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Cenas várias que me vêm parar cá a casa #3

quarta-feira, novembro 22, 2017

Pipoca no Dubai

quarta-feira, novembro 22, 2017



Há poucas semanas estive no Dubai a convite da Emirates. Só lá tinha passado em escalas a caminho de outros países, nem sequer deu para sair do aeroporto, e não era propriamente um destino onde me imaginasse a passar férias. Ainda assim, tinha alguma curiosidade por conhecer um país tão recente, nascido do nada no meio do deserto. Os quatro dias que lá passei foram altamente preenchidos, sempre em movimento, e acabaram por dar para ficar com uma boa ideia do que por ali se passa. E, confesso, voltei agradavelmente surpreendida.

A viagem começou em MUITO BOM, com o voo da Emirates. Já tinha viajado com eles noutras ocasiões, mas nunca em executiva. E se eu já tinha achado que a económica da Emirates era um luxo quando comparada com tantas outras companhias, tenho a dizer-vos que há todo um antes e um depois de uma viagem em executiva. E o depois é: foi tão bom, tão bom, tão bom que nunca mais na vida quero viajar de outra maneira. Em sonhos claro. Porque na vidinha real já voltei a andar de avião e lá fui eu recambiada para a económica. A verdade é que não sou muito esquisitinha com isso, eu quero é chegar ao meu destino, em segurança e o mais rápido que for possível, mas nas viagens de longo curso faz TODA a diferença. Nem é pela comida (que é óptima), nem é pelo atendimento (do mais prestável e atencioso que há), nem é pelo necessaire da Bulgari (fofinho que só ele), é mesmo pela cadeira reclinável que se transforma numa cama e que permitiu que eu fosse praticamente as oito horas do voo a dormir. Que maravilha, meus amigos, que maravilha.


Chegada ao Dubai, e assim que pus um pezinho fora do aeroporto, levei com uma chapada de ar tão quente que acho que até se me baixou a tensão. Sabia que estava calor, mas não estava preparada para

A missão "outfit natalício" já começou! CORRAM!

terça-feira, novembro 21, 2017

Maaaaais uma época festiva à porta e maaaaaais uns quantos pais a darem em doidos porque têm de arranjar roupa para os rebentos vestirem nos eventos natalícios. Não, não há nenhum decreto-lei que o obrigue, se quiserem os miúdos podem passar o Natal de pijama e pantufas, mas eu acho simpático que tenham umas roupinhas assim mais compostas. Já falei sobre este tema noutros anos e percebi que não estou sozinha, há muita gente que também faz questão de apostar em outfits natalícios para a criançada (do mesmo modo que há quem não ligue nada a isto). No meu caso, lembro-me de ser assim comigo em miúda, havia sempre "a roupa do Natal" (tal como havia "a roupa dos anos" ou "a roupa da Páscoa), deve ser por isso que decidi manter a tradição. Não ligo muito ao que eu visto no Natal, mas gosto que o pequeno texugo

A Pipoca está loucaaa #221

terça-feira, novembro 21, 2017
Quem já ouviu falar de Licor Beirão ponha o dedo no ar. Pois, toda a gente, certo? Acredito que sim. Mas o que eu duvido é que muitos de vocês conheçam a história por detrás de uma das bebidas mais famosas do país. Não faz mal, que eu não estou aqui para outra coisa. Então, em mil-oitocentos-e-qualquer coisa, um caixeiro-viajante que vendia vinho do Porto, perdeu-se de amores pela filha de um farmacêutico na Lousã. A paixão deu em namoro, o namoro deu em casamento e foram felizes para sempre (pelo menos, não há nada que prove o contrário e eu prefiro sempre acreditar em histórias fofinhas).  Tudo muito bonito, mas como é que o Licor Beirão entra no meio disto tudo? Então, na farmácia, além do rol de medicamentos do costume, também se vendiam licores naturais, feitos segundo fórmulas antigas mantidas em segredo há muito, muito tempo. Até que, de repente, entra em vigor uma lei que proíbe a atribuição de propriedades medicinais às bebidas alcoólicas. Uma chatice, claro, porque havia montes de gente que usava essa desculpa para poder beber, do género "aaahhh, este licorzinho faz-me tão bem à digestão". Ora o jovem caixeiro-viajante viu aqui uma oportunidade e se já não era possível produzir licores na farmácia, decide levar a cabo a autonomização da produção dos néctares, pelos mesmos processos artesanais, numa pequena fábrica. Pouco tempo depois, em 1929, realizou-se em Castelo Branco o Congresso Beirão, e foi assim que o licor ganhou o nome. Algumas décadas depois, com as dificuldades causadas pela 2ª Guerra Mundial, o antigo caixeiro-viajante vende a fábrica a um jovem da Lousã, José Carranca Redondo, considerado o "pai do Licor Beirão", que investiu todas as suas poupanças na compra da fábrica e do segredo, que se tornou um negócio de família. A partir daí, as vendas não pararam de crescer e o Licor Beirão tornou-se um sucesso mundial. Actualmente,  continua a ser produzido em casa, na Lousã, a partir de plantas e sementes aromáticas maioritariamente nacionais, o que permite um maior controlo da qualidade. É um verdadeiro negócio de família, que já vai na terceira geração, e no qual todos se empenham para manter o segredo, a qualidade e a tradição.

