalivre, mas ele é freak das corridas por isso adorou. Vai daí, decidi que podia ser giro levar os miúdos, nunca tínhamos feito nenhuma viagem de cidade com eles, por isso era um bom destino. Entretanto, descobri que os meus sogros e uma tia do meu homem nunca tinham ido a Roma, por isso decidimos oferecer-lhes também a viagem como presente de Natal. Era o dois em um perfeito: para eles porque iam conhecer uma cidade nova, e para nós porque sempre tínhamos reforços caso os miúdos se passassem da cabeça.  Se começassem com grandes birras eram imediatamente recambiados para os restantes familiares, tipo "vai ali berrar para o colinho da avó que ela já está cheia de saudades". E pronto, lá fomos nós.

Tendencialmente, somos pessoas assim muito a atirar para o descontraído, por isso o nível de stress com a viagem era zero. Mas, à medida que ia publicando fotos das nossas férias no Instagram e ia recebendo dúzias de mensagens de outras mães, comecei a perceber que

Alerta passatempoooooo

segunda-feira, abril 15, 2019

A minha relação com o café tem vindo a mudar ao longo dos tempos e acho que, em grande parte, se deve ao facto de ter tido filhos. Eu, que bebia para aí três cafés por ano, desde que a Benedita nasceu acho que é raro o dia em que não bebo um. Noites mal dormidas dão nisto. Ou bebo um café ou passo o dia a cabecear, a bocejar e a contar os minutos para voltar para a cama. Mas isto do café não tem só a ver com questões energéticas. Se, inicialmente, bebia café por necessidade, agora começo a tomar-lhe o gosto. Sabe-me bem aquele momento em que estou ali sossegadinha com o meu café, gosto de ir percebendo os diversos sabores, intensidades, é todo um novo mundo. E quem diz cafés diz caffè lattes, cappuccinos, etc e tal. Nestes dias que passámos agora em Roma foi a loucura, são os reis dos cappuccinos, em qualquer café de esquina se bebe um cappuccino incrível. 

Se também são fãs de café e derivados, vão gostar de saber que neste mês há um dia especial do café. Não ficaram muito entusiasmados com a notícia? Buuuuuuu. Então e se eu vos disser que tenho uma máquina de café espectacular para vos oferecer? Melhorou? Pois é, em parceria com a De’Longhi tenho para vos oferecer a Magnifica S, no valor de 530€ , que é assim uma espécie de Rolls Royce das máquinas de café. Só lhe falta falar, porque de resto faz tudo. Tira todo o tipo de café com um simples toque, é possível aumentar ou diminuir a intensidade do aroma, basta carregar num botão para decidirem se querem o café curto, médio ou cheio e é a melhor das melhores a fazer cappuccinos, graças ao “sistema cappuccino”, um tubo de aço em inox que combina vapor, ar e leite, para uma espuma cremosa e densa. Ou seja, meio caminho andado para termos o cappuccino perfeito. 

Querem mais? Então, é super compacta, podem escolher a temperatura a que sai o vosso café (muito quente ou a uma temperatura média), podem regular a quantidade de café e de água, podem optar entre café em grão ou moído, inclui um novo moinho de café mais silencioso, desliga-se automaticamente, e muito, muito mais. A melhor parte é que esta pequena maravilha do café pode vir a alegrar os vossos dias. Como? Vão ter de passar no meu Instagram para saber! =)



Fanar o look assim à bruta #3: Anine Bing

segunda-feira, abril 15, 2019

Sabes que começou no A... A, A, A!

quinta-feira, abril 04, 2019

Eu não sei muito bem como é que isto aconteceu, mas o Mateus vai para a escola este ano. Juro, parece que entrei numa máquina do tempo e saltei directamente de 2013 para 2019, sem paragem na estação de serviço de Cantanhede para uns rissóis de leitão. Como assim, o miúdo vai para a primária? Estou em negação. Ele nasceu ontem, é um bebé e de repente querem pô-lo a ler e a fazer contas? Socorroooooo! Enfim, tenho até Setembro para me convencer desta realidade. Na verdade, já ando a mentalizar-me, porque na escola onde está o Mateus já começou a aprender a ler e a fazer alguns cálculos matemáticos. Há uns tempos fomos ao dia dos pais e eu fiquei boquiaberta com a quantidade de matéria que os miúdos já aprenderam desde o início do ano, mas a professora garantiu-nos que foi tudo dado com muita calma e sempre com muita brincadeira pelo meio. E quando lhe perguntei se devíamos "estudar" com o Mateus em casa disse-me logo que não, que em casa é para brincarem. Óptimo.


