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Brincar com os putos é uma seca

26.5.16

Tenho para mim que o título que escolhi para este post me valerá uma entrada directa no top das piores mães de sempre, um top eleito semanalmente por todas as mães espectaculares deste mundo, mães briosas e dedicadas, mães que fazem peças em barro e que nunca enfiaram uma fruta de boião pela goela dos putos, mães que têm todo o tempo do mundo (mesmo que isso implique morrer para a vida), mães que não elevam a voz, mães que tricotam camisolas, mães que brinca com os filhos... e gostam! Pois é, tenho péssimas notícias. Não só não sei tricotar nem fazer potes de barro, como de quando em vez lá marcha uma fruta de boião e, tragédia das tragédias, acho que brincar é uma seca de todo o tamanho. Em minha legítima defesa, acho que isso se deve a dois factores: por um lado, ter uma criança pequena que não consegue brincar mais de quatro minutos com a mesma coisa, tem a capacidade de concentração de um peixe, o que faz com que a maior parte do tempo que passamos "a brincar" seja passado a abrir caixas, a despejar o conteúdo de caixas, a arrumar tudo nas caixas, a abrir novas caixas, a despejar o conteúdo dessas novas caixas, e assim sucessivamente. Depois, porque é rapaz, e não há memória de haver uma brincadeira de rapaz realmente gira. Jogar à bola, brincar às lutas, percorrer a casa de joelhos atrás de carrinhos... desculpem lá, não é para mim. Gosto moderadamente de

A La Redoute enlouqueceu (mas em bom)

26.5.16


Um dos meus passatempos favoritos em miúda era receber o catálogo da La Redoute e perder horas em cada uma das páginas. Havia uma coisa que eu adorava fazer, um jogo imaginário chamado "se só pudesses escolher uma coisa", em  que ia página em página a fazer o exercício de só poder escolher uma peça em cada uma delas. Hoooooooras que eu ficava naquilo. Enfim, naquela altura, há mais de 20 anos, não havia tanta oferta de roupa como há hoje, por isso a chegada do catálogo da Le Redoute era todo um happening. E ainda hoje adoro recebê-lo, sentar-me no sofá com ele um par de horas sem ninguém me chatear. Bom, tudo isto para dizer que arranca hoje uma MEGA campanha da La Redoute, na qual todos os artigos do site estarão com 50% de desconto. Mas como assim? Todos, todos? Sim, todos, incluindo roupa de mulher, marcas e artigos de mobiliário e decoração. Não há condições especiais, não há letrinhas pequeninas, são mesmo 50% de desconto e La Redoute ainda oferece os portes. Se nunca experimentaram o site, parece-me que têm aqui uma oportunidade para o fazer. Se já por lá andaram, sabem que é super intuitivo e fácil de percorrerem, por isso só têm de ir até lá e aproveitar o mega desconto. Esta acção estará em vigor até 31 de Maio, por isso corram!

Então e como é que andam os meus noivos mais fofinhos? #2

25.5.16

Se é verdade que em torno do vestido da noiva há sempre o maior secretismo, não é menos verdade que em relação ao noivo o factor surpresa pode dar asneira. Da grande. Quando os noivos surpreendem, raramente é por bons motivos. Ou escolheram um fato acetinado, ou vão de castanho cocó, ou levam um gravetão azul-vê-se-da-lua, ou vão em branco integral, todo um conjunto de hipóteses de terror. Do noivo não se espera grande coisa, mas espera-se que cumpram os mínimos, que estejam à espera da noiva sem dar muito nas vistas, no seu fatinho básico que poderá ser rentabilizado e utilizado em muitas outras ocasiões. É só isso que têm de fazer, arranjar um fato discreto e esperar pela noiva, é pedir muito? Deixem-se de invenções, deixem-se de shots de criatividade, não escolham o dia mais importante da vida de uma mulher para a enervar, não se habilitem a que o dia do casamento seja recordado como aquele em que decidiram fazer uma crista de gel. Tenham juizínho e estejam sossegados. Foi exactamente esta a mensagem que transmiti ao meu homem na hora de tratar da farpela para o casamento. Como é óbvio, não o deixei ir às compras sozinho, não fosse dar-lhe um qualquer rasgo de loucura e ainda me aparecia na igreja tipo Roberto Leal. No way. Então lá fomos à Boss e lá veio ele para casa com um fato preto básico, super discreto, e que já foi utilizado variadíssimas vezes. Um óptimo investimento, bem vistas as coisas. "Então mas não tinhas confiança suficiente no homem para o deixar escolher sozinho?", estarão vocês a perguntar. Não, minhas amigas, não tinha, até porque não ponho as mãos no fogo por ninguém. E porque da mesma maneira que já vi mulheres com muito bom gosto a passarem-se da cabeça na hora de se enfiarem num vestido de noiva, também já vi homens "normais" enfiados em trajes que não lembravam ao menino Jesus. O factor "casamento" enlouquece as pessoas, por isso toda a precaução é pouca.

