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Pneus, para que vos quero

sexta-feira, novembro 13, 2020






  

Durante muito tempo fui aquela pessoa que ligava zero a carros. Para mim, um carro era só um carro. Gostava daqueles que eram mais bonitinhos e até cheguei assim a ter uma relação de amor platónico com alguns, mas durante muuuuuitoanos conduzi sempre o mesmo carro, que me deu zero problemas e que, na verdade, era um santo. 

 

Mas, meus amigos, que vos digo que quando chegam os filhos, as coisas mudam todas. Agora, cada vez que penso em trocar de carro, há sempre toda uma panóplia de coisas em que tenho de pensar. Tem espaço para as cadeirinhas? É confortável para fazer viagens grandes? E o espaço da mala? E os pneus, são daqueles mesmo, mesmo bons? 

 

E se há coisa com que nunca pensei vir a ter preocupações, são pneus para o carro. Claro que sempre me preocupei com segurança, mas agora que ando com crianças dentro do carro, o risco não é só para mim, mas para eles também. Por isso, faço questão de tentar sempre ver opções que sejam seguras e que não me obriguem a ter sempre de andar preocupada se os pneus são adequados a este ou aquele lugar ou para as mudanças no tempo. 

 

Ora posto isto, e como (infelizmente) parece que vem para aí chuva, já me pus a olhar para os pneus do carro e a pensar se eles estão realmente preparados para aquelas chuvadas que deixam a estrada a parecer manteiga. É que se a pessoa não tem cuidado — e se há coisas que a maioria não tem em dias de chuva, é cuidado —, mais vale pedir aos santinhos todos a ver se não tem nenhum acidente enquanto anda na estrada. E nem sequer me façam falar em andar de carro na neve, que até fico com arrepios só de pensar naquelas estradas todas escorregadias que os carros até parece que dançam. 

 

Para bem de todos os nossos pecados, heis que a Michelin resolveu criar uns pneus que nos vêm safar a vidinha a todos. Chamam-se MICHELIN Crossclimate, e como o nome dá a entender são uns pneus transversais que podem ser usados em qualquer altura do ano. Isto porque foram desenvolvidos para se adaptarem a qualquer condição meteorológica e mantém o carro — e devidos passageiros — em segurança faça chuva, sol, neve ou tempestade. 

 

A Michelin desenvolveu vários testes onde confirmou que os MICHELINCrossclimate têm uma elevada capacidade de travagem tanto em piso seco como húmido ou molhado, o que é uma mais-valia em dias de chuva. Outro dos benefícios destes pneus, e para quem gosta de fazer viagens à neve em família, é que os MICHELIN Crossclimate têm bastante tração na neve, o que significa que não precisam de se preocupar em por correntes no carro se forem passar uns dias à Serra da Estrela ou qualquer outro destino com neve. 

 

Não sei quanto a vocês, mas quando for fazer a próxima mudança de pneus cheira-me que tudo o que é carro de família vai corrido a MICHELIN Crossclimate, que isto com a segurança na estrada não se brinca. Saibam mais sobre estes pneus no site da Michelin.





Vamos falar de higiene íntima? Vamos, claro!

quinta-feira, novembro 12, 2020



 Minhas riquezas, eu sei que já devem estar fartos do assunto, mas eu sou quase como vossa mãe: tudo por vocês mesmo que achem que já não precisam de interiorizar mais a mensagem. Mas precisam. E esta é uma muito importante. 

Falemos de pipis. Não assim no geral, mas vocês entenderam. Mas, antes de tudo, quero que façam um teste. Lembrem-se lá de quantos produtos específicos têm para a cara, para as rugas, para as olheiras, para os cotovelos, para os pés e por aí fora é que têm? Provavelmente um de cada, não é verdade? Então eu pergunto-vos uma coisa: porque é que continuam a usar um gel indiferenciado para a vossa higiene íntima, hum? Não faz sentido, pois não?


