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Novidades fresquinhas: SANJO x A Pipoca Mais Doce

quarta-feira, fevereiro 21, 2018
Quando a Sanjo me desafiou para pensar em duas novas cores para os seus modelos, dei saltinhos de contentamento. É uma marca que conheço desde sempre, ainda por cima portuguesa, por isso fiquei mesmo feliz com o convite. Claro que, nessa altura, ainda não sabia que ia ficar dividida entre umas 470 mil cores e ideias. Não foi um processo fácil, até porque uma coisa é imaginarmos as coisas na nossa cabeça e outra é vê-las concretizadas e, neste caso, transformadas em ténis, mas quando o resultado final me chegou às mãos (ou aos pés), achei que era mesmo aquilo. A ideia era ter dois modelos um bocadinho mais outonais mas já a piscar o olho à Primavera, por isso optei por um verde militar e um laranja terracota, duas cores que adoro e que acho que são altamente versáteis. Ambas as cores foram aplicadas ao modelo High-Top, ao qual optei por retirar todas as linhas pretas, para que as cores, em contraste com as partes brancas, ganhassem mais contraste. Ora vejam lá:





 Posto isto, já podem encontrar os dois novos modelos pipoquianos no site da Sanjo. O verde militar está à venda aqui e o terracota aqui

Para quem não sabe, a Sanjo é uma marca com mais de 70 anos, nascida em São João da Madeira (daí o nome Sanjo). Inicialmente, os ténis começaram por ser usados para fazer desporto, mas nos anos 70 atingiram o seu boom e viraram ícone de estilo. Depois de uns anos ausente do mercado, em 2010 a Sanjo anunciou o seu regresso, trazendo de volta as famosas botas K100 mas também os ténis K200, numa data de cores. A produção é 100% nacional e, nos últimos tempos, a marca tem apostado na renovação dos modelos (cores, materiais) sem esquecer a sua essência e a sua história. É com muito orgulho que me junto à história da Sanjo, a quem agradeço pela oportunidade. Tenho a certeza de que este é o início de uma bela amizade. =)


Get up, stand up

quarta-feira, fevereiro 21, 2018

Deus. Isto é Deus a dar-vos sucessivas oportunidades de me verem. Vão ignorar o chamamento do Senhor? Amanhã às 22h00, no Xafarix. Melhor reservarem, para garantirem um lugar com vista incrível para a minha pessoa.

Sete sapatos da Zilian que podem vir morar cá para casa

quarta-feira, fevereiro 21, 2018

Diz que está na moda #59: t-shirts statement

terça-feira, fevereiro 20, 2018
Não é propriamente uma moda acabadinha de estrear, mas é uma daquelas que vieram para durar, e durar, e durar. E ainda bem, porque eu sou pessoa que aprecia uma boa t-shirt e que passa a vida a juntar mais uma à colecção. São giras, normalmente baratinhas, com mensagens divertidas, corrosivas, certeiras ou  bastante esclarecedoras quanto ao nosso estado de espírito. Já dei por mim a vestir determinadas t-shirts para determinadas situações, naquela de passar uma mensagem maaaaaais ou menos subliminar. Aqui ficam algumas:

É preciso falar disto #16: o Festival da Canção e o "bananagate"

segunda-feira, fevereiro 19, 2018

O Salvador Sobral foi o melhor e o pior que podia ter acontecido ao Festival da Canção. As boas razões são óbvias: limpámos a Eurovisão, pusemos novamente os portugueses a vibrar com um evento televisivo que tinha deixado de ser giro para aí em 1995, e ainda mostrámos que é possível ganhar o festival com uma música que tinha tanto de simples como de perfeita. Sem grandes produções, sem plumas, sem sintetizadores, sem merdas. Mas depois há o reverso da medalha: é que as expectativas ficaram demasiado altas e Salvador... só há um. 

Ontem foi engraçado ver tanta gente a comentar o Festival nas redes sociais. Gente nova, não estou a falar dos meus pais, que ainda estão a torcer pela Simone de Oliveira. Falo de gente que já estava completamente desligada, ou que só comentava para gozar e que, de repente, parecia mais interessada na coisa. Eu acabei por ver porque um dos participantes é amigo de uma amiga, e porque queria ver o tipo de músicas que seria apresentado este ano, depois do fenómeno Salvador. Achava, sinceramente, que a fasquia estaria mais elevada,  mas foi um desgosto, senhores. 

