Pub SAPO pushdown

Sim, a higiene íntima também faz parte das rotinas dos mais pequenos

sexta-feira, outubro 18, 2019


Desde que a miúda se lembrou de que era fixe começar a gatinhar à velocidade da luz e a querer pôr-se de pé, qual suricata, que as rotinas aqui de casa têm mudado. O “não mexas nisso”, “tira as mãos daí” ou “não, a televisão não é para dar pancada” passaram a ser daquelas frases que digo 457 vezes ao dia, sem que surtam grande efeito. A sacana da miúda continua a tirar as coisas do sítio, a meter as mãos babadas em tudo o que apanha e a televisão já esteve mais longe de ver o chão de perto. Ah, já para não falar nas vezes em que estive para ligar à PSP a pensar a miúda tinha sido raptada quando, afinal, estava só escondida debaixo/atrás/ao lado de qualquer coisa, a ver se nos enganava. 

Claro que ela começar a gatinhar e, mais cedo ou mais tarde, a andar, também tem coisas boas. Está mais independente, começa a ir para certos sítios sozinha e já damos por nós simplesmente a deixá-la no chão a brincar e é vê-la a largar a gatinhar pela casa como se não houvesse amanhã. Acontece o mesmo quando vamos a algum lado, seja ao parque, a casa dos avós, a um restaurante, A miúda só está bem no chão, a passarinhar de um lado para o outro. E agora, como acha que toda a gente é sua súbdita, é vê-la parar de gatinhar, começar a dizer “olá” às pessoas e a acenar, qual rainha Isabel II para o seu povo. 

Isto parece tudo muito lindo e fofinho, ver os miúdos a crescer e a serem mais independentes, mas que vos digo que isto não é pêra doce, porque a miúda está constantemente a sujar-se toda e a precisar de banhos constantes, quase de hora a hora. É só vê-la chegar ao parque e ir para o chão para começar a ficar toda suja ou dar-lhe qualquer coisa para ela comer que em menos de 25 segundos vai parar ao cabelo, à testa ou aos braços, sem percebermos muito bem como. 

Posto isto, a hora do banho transformou-se em todo um ritual em que vamos falando — no caso dela numa língua que anda ali entre o russo e o islandês — e brincando, enquanto a lavo de alto a baixo. E é aqui que o Lactacyd Girl deve entrar em acção, que nisto da higiene íntima não se pode vacilar – já vão perceber porquê. 



Já aqui falei várias vezes sobre o quanto é importante mantermos uma rotina de higiene íntima e usarmos produtos apropriados para o efeito. Isto porque essa história de usar o gel de banho e a esponja para lavarmos o pipi é a pior coisa que podem fazer. O gel de banho e os sabonetes que usamos habitualmente não têm o pH apropriado para esta zona, o que a longo prazo pode resultar em coisas demoníacas como infecções, irritações, corrimentos e outras coisas dos infernos. 

Como não quero que a miúda passe por essas coisas, assim que ela for mais crescidinha e tiver idade para isso (só é aconselhado que comecem a usar estes produtos a partir dos três anos), vou ter sempre o cuidado de usar o Lactacyd Girl durante o banho para ela se ir habituando à diferença entre usar um sabonete vulgar ou um gel íntimo. Escusam de me vir dizer que ela só tem um ano e que aquilo tem tanta relevância para ela como a sopa que me atirou à cara ao almoço, mas não custa nada começar a introduzir estes bons hábitos aos miúdos desde pequeninos. 

O Lactacyd Girl tem uma fórmula extra suave sem sabão, sem álcool e sem  parabenos. Em vez disso, há Aloé Vera e extrato de pêssego para ajudar a acalmar e hidratar e ácido láctico biológico. O pH foi testado para se adequar ao pH natural da zona íntima, por isso não vai dar cabo da tal barreira protetora, escusam de começar já a bradar aos céus e a dizer que estou a dar cabo do pipi da miúda. 
Podem encontrar o Lactacyd Girl em embalagens de 200 mililitros — que são assim quase que infinitas — nas farmácias, parafarmácias e espaços de saúde. O preço de venda recomendado é de 11,99€. 