Pois que o mês de outubro é o mês da higiene íntima da Lactacyd e é por isso que trago mais uma vez esta mensagem a este espaço à beira-mar plantado: é importante criar uma rotina de higiene íntima. Esqueçam lá a água ou o gel de banho que usam para lavar o corpo. É mesmo importante ter um produto adequado e a Pipoca explica porquê. 


Sabiam que esta zona tem dois tipos de bactérias, as boas e as más? E claro que a malta só quer as boas. Estas bactérias boas chamam-se lactobacilos e mantêm o pH vaginal ácido ali entre os 3,8 e os 4,5 — e é por isto que é tão importante usar um produto adequado. A maioria dos produtos de banho tem o pH alcalino o que vai destabilizar estas bactérias. Já os produtos da Lactacyd são formulados com um pH que varia entre 3,5 e os 5,0 para que essas bactérias boas não desapareçam. 


E porque é que queremos essas bactérias boas? — perguntam vocês. Calma, a Pipoca explica. Essas bactérias boas servem para prevenir infeções, irritações, e até maus odores. Por isso, minhas boas amigas, precisamos delas. 


A Lactacyd tem uma gama enorme de produtos para esta zona, mas devem ter em conta a vossa vida antes de os usarem. Isto porque ao longo dos anos o pH da zona vaginal vai-se alterando e é preciso usar um produto adequado essas etapas. 


Se estão impecáveis e só precisam mesmo de um produto para a vossa rotina, podem eleger o Lactacyd Íntimo ou o Lactacyd Precious Oil. Mas, se sofreram de infeções vaginais recorrentes, talvez o melhor seja atirarem-se ao novo Lactacyd Pharma Prébioticos. Este novo gel fortalece a microflora natural, ao mesmo tempo que restaura e mantém o equilíbrio íntimo. 


Estão grávidas, no pós-parto ou a tomar antibiótico? Então não podem deixar fugir o Lactacyd Pharma Antisséptico. Se estão na menopausa, ou se sentem alguma secura vaginal, têm sempre à vossa disposição do Lactacyd Pharma Hidratante. Têm uma criança em casa e querem passar-lhe também esta preocupação? Ó minhas amigas, por quem sois, usem Lactacyd Girl formulado especialmente para crianças. 


Pronto, já ficaram convencidas? Então saibam que a gama de produtos Lactacyd está à venda em farmácias e parafarmácias. 



Post em parceria com Lactacyd

SIM, é possível prevenir os piolhos

terça-feira, outubro 13, 2020

 



 

Só de passar um minuto a pensar em piolhos, o meu estômago já deu 35 voltas e ponderei trazer aquelas pessoas que andam a desinfetar o metro uma vez por semana cá a casa só para evitar tal coisa. Pode ser que arranjem para aí um produto que evita que os piolhos entrem em nossa casa durante, sei lá, 20 anos, e que seja só borrifar e o problema está resolvido.

 

Quando era miúda apanhei piolhos algumas vezes, e bem me lembro de como a minha mãe passava horas — sim, HORAS — de volta da minha cabeça a tentar apanhar tudo quanto era bicho e respetivos ovos (as tão más, ou piores, lêndeas). Ainda tenho pesadelos com aquele maldito pente branco fininho que ela usava para me escovar a cabeça, quase fio a fio. Talvez isto já esteja assim ao nível do trauma, psiquiatras e psicólogos desta vida, manifestem-se!

 

Agora com dois miúdos, que já estão em idade de ir à escola, fico ainda mais nervosa só de pensar em tal coisa. É por isso que cada vez que vem um daqueles e-mails da escola a falar em piolhos, tudo treme em mim. Juro-vos, é mesmo um trauma. Já passei por isto algumas vezes com o Mateus, e com aquele cabelo todo — que adoro, não se ponham já nervosinhos — conseguem imaginar o filme que é ter de passar um pente para tirar aqueles malditos bichos. 

