Pub SAPO pushdown

45 cortes para quem anda a ganhar coragem para se livrar do cabelo comprido

segunda-feira, janeiro 22, 2018
O que custa é começar. O que custa é dar as primeiras tesouradas num cabelo que parece que está a cumprir uma promessa cigana, de tão comprido que está. Depois, o difícil é parar. Foi assim comigo, há dois ou três anos. Vivia agarrada ao cabelo comprido, era praticamente refém, sempre com desculpas para não o cortar. Até que um dia me passei. Cheguei ao cabeleireiro e disse "é para cortar. Curto". Apontei para a zona do queixo. Na altura, a cabeleireira não me deixou. Que era um corte muito radical, que me ia arrepender, que mais valia ir fazendo a coisa progressivamente. Aceitei. Um bocadinho contrariada, mas aceitei, e saí de lá com um corte pelos ombros. Mora da história: na semana seguinte estava lá para cortar curto, como eu queria desde o início. Arrependimentos? Nunca. Nenhum. Zero. Só uma enorme sensação de leveza, um penteado mais versátil e a alegria de demorar dois segundos a secá-lo. Não voltei a ter saudades do cabelo comprido. Aliás, vejo as minhas fotos dessa época e parece que nem me reconheço. Nestes últimos anos fui sempre mantendo o cabelo médio-curto. Crescia, cortava, deixava crescer mais um bocado, voltava a cortar. Agora está talvez no seu maior comprimento desde que o cortei pela primeira vez, e isto porque estava um bocadinho farta de não o conseguir apanhar todo. Mas já ando novamente com ideias e cheira-me que vou voltar ao curto muito rapidamente. Cortei-o na semana passada, mas só dois ou três dedos, aquela coisa que não é carne nem peixe. Acho que o cabelo curto tem mais a ver comigo, com o meu estado de espírito, gosto de ter pescoço à mostra, gosto de não ter de perder horas de volta do cabelo. Também queria mudar a cor, mas aí já sou mais maricas. Estive há poucos dias com o meu Ivan, o Ronaldo da coloração (para quem passa a vida a perguntar-me, ele agora está no The Loft) mas basicamente só refiz as nuances, uma coisa muito suave e perto do meu tom natural. Ele é sempre muito cauteloso nas mudanças de tom, e eu gosto disso, mas às vezes também gostava que me dissesse "vamos embora, vamos tornar-te ruiva/morena/loira platinada". A verdade é que não me apetece mudar para uma cor que me obrigue a grande manutenção, a estar todos os meses caída no cabeleireiro, por isso não embarco em grandes loucuras. Mas pronto, vamos com calma. Para já vai o corte. Sem medos. Se também andam a tentar ganhar coragem para cortar, deixem-me que vos diga que não custa nada. Mesmo. É claro que o cabelo é uma parte importante da nossa imagem, mas está longe de ter a importância toda que lhe damos. E a sensação de conseguirmos mandá-lo à fava é qualquer coisa assim de muito libertador. Se precisarem de inspiração, aqui ficam 45 cortes mesmo fixes. Força nisso:

Hoje deu-me para isto #423

segunda-feira, janeiro 22, 2018

Já é 25 de Abril? Já é? Já é? E agora, já é?

sexta-feira, janeiro 19, 2018

O problema não é ficar orfã de série. Já me aconteceu, já passei por isto, já sei o que custa, já enterrei muitas e boas séries. O problema é ficar orfã de uma série como o The Handmaid's Tale, que foi só assim das melhores coisinhas que me passaram pela vista nos últimos tempos. É que é tão genial, é tão bem escrita, tão bem interpretada, tão dura, tão visceral, tão desconcertante, que tudo o que venha depois disto vai ser só assim-assim. E a fotografia, e a sonoplastia e a banda sonora, é tudo assim ao nível da perfeição. Vi os dez episódios em dois ou três dias, e agora resta-me fazer risquinhos na parede até 25 de Abril, dia em que estreia a segunda temporada. E o que eu queria mesmo era hibernar, para ver se o tempo passava mais depressa, e acordar só nesse dia, que ainda por cima é feriado e a pessoa pode ficar em casa o dia todo a ver episódio atrás de episódio. Mas não. Faltam mais de três meses e eu sinto-me de coração vazio, porque nada, NADA conseguirá ser assim tão incrível. Eles bem dizem: the future is a fucking nightmare.

Diz que está na moda #54: flores

sexta-feira, janeiro 19, 2018
São rosas, senhores, são rosas. E margaridas, e malmequeres, e tulipas, e tudo aquilo que se lembrarem. São flores aos molhos e estão espalhadas por tudo o que é nova colecção. Verdade que o floral é tipo Griponal, nem faz bem, nem faz mal, é aquele padrão que insiste e não desiste, sobrevive de ano para ano. Neste novo ano vai estar particularmente activo e eu sei que é uma coisa assim mais primaveril, mas estamos em pleno Janeiro, está um frio de rachar, e se uma pessoa não for já sonhando com dias mais quentes fica difícil sobreviver. Sonhemos, então, com a Primavera, e com flores, e com abelhas, e com alergias. Vão-se inspirando:

Negócio da China... mentira, é português #31: Tierno

sexta-feira, janeiro 19, 2018
Quase todas as marcas nascem de uma necessidade (pessoal ou geral) e a Tierno não é excepção: na tentativa de proteger a pele sensível do filho recém nascido, a Joana começou à procura de marcas de roupa em tecidos mais sensíveis. Não encontrando nada que correspondesse às suas expectativas, chegou-se à frente e lançou uma marca de roupa para bebé, com peças suaves, em algodão orgânico, feitas pelas mãos de artesãs nacionais. O estilo é mais clássico, intemporal, porque a ideia é que estas peças possam ser quase como um legado que vai passando de geração em geração. As peças podem ser personalizadas com as iniciais do bebé e é um presente especial para aqueles bebés que nos são assim mais queridos. Deixo-vos algumas peças que podem encontrar na loja online:

