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Os saldos dos saldos dos saldos

quinta-feira, agosto 15, 2019

Como fui de férias em Julho, este ano os saldos passaram-me um bocado ao lado. Confesso que já me vai faltando pachorrinha para estar ali naquele campo de batalha a disputar peças com descontos de três euros, por isso prefiro deixar passar a febre. Até porque acho que os verdadeiros achados se fazem no fim dos saldos, quando já está toda a gente com a cabeça na nova colecção. E quando os preços descem drasticamente, porque as marcas querem é despachar tudo. Perdi a conta ao número de mensagens e comentários que me deixaram a perguntar se não havia artigo sobre os saldos. Há, aqui está ele, com as últimas pechinchas que ainda podem encontrar.






Dar unfollow, como dizem os jovens

quarta-feira, agosto 14, 2019

Nos últimos tempos tenho dado por mim a pensar nesta coisa das redes sociais, nas constantes mutações que têm vindo a sofrer e no papel que quero representar. Enquanto produtora de conteúdos e enquanto consumidora. Falo mais do Instragram, que é a rede por onde tenho passado mais tempo ultimamente. Todos os dias dou por mim a deixar de seguir pessoas (ou a "dar unfollow", como dizem os jovens) e tem sido uma coisa muito terapêutica. Decidi que quero um mural mais "real" e à minha medida, se é que isso faz sentido num espaço minado de filtros, imagens felizes, peles perfeitas e destinos paradisíacos.

Este é um processo que vai levar o seu tempo, mas acho que vale a pena e acho, mesmo, que toda a gente devia fazer o mesmo: seguir só pessoas com quem nos identifiquemos mesmo ou que acrescentem alguma coisa à nossa vida, seja ela qual for. Comecei a perceber que

Fanar o look assim à bruta #6: Camila Coelho

quarta-feira, agosto 14, 2019
Camila Coelho


Novidades fresquinhas #91: Zara Home Kitchen

terça-feira, agosto 13, 2019


Meus bons amigos, as minhas suspeitas confirmam-se. As lojas estão a tentar levar-nos à falência. Não bastava a desgraceira que é durante os saldos, em que por mais que se tente fugir das lojas a sete pés - porque ficam em modo selva-, há sempre uma pecita ou outra que acaba lá em casa, agora a Zara Home decidiu que era boa ideia criar uma colecção de cozinha. Não é que eu cozinhe grande coisa, mas gosto dos acessórios. Ele é panos, é tachos, acessórios para fazer tudo e mais alguma coisa e, imagine-se, até eletrodomésticos da SMEG lá podem comprar. Deixo-vos algumas das peças que me ficaram debaixo de olho, com a certeza de que o melhor é ficar longe. Muito longe.





Vai dar (quase) ao mesmo #72

terça-feira, agosto 13, 2019
Gucci 1200€

Levem-me tudo, menos o salmão!

quinta-feira, agosto 08, 2019

Sempre que puxam o tema da alimentação cá de casa, tento instalar-me confortavelmente, porque sei que temos conversa para umas cinco horas. Desde que o homem se lhe passou uma coisinha má pela cabeça e decidiu que ia comer folhas de alface para o resto da vida (olhem os veganos já a a ficar nervosos) que as coisas mudaram ligeiramente. Mas apesar de todos continuarmos a comer carne e peixe — quem me tira um bitoque ou um peixinho tira-me tudo —, temos tentado fazer escolhas mais saudáveis, que não envolvam tanta gordice e que, ao mesmo tempo, sejam práticas e rápidas de preparar, que não tenho cá vida para estar duas horas na cozinha a cada refeição.

No que toca à Beni, ainda não dá para perceber muito bem. Para já, vai comendo as suas sopas e cenas de bebé com relativa indiferença, nem muita alegria nem muita tristeza, tem dias. Já o Mateus, é um pequeno terror gastronómico. É esquisitinho, nada o faz realmente feliz mas, com mais ou menos conversa, vai acabando por comer de tudo. Incluindo as  esquisitices veganas que o pai prepara (blhéc) e que, na maioria dos casos, nos servem  a nós, não-veganos, como acompanhamento a uma proteína animal, seja carne ou peixe. 