 

É por isso que assim que me chega aquele e-mail com o assunto “Pediculose”, começo com suores frios e vou a correr até à farmácia mais próxima para me munir de tudo quanto é arma para combater esta maldita raça. Uma das primeiras coisas que faço sempre é substituir o champô do Mateus e da Beni pelo Champô de Proteção Contra Piolhos e Lêndeas. É muito simples, basta usarmos como se fosse um champô normal durante dois ou três dias e eles ficam logo protegidos. Às vezes, quando nos avisam que a praga é daquelas à séria, e porque mais vale prevenir, acabamos todos a usar o champô para ver se não há cá invasões. 

 

A melhor parte disto tudo é que um único champô pode ser usado pela família toda, para crianças e adultos a partir dos dois anos. Além disso, o champô é suave para o couro cabeludo e tem um cheiro muito semelhante ao de um champô normal, nada como aqueles que usava quando era miúda. 

 

Durante os surtos, também costumamos usar Paranix Spray Repel, que cria como que uma película protetora na cabeça dos miúdos e, assim, previne a adesão dos piolhos. Que é como quem diz, impede que montem lá o arraial todo com intenções de ficar. Ah, tansos. O spray só uso no Mateus, porque só pode ser aplicado em crianças a partir dos três anos, mas felizmente tem sido o suficiente para impedir a entrada dos asquerosos. 

 

Mas se um deles apanhar piolhos — e, meus amigos, ninguém está livre disso —, há que impedir que de uma cabeça passe para todas lá de casa. Aí, o caso já muda de figura e é atacar com o Champô de Tratamento Paranix, que é para os matar logo de vez. Outra coisa que fazemos também é borrifar tudo quanto é sítio onde eles possam pousar com o Spray para o Ambiente Paranix, que elimina os piolhos de superfícies que não podem ser lavadas a mais de 60º na máquina. É que vocês acham que não, mas basta alguém que tenha piolhos encostar-se a uma almofada e deixar lá um deles que o bicho vai, rapidamente, passar para a cabeça de outra pessoa. Depois já estão a ver o cenário, não é? 

 

Portanto, têm aqui toda uma lista de coisas que devem fazer para evitar — e escorraçar — os bem ditos dos piolhos. Ah, e como estão a ver, não é preciso rapar nem cortar os cabelos de ninguém, basta (alguma) paciência e os produtos certos que o problema fica resolvido, sem envolver tesouras nem ter de enviar as crianças para a Sibéria até o problema ficar resolvido.


Post em parceria com Paranix

Regresso às aulas significa regresso do piolho — ou talvez não

sexta-feira, outubro 02, 2020


 

Ahhhh, o piolho. Saudadinhas que tínhamos dele, não era? Esse bicho amoroso e fofinho que só temos vontade de esborrachar e rezar para que não venham uns quantos, com respetivas lêndeas (nojo, nojo, nojo), assentar arraiais na cabeça da criançada. 

Passei meses descansada da vida graças à pandemia. Putos em casa, a ter aulas online, não havia cá brincadeiras no recreio, nada de atividades, abraços e coisas que tais, era tudo fechado em casa. Quer isto dizer que não houve um único piolho à vista. É que nem dei pelos miúdos a levarem às mãos à cabeça para a coçarem, benz’à Deus.


Nas férias, felizmente, também foi tranquilo e, mais uma vez, nada de piolhos. As piscinas dos sítios onde ficámos estavam sempre calmas e também não havia assim tanta gente na praia, por isso estava descansada. Mas como em tudo nesta vida, foi sol de pouca dura, não é? Parece que acabou o sossego. 


Com o regresso às aulas, e com o Mateus a ir para a escola todos os dias, é começar a benzer-me e agradecer a tudo o que é santo por ainda não ter recebido nenhum e-mail da escola, daqueles que parecem super inofensivos mas que deviam vir com todos os sinais de alerta vermelho possíveis, a avisar das pragas de piolhos. É que agora com os dois a coisa fica ainda mais difícil, porque se a Beni me apanha os benditos piolhos, é o dobro da trabalheira para caçar os bichos todos. E se com o Mateus já consigo que ele fique sossegado durante o tempo em que o champô tem de atuar, com a Beni não é assim tão fácil, que a sacana consegue ser mais terrorista do que qualquer exército de piolhos.