Acho que deve ter sido mais ou menos isto que a Inês pensou, e vai daí acompanhou o João à renovadíssima Dielmar das Amoreiras. Tenho a Dielmar por uma loja de confiança, com um óptimo atendimento, ultra personalizado mas, lá está, nunca fiando. E lá foram os meus lindos noivos tratar do assunto. Não sei

"To photograph: it is to put on the same line of sight the head, the eye and the heart"*

25.5.16
Há meio ano falei-vos aqui do curso que fiz, com o Tiago Figueiredo, e que mudou completamente a minha relação com a fotografia. Foi o primeiro e, de lá para cá, algumas coisas ficaram diferentes. Há um antes e um depois do curso, uma fronteira muito bem definida. Para já, porque deixei de ter medo de mexer na câmara, de explorar mundos e botões desconhecidos. Depois, porque com isso veio também a necessidade de saber mais. O curso do Tiago foi mesmo muito bom, como não sabia rigorosamente nada foi tudo ganho, mas o problema é que depois senti que não tinha sido suficiente. Ainda me faltava (falta) muita coisa. Precisava, sobretudo, de não parar por ali. E então comprei uma máquina nova, duas novas objectivas e fiz mais três cursos: o de Técnica Fotográfica, o de Composição (ambos no Instituto Português de Fotografia), e um de Workflow e Edição Fotográfica, com a Isabel Saldanha. Uma vez mais, e como sabia muito pouco, saí dos cursos a achar que tinham valido imenso a pena. Os do IPF têm uma carga horária mais pesada e são bastante mais técnicos. Pessoalmente, prefiro cursos com uma componente mais prática, que contemplem tempo para ver e pensar fotografia, mas para quem está a começar e quer aprender a técnica pura e dura, estes são perfeitos.  O da Isabel também foi fixe, mas só um dia é muito pouco para dominar Photoshop,  Lightroom, Camera Raw, Bridge, and so on. Valeu, sobretudo, por conhecê-la, é porreiríssima e de chorar a rir.
O problema disto tudo tem sido a falta de tempo para fotografar. Precisava de sair para a rua com a máquina, precisava de muita tentativa-erro, precisava de muita coisa para a qual não tenho disponibilidade. O que é uma merda. Vejo a prática reduzida aos eventos com amigos, em que basicamente fui agraciada com o título de "fotógrafa oficial", ou às viagens, quando as há. Tenho uma data de ideias e de projectos que não consigo pôr em marcha, porque tenho tantas outras coisas para fazer que a fotografia acaba por ir parar ao fim da cadeia alimentar de prioridades. E falta-me um olhar crítico, alguém que olhe para o que vou fazendo e que me diga o que pode ser melhorado, se há alguma espécie de evolução. Para os amigos está sempre tudo óptimo, mesmo aquelas fotos que, objectivamente, estão uma merda. Estou muito na fase de olhar para tudo e não gostar de nada, em cada foto só vejo erros. Enfim. Em Junho e Julho haverá um novo curso do Tiago, de Narrativa Fotográfica. Vão ser três dias para ver e fazer fotografia, que é precisamente o que me faz falta. Gostava muito, mas ainda não sei se tenho agenda. Se puderem, se gostarem, não deixem de ir. Não precisam de muita técnica (na verdade, não precisam de técnica nenhuma), só precisam mesmo de ir e aproveitar.


 * Henri Cartier-Bresson

Novidades fresquinhas #61

25.5.16
Que ponha o dedo no ar quem nunca se perdeu de amores por uma caixa de sombras mas fica sempre a achar que há ali um tom que está a mais e que podia perfeitamente ser substituído por outro mais giro. Pela parte que me toca, acontece-me... sempre. Não há nenhuma caixa que não tenha uns tons que já deram as últimas, paz à sua alma, de tanta utilização, e há outros que estão como novos.  Felizmente, alguém teve a ideia iluminada de nos deixar compor uma caixa de sombras à nossa escolha, com os tons que gostamos mesmo, que nos fazem falta, e que sabemos que vamos usar de certezinha. É precisamente isto que acontece na Inglot, que instituiu o Freedom System, caixas que personalizamos de acordo com as nossas necessidades. Pode ser só com sombras, mas também podemos incluir glosses, pós, blushes, bronzeadores e muito mais. Só têm de escolher a caixa e depois tudo o que querem lá pôr. Tudo isto a preços muiiiiiito simpáticos. 


As sombras da palete da imagem fazem parte da novíssima colecção Rise & Shine, com tons suaves e a pedir mais bronze do que maquilhagem.


Uma outra novidade são os batons HD Lip Tint Matte, que garantem cobertura total e um acabamento mate sedoso. Têm um efeito de longa duração, o que faz com que não vá ganhando manchas ao longo do dia. A colecção tem dez cores disponíveis, dos rosas aos vermelhos, passando por tons mais escuros e outros mais neutros.