Como em tudo na vida, também na alimentação não gosto de ser extremista. Se há dias em que estamos mais atolados, despachamos a coisa com uma pizza ou uns hamburgeres e está o caso arrumado. Até porque um dia não são dias - e mesmo que tenha perfeita noção que aquelas gorduras me vão ficar alojadas nas coxas até para aí 2023. O certo é que, na grande maioria das vezes, comemos ou carnes brancas ou peixe, que é talvez o que mais entra cá em casa logo a seguir às beterrabas, cebolas (nojoooooooo), couves, feijões e tudo mais que os veganos comem. Bem sei que passo a vida a gozar com isto, mas levo esta decisão do homem muito a sério e, como já disse, só não sigo o mesmo caminho porque, para já, a alegria de comer um ovinho, uma manteiguinha nas torradas, um iogurtinho ao pequeno-almoço, ou um bifinho ao jantar, é superior ao resto. Portanto, ele que seja feliz com as suas lentilhas que eu sou feliz com o meu peixinho grelhado.

Se há peixe que consumimos MUITO cá em casa é o salmão, e regra geral, tento comprar sempre o da Noruega. É aquele peixe versátil, saudável — está ali carregadinho de Ómega 3, proteínas, vitamina A, D e B12, como se quer —, rápido de preparar e os putos até acham alguma graça a comer um peixe que é cor de laranja. É daquelas coisas que tenho sempre para uma emergência. Tira-se do frigorífico, tempera-se com meia dúzia de coisas, mete-se no forno, numa frigideira com azeite ou num grelhador e está feito em menos de nada. 

Na loucura, até podemos comê-lo cru, em sushi, ceviches ou tártaros, que é só cortar e temperar. E não me venham para aqui com esquisitices e sensacionalismos a dizer que estou a encher os putos de parasitas, porque o Salmão da Noruega pode comer-se cru. Como provém de aquicultura marítima, cresce num ambiente super controlado em que está livre de parasitas. Podem respirar de alívio!

Claro que nisto de comprar peixe há uma série de cuidados a ter em conta, precisamente para evitar alguns desses problemas que deixam toda a gente stressadinha e a pensar que quero envenenar as crianças. É por isso que quando vamos comprar peixe fresco, convém inspeccionar uma série de coisas. A saber:

— Se as escamas estão intactas e brilhantes;
— Se o corpo do peixe está liso;
— Se cheira a fresco e a água do mar, quase como se fossem ostras;
— Se os olhos estão claros e com as pupilas escuras e brilhantes;
— Se tem as guelras brilhantes e vermelhas, sem manchas acinzentadas;
— Se carne está firme e elástica (esta é melhor fazerem em casa, para não passarem por maluquinhos na fila da peixaria)

Tudo isto faz com que pareça uma louca nazi do peixe, mas são coisas tão naturais que ninguém vai reparar que estão a olhar com ar de inspetor da PJ para os lombos e postas de Salmão da Noruega enquanto esperam na peixaria. Se reparar nalguma coisa estranha, tipo um mau cheiro ou umas escamas assim com ar de quem não vê mar há três meses, recuo logo e deixo as compras para outro dia, para não correr riscos mas, regra geral, não costuma haver problema. 

E por falar em salmão e coisas práticas, se tiverem por aí receitas assim para lá de espetaculares — sem cebola, pelo amor da santa — com salmão, façam o favor de partilhar aqui com esta que vos escreve. Temos de ser uns para os outros, meu amigos, que isto não está fácil para ninguém.
















*Post em parceria com Seafood From Norway
https://fromnorway.com/seafood-from-norway/cod/

E o Bio-Oil® ganhou um irmão!

domingo, agosto 04, 2019



Era uma vez um óleo que nasceu com propriedades mágicas. Os pais podiam ter sido uns egoístas de primeira e guardar aquele bebé só para si, mas não. Conscientes da mudança que o pequeno-óleo-mais-querido poderia fazer na vida das pessoas, puseram-no em farmácias e parafarmácias, para que espalhasse a sua magia. E assim foi. O Bio-Oil® - nome de baptismo, escolhido pela madrinha - foi crescendo e foi adoptado por muiiiiita, muita gente, que lhe ficou eternamente agradecida. Porquê? Porque lhes tratou das estrias, das manchas, das cicatrizes, das imperfeições da pele… e assim foi ganhando fama e prémios pelo mundo inteiro, qual Cristiano Ronaldo dos óleos.