É que os piolhos podiam ser assim como a COVID, sabem? A pessoa botava uma máscara, andava munida de fresquinhos de álcool gel, mantia o distânciamento social, tinha cuidado para afastar o vírus e pronto, eles nem se chegavam, mas não. São tão ruins que nem com a pandemia eles se mantém longe. Mas como não estou para me chatear, já ando a tentar fazer alguma prevenção cá em casa. Uma das coisas que tenho sempre por cá e que uso nos miúdos quando começam a avisar na escola que há surtos de piolho, é o Champô de Proteção Paranix contra Piolhos e Lêndeas. É um 2 em 1 porque, além de lavar, o cabelo e ser muito suave, também protege contra os malditos dos piolhos, e até tem um cheiro agradável, nada como aqueles champôs que usava quando era miúda e eram horríveis.


Outra das coisas que também costumo ter é o Spray para o Ambiente Paranix, que elimina os piolhos de superfícies como sofás, capacetes, assentos de cadeiras ou cadeirinhas dos carros, tudo coisas que não podem ser lavadas a mais de 60º na máquina. Sim, porque isto é tudo muito giro mas, em aparecendo piolhos, não há nada que vos valha, filhos, que eles agarram-se a tudo quanto é coisa. Ele é almofada, é carpete, é cortinado, é tudo. E basta meterem-se ao pé de um destes objetos, infestado de piolho, que ele vai rapidamente invadir-vos a cabeça e deixar as ainda mais nojentas lêndeas. E como não estou para ter uma praga do género cá em casa, é ver-me de spray em riste a borrifar os cantinhos todos da casa quando começam as pragas. Deixo o produto atuar durante 10 minutos, saio de casa para dar um passeio, e volto para aspirar tudo o que é piolhame falecido, que isto agora não está para funerais e muito menos para velórios. 


Olhem filhos, que vos digo que no ano passado, graças a isto, consegui evitar as pragas, vamos a ver se este ano sou capaz de conseguir a mesma perícia. Se fosse a vocês, e enquanto as aulas ainda não arrancaram assim mesmo a cem por cento, ia já tratar disso. Depois não digam que não vos avisei, sim?



Post em parceria com Paranix



Os piolhos estão sempre à espreita (sim, até nas férias)

terça-feira, setembro 15, 2020

 


E então, pessoas, já tinham saudades de vir aqui ler sobre piolhame, não é verdade? Pois que isto, este ano, não anda assim muito complicado ao nível do piolho. Os miúdos estão por casa, não andam assim metidos em grandes aventuras e, portanto, não houve assim grande perigo de aparecer um daqueles recaditos da escola a avisar que havia pragas desses nojentos. Mas, calma lá, que isto agora com o verão é uma aventura.


No ano passado escrevi aqui que o verão era assim como que o paraíso para os piolhos. Os sacanas nojentos adoram fazer raves na cabeça dos putos assim que começa o calor. Assim ao nível parque de estacionamento da Praia de Carcavelos, sabem? Ficam todos doidões, qual pessoa que acabou de passar para o equivalente a 35 anos em confinamento, e vai de armar uma festa onde? No cabelo da criançada, claro está.


Este ano temos a vantagem de, além de eles não estarem na escola, não há cá ATL’s nem campos de férias ou coisa que o valha, mas isso não quer dizer que os sacanas não andem aí. Nada disso. É que basta ir para uma piscina, até de hotel, e um dos sacanas andar por lá para se pespegarem à cabeça dos putos como se não houvesse amanhã. E já se sabe como é que é o ranhoso do piolho, não é? Chama logo a família e os amigos todos para fazer a festa.