Então e como é que andam os meus noivos mais fofinhos? #1

24.5.16

Pensavam que o Casamento Mais Doce estava esquecido? Não está, meus amigos, não está. Eu lá era capaz de me esquecer do evento do ano, do casamento que estará ao nível de uma boda monárquica (mas em melhor)? Pois que está tudo a correr sobre rodas, com a Inês e o João super atarefados a tratarem de todos os detalhes. É que apesar de terem a vidinha muiiiiito facilitada, há coisas que só faz sentido serem eles a escolher e a decidir. E nos próximos tempos irei mostrando aqui TUDO o que eles andam a fazer. Há algumas semanas foram conhecer a Quinta de São Martinho, onde terá lugar o grande evento, aiiiiii, que nervos, estou em pulgas e nem é nada comigo. Pois é, nesta primeira visita puderam já tratar de alguns detalhes importantes, como a prova do catering, com a Casca D'Ovo (das fotos que vi tinha tudo óptimo ar), os vinhos Maritávora que acompanharão a refeição e também o tipo de fotos e de álbum (oferta da Imagens com Sabor). É muito bom ver tudo a ganhar forma, vê-los tão empolgados com isto, e saber que estão prestes a concretizar o seu sonho. São só assim os mais fofinhos! >

Enfim, deixo-vos com algumas fotos da ida à Quinta:


Novidades fresquinhas #60

24.5.16
A espanhola BDBA chegou ao El Corte Inglés de Lisboa há um par de anos e é uma daquelas marcas para onde os olhos nos saltam logo. Porque tem brilhos, porque tem tachas, porque tem cor, porque tem estampagens,  porque tem vestidos e casacos de babar, e peças muito cool e numa onda meio boho. Quase nada na BDBA é básico ou só mais uma peça, tudo tem um factor distintivo. Agora a marca tem um novo corner no El Corte Inglés que merece MUITO uma visita. Se andam à procura de uma peça realmente diferente ou especial, this is the place. 

A Pipoca está loucaaa #134

24.5.16
Foi há poucos dias que falei aqui de férias e vocês partilharam comigo alguns dos vossos planos. Há quem vá para longe, há quem fique por perto, há quem só possa ter férias no fim do ano, há quem não tenha férias e só possa fazer uma escapadinha. A verdade é que não há formatos de férias perfeitos, cada um sabe de si e como gosta de aproveitar o tempo. Pois muito bem, para vos ajudar a ter umas férias mais preenchidas, eu e a Odisseias temos 15 giftcards de 10 euros cada, que poderão utilizar nas experiências de Verão Odisseias. Por exemplo, levar os miúdos ao Slide & Splash, fazer uma visita em família ao Badoca Park, passar uns dias num hotel junto ao mar ou, para os mais aventureiros, experimentar uma aula de parapente. Há uma data de experiências à disposição, só têm mesmo de escolher a que mais vos agrada.


Para se habilitarem, só têm de: 

Então e como é que foi o roast à SIC Radical?

24.5.16

Agora que já passaram praticamente duas semanas sobre o feito e que já recuperei os nervos perdidos, penso que posso dizer que correu bem. Que é o mesmo que dizer que não correu mal de todo. Ou que estava à espera que a desgraça fosse maior. Ou que não acabei vaiada e a levar com um tomate nas fuças. Tendo tudo isto em conta, foi óptimo. Não sei se expliquei aqui da outra vez, mas um roast é um espectáculo de humor particularmente agressivo em que se escolhe uma pessoa que será a vítima das melhores-piores piadas de um painel de convidados composto por humoristas e não só (veja, por exemplo, o roast ao Justin Bieber). Para além disso, todos os convidados têm também de fazer piadas uns aos outros, e não são propriamente mimos elogiosos, do género "amiga, esse cabelo hoje está o má-xi-mo" ou "que loucura de sapatos são esses?". Nada disso, quem lá vai sabe que está ali para dar e para levar, não há cá meiguice. Desta vez, a vítima do roast foi a SIC Radical, a propósito do seu 15º aniversário. Os convidados, para além de mim, foram o Rui Sinel de Cordes, o Salvador Martinha, o Carlos Coutinho Vilhena, o Dário Guerreiro, o Guilherme Fonseca, a Luísa Barbosa, o Hugo Sousa, o Jel, a Rita Mendes e o Pedro Boucherie Mendes. Quando me ligaram

Todos os caminhos vão dar a Aveiro

23.5.16

                                   

No ano passado marquei presença na corrida da Bosch, em Aveiro, uma das várias iniciativas de angariação de fundos para a minha Maratona Solidária. Chovia como tudo, mas adorei correr em Aveiro, ia tão feliz que bati o meu recorde dos dez quilómetros. Este ano, infelizmente, não vou conseguir marcar presença, mas não deixei de comprar um dorsal. Porque mesmo não podendo ir, é importante não esquecer o cariz solidário desta prova, em que todo o valor angariado reverte para a Fundação do Gil e para três IPSS locais (Centro Social Nossa Senhora da Nazaré, Centro Social e Paroquial Nossa Senhora de Fátima e Fundo Social da Universidade de Aveiro). Se puderem não deixem de ajudar. Para além da corrida de 10 km há também a caminhada de 4k. Podem inscrever-se aqui até amanhã.



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