Diz que está na moda #26

2.7.15
Corria o ano de 1914 quando comprei as minhas primeiras Birkenstock. Váaaa, pronto, exagero, foi há uns seis anos, na primeira vez que fui a Nova Iorque. Já sabia que ia andar muito, dias sem fim, por isso pus-me em busca de um calçado confortável (até escrevi sobre isso aqui). Quando me sugeriram as Birkenstock torci um bocado o nariz, porque sempre achei que eram coisa para turista que gosta de se passear de peúgas e sandálias. Mas pronto, prometiam-me maravilhas, que eram tipo pantufas, e eu lá fui à loja do Saldanha (não sei se ainda existe) e escolhi as que me pareceram mais normaizinhas, umas Gizeh cor-de-rosa. Lá fomos nós para Nova Iorque e voltei absolutamente rendida. Depois de quilómetros e quilómetros (ao sol e à chuva, literalmente), as minhas Birken passaram no teste com nota máxima. Ao ponto de, depois disso, as levar sempre para viagens em que sei que vou ter de andar muito (no Verão, claro).  Quando estava grávida comprei um novo par (novamente umas Gizeh, desta vez em padrão cobra) e fartei-me de as usar. Aliás, entrei com elas calçadas na maternidade no dia em que o Mateus nasceu, ensopadíssimas depois de me terem rebentado as águas (que imagem linda).

Ora bem, as Birkenstock continuam a não ser um calçado muito consensual, ou é ódio ou é amor. Eu acho que estou no meio termo. Já as achei beeeeem mais feias, agora acho-as mais giras, consigo imaginá-las em mais registos, e o factor conforto bate tudo. Mas não são o supra sumo da beleza,, que não são. Achei muita graça a uma leitora que, no meu Instagram, comentou que as Birken são como o Bruno Alves, o sapato feio mais bonito de Portugal. Ah ah, óptima comparação! A verdade é que elas andam aí, cada vez mais, e já não é só no registo turista. É ver muita miúda gira (e muito homem) a conseguir dar-lhes a volta e deixá-las com uma pinta do caraças. A marca enviou-me há uns dias umas Arizona todas pretas (que, desde já, muito agradeço) e tenho-lhes dado muito uso. Deixo-vos alguns modelos da nova colecção e alguns lookinhos para tirarem ideias:

Hoje deu-me para isto #283 (ainda em Cannes)

2.7.15

Ainda os biquínis

1.7.15
Ontem estava a ler os comentários deixados no post dos biquínis para cada tipo de corpo e, como sempre, havia de tudo um pouco. Quem tenha gostado das dicas, quem ache que não precisamos de dicas nenhumas e que temos é de usar o que queremos, quem não tenha gostado que o site dos biquínis usasse sempre a mesma manequim, quem ache que devemos esconder o que temos de menos bom, quem ache que devemos mostrar tudo, etc e tal. Quando fiz o post pensei apenas no factor utilidade. Toda a gente tem corpos diferentes e acho que não há mal nenhum em querermos valorizar o que temos de melhor e, já agora, atenuar aquilo que não gostamos tanto. Não acho que esta ideia seja ofensiva, que seja um ataque à mulher, que esteja a dizer que temos de andar de burka ou evitar mostrar o nosso corpinho cheio de imperfeições. Pela parte que me toca, não vejo qual é o problema em trabalharmos com aquilo que temos. Se podemos ficar melhores, qual é o drama? Claro que não é uma obrigação, claro que não é uma imposição, claro que cada um faz o que quer da sua vidinha, claro que cada um usa o que quer, mas parece que agora está muito na moda achar que tudo o que diga respeito ao lado estético da mulher é um atentado à nossa condição, às nossas conquistas, à nossa inteligência e blá blá blá whiskas saquetas. Parece que temos de anular todo o nosso lado feminino, que nos é intrínseco, para parecermos super interessantes. Adoro o discurso do "acho uma parvoíce ter de me preocupar com o biquíni que me fica melhor". Perfeito, nesse caso podemos aplicar isso a tudo. Nem sequer vale a pena haver roupa de tamanhos e estilos diferentes, cria-se assim uma espécie de uniforme de tamanho único e anda toda a gente com o mesmo porque, claro, o que importa é o que nos vai na alma, vamos agora estar a prender-nos com futilidades e minudências, vamos agora estar a valorizar o aspecto exterior, que disparate!

A Pipoca está loucaaa #92

1.7.15
Meus póneis mais bons e farfalhudos, peço i-men-sa desculpa mas ontem não consegui mesmo publicar o "A Pipoca está loucaaa". Mas não ficou esquecido, claro que não. Na verdade, aqui está ele. Vocês ficam sempre  muito felizes e saltitantes com passatempos da Swarovski, por isso tenho mais um. Desta vez, o que tenho para vos ofertar é a linda pulseira Candy Bracelet, uma peça super delicada que mistura filigrana, banho de ouro e, claro, os cristais Swarovski.


