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Os Anjinhos estão de volta. E a voar!

sexta-feira, outubro 19, 2018


Eu sei que ainda parece meio cedo para começar a falar do Natal, mas a partir do momento em que já instalaram as luzes na minha rua, penso que a temática pode ser abordada. Até porque, dentro do assunto Natal, há coisas que merecem MUITO ser faladas. É o caso dos Anjinhos de Natal do Exército de Salvação. Para quem já me segue há alguns anos, isto não é propriamente uma novidade. Assim como não é novidade a paixão assolapada que tenho por esta iniciativa solidária.

Uma vez mais, e pelo segundo ano consecutivo, tive o imenso privilégio de ser convidada para dar a cara por este projecto. Uma tarefa mesmo muito fácil, porque não há como não adorar os Anjinhos e estar sempre a falar disso. A sério, sou uma chata dos Anjinhos, passo a vida a evangelizar toda a gente. Para quem nunca ouviu falar, os Anjinhos de Natal são um projecto que tem como objectivo oferecer um presente de Natal a crianças de famílias carenciadas devidamente sinalizadas. O gesto é muito simples, mas pode fazer toda a diferença na vida de uma criança que, de outra forma, dificilmente poderia receber um presente na noite de Natal. Claro que não é só disso que esta época trata, é sobretudo de amor, mas eu acho que este é mesmo um gesto  muito bonito. E o amor também é isto: dar a quem tem menos.

Quem quiser adoptar um ou mais Anjinhos só tem de ir ao site e submeter o seu pedido. Depois, receberá as informações da "sua" criança (idade, sexo e brinquedo que deseja receber) e tem até 26 de Novembro para entregar o presente e uma peça de roupa (por correio, num dos muitos pontos de recolha espalhados por todo o país ou através da Chronopost). No ano passado muita gente me perguntou que tipo de brinquedos as crianças costumam pedir, por terem medo que fosse algo demasiado caro e inacessível. Regra geral, são coisas simples, nunca me calhou nenhum pedido exorbitante, o mais caro talvez tenha sido um leitor de MP3. Também há muita gente que pergunta se pode saber a identidade do seu Anjinho ou até mesmo conhecê-lo. A resposta às duas perguntas é não, por uma questão de respeito pela privacidade da criança e da família. E até porque a ideia é que o presente lhes seja entregue pelos pais, como se tivessem sido eles a oferecer.

Este ano os Anjinhos de Natal farão chegar presentes a 3488 crianças e só ontem, dia em que o projecto foi lançado, foram adoptadas quase 800. É muito comum as pessoas queixarem-se de que não conseguem adoptar um Anjinho mas... não há grande coisa a fazer. Eu pus um alerta no telemóvel e tratei logo do assunto, porque mesmo sendo madrinha do projecto ninguém me facilita a vida. =) E já estou aqui ansiosa à espera de receber notícias dos meus Anjinhos. Juro que são os presentes de Natal que mais gozo me dão comprar, porque tenho a certeza absoluta que farão alguém mesmo, mesmo, mesmo feliz.

Posto isto, despachem-se, porque os Anjinhos voam mesmo!


O pipi precisa de amigos

quarta-feira, outubro 17, 2018


Para comecinho de conversa, não me venham cá chatear por usar a palavra "pipi". Eu sei que há nomes tecnicamente mais apropriados, mas são chatos  (e feiosos), por isso ao longo deste texto será sempre "pipi" para cá e "pipi" para lá. Entendidos? Então adiante. Ora muito  bem, não é a primeira vez que eu uso este nobre espaço para vos falar deste assunto, mas como é tão importante e como ainda há tanto a fazer sobre isto, aqui vamos nós outra vez falar de higiene íntima feminina. Podem estar para aí a revirar os olhinhos, mas a verdade é que é mesmo preciso falar disto. E porquê? Porque vocês não andam a tratar bem do vosso pipi. Sim, digo vocês porque eu não me insiro no pacote. Por aqui, o meu pipi tem praticamente direito a honras de Estado, minhas amigas, é tratado quase tão bem como um poodle de competição.