A rebentar de orgulho, os seus pais acharam que estava na hora de lhe dar um irmão, porque tinham a certeza que seria tão ou mais brilhante do que o seu maivelho. E assim foi. Há poucas semanas nasceu o Bio-Oil® Gel para Pele Seca, um bebé lindo, de pele rosada, com 200ml, todo ele  a transpirar saúde. E, tal como os pais desconfiavam, também ele cheio de poderes, também ele pronto a mudar o mundo. A ideia não é fazer concorrência ao irmão, Deus nos livre e guarde, mas sim que vão crescendo, lado a lado, assistindo aos sucessos um do outro.

Se o Bio-Oil® é o rei das estrias e cicatrizes, o Bio-Oil® Gel que afirmar-se como o rei dos produtos para peles secas. E vem com tudo, para provar que não anda aqui a brincar. Para começo de conversa, e ao contrário da maioria dos produtos para peles secas que são, essencialmente, compostos de água (que se evapora rapidamente na pele), o Bio-Oil® Gel tem apenas 3%. Tudo o resto são ingredientes cosméticos: 10% de humectantes (como a glicerina, a ureia, o ácido láctico), 37% de Manteiga de Karité e outros óleos, e 50% de Bio-Oil® (porque só fica bem ao irmão mais velho dar uma ajudinha ao mais novo). Isto tudo resulta numa formulação e numa textura únicas, que fazem com que sintamos a pele muito mais suave a hidratada logo na primeira utilização. Além disso, é não comodogénico, o que significa que não obstrui os poros e que, por isso, também pode ser usado no rosto.

Nesta altura do ano, em que com o sol a pele se ressente mais, sinto sempre necessidade de usar um produto ainda mais hidratante, por isso este Bio-Oil Gel® vem mesmo, mesmo a calhar. Juro por todos os santinhos que na primeira noite em que o usei, passado um bocado estava na cama, passei a mão pelo braço, e senti-o super, super macio. Fez-se luz: só podia ser do gel. Não estou aqui a tentar endrominar-vos, é mesmo verdade. A textura é diferente da de qualquer produto que já tenha experimentado. Abrimos o boião e vemos um gel cor-de-rosa denso que, quando se aplica na pele, se transforma numa espécie de óleo. Mas absorve muito depressa, nada temam, e a pele fica logo com um toque óptimo.



Eu disse-vos que o Bio-Oil® Gel para Pele Seca nasceu com 200ml mas, na verdade, nasceu também numa versão com 100ml. A ideia é que o tamanho grande seja para aplicar em zonas mais extensas (braços, pernas, costas) e que o mais pequeno seja para zonas mais localizadas (rosto, mãos ou cotovelos). Eu tenho o pequeno, mas não tenho conseguido cingir-me às zonas mais pequenas, por isso cheira-me que vou ter de renovar o stock muito brevemente. 

Um estudo de 2017 indica que a pele seca é um problema que afecta 66% das mulheres, e há muitas causas por detrás disso: predisposição genética, saúde, envelhecimento, alterações hormonais, medicação, tabagismo, excesso de exposição solar, entre várias outras. Isto faz com que tenhamos aquela sensação desagradável de pele áspera ou a repuxar, por isso é óptimo saber que há um produto que vem ajudar a minimizar este efeito. O Bio-Oil® Gel para Pele Seca chega-nos depois de dez anos de pesquisa intensa e não tenho qualquer dúvida que, à semelhança do Bio-Oil®, também se vai transformar num produto-queridinho para muita gente. A mim já me conquistou. Se querem experimentá-lo, encontram-no à venda em farmácias, parafarmácias e espaços de saúde.


Post em parceria com Bio-Oil®

Passatempo The Ritual of KARMA

domingo, agosto 04, 2019

Karma. Uma consulta rápida ao dicionário diz-nos que é uma "palavra sânscrita que significa "acção, feito, destino", um "termo extraído das doutrinas bramânicas, com o qual se procura interpretar a lei de acção e reacção". Há quem olhe para a palavra naquela onda um bocadinho mais maléfico-vingativa ("karma is a bitch"), mas também há quem prefira ver o copo meio cheio, uma espécie de lei do retorno: se fizer coisas boas o universo irá retribuir com coisas igualmente boas. A Rituals é uma dessas. Gosto desta perspectiva e tento pô-la em prática, que com o karma não se brinca.