Gostaram desta história? Espero que sim, porque eu não a conhecia e gosto sempre de saber o que está por detrás de marcas tão emblemáticas. E se nunca experimentaram Licor Beirão, têm aqui a vossa grande oportunidade. Isto porque tenho cinco packs para vos oferecer e que têm tudo a ver com o espírito da marca: diversão, partilha, boa disposição e bons momentos com a família. Ora atentem:

1.       PARA QUEM SABE O QUE É BOM: Garrafa Licor Beirão & Gift Pack.
2.       PARA QUEM É ESPECIALISTA EM COCKTAILS: Mala de barman completa com medidor, colher de bar, espremedor, pá de gelo, pilão e shaker.
3.       PARA OS JANTARES DE NATAL: 25 miniaturas personalizadas a gosto.
4.       PARA COMEMORAR: 25 barrinhas luminosas, garrafa Licor Beirão, bandeirolas, dois conjuntos de bigodes, 6 chapéus e 6 copos em vidro.
5.       PARA RECEBER OS AMIGOS EM CASA: 6 copos Caipirão&Morangão, livrinho de receitas, garrafa Licor Beirão, baralho de cartas e tapete de jogo.



Para se habilitarem a um destes cinco packs Beirão (que também são uma óptima sugestão de Natal) só precisam de:

Hoje deu-me para isto #414

terça-feira, novembro 21, 2017

Quantas vezes é que é normal ter sexo? As que nos apetecer

segunda-feira, novembro 20, 2017

Há uns meses, uma sex-shop desafiou-me a escrever umas crónicas para a Playboy. A parceria, entretanto, acabou, mas gostei muito de escrever esses textos e acho que há temas que precisam de ser falados com mais espontaneidade, sem que sejam um tabu ou sem que nos sintamos mortificados de vergonha. Porque não há motivo nenhum para isso. Mesmo. Vou partilhar aqui as crónicas que escrevi e vou dar-lhes continuidade aqui no blog. Se dentro do tema sexo/relações houver outras questões que gostassem de ver abordadas, sintam-se à vontade para as partilhar, que eu tentarei dar resposta. Fica a primeira crónica:


Se aos 20 as conversas sobre sexo giram muito em torno de novas conquistas, novas posições ou novas fantasias, muito ao estilo “fiz e aconteci”, aos trinta (e muitos) o tema deu uma volta de 180 graus e é mais do género “quantas vezes é que é normal ter sexo?”. O assunto, invariavelmente, é puxado por gente casada e/ou que já está numa relação para aí desde 1750, e que começa a perceber que, ao que tudo indica, os tempos áureos da vidinha sexual já lá vão.

A Pipoca responde... ou tenta,vá #48: calças para trabalhar

segunda-feira, novembro 20, 2017
E aí, galera? Tudo em cima? Tudo legau? Tudo já às voltas com o Natal? Ora pois muito bem, estamos de volta com mais um consultório Pipoquiano e hoje, graças a Deus, sem ser em torno do tema "bodas & baptizados". Yeaaaaaaahhhhhh! Hoje trago-vos uma perguntinha menos festiva mas igualmente pertinente. Ora atentem:

"Olá Pipoca!
Preciso de uma ajudinha no que toca a partes de baixo, leia-se calças! Mudei de trabalho e preciso de ter um ar mais profissional/elegante para o dia-a-dia e para as reuniões em representação da instituição para a qual trabalho. Ora, aparentemente, eu passo dos 8 aos 80, ora visto calças de ganga ou calças em que fico a parecer uma década e meia mais velha (do género quinquagenária). Será que me podes ajudar com algumas dicas?
Muito obrigada,
Ana L."