Mas nem toda a gente pode dizer o mesmo. Não quero estar aqui a ser queixinhas, mas sabiam que, em Portugal, só 40% das mulheres é que usam um produto específico para a higiene íntima? Ah, pois é. E não deixa de ser curioso. Nós, mulheres, somos aqueles seres que conseguem usar mais ou menos uns 378 produtos no banho. Ele é champô, ele é amaciador, ele é máscara de cabelo, ele é esfoliante, ele é gel de banho, ele é óleo, ele é tudo e mais alguma coisa, mas depois do pipi ninguém pensa, se for preciso até com sabão azul e branco o lavam! Tss tss tss. Grande erro, porque estamos a falar de uma zona com necessidades específicas e os produtos que normalmente usamos tendem a ser mais agressivos, o que pode destruir a camada protectora natural e alterar o pH. E, acreditem, no dia-a-dia já temos uma data de coisas que contribuem para desequilibrar o "pH pipizano", que é diferente do do resto do corpo. Por exemplo, a pílula, o exercício físico e a transpiração, as idas à piscina, as alterações hormonais provocadas pelo período (assim como o uso de tampões e pensos) e, claro, as marotices que praticam com os vossos maridos/mulheres/namorados/namoradas/amantes/amigos coloridos/o que seja. Tudo isto pode provocar irritações, corrimentos e infecções. Querem isso? Hmmmm? Querem? Querem? Querem? Não, claro que não.

É por isso que, no título, digo que "o pipi precisa de amigos". Estavam a pensar noutro tipo de amigos, não era, suas marotonas? Pois, não é isso. Estou mesmo a falar de produtos específicos e que ajudam a prevenir potenciais problemas. Cá por casa usa-se (quer dizer, eu uso) o gel Lactacyd Íntimo já há bastante tempo, é que nem me passa pela cabeça usar o gel de banho normal. Quando tenho mesmo, mesmo de o fazer (tipo, quando acaba ou em viagens, quando me esqueço de o levar), quase que ouço o pipi a gritar "O QUE É QUE ESTÁS A FAZER, MULHER DE DEUS?????". Sinto-me mesmo desconfortável. Mas a gama Lactacyd oferece soluções para praticamente todas as fases da mulher. Por exemplo, o Sensitive para as adolescentes, o Antiséptico para usar durante a gravidez, o pós-parto ou em situações de risco acrescido de infecções, o Hidratante para usar na menopausa ou em situações de desconforto associado a secura vaginal, o Suavizante para ajudar no tratamento de infecções vaginais, e ainda os toalhetes, para usar em qualquer lugar.

Como vêem, é fácil manter o pipi asseadinho e protegido, basta criarmos esse hábito. Entreguem o vosso pipi à Lactacyd (salvo seja), que se há marca que percebe do assunto é esta. Ou não andasse a investigar o assunto há mais de 60 anos e não fosse a mais vendida em Portugal. Eu que saiba que andam a lavar o pipi com o vosso gel de banho de baunilha com confettis e purpurinas. EU-QUE-SAIBA!

Post em parceria co Lactacyd

Novidades fresquinhas #86: linhas ecológicas Samsonite

quarta-feira, outubro 10, 2018
Nos dias que correm andamos todos muito mais atentos àquilo que consumimos. E ainda bem. Regra geral, as pessoas têm cada vez mais preocupações ambientais, estão cada vez mais informadas e procuram gerar o menor impacto possível no planeta. Pelo menos, é nisso que quero acreditar. Veja-se, por exemplo, o combate ao plástico. Pelo menos à minha volta vejo muita gente preocupada com isso. Verdade que é um passo pequeno, mas é um passo, é um sinal de que, aos poucos, as coisas estão a mudar e os consumidores estão mais interessados nos processos de produção e na forma como as coisas lhes chegam às mãos.

Felizmente, muitas marcas já acompanham esta preocupação e também procuram recorrer a métodos de produção mais amigos do ambiente, reciclando e/ou reaproveitando materiais. É o caso da Samsonite, que acaba de lançar duas novas linhas de malas de viagem ecológicas, a S'Cure Eco e a Spark SNG Eco. Na verdade, isto não é propriamente uma novidade na Samsonite. Nos seus mais de 100 anos de história, a marca sempre esteve ligada a acções de responsabilidade social, nomeadamente na área ambiental, promovendo a redução de desperdícios e dos gastos energéticos nas suas fábricas, ao mesmo tempo que recicla muitos dos materiais usados no processo de fabrico (cartão, paletes, etc).

Estas duas novas gamas vêm reforçar a importância que a Samsonite dá ao tema. Na gama S'Cure Eco, todas as malas são produziadas à base de polipropileno resultante do processo de fabrico (cerca de 85%). O logótipo, a etiqueta de identificação e a pega são também resultantes do aproveitamento de desperdícios de madeira, enquanto o forro interior é 100% proveniente de garrafas de plástico pós-consumo.