A verdade é que ainda não fizemos assim férias daquelas mesmo à séria, de ficar de papo para o ar não sei quantos dias sem fazer nenhum, só à torreira do sol — com os devidos cuidados, não se enervem — a fazer sestas infinitas ou despachar livros atrás de livros. Claro que há planos para isso, mesmo que a pandemia nos tenha trocado as voltas, se tudo correr bem havemos de tirar uns dias de férias para descansar com os putos. Quer dizer, “descansar”, porque com miúdos já se sabem que não é assim tãããão fácil.


E só de pensar em ter a miúda também a apanhar bicheza, nem quero imaginar. É que se quando um apanha já me ponho a rezar cinco Pais Nossos e dez Avé Marias a ver se não apanhamos todos, se ela apanhar também então, estamos todos desgraçados. E o pior é que não é assim tão fácil de contrariar, até porque, como as lêndeas são incolores, só as conseguimos mesmo ver quando já morderam o couro cabeludo e já se transformaram em piolhos, ou seja, é quase impossível de os vermos até já terem montado o arraial todo na cabeça da criançada.


Posto isto, e como não estou para ter (outra vez) chatices com aquele cabelo infinito do Mateus, vou atacar já nas férias com o Paranix Champô de Proteção, como tenho feito nos outros anos, que interrompe o ciclo de vida dos piolhos e elimina os novos antes que eles se consigam reproduzir, impedindo que uma infestação se instale na cabeça dos putos. Pode ser usado a partir dos dois anos, por isso até já na miúda o posso porque é para ver se os horrorosos nem se chegam ao pé dela.


Além do champô, também costumo usar o Paranix Repel, que é um spray que cria uma película protetora que não facilita a vida aos piolhos que queiram entrar e assentar arraiais na cabeça dos putos, e nas nossas também. Devem por todas as manhãs em cabelo seco ou húmido e depois de pentear. Ou seja, colocam o produto e não mexem mais! Ah, e especial atenção à zona da nuca e atrás das orelhas, que é onde a bicheza gosta mais de estar.


Faço este ritual durante alguns dias antes das férias e continuo quando vão para a escola, que é para ver se consigo evitar visitas indesejadas. Se ainda não foram de férias, ou mesmo que já estejam a caminho, ainda vão a tempo de prevenir, até porque encontram Paranix em qualquer farmácia ou parafarmácia perto de vocês. Depois não digam que não vos avisei, sim?


Paranix Champô de Proteção é um dispositivo médico utilizado para prevenção da disseminação da pediculose. Apenas para uso externo. Não engolir. Não utilizar em pele irritada. Evitar o contacto com os olhos e mucosas. Não usar em caso de alergia a algum dos ingredientes. Não indicado para crianças com menos de 2 anos. Manter fora do alcance e da vista das crianças. Leia cuidadosamente a rotulagem e as instruções de utilização. Paranix Repel é um produto cosmético. Para uso externo. Evitar o contacto com os olhos.


Post em parceria com Paranix

Novidades fresquinhas #91: Alice Trewinnard x Cata Vassalo

segunda-feira, abril 20, 2020
O que é que acontece quando se junta uma miúda que sabe tudo e mais um par de bota sobre penteados, que vai para aí a 25 casamentos por ano e que, calha bem, até está noiva, e uma joalheira que faz os toucados mais bonitos deste mundo e do outro? Sai uma coleção cápsula, claro está. Foi isso que a Alice Trewinnard e a Cata Vassalo fizeram. 

A Alice escreveu há dias no Instagram que a coleção estava para sair há algum tempo, só que a  sacana da pandemia acabou por atrasar o lançamento umas semanas. “No entanto, quando acreditamos tanto numa coisa, não podemos permitir que as adversidades nos impeçam de levar os nossos sonhos e projectos para a frente”, escreveu ela. E é mesmo verdade. De tal forma que esta quarta-feira, 15 de abril, a coleção Alice Trewinnard x Cata Vassalo viu a luz do dia. 

O nome da Cata Vassalo não é estranho a quem adora estas coisas de toucados, bandoletes e joalharia. Já estive em casamentos em que as noivas usaram as peças dela, e são de morrer. Daquelas que dá vontade de a pessoa se atirar, arrancar da cabeça ou da orelha e estragar a boda. Já a Alice é influenciadora digital, começou com um canal de YouTube onde falava sobre tudo o que era penteados e cabelos, criou uma empresa na área — a Golden Locks — e até já lançou um livro. 