De volta ao stand up

quinta-feira, janeiro 18, 2018

Podiam encarar-me como o vosso projecto social do mês de Janeiro e dar seis euros para me irem ver no dia 25, ao Popular Alvalade. E, já que lá vão, riem-se muito, muito, como se estivessem a achar incrível. A parte boa é que o preço inclui uma cerveja. Não chega para se embebedarem, é certo, mas quem dá o que pode a mais não é obrigado. Pensem nisso com carinho.

A Pipoca está loucaaa #247

quinta-feira, janeiro 18, 2018
2018 ainda agora começou, por isso espero que não tenham desistido daquele plano que dizia qualquer coisa como "no novo ano vou cuidar mais de mim".  É uma coisa que dizemos sempre e que, muitas vezes, fica apenas em fase de projecção. Mas vamos lá, não desistam, há sempre coisas simples, que não custam uma fortuna e que podem ajudar-vos a subir o astral. Por exemplo? Participar nos passatempos pipoquianos: é fácil, é barato e, verdade, não dá milhões, mas sabem que podem sempre habilitar-se a qualquer coisa que vos fará (ainda) mais felizes. Ora esta semana, e em parceria com a AVON, temos para vos oferecer cinco kits cheios de coisas boas: 
- Um batom vermelho de longa duração (e, dizem, à prova de beijo);
- Uma fragrância feminina da  nova linha Mesmerize, com um aroma que mistura gengibre exótico, peónia vermelha e patchouli;
- Uma loção corporal da linha Mesmerize;
- Um verniz Avon True;
- E ainda (e para que os homens não se queixem), uma fragrância e um gel de banho, também da linha Mesmerize, com um aroma amadeirado;


Para se habilitarem a um destes cinco kits AVON só têm de:

Crédito à habitação ou "ah, então é isto o mundo dos crescidos"

quarta-feira, janeiro 17, 2018

Já com uma casa em vista (figas! Façam muitas figas!) começou agora a fase de fazer a peregrinação pelos vários bancos para ver qual será o sortudo que nos irá conceder um crédito. Sim, gosto de ver sempre o copo meio cheio: não somos nós que temos a sorte de ter um banco que nos queira dar uma mãozinha, o banco é que vai ter o enorme privilégio de nos acolher no seu seio, de receber mensalmente a nossa esforçada contribuição*. Atitude! Atitude é o que é preciso.

Ontem comecei a tratar disso e, antes da primeira reunião, confesso que

Hoje deu-me para isto #422

quarta-feira, janeiro 17, 2018

Penteado dois-em-um com invisibobble

terça-feira, janeiro 16, 2018



Entre as melhores descobertas de produtos que fiz em 2017, um dos lugares de top foi, sem dúvida, para os invisibobble, os elásticos-queridinhos-do-momento. Já tinha recebido alguns em casa, mas a pessoa recebe tanta coisa que às vezes fica difícil experimentar tudo, por isso ficaram guardados numa gaveta até ao dia em que olhei para a caixinha e pensei "ora deixa-me cá experimentar isto". Fosse a cena passada num filme e haveria luzes, sons angelicais e efeitos especiais vários, tamanha a epifania que se deu na minha vida.

Eu ando sempre de elástico no pulso. Sempre. Para mim, é uma coisa tão natural e obrigatória como lavar os dentes. Até posso passar dias sem prender o cabelo, mas o elástico tem de estar lá. Estão a ver aqueles elásticos de tecido, que às tantas já estão cheios de borbotos e de fios a sair, de tanto uso que se lhes dá? Pronto, era desses. Era, porque depois os invisibobble entraram na minha vida e tudo mudou. Para melhor.

Para quem vive em Marte ou esteve preso nos últimos tempos, os invisibobble são os elásticos em forma de espiral, feitos em resina artificial, que não marcam nem danificam o cabelo, que o suportam facilmente, que são fáceis de remover e que não causam nenhum incómodo nem magoam o couro cabeludo. Além disso, e porque são giros, podem andar no pulso, sozinhos ou misturados com pulseiras, como se de um acessório se tratasse.

Há inúmeras cores e vários modelos disponíveis: os Original, os Nano (perfeitos para alguns penteados ou para prender tranças), os Power (recomendados para quem faz desporto e precisa de mais fixação), os Slim (uma versão mais fina e elegante) e os Kids (os que o Mateus usa para jogar à bola). Os valores variam entre os 3,55€ e os 4,95€ e encontram-se facilmente à venda em farmácias e parafarmácias.

Talvez por saber que eu sou um pessoa "ligeiramente" preguiçosa no que toca a experimentar novos penteados, invisibobble desafiou-me a criar um penteado que, basicamente, é um dois-em-um, usando vários elásticos da marca (três, para sermos mais precisos). Tive a ajuda de uma hairstylist da marca que me explicou como fazer um penteado de dia e transformá-lo num penteado de noite, tudo isto em menos de cinco minutos. Vejam o vídeo acima, porque é mesmo MUITO fácil. 

Se ainda não experimentaram invisibobble, tratem disso. Um pequeno passo para o mundo, um passo gigantesco para os nossos cabelos.

Texto em parceria com invisibobble

AddThis