E o outono que parece que já chegou mesmo, hmmm?

segunda-feira, outubro 14, 2019


Eu sei que este tempo bipolar é capaz de vos deixar assim meio para o confusos mas, caso ainda não se tenham apercebido, o Outono já começou para aí há duas semanas. E o que é que acontece na mudança de estaçããããão!? Aquela coisa que adoramos: o armário dos miúdos tem de ser inspeccionado a pente fino, só para chegarmos à brilhante conclusão de que metade das roupas do ano passado já não servem, porque a criançada continua a crescer como se não houvesse amanhã.

Este ano tenho a agravante do Mateus ter entrado para a primária e estar a chegar a uma idade em que já começa a ter gostos. Todos os dias me diz que está farto daquelas calças porque são “assim muito azuis”, ou é a gola da camisola que o incomoda, os ténis que não são os que ele gostam, toda uma parafernália de coisas dignas de esgotar a paciência a um santo quando só quero que ele se despache para não chegar atrasado.

Posto isto, já estava na altura de fazer uma reposição de stock nos roupeiros dos mainovos, e confesso que quando penso em mudar as roupas de Verão para Outono e Inverno me dá assim uma pequena tristeza. Prefiro sempre as roupas de Verão por serem mais coloridas e divertidas, tanto para nós como para eles, mas se há coisa que a Tuc Tuc  faz, e bem, é criar colecções giras que até dão vontade de que seja inverno durante todo o ano — ou pelo menos só durante mais uns meses, vá, não exageremos.

Já não é a primeira vez que falo na tuc tuc aqui no blog, e acho mesmo que é daquelas marcas cheias de personalidade e capaz de tornar as roupas aborrecidas do Inverno em peças que os miúdos têm vontade de usar. E se há coisa que a colecção de Outono/Inverno da tuc tuc não é, é aborrecida. Chama-se THIS IS ART! E traz peças mais criativas, ousadas e diferentes do que estamos habituados a ver nas roupas para esta estação. Apesar dos padrões e das cores fortes, as peças são muito versáteis e adaptam-se a várias situações. Desde a ida à escola até ao almoço na casa dos avós, há de tudo, e dá para miúdos dos 0 aos 14 anos.

Como tive de dar ali uma volta ao armário dos miúdos, e sei que provavelmente muitos de vocês estão a passar pelo mesmo drama, deixo-vos aqui algumas das peças de que mais gostei desta coleção.










Queixamo-nos das nossas rotinas, mas depois só queremos voltar para elas

segunda-feira, setembro 30, 2019


Então é isto que a Madonna sente quando lança um disco e anda em tournée pelo mundo, não é? Errrrr, se calhar estou a elevar um bocadinho a fasquia, não é? Pronto, vamos lá reformular: então, é isto que a Ruth Marlene sente quando anda de terrinha em terrinha a dar concertos, não é?

Pois é, transformei-me nisto, nesta pessoa, e o que posso dizer é que, bom, é diferente. Acho que é isso. Não é bom, não é mau, é diferente.

Nas últimas semanas tenho parado pouco em casa à custa deste “Agora Deu-Me Para Isto”, a tour de stand-up que me tem levado a várias cidades deste País. A coisa boa é que tenho dormido melhor (a Benedita parece que voltou a ter três meses, e acorda 85 vezes por noite), a parte má é que morro de saudades dos meus pequenos abacates, e estou longe daquelas minhas rotinas de que eu tanto gosto. Nós passamos a vida a dizer mal de rotinas, mas se elas existem, se as construímos, é porque nos sentimos confortáveis com esses hábitos, são coisas de que gostamos, e não nos importamos de repetir todos os dias. É mais ou menos como comer frango assado. Ao fim de 20 jantares seguidos podemos queixar-nos daquilo, mas pronto, comemos um peixe cozido num dia e no outro já só queremos voltar ao frango.