 Olá Ana (que nome incrível). Em primeiro lugar, quero que saibas que o reconhecimento é o primeiro passo para a cura. Sabes que tens um problema e queres resolvê-lo, é de louvar. Em segundo, não estás só nesta luta, a maior parte das pessoas não faz ideia do que vestir quando começa a trabalhar num sítio que impõe um dress code um bocadinho mais formal. É muito fácil sentirmos que estamos a enfiar os nossos lindos corpinhos de 20, 30 ou 40 anos em roupas que parecem ter sido roubadas do roupeiro das nossas avós. E quando o tema é calças parece que fica tudo ainda pior. Raisparta, que não há peça de roupa tão difícil de encaixar como umas calças. Se ficam bem nas ancas ficam largas nas pernas, se ficam bem nas pernas ficam apertadas nas ancas, numa marca vestimos o 36, na outra um 38 entra mesmo à rasquinha, que inferno!

Mas pronto, há mais mundo para além da ganga, apesar de ser com os nossos velhos jeans de sempre que nos sentimos mesmo bem. Dito isto, também não é preciso saltarmos directamente para a secção terceira idade, há várias opções pelo meio. Tendencialmente, em meios mais conservadores tendemos a escolher cores, cortes e tecidos igualmente chatos comá merda conservadores, o que faz com que a tarefa de nos vestirmos diariamente para ir trabalhar seja tão animada como arrancar um rim a sangue frio. Acho que o truque está em procurar opções diferentes, ligeiramente mais fora da caixa, mas sem parecer que estamos preste a integrar o Chapitô. Calma com vocês, ok?

Dica pipoquiana: experimentem. Experimentem muito. Quando tiverem um tempinho livre (eu8 sei que é difícil, mas pronto), façam uma espécie de rally pelas vossas lojas de eleição e até por outras às quais não achem assim taaaanta piada. Experimentem tudo o que vos parecer bonito, mas experimentem também aquelas peças que, assim de repente, jamais levariam para casa. É altamente provável que se surpreendam e que percebam que determinada cor, corte ou tecido, afinal até vos favorece e vos faz sentir assim umas pequenas borboletas no estômago.

Andei à procura de algumas opções, pode ser que sirvam de inspiração.


Comer, fazer e comprar em... Lisboa

segunda-feira, novembro 20, 2017
Não há nada a fazer. Por muito que viaje, por muitas voltas que dê, por muitas cidades que conheça, aos meus olhos Lisboa será sempre a cidade mais bonita do mundo, o sítio onde quero sempre voltar. Claro que ser daqui ajuda muito, mas eu acho, genuinamente, que Lisboa tem um encanto único. E passo a vida a dizer que adorava ser turista só para poder ver Lisboa pela primeira vez, para me deixar deslumbrar. A verdade é que isso ainda me acontece muito, ainda me deixo encantar pela cidade, mas quando a vivemos todos os dias é normal que passemos a ter um olhar mais viciado. Por isso invejo muito os turistas que têm a oportunidade de ver Lisboa pela primeira vez, deve ser uma sensação de arrebatamento absolutamente incrível. Muitos de vós passam a vida a pedir-me dicas do que ver, fazer ou comer em Lisboa e eu acho que a cidade nunca esteve tão efervescente como agora. Todos os dias há novas lojas, novos restaurantes, novas zonas a emergir, acho que Lisboa nunca teve tanta energia como agora. Posto isto, aqui ficam algumas dicas. E se quiserem partilhar outras sintam-se à vontade, que apesar de conhecer muita coisa sinto que ainda tenho muita Lisboa para descobrir.