Quem também leva isto do karma muito a sério é a Rituals, uma marca que já nos habituou à sua visão positiva e inspiradora. E foi precisamente por isso que lançou a linha The Ritual of KARMA, inspirada numa antiga crença hindu que defende que viver com boas intenções atrai o bom karma e ajuda a manter o círculo positivo. Porque, afinal de contas, colhemos aquilo que plantamos. Não sei se sentem o mesmo, mas eu acho que no Verão é tudo muito mais fácil, parece que somos todos melhores pessoas. Ou, pelo menos, mais felizes e descontraídos. O objectivo da The Ritual of KARMA é exactamente esse, ajudar a estender as boas vibrações do Verão o ano inteiro, com produtos que melhoram o nosso humor e, consequentemente, a nossa felicidade.

Esta linha inclui protectores solares, autobronzeadores, cremes (de mãos, de pés, de corpo), sticks de incenso, uma brisa de cabelo e corpo, velas e muito mais, tudo com um cheirinho absolutamente maravilhoso. E para que possam trabalhar o vosso karma, em parceria com a Rituals tenho para vos oferecer três coffrets The Ritual of Karma, compostos por uma espuma de duche 200ml (amoooooo), um esfoliante de corpo 125g, um creme de corpo 70ml e um sabonete de mãos 300ml. Tudo numa caixa linda e que pode ser reutilizada depois.



Para se habilitarem só têm de preencher o formulário abaixo com os vossos dados (participações repetidas não serão consideradas). Podem participar até 7 de Agosto de 2019 e os três vencedores serão escolhidos aleatoriamente através do Random.org. Boa sorteeeeeee!

 #ritualscosmetics #TheRitualofKarma 


Um saco a mais por muitos sacos a menos

domingo, julho 28, 2019

Em minha casa, os meus pais sempre nos tentaram incutir algumas boas práticas ambientais. Na verdade, e agora que penso nisso, acho que tinham mais a ver com poupança do orçamento doméstico do que propriamente com preocupação com o ambiente. Aquelas coisas do "não tomem banhos de um hora", "desliguem a água enquanto estão a pôr champô", "desliguem a luz do quarto se não estão lá" foram ditas e repetidas até ao infinito. E, talvez por isso, também eu agora dou por mim a fazer o mesmo. Juro que fico nervosa com água a correr sem haver necessidade e que me sinto pequenas taquicardias de cada vez que vejo uma luz ligada desnecessariamente. Desconfio até que a minha missão mais importante nesta família é andar constantemente a apagar as luzes que eles deixam acessas. 

Mas voltando aos meus pais e à minha infância. Claro que eles me ensinaram aquelas coisas básicas, tipo, "não se deita lixo para o chão" mas, na nossa época, não se ouvia falar de metade das desgraças ambientais que hoje se ouve. Talvez porque vivêssemos na crença inocente de que estava tudo óptimo com o planeta, talvez porque as coisas ainda não estivessem, efectivamente, tão más, talvez porque tivéssemos menos acesso a informação, talvez porque ainda não houvesse tantos e tão completos estudos a dizer-nos que isto vai de mal a pior e que já  não nos sobra assim tanto tempo para remediar o mal que fizemos. Sempre se falou de poluição, claro, mas era um tema que pairava assim muito ao de leve, como se só se passasse em sítios muito longínquos.

E, de repente, levamos com tudo em cima e é uma chapada violenta. O ar que respiramos está cada vez mais sujo, o mar onde mergulhámos toda a vida está cada vez mais cheio de lixo, há cada vez mais espécies animais ameaçadas, o aquecimento global demonstra os seus efeitos nefastos, já esgotámos praticamente todas as nossas reservas de recursos naturais e... já não dá para ignorar. Já não dá para assobiar para o ar e fingir que não é nada connosco ou que é só uma coisa que vai ter efeitos daqui a milhões de anos.

