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A Pipoca está loucaaa #217

terça-feira, outubro 17, 2017
Perdoem-me a modéstia, mas a rubrica "A Pipoca está louca" é, provavelmente, a minha preferida aqui no blog. Eu sei que muita gente se queixa que nunca ganha nada, mas há milhares de participações em cada passatempo, por isso não é fácil. Mas dar a oportunidade, todas as semanas, de fazer uma ou várias pessoas felizes, também me deixa feliz. Às vezes são coisas mais simples, outras vezes são coisas mais txanan, mas ter sempre alguma coisa para vos oferecer aquece-me um bocadinho o coração. Ora esta semana tenho mais um daqueles passatempos que eu acho mesmo, mesmo fixes. E que, sobretudo, podem dar muito, muito jeito a alguém.

Enfim, deixemo-nos de conversa, passemos à acção. Esta semana, em parceria com Whirlpool, tenho para vos oferecer uma Fresh Care+, uma máquina de lavar que cuida da roupa mesmo após o fim do ciclo. Oi? Como assim? Então quando a máquina pára de trabalhar a roupa não fica lá sossegada e encolhida, à espera que um humano se lembre de a recolher? E quantos de nós não sofremos dos nervos quando nos lembramos que a roupa já está ali há um par de horas, cada vez mais amolgada e a ganhar cheiros desagradáveis? Exacto, foi mesmo para isso que nasceu a FreshCare+, que faz com que não seja preciso ir a correr assim que a máquina termina o ciclo. Isto porque, durante seis horas, o tratamento Fresh Care combina vapor e movimentos alternados que impedem a proliferação de bactérias e de odores, preservando a frescura da roupa. Boas notícias, certo?



Mais coisas que precisam de saber: a Fresh Care + tem 14 programas diferentes, desenhados para corresponder a toda as necessidades que possamos ter com a nossa roupa, seja ela mais resistente (gangas, algodões), seja ela mais delicada (sedas, lãs). Isto faz com que haja um cuidado perfeito das cores e das formas da roupa. A máquina tem também o sistema SoftMove, que faz com que as roupas se movam espaçadamente dentro da máquina, para uma melhor absorção do detergente. O resultado é uma lavagem mais eficaz, mesmo a uma baixa temperatura.  Outra coisa interessante é a opção Clean+, que permite personalizar o ciclo de lavagens de acordo com o nível de sujidade as necessidades de limpeza. Assim de repente, estou-me a imaginar a fazer uma máquina só com roupa do Mateus e a indicação "MUITO, MUITO, MUITO SUJA". A Fresh Care tem ainda um motor silencioso, altamente eficiente e que permite uma poupança de energia até 30%.

Só bons motivos, certos? Então aqui vai mais um. A Whirlpool está a desenvolver uma parceria com a Rituals Cosmetics por isso, e até Dezembro, na compra de uma FreshCare+ ganham um kit de cuidados da Rituals, composto por quatro produtos: o óleo Fortune 200ml, o creme de corpo Touch of Hapiness (70ml), a Espuma de Duche Happy Buddha (200ml) e o esfoliante Good Luck Scrub (125g).

E é isso que temos para oferecer esta semana: além da máquina FreshCare+ ultra espectacular, o vencedor recebe também o kit da Rituals.Yeaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhh. Se estavam a precisar de uma máquina de lavar roupa ou de reformar a vossa, têm aqui uma óptima oportunidade.

Para se habilitarem só precisam de:

Pedrógão não serviu para nada

segunda-feira, outubro 16, 2017

Depois da tragédia de Pedrógão achei, sinceramente, que Portugal jamais teria de assistir a um horror semelhante. Depois de 65 pessoas terem perdido a vida nos incêndios achei, tão sincera quanto ingenuamente, que não voltaríamos a passar pelo mesmo. Que a consternação, os lamentos, a indignação, os eternos inquéritos, os períodos de reflexão, serviriam para alguma coisa. A tragédia de Pedrógão só podia ter servido para isso, para que os erros não se repetissem. Mas passaram quatro meses (não foram quatro anos, não foram quatro décadas, foram quatro MESES) e voltamos a estar perante  o mesmo cenário. Adormeci à uma e tal da manhã, já com três vítimas mortais contabilizadas, e de repente acordo e já vamos em 29. Estou tão estupefacta como há quatro meses. Mentira, estou mais, porque não me passou pela cabeça que esta merda fosse possível. De novo.