Cenas para putos #7: fazer, ler, comprar

sexta-feira, novembro 17, 2017

Se eu tivesse um euro por cada hora que passei a jogar Angry Birds, provavelmente não estaria a escrever isto a esta hora. Seria tão rica que estaria a torrar ao sol numa pequena ilha das Caraíbas. Uma ilha minha, claro. Acho que nunca me viciei tanto num jogo como neste, aquilo dava comigo em doida, acho que ainda tenho pesadelos com aqueles porquinhos do demónio que se riam na minha cara de cada vez que eu falhava o lançamento de um pássaro. Sacanas dos porcos. Ora bem, para todos os saudosistas dos Angry Birds, acho que vão gostar de saber que o Pavilhão do Conhecimento está com uma exposição dedicada aos mesmos. Ah, e tal, é mais para miúdos, mas o que é que isso interessa? Os Angry Birds são como o sol, quando nascem, nascem para todos. E esta exposição é para todas as idades. Ao longo de mais de 1000m2 podemos fazer uma data de coisas ligadas ao universo Angry Birds. Há fisgas gigantes, há slides, há uma parede de escalada, há uma Gruta dos Artistas,, há pistas de carros, há dezenas de módulos onde miúdos e graúdos podem construir estruturas que serão derrubadas por Angry Birds lançados por outros visitantes (porrada! porrada!). Sendo no Pavilhão do Conhecimento,  um centro de ciência, claro que isto não podia ser só pândega. Também há diversas experiências nas áreas da física, da biologia, da tecnologia, da engenharia de estruturas, da matemática, da astronomia e até das artes. E se isto fala de pássaros, também há uma data de actividades ligada à exploração das aves. Estou mortinha para ir ver. A exposição está até Setembro de 2018 (têm tempo) e os bilhetes custam entre 6 e 9 euros. 

Tivesse eu recebido este livro ali pelos meus 12 ou 13 anos e teria sido uma adolescente muitíssimo mais feliz. Isto é um diário feito especialmente para todas as BFF’s deste Portugal. Está cheio de autocolantes, espaço para rabiscos pessoais, questionários e dicas que nos vão deixar a pensar em algumas coisas sobre a juventude deste tempo. Além disso, este diário é assim como um “Livro do Bebé”, fica para a vida. E vai ser giro quando as miúdas o reverem daqui a uns anos e pensarem "a sério que eu pensava isto???". Quem nunca. 


Toda a gente sabe que os putos crescem à velocidade da luz e que precisam de catrefadas de roupa. O melhor de dois mundos é poder comprar roupa de qualidade a preços óptimos, por isso vão gostar de saber que a Chicco acaba de abrir uma loja completamente reestruturada no Freeport de Alcochete. É uma loja linda, branquinha, super clean, de janelas enormes e, a melhor parte de todas, com descontos até 50%. Além de roupa também há brinquedos, sapatos e puericultura. É de aproveitar.

Saudades de um Natal que já lá vai

sexta-feira, novembro 17, 2017

O LIDL convidou-me a escrever sobre o meu Natal e confesso que não é uma coisa muito fácil. É impossível não pensar neste tema sem fazer uma viagem ao passado. As memórias mais antigas do Natal são de quando tinha três ou quatro anos. Não havia muita coisa, não havia milhões de brinquedos, mas os meus pais sempre se esforçaram para que sentíssemos a magia da época. Durante muitos e bons anos acreditei no Pai Natal, acreditei no presente que aparecia ao pé da "chaminé", acreditei que a carta que escrevia chegava realmente à Lapónia. Tenho muitas, muitas, muitas saudades dessa época. Mas saudades daquelas que até me fazem vir lágrimas aos olhos. Tenho muitas saudades das pessoas que faziam parte do meu Natal nessa altura e que já não voltarei a ver, e tenho também muitas saudades do sentimento que se vivia nessa época e que era uma coisa única. Aquela expectativa toda, o dia em que se montava a árvore, aquela coisa de fazermos a cabeça em água aos nossos pais a contar os dias até ao Natal (falta muito, falta muito, falta muito, falta muito?), a inspecção dos presentes que estavam debaixo da árvore, aquela coisa de tentar levantar a fita-cola muiiiiiiito devagarinho para não rasgar o papel (foi assim que eu descobri que aquilo que eu achava que era uma Barbie era uma boneca genérica qualquer, mil vezes mais manhosa), a roupa "especial" que se comprava para se usar no dia. E depois o próprio do dia 24, com

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