Cruzaram-se quando a Alice ainda penteava noivas e começou a ver os toucados da Cata nas clientes. Já a Cata, via os trabalhos da Alice nas noivas que usavam as suas criações. “Naquela altura, usar peças da Cata já era tendência, hoje em dia já são uma referência entre as noivas e até convidadas”, diz a Alice.

Juntas, criaram uma colecção que junta a estética e os materiais que a Cata costuma usar — o latão banhado a ouro, as pedras semipreciosas, os cristais e os botões — à versatilidade da Alice e à sua paixão por viagens. É por isso que cada peça é inspirada em plantas e flores de zonas que a Alice visitou, como São Francisco, Islândia, Açores, Chile e Dinamarca. 

A colecção é de edição limitada e composta por quatro brincos, dois toucados, uma pulseira, três clutches e três bandoletes. São vendidas individualmente, mas podem ser conjugadas entre si, como é o caso do toucado e da pulseira Hortênsia, ou a bandolete e a clutch Sentinel. 

Podem ser usadas em várias ocasiões, como em casamentos — tanto por noivas, como por convidadas —, em eventos, festas, ou até mesmo para jantar fora ou no dia a dia. “Cada jóia Alice Trewinnard x Cata Vassalo pode e deve ser usada como cada mulher quiser, mostrando o quão única cada uma é. É essa a nossa verdade e aquilo que distingue o que fazemos”, diz Cata.

Podem encontrar as peças à venda no site da Cata Vassalo.






Tal mãe, tal filha. Até na higiene íntima.

terça-feira, março 10, 2020
Desde que me lembro de ser gente que sei que não devemos andar para aí a usar qualquer coisa para lavar o nosso rico pipi. Eu sei que é daqueles assuntos de que estou farta de falar, mas a realidade é que por mais que discuta este tema com amigas, acabo sempre por encontrar alguma que me diz, com toda a naturalidade do mundo, que continua a usar o gel de banho ou sabonete tradicional para lavar esta zona, sem pensar nas consequências que isso pode trazer.

Já aqui falei várias vezes dos cuidados que tenho com a higiene íntima e de como uso sempre um gel de limpeza específico, e muito daquilo que sei foi-me passado pela minha mãe. Nunca tivemos uma relação assim muiiiiiiito próxima no que toca à abordagem de temas assim mais íntimos ou sensíveis, mas no que toca a higiene ela andou sempre em cima do assunto.

Agora, passados mais de 30 anos, cabe-me começar a ensinar estes rituais à Beni. E meu amigos, isto não está nada fácil por estes lados. A hora do banho transformou-se num verdadeiro campo de batalha em que temo pelo dia em que me vem parar um frasco de champô à cabeça. Daqueles assim mesmo cheios, de meio litro. Acredito, sinceramente, que um dia ainda vou ver esta sacana a competir na categoria de lançamento de peso dos Jogos Olímpicos de 2028 mas, até lá, é continuar nesta luta diária a ver o que é que consigo ensinar à miúda. 

Enquanto ainda consigo ver bem dos dois olhinhos, vou tentando mostrar-lhe, aos poucos, que não podemos usar qualquer coisa para lavar o pipi. Eu sei, eu sei, não precisam de vir cá com coisas a dizer que ela só tem um ano e meio, que ainda não percebe e mimimi, que já sei isso tudo, mas prefiro ir tentando mostrar as coisas aos poucos, para ela ir aprendendo e, assim, evitar que tenha problemas de infecções como, por exemplo, as vulvovaginites (que, caso não saibam, são das queixas mais frequentes nas consultas de pediatria).