Quanto à linha Spark SNG Eco, é 100% produzida em têxteis projectados a partir de garrafas PET recicladas pós-consumo, e a cortiça usada para as pegas, logótipo, etiqueta de identificação e protecção traseira é uma alternativa consciente. O resultado é uma gama resistente, prática e funcional.









Post em parceria com a Samsonite

Ir à luta

quarta-feira, outubro 10, 2018

Há dois dias fui com a Sónia experimentar uma aula de Miss Fight no 1Fight. Andava curiosa com os relatos dela e pedi-lhe que me avisasse quando fosse novamente, para ir com ela. Adiei uma ou duas vezes, mas na segunda lá me enchi de coragem. À primeira vista o ambiente é meio assustador, só se vê uma fila enorme de sacos de boxe pretos, aquilo intimida. Em silêncio, comecei a rezar pelos meus dentes. Era só isso que queria, preservar os dentes, pelo menos os da frente. A Sónia já tinha avisado que a aula era durinha e ainda estávamos nós à conversa quando alguém disse "olhem que já começou". Oi? Já começou? É verdade, o resto da malta já tinha ido largado a correr para a rua, e nós ali a fazer o que sabemos fazer melhor: blá blá blá.

O que se seguiu depois dessa corridinha foi uma hora do demo, sem parar: socos no saco (muitos, tantos, com as mais variadas intensidades), agachamentos (para aí três milhões), saltos, abdominais, mais corrida... As aulas de Miss Fight são treinos de alta intensidade, exclusivamente destinados às mulheres, que misturam técnicas de desportos de combate com exercícios de tonificação. E ainda a pessoa estava a tentar recuperar o fôlego de um exercício e já a professora estava a gritar para passarmos para o próximo. Que inferno. Muita asneira disse eu. E muita vontade tive eu de enfiar um soco no olho da Sónia por me ter arrastado para ali. A parte dos socos é, na verdade, bastante terapêutica. Estar ali a esmurrar um saco é meio caminho andado para esvaziarmos a cabeça de todas as merdas que nos consomem. E quando me sentia sem força e já ali no limite da desistência, pensava em mais alguma coisa que me chateia e pumba!, lá vai mais um murro.

No final estava de rastos, mesmo. Tinha pensado voltar a pé para casa mas achei que era mais sensato enfiar-me num Uber do que arrastar-me rua fora. Ainda assim, já estava a combinar com a Sónia quando é que seria a próxima vez. Senti que mexi todos os músculos do corpo e apesar de, dois dias depois, ainda estar um bocado dorida. quero mesmo repetir a dose. E experimentar outras aulas. O 1Fight é um clube de luta, mas não é um clube de luta. Isto agora ficou um bocado complicado. Ou seja, tem uma data de modalidades de luta (Krav Maga, Jiu Jitsu, Kickboxing, Muay Thai, MMA), mas não tem o ambiente típico dos clubes de luta. Acreditem, eu já andei num, assim meio bas-fond, e aquilo era um bocado assustador. Pelo sítio e pelas pessoas que lá andavam (para aí 99,8% homens que parecia que iam largar à chapada a qualquer momento).

No 1Fight o ambiente é super descontraído e, além das tais aulas mais voltadas para a luta, há várias outras: Crossfight, Jungle, One Bike, TRX, Judo, Ioga, Mobility, etc e tal. E, claro, o ginásio propriamente dito, onde podem treinar livremente. Como tenho feito os meus treinos sozinha, com a aplicação, acho que as aulas de grupo são um bom complemento. E como cheguei ao fim com a dentição completa, é mesmo para repetir.


"Adoro fazer mudanças". Oi??????

terça-feira, outubro 09, 2018

Mudar de casa é horrível. Não me lixem, é H-O-R-R-Í-V-E-L! Desconfio sempre de pessoas que dizem que adoram fazer mudanças, acho sempre que são as mesmas que adoram tirar sangue e que são grandes apreciadoras de uns pezinhos de coentrada. Medo de vocês, pessoas, medo! Eu olho à minha volta e tenho vontade de largar a chorar, tendo em conta a empreitada que tenho pela frente. Já fizemos muita coisa, mas ainda falta outro tanto. Ou mais. E eu sou a rainha da procrastinação, tudo me parece mais interessante do que enfiar a vida em caixotes. Até o consultório do Quintino Aires eu dei por mim a  ver esta manhã. Penso que está explicado o meu nível de desinteresse pelo tema "mudanças".