Não sou nada dessas mães que querem ter os putos a ler Doistoévski aos cinco anos (em russo), mas acho importante que aquilo que eles aprendem na escola vá sendo cimentado em casa, só para garantir que não se esquecem. Não sento o Mateus à secretária, não o obrigo a ler a gramática, mas fazemos alguns jogos básicos, sobretudo quando vamos no carro e ele precisa de ser entretido para não ir o caminho todo a perguntar "já chegámos? Já chegámos? Já chegámos?". O mais básico é o "então e palavras começadas por A? E por "o"? E assim sucessivamente. 

Acho que enquanto eles são pequenos a componente lúdica tem sempre de sobrepor-se à educacional, sob pena de eles nos quererem matar ou de quererem dar fogo à escola assim que chegarem à primária e já não poderem ver letras e números à frente. Tem de ser tudo com muita calma, sem os chatear muito, que sabe Deus a rapidez e a intensidade com que as criancinhas se aborrecem. Se sentirem a coisa como uma obrigação, mandam-nos logo dar uma volta (ou começam a bufar e a revirar os olhos), por isso o truque é meter muita brincadeira pelo meio. E acreditem que eles aprendem, fica sempre lá qualquer coisinha.



Se a vossa criançada também está prestes a entrar para a escola ou se já mostra interesse em aprender estas coisas, acho que vão gostar da colecção As Letras e os Números, que vai estar à venda com a Sábado e o Correio da Manhã, ou então online neste site, já a partir de amanhã. Cada número é composto por um conto ilustrado à letra inicial do nome do animal protagonista do conto (com jogos e exercícios no final), um animal de madeira, e uma letra, número ou forma geométrica, também de madeira. A ideia é que os miúdos - entre os dois e os cinco anos -, aprendam o abecedário, os números e as formas básicas enquanto brincam e se divertem, quase sem darem por isso. A colecção foi desenvolvida por uma equipa de especialistas pedagogos e educadores, para que, através de jogos e brincadeiras, se potencie a aprendizagem básica. E como os miúdos já não sabem viver sem a componente interactiva, há também uma aplicação para tablets que permite interagir com as figuras, já que ao pô-las no ecrã se pode ouvir o som da letra ou número e fazer exercícios. Muito fixe.


Cá por casa já lemos o primeiro conto - "Amanda quer ser astronauta" - e o Mateus adorou. O momento da leitura é sagrado cá em casa. Comecei a ler-lhe desde que era bebé e já faço o mesmo com a Benedita. Acho (ou, pelo menos, quero acreditar) que é meio caminho andando para virem a gostar de livros.



A primeira entrega tem um preço especial de lançamento de 1,95€, a segunda custa 4,95€  e as restantes 8,95€. Como sai um número por semana, é giro os miúdos irem fazendo a colecção e criando aquela expectativa de esperarem pelo número seguinte.



Post em parceria com RBA

Negócio da China... mentira, é português #39: Shop Charlotte

quarta-feira, abril 03, 2019


Sabem quando se atiram assim de cabeça a uma ideia, sem saberem muito bem o que é que vai sair dali e, de repente, começam a ter sucesso? Foi mais ou menos isso que aconteceu com a Diana Martins, que depois de ter trabalhado na área financeira decidiu dedicar-se a um negócio próprio. 

Começou por publicar no Instagram alguns trabalhos de costura que fazia e, entretanto, pôs à venda alguns modelos de cestas que se tornaram populares num instantinho. Para quem não se lembra,

A higiene íntima não é só para crescidos

sexta-feira, março 29, 2019

O tema da higiene íntima já não é propriamente uma novidade aqui por estas bandas e ainda bem, que se há assunto que temos de normalizar e trazer para cima da mesa é este. Afinal, trata-se do nosso pipi e da forma como o tratamos, por isso não vale a pena andar aqui com paninhos quentes ou a falar baixinho para que ninguém nos ouça. Espero que, a esta altura do campeonato, quem me segue já saiba que é importante usarmos um produto específico para a zona íntima, que se não lavamos o cabelo com pasta de dentes também não faz sentido lavar o pipi com champô ou um gel-de-banho normal. Se não sabem, então podem sempre ler mais sobre o assunto e aqui e aqui. E não se sintam umas aves raras, porque não estão sós no que diz respeito a desconhecimento sobre o tema. Afinal - e infelizmente - só 40% das portuguesas é que usam um produto para dar banho ao pipi. Buuuuuuu!