Isto é igual. Há tempos queixava-me ao homem de que os fins de tarde são sempre iguais e aborrecidos. É aquele momento em que se chega a casa e tem de ser feito tudo a correr, tudo de forma mecânica, é os banhos dos miúdos, o jantar, o andar a correr atrás de um para um lado, o ter de gritar para o outro não desarrumar os brinquedos, o tentar enfiar um na banheira e aquecer o jantar da outra, enfim, uma correria. Só quando os enfiamos na cama e aterramos no sofá é que nos sentimos em paz. É aquela altura em que pensamos: “Agora é que vou aproveitar para ver uma série ou um filme”, mas depois estamos tão cansados que vamos mas é para a cama, ou adormecemos ali mesmo, de comando na mão, enquanto decidimos o que vamos ver.

Dito assim, estas rotinas parecem uma seca, mas é nos momentos em que estamos longe que percebemos que, afinal, até temos é saudades desses momentos, porque são, no fundo, uma parte significativa da nossa vida, com as pessoas que mais amamos.

Fora de casa, tento matar as saudades com as conversas por vídeo com os meus rabanetes, e vou recuperando as rotinas com as minhas séries e os meus filmes, naqueles momentos em que consigo estar sozinha, ou no comboio, ou no hotel, ou no camarim enquanto espero pela maquilhagem, por entrar em palco. O telemóvel hoje é quase uma extensão da nossa vida, e, por isso, tento que me sirva também para isso. Há algum tempo que uso a App NOS TV para me sentir um bocadinho mais perto da minha vida e das minhas rotinas. No fundo, é como ter a minha televisão aqui no telemóvel, com tudo aquilo que tenho em casa.



Para quem não conhece, a App NOS TV é como se fosse a vossa televisão , mas no telemóvel, e é exclusiva (e grátis) para clientes NOS. Basta fazer download aqui, e tudo aquilo a que têm acesso na box passam a ter acesso no telemóvel. Há melhor que ver o meu Benfica no sábado à noite em direto, quando estou em Guimarães e não consigo ir ao estádio. E séries? Há dias, comecei a ver em casa a quarta temporada do This Is Us. Fiquei a meio do primeiro episódio. Abri a App NOS TV, fui à opção “continuar a ver” e lá estava o episódio onde o tinha deixado.

Outra coisa que ADORO é que, como tenho telemóvel da NOS, não gasto internet quando estou a usar a app – e, para quem quer ter a mesma sorte, a NOS está a oferecer um iphone X! Basta ser cliente NOS e partilhar o sítio mais divertido onde se pode usar a App (giro, não é?),  é concorrer aqui.

Obviamente que quem já se apoderou várias vezes da app foi o Mateus, que se põe a seguir quase tudo o que passa no Panda e no Disney e depois vê aquilo em loop no telefone, e gasta-me a bateria toda. Só por causa das coisas, já instalei a app NOS TV no telefone do pai, e quando ele vem com os seus dedinhos gordurosos mexer no telefone da mãe mando-o discretamente pegar no do pai, que já tem a app instalada.

Isto tudo é uma forma de dizer que tenho saudades de casa. Muitas.

*post escrito em parceria com a NOS.

Há dinossauros à solta cá em casa

domingo, setembro 08, 2019



Já tinha dito por aqui que o Mateus é doido por dinossauros e que domina completamente o assunto. E, desde que o levei ao Dino Parque, há uns meses, a obsessão tem crescido. Eu sei que há um T-Rex e pronto, o meu conhecimento sobre dinossauros acaba aí. Já ele sabe distinguir um Pterodáctilo de um Velociraptor, sabe características físicas dos bichos, o que é que comiam, é uma pequena enciclopédia dinossáurica.