Há vidas perdidas. Há famílias destruídas. Há quem tenha perdido tudo. Há património florestal que é de todos e que levará anos e anos a ser recuperado. Há bombeiros de rastos, com poucos meios, a lutarem até à exaustão. Há um país cheio de medo e que começa a perceber que está completamente sozinho e desprotegido. E há a atitude absolutamente leviana de quem manda nisto. Eu já nem peço soluções, que parece que isso é pedir muito, só peço um bocadinho de empatia, de tacto, de humanidade. É o secretário de Estado da Administração Interna que diz que "não podemos ficar à espera que apareçam os nossos bombeiros e aviões para resolver o problema", é o Primeiro-Ministro que diz que "não há soluções mágicas" e que situações destas se irão repetir (aproveitando para fazer campanha e apontar o dedo aos governos anteriores), é a ministra da Administração Interna que, quando não está em modo anémona está a dizer que "sim, se calhar o mais fácil era demitir-me e ter as férias que não tive, mas isso não resolve nada".. . férias? É mesmo essa a prioridade neste momento? A sério, vão todos para o caralho. 

Perdi a paciência e a boa vontade: VÃO TODOS PARA O CARALHO. Parem de gozar com a nossa cara, parem de assobiar para o ar, parem de fazer com que tudo pareça normal, aceitável, inevitável,  parem de dizer que estamos perante "uma situação excepcional" (outra??), parem de dizer que estão a fazer todos os possíveis, porque já se percebeu que "todos os possíveis" são manifestamente insuficientes. Enfiem-se no meio de uma floresta a arder, ponham a vossa família, a vossa casa, o vosso terreno, toda a vossa vida em risco, e depois repitam para vocês mesmos essas merdas que andam a dizer. Que não se pode estar à espera dos bombeiros, que têm de ser vocês a pegar numa mangueirinha e a tentar travar o incêndio, que não há soluções mágicas, que é o salve-se quem puder. 

A sério, façam essa experiência. Ou tenham só a humildade de dizer que erraram a toda a escala, que são uma vergonha no que toca a prevenção e a planeamento florestal, que são uma vergonha no que toca ao tratamento dado a criminosos que ateiam fogos, que são uma vergonha nos meios dados aos bombeiros e na forma como os tratam, que são uma vergonha na formação dada às populações, que o SIRESP se tornou uma comédia, que a forma como o apoio às vítimas chega tarde e a más horas. Já não esperamos nada, mas um pedido de desculpas era capaz de cair bem. Só isso. E que depois, se ainda conseguirmos, comecemos a reerguer-nos. 

Foto: LUSA/Paulo Novais

Fui (quaaaaase) vegan por um mês e sobrevivi

sexta-feira, outubro 13, 2017

Foi há uns meses que uma das minhas cunhadas, vegan, me sugeriu que visse uns documentários sobre alimentação. Não tenho grande paciência para estas temáticas, menos ainda para correntes altamente fundamentalistas, mas dei o braço a torcer e lá vi o documentário. Houve várias coisas que me fizeram sentido, nomeadamente o facto de todos nós andarmos a comer muito mais proteína do que aquela que efectivamente precisamos para a nossa sobrevivência, e sugeri que lá em casa se começasse a fazer o esforço de ingerir menos proteína animal. Não cortar radicalmente, mas comer menos e, já agora, melhor. Verdade que nunca se comeu muita carne, basicamente só comprava frango e peru, mas depois há sempre aquele jantar que mete bifes, ou aquele domingo em que se a mãe faz cozido, ou, ou, ou, ou. No meio de tantas excepções, vai-se a ver e comemos carne com fartura. E peixe igual.

O homem, mais dado a radicalismos, no dia seguinte ao documentário cortou com tudo: carne, peixe e derivados. E assim se manteve até hoje, muito feliz com a sua decisão. Eu achei aquilo uma loucura, lá era capaz de deixar o meu peixinho, e a minha carninha, e o meu queijinho e os meus iogurtes. Na na na. Fiz só uma redução, mas continuei a comer de tudo. Mas fui assistindo ao processo dele, fui experimentando algumas receitas vegan que ele cozinhava, começámos a frequentar alguns restaurantes vegetarianos e comecei a dizer que ia fazer uma experiência durante um mês. Mas só mesmo uma experiência, para provar que aquilo era tudo ridículo, que os vegans são uns chatos do caraças (ainda mais do que os vegetarianos) e que é impossível viver sem bitoques, frango assado ou pastéis de nata.