Mas pronto, agora não há volta a dar. A casa está comprada, está pronta, por isso temos mesmo de nos pôr na alheta. Mas há aqui vários problemas. O primeiro, e talvez o maior de todos, talvez seja o facto de nos irmos mudar para uma casa com metade do tamanho. Pois, é verdade. Como é que conseguimos essa proeza? Simples, vamos passar de um

I just wanna make you Sweat

segunda-feira, outubro 08, 2018
Oito meses foi o tempo que eu demorei a voltar a fazer exercício depois de o Mateus nascer. Um dia achei que chegava, que tinha atingido o limite da minha lontrice, e então peguei em mim, arranjei um PT e tratei de tentar recuperar o corpo perdido (que nunca tinha sido grande coisa, mas que estava muitíssimo pior depois da gravidez) Um ano e pouco depois disso estava a correr a minha primeira maratona, nunca na vida me tinha sentido tão em forma. Decidi que numa segunda gravidez outro galo cantaria. Imaginava-me a comer de forma saudável ao longo de nove meses, a fazer exercício, a levar uma vidinha mais regrada. Ah ah ah ah ah ah, as coisas que uma pessoa inventa. É claro que não tive cuidado nenhum, comi tudo o que me apeteceu e não mexi o rabo um segundo. Ter uma gravidez de risco foi mesmo a desculpa perfeita, tipo "ahhhhh, eu queria muito exercitar-me, mas não vai dar, a médica não deixa". E assim se passaram sete alegres meses.

Mas depois, claro, a criança nasce e a pessoa percebe que os quilos a mais que decidiram ficar a habitar no nosso corpo tiveram muito mais a ver com os maus hábitos do que com a gravidez propriamente dita. E que é chegada a hora de

Socorro, estou em mudanças!

quinta-feira, outubro 04, 2018


Meus bons amigos, eu sei que vocês passam a vida a reclamar a minha presença aqui no blog, mas eu sou pessoa que acha boa ideia meter-se em 452 coisas ao mesmo tempo e, geralmente, isso resulta em CAAAAOOOOOS! Pois é, como achei que era pouco ter um bebé em casa, ainda estou a preparar coisas assim mesmo espectaculares para o blog e além disso... vou mudar de casa. É verdade. Não me consigo lembrar de nada mais giro para fazer do que estar a organizar uma mudança tendo um bebé de dois meses. A minha casa, neste momento, assemelha-se bastante a um cenário de guerra, com coisas espalhadas por todo o lado, caixotes empilhados, cenas para dar, cenas a que não sei o que fazer... SOCORROOOOOO! 

Andei a procrastinar uma data de tempo, sempre naquela do "ah, isto faz-se com calma" e, de repente, a data da mudança está aí e a calma já se foi toda. Já estou a fazer tudo sob pressão, como é costume. Esta não é a primeira vez que mudo de casa, mas sem dúvida que vai ser (está a ser!) a vez em que me dá mais trabalho, porque vou mudar para uma casa com metade do tamanho e tenho de proceder a um criterioso processo de selecção. Vou mesmo ter de praticar o desapego, não há nada a fazer, mas até é bom, estou numa de me livrar de tudo o que está a mais. E, pelo meio, estou a tentar não ficar maluquinha com o processo. A única coisa que me anima nesta altura é pensar na casa nova e em como ficará lindona, porque se me ponho a pensar na confusão que para aqui vai atiro-me para o chão a chorar e só me levanto lá para Dezembro. 

Eu não sou grande coisa a planificar, por isso, quando tenho pela frente uma empreitada destas, nunca sei muito bem por onde começar. Pensei em dedicar-me todos os dias a uma divisão, mas não só percebi que um dia não chega como, de repente, já dou por mim a saltar para outra divisão qualquer. Sou muito dada à dispersão. Mas estou mesmo empenhada em fazer isto com método e aos poucos. Como a casa nova já está pronta, decidimos começar a levar coisas aos poucos para não termos de fazer uma mudança gigantesca e para aliviarmos um bocadinho a confusão no sítio onde ainda estamos a viver. Mas também precisamos de ter a casa nova já minimamente organizada quando formos para lá. E é aqui que entra em cena uma descoberta espectacular chamada Calculadora de Carga Avis.