Sobre a higiene adulta já muito se falou. Mas então e sobre a higiene íntima infantil? A partir de que idade é que temos de começar a preocupar-nos com isto? Basicamente, quanto mais cedo melhor, e de pequenino é que se torce o pepino, e grão a grão enche a galinha o papo e todo um conjunto de provérbios que podíamos estar agora aqui a listar mas que se calhar era só parvo. Ok, não é preciso chegar da maternidade e começar logo a esfregar a criança, calma, mas convém ir pensando no tema, até porque os bons hábitos (sejam eles alimentares, educacionais ou de higiene) devem ser incutidos cedo.

Há uns dias estive presente num evento da Lactacyd a propósito do lançamento de um novo produto - o Lactacyd Girl - desenvolvido para crianças a partir dos três anos (meninas e meninos). Neste evento estiveram presentes uma ginecologista (Dra. Alexandra Meira Gonçalves) e uma pediatra (Dra. Joana Martins) que se disponibilizaram para responder a todas as nossas questões. E eu tinha várias, muito por causa do feedback que vocês vão deixando sempre que eu abordo este tema da higiene íntima. Foi muito interessante, porque deu para contrariar alguns mitos e ideias pré-concebidas relativamente à utilização destes produtos.


Não é novidade que eu uso diariamente Lactacyd. Já o disse várias vezes, não é apenas por ser parceira da marca, é um passo tão natural na minha higiene diária como usar champô ou gel de banho. Sinto-me, de facto, muito mais confortável a usar um produto "pipiziano" específico e se, por exemplo, vou de viagem e não levo, já me parece muiiiiito esquisito. Mas sempre que falo sobre este assunto lá vem alguém dizer que o que é bom é lavar o pipi com sabão azul e branco (WTF???), ou só com água, e blá blá blá blá.

Pois que eu perguntei às médicas presentes no evento e ambas me garantiram que um produto como o Lactacyd não só garante uma limpeza mais eficaz como ajuda a preservar as características únicas daquela "zona". E não, sabão azul branco é altamente agressivo e apenas água é insuficiente, sobretudo nas crianças que ainda usam fralda e se sujam com muita frequência. É também por isso que é importante usar um produto específico para higiene íntima na infância. Por isso e porque as crianças, mesmo tão pequeninas, também sofrem de alguns desconfortos (comichão, ardor, irritação, dor, corrimentos) ou até mesmo vaginites. Aliás, se não sabiam, ficam agora a saber (porque este é um blog que vos ensina imeeeeeensa coisa) que as queixas vulvovaginais representam 80 a 90% das consultas ginecológicas pediátricas nas meninas. É muito, certo?

Ora isto sucede porque, nos primeiros anos de vida, os hábitos de higiene ainda não estão muito consolidados. Ora porque as crianças ainda usam fralda, ora porque os pais as lavam com produtos demasiado agressivos, ou porque a roupa interior costuma andar húmida, ou porque até já vão à casa de banho mas ainda não se limpam devidamente... enfim, são vários os factores que ajudam a que as bactérias nocivas cresçam que nem doidas. E é por isso que é mesmo importante começar a trabalhar, desde cedo, cuidados básicos diários com a higiene íntima.

O novo Lactacyd Girl foi desenvolvido com uma fórmula extra suave, sem sabão, sem álcool e sem parabenos. É enriquecido com Aloé Vera e com extrato de pêssego, o que ajuda a acalmar e hidratar, e ainda com ácido láctico biológico. Tem um pH adequado ao pH natural da zona íntima durante a infância, por isso não venham com a conversa de que estes produtos dão cabo do pH. Não dão nada, melheres, que chatas! Até porque é só para uso na zona externa, não é para ir por ali adentro como se não houvesse um amanhã.

Apesar de o produto já poder ser usado na Benedita (mesmo que a indicação seja para crianças a partir de três anos), neste momento tomara eu conseguir tê-la suficientemente quieta no banho, que aquilo é um chapinhar desenfreado, com água a voar em todas as direcções. Mas é deixá-la crescer mais um bocadinho e o Lactacyd Girl vai entrar em acção. Para já, para já, vou começar a usá-lo no Mateus, até porque acho que o tema da higiene íntima dos homens está muiiiiiiito subvalorizado. Aquela coisa de eles fazerem xixi e acharem que uma sacudidela é mais do que suficiente para ficarem limpos sempre me fez muita espécie. Porque é impossível ficarem limpos, porque há sempre ali uma ou outra gotinha marota que se escapa, agora imaginem isto tudo somado ao longo de um dia inteiro. Blhéc, blhéc, blhéc. Uma das minhas grandes lutas com o Mateus tem sido essa, explicar-lhe que precisa de limpar-se SEMPRE, mesmo quando só faz xixi. Homens deste país, parem de dar maus exemplos aos vossos filhos, estão a ouvir? Sossegados!