A verdade é que ia sempre adiando a data de começo da experiência porque

Comer, fazer e comprar na... Sicília

quinta-feira, outubro 12, 2017
Tendo feito Erasmus em Itália, acabei por viajar bastante e acho que é um dos países que melhor conheço. Mas faltava-me a Sicília e tinha isso ali entalado. Este ano o assunto resolveu-se e, em Abril, lá fui. E gostei tanto como achei que ia gostar. A primeira paragem foi em Palermo, mas visitámos várias outras cidades. Ainda ficou muito por ver e fazer, mas foi uma viagem mesmo gira. Aqui ficam algumas dicas:

Ai, os grupos de WhatsApp...

quinta-feira, outubro 12, 2017

Sou um bocado fanática do WhatsApp, confesso. Devia ser menos, devia passar lá menos tempo, mas é a ferramenta de comunicação que mais utilizo. Aquilo tem um qualquer poder aditivo, o que é um inferno, porque a pessoa não se consegue desligar. Verdade que uso para resolver muita coisa de trabalho, mas não menos verdade que passo ali uma vida a jogar conversa fora. Tenho praticamente todas as notificações desactivadas, porque passo o dia a receber mensagens e se aquilo estivesse sempre "plim, plim, plim", era um inferno. Se, por acaso, calho a estar uma ou duas horas sem pegar no telemóvel, é muito fácil ter, de repente, mais de 200 mensagens para ler. É uma loucura. A culpa é dos muitos grupos onde estou metida, alguns deles com dez ou mais pessoas, e que há dias em que estão particularmente activos. 

E isto leva-me a debruçar-me aqui um minuto sobre os nomes dos grupos de WhatsApp.

Pipoca em Nova Iorque

quarta-feira, outubro 11, 2017
Só um bocadinho da viagem a Nova Iorque.


E se fosse comigo?

quarta-feira, outubro 11, 2017

Gosto muito do "E Se Fosse Consigo?", a rubrica da SIC que - e explico isto para quem viveu em Marte no último ano e só agora regressou - confronta os portugueses com situações encenadas de discriminação, violência ou preconceito em espaços públicos, para testar a capacidade de reacção das pessoas. Apesar de achar que não se pode fazer uma leitura simplista, do género "quem intervém é atento, preocupado, com uma forte consciência cívica e quem não faz nada é porque se está a cagar e é uma merda", a verdade é que a pessoa dá por si a pôr-se naquelas situações e a pensar "o que é que eu faria?". 

Em casa, no conforto do sofá, somos todos muito decididos, muito justos, muito racionais. Nenhum de nós tem dúvidas que entraria em acção, qual herói de capa e espada, pronto a salvar qualquer vítima que nos aparecesse à frente. Sabemos até que palavras usaríamos, um discurso muito coerente e ponderado. Mas no meio da rua, quando provavelmente até vamos com a cabeça no trabalho, na perna de peru que tem de se descongelar para o jantar ou no dentista que tem de se marcar para o mais novo, não acho estranho que algumas coisas nos passem ao lado. Atenção, se eu visse uma mãe a espancar uma criança, se eu visse um homem a arrastar uma mulher pelos cabelos (ou vice-versa), qualquer coisa assim muito óbvia, tenho quase a certeza que tentaria acalmar os ânimos, chamar a polícia, fazer qualquer coisa. Mas se passasse por uma discussão, por um tom de voz mais elevado, por uma troca de palavras mais alterada, não sei se não continuaria na minha vidinha. Não sei mesmo. Acho que depende muito do contexto, do sítio, de uma data de coisas. E por isso vivo no pavor de passar por uma qualquer situação, não fazer nada, e de repente ter a Conceição Lino a perseguir-me com um microfone e a perguntar "então? Porque é que não fez nada? Porque é que não reagiu? Hã? Hã? Hã? E se fosse consigo?".

A Pipoca está loucaaaa #216

terça-feira, outubro 10, 2017
Pensavam que me tinha esquecido do passatempo de hoje, era? Ah, pessoas de pouca fé, sempre à espera do pior, sempre à espera de desgraça. Nada disso, há passatempo e é bem bom. Sempre a pensar no vosso rosto, nessa cútis incrível que Deus vos deu, tenho dois produtinhos maravilhosos da BABÉ que promete fazer maravilhas por vocês. O primeiro é o Creme Unificador de Tom, um creme hidratante que atenua as manchas mais existentes e que trava o processo de novas pigmentações, muito graças ao seu SPF 30. O segundo é o Sérum Intensivo Unificador de Tom, um concentrado de textura fluida que ajuda a clarear as manchas, a reduzir o seu tamanho, a prevenir o aparecimento de novas manchas, a unificar o tom da pele e a iluminar o rosto.