Para se habilitarem só têm de:

Le Comptoir du Bain: ainda agora estava em França e agora já está cá

1.7.15

Na semana passada fui convidada para conhecer em primeiríssima mão a marca Le Comptoir du Bain. Já tinham ouvido falar? Pois, eu também não, o que é uma pena -e uma vergonha! -, porque esta é a gama de banho mais vendida em França. Uhhhhhhh! Mas não é tarde, porque a marca faz agora a sua entrada em grande em Portugal e promete chegar, ver e vencer. Num passeio pelo Tejo, pudemos experimentar os vários produtos da gama, enfiar o nariz em tudo e saber mais sobre esta marca que se estreia por cá. O que chama logo a atenção são as embalagens, cheias de cor. Mas depois abrimos os frasquinhos, um a um, e cada um cheira melhor do que o outro. True story! A gama é composta por três linhas de produtos - os sabonetes líquidos, as espumas de banho e os sabonetes sólidos - e traz aromas como tangerina-sálvia, rosa, oceano, aloé, flor de laranjeira, lavanda-oliveira, limão-menta, papoila (o mais vendido em França), bambu-chá verde, pêssego de vinha ou baunilha spicy. Cheiram todos maravilhosamente bem, mas acho que o tangerina, o baunilha e o papoila conquistaram o pódio no meu coração. Cada aroma foi pensado e desenvolvido para um estado de espírito diferente, daí haver opções mais exuberantes, mais suaves, mais gourmet, mais frescas, mais florais ou até mais neutras, como o sabonete extra-rico, indicado para peles mais secas e sensíveis.

Todos os produtos Le Comptoir du Bain têm na sua base o tradicional sabão de Marselha, um produto único, natural e autêntico que já vem desde a antiguidade (e que, pequeno apontamento histórico, foi reconhecido em 1812 por Napoleão). Ora isto significa que, apesar de lavarem eficazmente, os produtos são super hidratantes, suaves e não secam a pele, já que na sua composição levam apenas óleos vegetais (e zero gordura animal, muito importante). Resumindo, são produtos de óptima qualidade mas com preços acessíveis:

Le Comptoir du Bain está à venda apenas em farmácias e parafarmácias. Se ficaram com curiosidade em experimentar, fiquem atentas, porque haverá óptimas novidades muito em breve! Entretanto, podem saber mais sobre a marca em www.lecomptoirdubain.pt


Post escrito em parceria com a Le Comptoir du Bain

Passatempo SUSHI FEST: o resultado

30.6.15

E os vencedores das três entradas duplas para o Sushi Fest são:
- Beatriz Fernandes, Lisboa
- João Henrique Costa, Lisboa
- Mariana Lobo, Linda-a-Velha

Mas que tipo de biquíni é que vai bem com o meu corpo?

30.6.15
Eu sei que a maioria de vocês ainda não foi de férias e que, possivelmente, nem sequer abriram a época balnear, mas tenho a certezinha que já andaram a espreitar biquínis e fatos-de-banho, só para se irem sentindo mais enturmadas com o Verão. Para mim esta é uma actividade agridoce. É claro que gosto de ter biquínis giros, mas odeio a missão de ter de os experimentar. Parece que tudo assenta mal (sobretudo se os formos experimentar com uma pança pós-almoço) e, regra geral, os espelhos e as luzes das lojas também não ajudam muito à festa. Dá vontade de fugir e pensamos que, se calhar, também não é assim tãoooo mau ir à água de calções e t-shirt. Ok, não dá para operar grandes milagres num par de semanas (se ainda não os têm, esqueçam o six pack e a bunda firme e hirta), mas dá para seguir alguns truques que jogam a nosso favor. O que queremos é realçar aquilo que Deus nos deu de bom e tentar esconder ou atenuar aquelas pequenas (pequeníssimas) imperfeições que tanto nos consomem os nervos. Passar de lontra a sereia dos areais nacionais e internacionais pode não ser uma missão impossível, basta saber o que nos favorece. Posto isto, aqui ficam algumas dicas para os vários tipos de corpos (todas as sugestões apresentadas são da Brazilian Bikini Shop). Vambora!

Hoje deu-me para isto #282

30.6.15

Na semana passada estive uns dias em Cannes (quem me segue no Instagram foi acompanhando). Ainda não posso revelar tudo o que andei a fazer mas, ao longo da semana, posso ir mostrando alguns dos looks que usei por lá e que não tive tempo de publicar durante a viagem. Vamos lá.

Música para os meus ouvidos #58

30.6.15

Esta e todas as outras da Banda do Mar.

Diz que está na moda #25

29.6.15
Meu Deeeeeeeeus, que calor de ananases é este? Ah, ok, é só o Verão, não se assustem. Ieeeeeeeeeii! É Verão! VE-RÃO! E é muito bem-vindo, juro, mas como é que ainda ontem estávamos a celebrar a passagem de ano e, de repente, estamos em cima de Julho? A sério, a rapidez com que o tempo passa dá cabo de mim. Adiante. Ora o Verão traz este ano uma tendência que muito aprecio: os ombrinhos de fora, em vestidos ou em tops, num lindo decote à barco ou ligeiramente mais descaído. Amoooo! E tanto vem num estilo mais sofisticado como num mais boho e descontraído, a pedir peles douradinhas (e finais de tarde na praia com amêijoas à bulhão pato, já agora). Boooom, aqui ficam algumas opções (muitas delas em saldos) para se irem habituando à ideia.


AddThis