Pronto, para acabar a conversa dizer apenas que encontram o Lactacyd Girl à venda em farmácias, parafarmácias e espaços de saúde e que o frasco de 200 ml (que dura UMA VIDA) tem um preço recomendado de 11,99€.


Post em parceria com Lactacyd

Férias da Páscoa: onde deixar a criançada

terça-feira, março 26, 2019


As férias, seja os três meses de verão ou os 15 dias de Natal e Páscoa, são sempre um drama de primeiro mundo, com a grande maioria das escolas a fecharem e nós a não sabermos muito bem o que fazer aos miúdos. Deixá-los em casa é impensável. No meu caso, porque trabalho maioritariamente em casa e ia dar em doida ao fim de aproximadamente sete minutos. No caso das outras pessoas, porque trabalham fora de casa, não podem tirar férias e não têm com quem deixar os miúdos. Uma solução a que recorremos frequentemente são os campos de férias. Num mundo ideal, teria isto tudo planeado desde o início do ano, até porque os campos de férias enchem mais rápido do que o primeiro golo do Benfica ao Nacional (foi aos 33 segundos, para quem não estava atento).

O problema é que passamos a vida a adiar estas coisas, não é verdade? E quando damos por isso falta tipo... meia hora para as férias e não temos nem campo, nem ATL, nem nada. E por mais que nos ponhamos de joelhos e tentemos oferecer o peso da criança em ouro, a escola não fica aberta por nossa causa. 

Posto isto, e sendo que as férias começam já a 8 de abril, venho partilhar algumas atividades e alguns campos de férias onde podem deixar os putos para eles se entreterem (e até aprender qualquer coisita) durante as férias da Páscoa. 

Oceanário de Lisboa


O Oceanário de Lisboa tem sempre atividades pensadas para as férias. Durante os cinco dias das “Férias debaixo de água” eles transforma-me em mini-marujos e juntam-se à tripulação do Capitão Coelho para aprenderem mais sobre tudo o que acontece no oceano.  Podem inscrever os miúdos num dia por 40€ ou em cinco por 180€ e as atividades acontecem entre as 8h30 e as 18h30, de segunda a sexta-feira. O programa completo está disponível no site do Oceanário de Lisboa e as inscrições já estão abertas.

E o quarto dos miúdos está pronto! Yeaaaah!

segunda-feira, março 25, 2019

Apesar de já estarmos na casa nova há uns três ou quatro meses, acho que ainda estamos longe de poder dizer que já está tudo como queremos. Não está. MESMO! Há coisas que têm de sair, há coisas para as quais ainda não encontrámos o lugar certo, há pequenas obras que queremos fazer (tipo, arranjar o espaço exterior) e, confesso, estou um bocado a hiperventilar com isto. Como a casa está funcional, parece que tudo o que falta fazer vai sendo protelado até ao infinito, tipo "amanhã logo se trata". O problema é que já passaram vários amanhãs e não há maneira de isto estar mesmo tudo pronto e como eu quero. Continuo a tropeçar em coisas que já deviam ter ido à sua vida há muito tempo e isso irrita-me. Mas pronto, vou tentar acalmar os nervos e não me chatear muito com o assunto.

A única divisão que está oficialmente pronta é o quarto dos miúdos. Sim, o Mateus e a Benedita vão partilhar quarto. Nunca achei que isto fosse, sequer, uma questão, mas há uns tempo

Quem tem medo do colesterol? EU! (e vocês também deviam ter)

sexta-feira, março 22, 2019

A hipocondríaca que vive dentro de mim passa a vida a ter pesadelos com doenças e pensa que qualquer sintoma, mesmo que seja uma unha encravada, tem potencial para ser fatídico. Uma amiga minha, médica, diz que só vou morrer lá para os 90, tamanho o estado de alerta em que vivo. Verdade que estou sempre em stress, a imaginar o pior, mas verdade também que estou muito atenta a tudo o que se passa neste corpitxo. Não corro para as urgências à mínima coisinha. Aliás, a última vez que corri, há duas ou três semanas, foi mesmo porque já não estava a dar mais. Cheguei lá com uma faringinte aguda (à qual a médica se referiu como "que desgraça que vai para aqui") e siga para uma semana de antibiótico. Tau!