De todos os lados saltam notícias, saltam estudos, saltam alertas: temos de ser mais conscientes, temos de mudar a nossa forma de viver, temos de encontrar formais mais sustentáveis de andar por este mundo, temos de garantir que ele ainda cá estará para as próximas gerações como esteve para nós. E há coisas tão pequenas, tão simples e tão fáceis que podem ser feitas. Estou sempre a ouvir pessoas a dizer coisas do género "não é por eu deixar de usar garrafas de plástico que isto vai melhorar" e juro que tenho vontade de lhes enfiar um dedo no olho. Porque se todos pensarmos assim, então é impossível mudar o que quer que seja. 

Há pouco tempo estive num hotel no Porto Santo que tinha espalhadas fontes de água por todo o lado. Nas zonas interiores, nos jardins, junto às piscinas, no caminho de acesso à praia. Tudo para que as pessoas pudessem encher as suas garrafas e não tivessem de estar sempre a pedir garrafas de plástico. Tinha levado a minha garrafa de inox, que anda sempre comigo, por isso passei as férias a enchê-la nas várias fontes disponíveis, mas vi muito pouca gente a fazer o mesmo. A grande maioria preferia passar no bar e pedir garrafas de plástico para a família toda.  É que nem se davam ao trabalho de reutilizá-las, iam só pedir mais e mais e mais. E eu não sei se faziam isto por se estarem nas tintas ou se por, lá está, acreditarem que o seu gesto não fará qualquer diferença.

Estou longe de ser absolutamente exemplar no que toca à protecção do ambiente, ainda tenho muiiiiiiito caminho pela frente e muita coisa que preciso de mudar, mas vou tentando fazer alguma coisa. Além de andar sempre com a minha garrafa, também já aboli as palhinhas de plástico na família inteira (somos crescidos, sabemos beber por um copo), procuro comprar frutas e legumes sem serem embalados, estou a substituir as escovas de dentes de plástico pelas de bambu, estou a tentar andar mais de transportes públicos ou a pé do que de carro e, quando vou às compras, levo um saco para não ter de estar a recorrer aos de plástico. E foi por isso que quando o LIDL, a propósito do Dia Mundial da Conservação da Natureza (que se celebra na próxima semana), me desafiou a desenhar um saco reutilizável,  eu disse logo que sim. Como não?


Ok, quando eu digo que desenhei, vamos ter alguma calma. Não desenhei, desenhei que, graças a Deus, sou uma pessoa bastante consciente das minhas limitações artísticas. Mas, em conjunto com a equipa LIDL, dei os meus inputs, fui explicando o que gostava e, juntos, chegámos ao ecobag final: um desenho bonito, floral e a frase #menosplásticomaisambiente. O saco vai estar à venda em todas as lojas LIDL, de norte a sul do país, já a partir de segunda-feira, 29 de Julho. É uma edição limitada, por isso corram e, por favor, dêem-lhe muito, muito uso. Acreditem que este pequeno gesto de ter um saco reutilizável faz mesmo muita diferença na quantidade de plástico que consumimos. E acreditem, também, que tudo conta, que tudo pode ajudar. Se ainda têm sacos de plástico em casa, reutilizem-nos até não dar mais porque, regra geral, cada pessoa não usa um saco mais do que 25 minutos. Depois deita-o fora e demora 300 anos a decompor-se no ambiente. Um pequeno crime, certo? Não podemos continuar a fingir que não se passa nada.

Para quem não sabe, o LIDL tem-se empenhado muitíssimo na redução dos plásticos e a tomar várias medidas para eliminá-los, reduzi-los, substitui-los e transformá-los (podem ver mais aqui). Em 2018 o LIDL assumiu o compromisso de reduzir o consumo de plástico em, pelo menos, 20% até 2025, o que conseguirá através de iniciativas como o fim da venda de sacos de plástico para transporte de compras (até ao final de 2019), o fim da venda de artigos de plástico descartável em todas as lojas nacionais, a incorporação de materiais recicláveis em todas as embalagens de marca própria (até 2025), a redução do plástico nas cápsulas de café e nas embalagens de frutos secos, ou o lançamento do TransforMAR, um projecto de sensibilização e reaproveitamento do plástico nas praias portuguesas.

Acho que se queremos ser mais conscientes nas nossas escolhas, é importante conhecer os sítios onde fazemos compras habitualmente  e escolher aqueles que, como o LIDL, se preocupam com o ambiente, estão envolvidos em projectos de responsabilidade social e estão empenhados em fazer a diferença. Porque todos os passos contam.


Post em parceria com o LIDL



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