É aqui que entra em cena o Lactacyd Girl, que já tenho começado a introduzir nas rotinas da Benedita aos poucos. A indicação é que seja usado a partir dos três anos, mas na altura em que fui conhecer o produto, as médicas — uma ginecologista e uma pediatra — disseram-me que já podia ir começando a usar nela, precisamente para ver se se vai habituando e, mais tarde, quando já for mais crescida, não se atirar imediatamente ao sabão azul e branco, ou coisa que a valha, para lavar o pipi — só de imaginar até se me dá uma arrepio na espinha. 

A fórmula do Lactacyd Girl é bastante suave e não tem sabão, álcool nem parabenos. Ou seja, nada das coisas que irritam aquela zona. Pelo contrário, tem Aloé Vera e extracto de pêssego que ajudam a acalmar e hidratar, e contém ainda ácido láctico biológico. O pH foi testado para se adequar ao da zona íntima e, assim, não afectar a barreira protectorw que existe naturalmente na pele.

Espero, sinceramente, que a miúda aprenda com os exemplos que tem em casa e, mais cedo ou mais tarde, se comece a atirar sozinha ao gel de limpeza íntimo. E por falar em imitar a mãe, na compra de qualquer produto Lactacyd entre Março e Abril1% da receita reverte para a Ajuda de Mãe, uma associação que  me é muito querida, que ajudo sempre que posso e que presta apoio a mães que não têm qualquer espécie de ajuda a criar e educar os seus filhos. É aproveitar e, se as vossas filhas ainda vão atrás do gel de banho ou do champô para lavarem os respetivos pipis, passarem por uma farmácia, parafarmácia ou mesmo online e comprem uma embalagem de Lactacyd Girl . Vende-se em embalagens de 200ml e o preço de venda recomendado é de 11,99€.


Post em parceria com Lactacyd

Mas onde? Onde comprar biquínis em Fevereiro?

domingo, fevereiro 23, 2020
Fevereiro é aquele mês em que as pessoas já começam a implorar para que os dias de calor cheguem para ficar, porque já não se aguentam estas semanas bipolares. Durante dois ou três dias está sol, a pessoa aproveita para fazer 27 máquinas de roupa, e até bate assim aquele calorzinho, e depois logo a seguir vem uma tempestade daquelas com nome de pessoa que nem vontade dá de sair de casa. É também por esta altura que algumas pessoas (espertas) marcam férias para destinos paradisíacos, tipo Maldivas, Punta Cana... ou Quarteira. Pronto, não é assim tão exótico quanto isso, mas cada um vai onde pode. Além de sair mais barato viajar em época baixa, a probabilidade de não encontrarem tudo o que é areal cheio de gente é muito mais alta. E não há nada como fugir do calor e aterrar num sítio  onde estão 30 graus.

Já fiz férias deste género várias vezes, e a verdade é que prefiro, mas sei que pode ser difícil para a maioria das pessoas. Principalmente  para quem tem miúdos na escola e que não podem simplesmente faltar uma semana ou mais. Mas para quem não tem filhos (ou os tem ainda pequeninos), o melhor mesmo é evitar aquelas alturas em que temos de pedir autorização para enfiar o dedo mindinho do pé na água ou esticar uma toalha de praia. Probleminhaaaaa: é preciso renovar o stock de biquínis e fatos de banho, e as novas colecções de verão ainda estão loooonge de estarem disponíveis. Há marcas que lá vão apresentando uma ou outra peça para a pessoa se entreter, mas a oferta é escassa.

Solução: comprar biquínis online. Não faltam opções de sites que têm colecções completas de biquínis e fatos de banho à venda durante o ano inteiro, e normalmente há bem mais por onde escolher, ao contrário do que acontece  nas lojas físicas. Com a vantagem extra de, por vezes, até conseguirmos encontrar algumas opções com descontos e que ficam mais em conta. Por esta altura, com sorte, ainda apanham uma ou outra promoção se optarem por comprar fatos de banho online, porque nas lojas os saldos, olhem, já foram.