Parece que aquela gente não aprendeu nada. Eu juro que

É preciso falar disto #15: a importância da Educação Física

sexta-feira, fevereiro 16, 2018

A Educação Física sempre foi o meu calcanhar de Aquiles. Dias de ginástica eram dias em que começava a sofrer assim que acordava, era uma espécie de porco a caminho do matadouro, não havia nada que eu gostasse naquilo. Não tinha jeito para nenhuma modalidade. Basquete talvez fosse aquilo em que me safava ligeiramente melhor (mesmo muito ligeiramente), mas era uma nulidade a tudo o resto. Ginástica, então, era a cereja no topo de um bolo de horrores, acho que ainda hoje tenho pesadelos com a professora a obrigar-me a fazer a cambalhota para trás, em frente à turma toda, e eu cheia de medo de partir o pescoço e ficar paraplégica (sim, era um bocado dada ao dramalhão). Nunca tive negativa a Educação Física, mas reconheço que foi só graças à boa vontade dos professores. Apesar de tudo, era esforçada e boa aluna nas outras disciplinas, por isso acho que eles se compadeciam da minha faltinha de jeito.

Na minha altura Educação Física não contava para a média de acesso à faculdade, e ainda bem.

Novidades fresquinhas #83: VANS x Metallica

quinta-feira, fevereiro 15, 2018
Há uma data de tempo que o homem andava a falar do concerto dos Metallica, praticamente desde que soube que eles vinham a Portugal. É completamente fã, daqueles que sabem as músicas todas, e a que álbuns pertencem, e blá blá blá. É tão fã, tão fã, tão fã, que os bilhetes para o concerto no Altice Arena foram postos à venda e ele... não comprou! E esgotaram num instante. E depois quem é que andou a aturá-lo durante meses, num lamento infinito? Eu, óbvio. Moral da história, tive de ser eu a pôr-me em campo e a tratar do assunto, para não ter de levar com aqueles olhinhos de Gato da Botas em sofrimento. Aí um mês antes do concerto soube que iam ser postos os últimos bilhetes à venda. Fui logo ao site mas, para azar, nesse dia também eram postos à venda os bilhetes para o Festival da Canção, por isso não dava para aceder ao site, puseram-me em lista de espera com mais de 80 mil pessoas à frente. Mas há assim tanta gente a querer assistir ao Festival da Canção? Que fenómeno é este agora? Claro que já só consegui aceder ao site à noite e claro que os poucos bilhetes para os Metallica já se tinham ido. Plano B: fui para o Facebook perguntar se alguma alminha estaria disposta a vender o seu bilhete e lá encontrei uma moça, muito simpática, que me disse que a irmã queria vender o dela. Ahhhh, alegria! Ahhhh, suprema felicidade! O valor do bilhete não era assim tão a puxar para a alegria nem para a felicidade, era o dobro do preço de venda ao público, mas pensei "que se lixe, uma vez não são vezes e isto pode bem valer-me o título de esposa do ano". Combinei tudo com a menina, que não morava em Lisboa, numa verdadeira operação ultra-secreta. Basicamente, consegui comprar o bilhete nas barbas do homem sem ele sequer topar, e no dia de Natal enfiei-o no bolso de um casaco que ia oferecer-lhe. Quando ele experimentou o casaco levou imediatamente a mão ao bolso, sem eu dizer nada, e lá estava o bilhete. Ficou meia hora de boca aberta, só a perguntar "como é que conseguiste? A sério, como é que conseguiste?". Ah, estes homens que ainda não perceberam que são as mulheres que levam o mundo prá frente. Em Fevereiro lá foi ele ao concerto, todo contente. Eu só não fiquei assim tão contente porque no dia antes ligou-lhe uma amiga a dizer "deram-me dois bilhetes para os Metallica, queres vir comigo?". Oiiiiiii? Então anda a pessoa a mover mundos e fundos para arranjar a merda de um bilhete, UM SÓ, e depois ligam-lhe um dia antes a dizer que têm um para lhe oferecer, assim, a custo zero? Já ficou avisado: para a próxima só começo a procurar bilhetes meia hora antes do concerto, não vá dar-se o caso de alguém ter um para lhe oferecer.

Pronto, e para que é que serviu esta história toda? Para nada, só para provar que sou uma mulher dedicada. E para dizer que a Vans vai lançar amanhã uma colecção exclusiva em parceria com os Metallica, por isso se tiverem aí por casa gente igualmente maluquinha pela banda, é bom que se mexam. A colecção traz 72 peças, entre as quais ténis, roupa e acessórios, e vai ser posta em pré-venda das 9h00 às 10h00 das manhã na Vans do Vasco da Gama. Ou seja, antes de a loja abrir ao público. Os fãs-assim-mais-fãs de Metallica, que conseguirem provar que estiveram no concerto no Altice Arena, vão ser os primeiros a entrar na loja e a poder comprar esta nova colecção. A mim ninguém me apanha lá, que não fiz mal a ninguém para ir para um centro comercial às nove da manhã, mas passei a notícia ao homem e se ele quiser muito ir, que se amanhe. 

Deixo-vos algumas das peças:

Cenas várias que me vêm parar cá a casa #6

quinta-feira, fevereiro 15, 2018

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