E enquanto o miúdo não se transforma num paleontólogo à séria, ou, pelo menos, enquanto não lhe passa esta maluqueira dos dinossauros, é deixá-lo andar entretido com as criaturas gigantes, os fósseis e outros coisas que tais. E, pelo caminho, ainda vou aprendendo umas coisas também. Por exemplo, sabiam que o  crânio do T-Rex media uns ligeiros1,50m? E que tinha dentes que mediam 30 centímetros? Aquilo só em pasta de dentes devia ser uma fortuna.

Como é que descobri estas coisas?  Com a nova colecção da RBA, a Dinossauro T-Rex, onde os miúdos podem construir um T-Rex com 1,20 de altura, ou seja, da altura de uma criança de seis anos. Estão a imaginar a loucura do Mateus. Assim que soube que o dinossauro estava para chegar, era vê-lo todos os dias a perguntar “é hoje??? Ainda falta muito???”.  Assim que chegou, foi vê-lo a largar tudo e a atirar-se em voo picado para cima da caixa - que era maior do que ele — para inspeccionar todas as peças. 

As peças que compõem o T-Rex vão sendo distribuídas em fascículos e a colecção foi pensada para crianças entre os seis e os doze anos. Em cada nova entrega, além das peças os miúdos recebem também um livro onde podem aprender mais sobre esta espécie enquanto montam o seu dinossauro. 

Claro que isto é pensado para os miúdos, mas os adultos também podem participar na brincadeira e ajudar a construir o T-Rex, que isto é um programa giro para fazer em família. O primeiro fascículo já chegou às bancas e custa 1€, enquanto o segundo será 3,95€. A partir daí, cada um fica a 7,95€. As entregas são feitas todas as semanas, com exceção da 1.ª, 2.ª, 3.ª e 4.ª que vão estar disponíveis a cada 15 dias. 

Podem comprar os fascículos do Dinossauro T-Rex nas papelarias e quiosques da vossa zona, mas também é possível fazer a encomenda online no site da colecção.

Diz que está na moda: são flores, senhor, são flores

quinta-feira, agosto 29, 2019
Isto das modas tem assim uns contornos de absurdo que, confesso, uma pessoa da minha idade já não consegue compreender muito bem. Um dia andamos a usar tie dye psicadélico, qual “Regresso ao Futuro”, e no dia seguinte queremos é florzinhas por todo o lado. Quantas mais melhor, que a Frida Kahlo que há em nós precisa de dar o ar de sua graça — sem monocelha, valha-nos a Santa. Estou para aqui a falar mas também eu já tenho umas vestimentas com padrão floral. Mas não são aquelas tipo toalha de mesa da avó de 1915. Acho eu. Se são adeptos do padrão, atirem-se a estas coisas enquanto não aparece outra moda que destrone as flores. Quem sabe não voltam os quadrados-piquenique-em-Monsanto.

Vai dar (quase) ao mesmo #74

quinta-feira, agosto 29, 2019
Balmain 1690€

Férias: em calhando, três meses são demais

quarta-feira, agosto 21, 2019

Quando eu era miúda, os meus pais desdobravam-se em manobras para me entreterem nos três meses e tal de férias de Verão: quinze dias num campo de férias em Julho, mais quinze dias noutro campo de férias em Setembro, pelo meio um mês de férias com eles, mais uma semanita ou outra com os avós, e o resto do tempo em casa mesmo. Nunca tive grandes problemas em distrair-me. A minha mãe diz que eu me enfiava no quarto a ler ou a brincar durante horas, ao ponto de ela se esquecer que eu estava em casa. E também fiz parte da geração que ainda podia brincar na rua, por isso muitos dos meus dias de Verão foram passados no jardim, sozinha ou com os amigos da vizinhança. Mas a verdade é que ainda Agosto não ia a meio e já eu estava farta de férias, estava sempre com aquela ânsia de voltar para a escola e retomar a vidinha.

Ora se em miúda eu já achava que três meses de férias eram um abuso, enquanto mãe já estou aqui de caneta em riste, prontinha a assinar uma petição para

AddThis