Este ano não planeámos nenhumas férias em família assim para destinos mais calientes, mas quando em Dezembro me escapuli para as Maldivas com amigas, sei a dificuldade que foi encontrar UM ÚNICO fato de banho ou biquíni que pudesse levar comigo para estrear nas férias (problemas reais, eu sei). Andei a correr tudo o que era centro comercial e loja, mas só conseguia encontrar daqueles que as velhotas de 80 anos levam à hidroginástica. O que, tendo em conta a minha falta de forma, se calhar nem tinha sido assim tão má ideia.

Como não está fácil montar kits de praia, vou deixar-vos umas sugestões que podem encontrar online. Para não vos faltar nada, deixo também sugestões de chinelos, saídas de praia e até alpercatas, que é, basicamente, tudo o que precisam para ser felizes num sítio com calor.



Os animais fugiram do zoo, mas calma que está tudo bem

quinta-feira, fevereiro 20, 2020


A Benedita está naquela fase, encantadora,  em que não se entretém com nada. Ou melhor, entretem-se com tudo aquilo que não é suposto: partir coisas, esconder comandos, atirar objectos para o lixo (quando não é pela janela, como aconteceu em casa da minha mãe, em que uma pantufa dela voou três andares) e, o que ela mais gosta, desarrumar tudo. Sacana da miúda, que a pessoa não pode desviar o olho um segundo que ela já está a asneirar. Apesar de ainda não ter muitos brinquedos, liga pouco ou nada aos que tem, e quando brinca com eles é quase sempre em modo lançamento, do estilo “deixa cá ver até que distância eu consigo atirar isto”. O que faz com que eu passe boa parte do meu dia de rabo para o ar a apanhar tudo o que ela espalha. 

É claro que, com um ano e meio, ainda não se pode exigir muito foco. Por mais que eu adore a imagem de vê-la sossegadinha, durante uma hora, com as suas bonecas e peças de Lego, sei bem que é uma realidade impossível a curto prazo. Mas, aos poucos, vou tentando que, pelo menos, ela perceba que não tem de estar sempre a atirar coisas, que há formas mais fofinhas de manifestar o seu amor pelos brinquedos.

Por outro lado, acho importante começar já a incutir o gosto pela leitura, porque acredito que pode ajudar na concentração. Comecei a ler para o Mateus quando ele tinha seis meses e, mesmo que não percebesse nada do que eu lhe estava a dizer, pelo menos ficava ali sossegado no meu colo e era sempre um momento fofinho. Vai daí, estou a tentar repetir o método com a Beni, mas confesso que ela dá mais luta. Prefere passar o tempo a tentar arrancar as páginas do que a ouvir a história. Paciência, muita paciência.

Se também têm aí por casa pequenos seres endiabrados que não brincam com nada, acho que vão gostar da nova colecção da RBA, "Os Meus Animais do Zoo", que junta duas coisas óptimas: livros e brinquedos muita-fofinhos (e que eles podem atirar ao ar porque não se partem nem se estragam). O objectivo é aliar a aprendizagem à diversão, sempre de forma lúdica. Cada livro é dedicado a um animal (são 66, no total), e os miúdos podem aprender coisas tão variadas como as suas características físicas, a origem ou os hábitos. No final de cada livro há ainda uma história com o animal em questão e depois podem brincar com a figura que vem junto.




Os livros são recomendados para crianças acima dos 18 meses mas, cá por casa, acredito que até é o Mateus que vai dar-lhes mais uso. É absolutamente fascinado por animais, e pela história dos animais, e por tudo o que esteja ligado a animais. Assim que bateu com os olhos na colecção ficou logo em êxtase. Posto isto, acho que ficam os livros para ele e os bonecos para ela, que assim que os viu também já não os largou mais, a safada.




A colecção inclui ainda algumas ofertas-extra, como uma mochila tigre e uma caixa para guardar os livros e os bonecos, que aberta se transforma em tapete. E porque estamos na era das tecnologias, existe ainda a app "Os Meus Animais do Zoo" (disponível para Apple e Android) que permite descarregar desenhos para os miúdos pintarem. Descubram mais sobre esta colecção aqui.



Post em parceria com a RBA

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