Ora bem, quando a pessoa já tem muita coisa encaixotada e até alguns pequenos móveis ou electrodomésticos que podem ir andando para a casa nova, tem duas soluções: ou tenta enfiar tudo no seu próprio carro e faz mais ou menos 250 viagens entre a casa antiga e a casa nova, ou recorre ao aluguer de uma carrinha específica para o efeito. Mas... como saber o tamanho da carrinha? Não podia ser mais simples: entramos no site da Avis, vamos à Calculadora de Carga e depois só temos de escolher o tipo e a quantidade de coisas que queremos carregar. Por exemplo, o número de caixas e a dimensão das mesmas, o tipo de móveis, os electrodomésticos, etc e tal. Vamos acrescentando tudo e, no final, a Calculadora estima o peso e indica qual a carrinha mais indicada para a nossa mudança. Não é espectacular? Eu acho. Depois é só ir buscá-la à oficina Avis que nos der mais jeito. 

Quando a Avis me convidou a experimentar o serviço achei que não podia ter calhado em melhor hora, foi uma super ajuda. Há nove tamanhos diferentes de carrinhas e no nosso caso - e apesar de termos mesmo muita tralha - não precisámos da maior de todas, ficámos ali por um tamanho intermédio. E em duas viagens conseguimos despachar muita coisa, entre roupa, brinquedos, louças e pequenos móveis. É um pequeno passo para o mundo, mas um grande passo para a nossa mudança de casa! Acho mesmo que este serviço pode dar um jeitão a quem também está passar por este pequeno calvário, ou para quem, pontualmente, precisa de transportar coisas. E tenho para mim que ainda vou voltar a usá-lo nesta mudança.


Post em parceria com a Avis

Experimentei e vai que gostei #22

quinta-feira, outubro 04, 2018

1- A busca da base perfeita é um pequeno drama da vida moderna, não é? Há uma ou duas de que gosto muito, mas sempre que há uma novidade no mercado eu gosto de experimentar, não vá dar-se o caso de ser uma descoberta incrível e sem a qual não posso viver. A mais recente experiência foi a novinha-em-folha base supermate da quem disse, berenice? que, para mim, marca pontos por ter uma fórmula livre de óleo, deixar a pele sequinha e sem brilhos (odeio brilhos), ser fácil de aplicar e ter um preço acessível (11,90€). Não é uma base com muita cobertura, mas aguenta bem ao longo do dia. Ah, e está disponível em vinte tons.

2- Ora bem, fui um bocado enganada com este creme. Verdade seja dita, eu é que sou burra, sou tipo aquelas pessoas que não lêem as letrinhas pequenas do contrato, ficam-se só pelas gordas. Ora eu li "Brazilian BumBum Cream" e assumi, ingenuamente, que era um creme para o dito do bumbum, por isso estava só a aplicá-lo nessa zona. Esperava conseguir um rabo brasileiro, daqueles tão empinado que quase tocam no pescoço. Mas não, vai-se a ver e este é um hidratante para o corpo todo e sem qualquer acção refirmante. Buuuuuuuuuu! Mas depois cheira tão, tão, tão, tão, tão, tão mas tão bem e deixa a pele tão suave que acho que posso dizer, com propriedade, que experimentei e gostei. Aliás, é o hidratante que estou a usar actualmente. Vende-se exclusivamente na Sephora e o tamanho mais pequeno (150ml) custa cerca de 30 euros.

3- Já não fazia exercício há uma vida, mas agora que voltei deparei-me com um flagelo que já tinha apagado da minha memória: conseguir alguma coisa que prenda bem o cabelo. Eis que descobri cá por casa uma fita que me tinham enviado, da Invisibobble. Chama-se Multiband e é uma fita com elástico incluído. Ou seja, a parte preta faz de fita e a parte transparente faz de elástico. E, juro-vos por todos os santinhos, não sai do lugar. Podem saltar, correr, rebolar, dar cambalhotas, que ela fica sempre ali firme e hirta. Podem encontrá-la em farmácias e parafarmácias e custa 4,95€


Vamos poupar energia. É uma ordem!

terça-feira, outubro 02, 2018

Cá em casa eu sou uma verdadeira nazi da electricidade. O que é que isto significa? Que boa parte dos meus dias são passados a berrar "quem é que deixou esta luz ligaaaaaadaaaaaaaaa?". Ando sempre a desligar luzes pela casa toda, sou absolutamente controladora, e acho que há poucas coisas que me irritem tanto como chegar a casa, ver uma luz ligada numa qualquer divisão e não estar lá ninguém. Juro que não percebo isto. Para mim sair do quarto, ou da sala, ou da cozinha e desligar a luz é tão natural como entrar no carro e pôr o cinto de segurança, por isso não me entra na cabecita que isto não seja um procedimento normal para TODA a gente. Mas pronto, se calhar sou só eu que moro com as pessoas mais despassaradas do país. Ou então é porque a conta da luz está em meu nome e sou sempre eu a primeira a bater com os olhinhos na pequena fortuna que temos para pagar a cada mês.