Temos três kits, compostos por estes dois produtos, para vos oferecer (no valor de 61 euros). Para se habilitarem só têm de: 

Os Anjinhos estão a chegar

terça-feira, outubro 10, 2017


Todos os anos, por altura do Natal, costumo fazer aqui um apelo para que participem na iniciativa Anjinhos de Natal do Exército de Salvação. É um dos projectos de solidariedade mais bonitos que conheço e faço questão de participar todos os anos, pelo menos desde 2010. Nem sempre consigo, é um facto. Felizmente, os anjinhos são muito concorridos, há muita gente a querer adoptar um ou vários, por isso nem sempre consegui. Nos últimos anos tenho estado mais atenta, precisamente para não deixar passar a oportunidade.

Para quem nunca ouviu falar, o "Anjinhos de Natal" é um projecto que tem tanto de simples como de bonito. Em cada Natal, o Exército de Salvação recolhe presentes junto de empresas e de particulares que depois são entregues às crianças de famílias carenciadas. A ideia é que os presentes cheguem às crianças pelas mãos dos pais, como se tivessem sido eles a dar, e sem que percebam que vieram através de uma instituição. Verdade que estamos a falar de crianças que têm necessidades várias, provavelmente mais básicas e mais urgentes, mas este presente do Exército de Salvação é muito mais do que um simples brinquedo. É a oportunidade de fazer com que, pelo menos por uma noite, uma criança seja só uma criança, sem preocupações, feliz com o brinquedo que recebeu. Porque o Natal, não sendo só isso, também é isso.

Por ser uma iniciativa tão bonita, fiquei muito, muito, muito feliz por ter sido convidada para "amadrinhar" a edição deste ano. Participaria e divulgaria de qualquer forma, mas confesso que este convite me deixou muito honrada e assim de coração cheio. Adoro o projecto, todos os anos fico ali a torcer para que todos os "anjinhos" sejam adoptados, vou não sei quantas vezes ao site ver quantos presentes é que já foram entregues, por isso é muito bom poder participar de forma ainda mais activa. E, como é óbvio, vou chatear-vos com este assunto nos próximos tempos. A adopção de Anjinhos arranca no dia 19 de Outubro, através do site, e o processo é muito simples. Só têm de escolher quantas crianças querem adoptar e depois o Exército de Salvação encarrega-se de vos fazer chegar as informações das mesmas: nome, idade e brinquedo que quer receber. Além do brinquedo, deverão também oferecer uma peça de roupa a cada criança. Depois só têm de entregar tudo num dos muitos postos de recolha disponibilizados pelo Exército de Salvação.

Como vêm, não custa nada e podem fazer alguém muito feliz. Apontem na agenda: 19 de Outubro, e não se distraiam, porque os Anjinhos voam. Literalmente.


Fomos para fora cá dentro: Monte da Estrela

terça-feira, outubro 10, 2017

Eu sou uma pessoa que rege a sua vida pela aplicação "Meterologia" do iPhone por isso, quando vi que iam estar quatro dias de muito calor em pleno Outubro e que havia um feriado pelo meio, pus-me imediatamente em campo, em busca de um sítio para fugir e aproveitar aquilo que eu achava ser o último fim-de-semana de "verão". Pedi ajuda às Heranças do Alentejo, uma associação sem fins lucrativos que reune uma enorme oferta da alojamento, experiências, actividades e restaurantes um pouco por todo o Alentejo. É só pesquisar no site e encontramos uma data de sugestões, para os mais variados estilos: escapadinhas, fins-de-semana a dois, aventura, família, praia, campo, há de tudo. 

Aceitei a sugestão das Heranças e foi assim que fui parar ao Monte da Estrela Country House and SPA, um espaço de agroturismo, algures entre Moura e Mourão, em pleno coração do Alentejo. Perdido entre uma imensidão de vinhas e oliveiras, o Monte da Estrela é uma casa linda e onde o silêncio é absolutamente impressionante. Foram quatro dias assim, no meio de silêncio, praticamente sem rede e se net no telemóvel. Maravilha.



O Monte pertence a uma família que excede todos os níveis de simpatia e hospitalidade. Era impossível

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