Passo a vida a dizer que o meu presente de Natal de sonho era assim uma semanita num hospital com free pass para fazer toooooodos os exames e análises que quisesse. Só mesmo para confirmar que estava tudo ok. Mas pronto, enquanto esse dia chega e não chega, vou arranjando estratégias intermédias. Há uns meses, achei que era importante fazer um check-up pós-gravidez. Fui à médica e pedi o pacote de análises mais completo, um daqueles que vem descrito em 86 folhas. Como sempre, estive em stress até receber os resultados, sempre a achar que iam detectar uma qualquer doença rara, mas não. Tudo ok. Excepto... o colesterol. Verdade que o meu colesterol está sempre a atirar para o altito, mas desta vez ultrapassava os 200. Ahhhh, alerta, alerta!



Claro que não é preciso ser uma neurótica das doenças, como eu, para saber que o colesterol elevado não é uma coisa fixe. Mas será que tudo o que se diz é verdade? Será que não há por aí uns quantos mitos em torno do colesterol? Tipo“ah isso do colesterol é só para velhos” ou “tens colesterol porque só comes porcarias” não correspondem assim tanto à realidade quanto isso. Enfim. Deixo-vos alguns mitos que descobri sobre o colesterol para que não paniquem da próxima vez que forem fazer análises e entretanto vou só ali enfardar mais um pacote de bolachas (calma, são daquelas de arroz com sabor a cartão, não se enervem).

Nem todo o colesterol é mau
Sempre que falavam em colesterol associava o termo a um problema de saúde gravíssimo que tinha de ser imediatamente controlado. Em parte, isto até é verdade, mas é preciso perceber que existem dois tipos de colesterol, um bom e um mau.  Primeiro, existe o LDL, que é o tipo de gorduras que ficam acumuladas nas nossas artérias e podem causar problemas de saúde se não for controlado. Por outro lado existem as HDL, que são as lipoproteínas que transportam as gorduras que estão nos tecidos do organismo para o fígado, para que este as possa eliminar. É por isso que a chamam de colesterol bom, mas acho que deviam mudar o nome para colesterol fofinho.

O colesterol só afeta as pessoas mais velhas
Durante muito tempo acreditei que só as pessoas da idade é que tinham problemas de colesterol. Mas não! Olhem para mim: 25 anos e entupida de colesterol, quem diria? Há inclusive um estudo do Instituto Nacional de Saúde, feito em 2015,que concluiu que 53% das pessoas entre os 35 e os 44 anos têm o níveis de colesterol elevado ou tomam medicação. Portanto, meus amigos, esqueçam lá isso de ser uma coisa só para os pais e para os avós, sim?

Temos colesterol alto porque comemos mal
É verdade que a alimentação que fazemos tem um impacto significativo nos nossos níveis de colesterol, mas até as pessoas com uma alimentação super saudável e cuidada podem ter os níveis mais altos. Isto porque o colesterol alto pode ser um problema hereditário que os nossos pais, avós ou até irmãos tiveram, em algum momento, e a genética, essa coisa maravilhosa, fez com que tivéssemos também. O meu pai sempre teve o colesterol elevado, mesmo sendo super cuidadoso com a alimentação, por isso acho que a mim também me saiu na rifa.

Não há cura para o colesterol elevado
Pessoa hipocondríaca como sou, acho que todas as maleitas que apareçam no meu corpo são para a vida e que nunca me vou desfazer delas. Acontece que, no caso do colesterol, a coisa até tem uma solução. Primeiro, tenho de deixar de ser uma lontra e começar a mexer este corpinho e fazer algum desporto. Segundo, tenho de deixar o vício do chocolate e outras gordices, uma verdadeira blasfémia e uma tortura, mas lá terá de ser. 

Depois, é começar a tomar um suplemento para ver se isto vai ao sítio. Na farmácia aconselharam-me a tomar o Arterin, um suplemento com levedura de arroz vermelho que é rica em Monacolina K, uma estatina natural que ajuda a manter e a estabilizar os níveis de colesterol. Basta um comprimido por dia para começarem a sentir algumas diferenças. 




Estima-se que o colesterol elevador cause um terço de todas as doenças cardiovasculares em todo o mundo. Só em Portugal, quase 70% da população tem níveis de colesterol iguais ou superiores a 190. A minha ideia não é assustar-vos, mas sim lançar aqui o alerta, porque isto  não é uma brincadeira e conceitos como enfartes, AVC, hipertensão ou diabetes também não. Vamos controlar esse colesterolzinho? Hmmmm?



Post em parceria com Arterin

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