Eu acho que, genericamente, toda a gente gostaria de gastar menos em electricidade. Uma boa fatia do orçamento familiar vai directamente para isso e estima-se que 7,3% dos portugueses têm atrasos nas facturas de energia (um número que sobe para os 15,5% em solteiros com crianças). Mas, verdade seja dita, será que estamos a fazer tudo o que podemos para poupar? É porque eu acho que não estou. E nem é por desinteresse, é mesmo por não saber como o fazer ou nunca me ter informado devidamente sobre o assunto. Percebi isto na semana passada, no lançamento da iniciativa "Gaste menos em energia... e mais em si", promovida pela Comissão Europeia. Quando me passaram para as mãos um papel com dicas sobre poupança de energia, percebi que não sabia nada do assunto. E, pior, que há várias coisas muito simples que podem ser feitas. Querem alguns exemplos?

- Se evitarmos o modo stand by dos aparelhos podemos poupar até 50€ por ano;
- De cada vez que abrimos o forno quando ele está ligado, gastamos 20% do calor e energia;
- Por cada grau centígrado que reduzimos no ar condicionado, estamos a aumentar o consumo de electricidade em 11% (whaaaaaattt?? Fiquei chocada com esta);
- As ventoinhas de tecto podem reduzir a temperatura até 5 graus e gastam muito menos electricidade;
- Quando compramos um novo electrodoméstico devemos olhar atentamente para a etiqueta de energia EU. Os equipamentos mais bem cotados podem ser até 60% mais eficientes.

Enfim, são apenas alguns exemplos, mas já fazem bastante diferença. Esta e muitas outras dicas podem ser descobertas no roadshow "Eficiência Energética", que já passou por diversos países,  que já esteve no Parque das Nações e que rumará ao Porto de 4 a 8 de Outubro. Levem os miúdos e aprendam, em família, a poupar energia, porque isto tem impacto não só na factura, mas também na climatização das vossas casas e, claro, no meio ambiente. Em Portugal, cerca de 20% dos cidadãos não conseguem manter as suas casas devidamente aquecidas, e isto pode ter a ver com coisas como mau isolamento das portas e janelas, humidade ou inflitrações, o que faz com que se vejam obrigados a consumir mais energia. Nesta exposição itinerante, que acontece dentro de um camião que funciona como uma casa interactiva, podem aprender sugestões de eficiência energética nas paredes interactivas,  e participar em concursos e outras actividades educativas. Saibam mais aqui e vão estando atentos ao meu Instagram, que partilharei por lá mais algumas dicas úteis sobre este assunto. 




Quartos para estudantes: está tudo doido

quarta-feira, setembro 19, 2018
Quando me candidatei à faculdade escolhi todas as opções de jornalismo que havia no país. Eram cinco, por isso a sexta hipótese foi para a faculdade de Direito de Lisboa. Não era exactamente o que queria mas, se tudo o resto falhasse, era uma opção a considerar, até porque não ia ficar parada um ano. Entre as opções de jornalismo, algumas eram fora de Lisboa. E, apesar de eu querer entrar para a Nova, até não me desagradava a ideia de ir para outra cidade e sair um bocado da asa dos pais. Mas não gostava de saber que isso ia representar mais um encargo para eles Acabou por não ser preciso: entrei na Nova, fiquei em Lisboa, correu tudo pelo melhor. Posto isto, não tenho bem ideia de como funcionava o mercado de arrendamento de quartos na altura. Tinha várias amigas de fora de Lisboa, umas partilhavam quartos, outros tinham casas só para elas, mas acho que era uma coisa relativamente tranquila e com valores acessíveis qb. Muiiiiiito longe do cambalacho de hoje em dia.

Nos últimos tempos saíram imensas notícias sobre a loucura que é conseguir arrendar um quarto, sobretudo em Lisboa. Os preços dispararam completamente

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