Olha aí mais uma crónica sobre blogs

19.12.14

Esta história dos blogues é muito bonita, mas o que (quase) toda a gente quer saber é como fazer dinheiro com eles. Se recebesse uma nota de 100 euros por cada cada vez que já me fizeram perguntas sobre o tema (como é que se ganha dinheiro com um blogue? Quanto é que ganhas com o teu? E dá para viver só disso? A que portas tenho de bater?), já teria deixado o blogue e estaria a esta hora a escrever-vos de uma ilha nas Maldivas, com um corpulento moreno de olhos claros a refrescar-me com folhas de palmeira. Enfim, sonhos.

Se é verdade que, nos dias que correm, já dá para viver de um blogue, não é menos verdade que ainda estamos a anos-luz do que se pratica lá fora. É normal, cá despertamos sempre mais tarde para tudo. Já há muitas marcas que reconhecem o potencial de se promoverem num blogue, mas há outras que perderam claramente o comboio. Curiosamente, a primeira abordagem que tive para uma parceria foi de uma marca portuguesa, há quase sete anos. Fiquei parva. Nessa altura, o meu blogue ainda usava fraldas, e perceber que havia quem estivesse interessado em utilizá-lo para se publicitar e, ainda por cima, dar-me algo em troca, foi uma coisa assim para cima de espectacular. 
Sete anos depois, as coisas estão diferentes. O assédio das marcas aos bloggers é mais do que muito. Mas o contrário acontece na mesma dose, ou maior ainda. Mortinhos para receberem produtos, são agora os bloggers a contactarem as marcas e agências de comunicação ... continuar a ler aqui

A Clash chegou!

19.12.14

Se é verdade que sou pessoa que, durante anos seguidos, conseguiu ser fiel sempre ao mesmo perfume (aconteceu com o CK One, o DKNY, o Light Blue), também é verdade que agora arrisco mais e gosto de experimentar e ir variando. Neste momento tenho três ou quatro perfumes e vou usando conforme a minha disposição. E esta semana juntei mais um à lista: o Love Potion, da Clash Fragrances. Para quem ainda não conhece, a Clash é uma marca inglesa que acaba de chegar a Portugal, com uma loja nas Amoreiras. Esta é, aliás, a primeira boutique da marca no mundo inteiro (não sabia,  mas parece que Portugal é um óptimo país para testar novos conceitos). A Clash tem 35 fragrâncias exclusivas (20 femininas e 15 masculinas) que foram desenvolvidas por alguns dos maiores perfumistas mundiais. Gente que desenhou 15 dos 30 perfumes mais vendidos do mundo, para marcas como a Armani, Dolce & Gabbana, Tommy, Chloe, Dior, Nina Ricci, Gucci, Burberry, Givenchy, Hugo Boss ou Valentino.

Os perfumes estão divididos por colecções (Riot, Urban Chic, In Love, #Girl,, Suit & Tie, Sporty), nas quais se encontram aromas muito variados, pensados para diferentes personalidades. Há fragrâncias mais fortes, mais suaves, mais frutadas, mais florais, mais simples ou mais sofisticadas. Há um bocadinho de tudo, porque já sabe que escolher um perfume que nos assente é quase tão difícil como encontrar um cabeleireiro de confiança. Os nomes também são fantásticos. Por exemplo, Beautiful Lies,  Devil May Care, Little Black Dress, Blondes Vs Brunettes, I Hate Mondays ou Shaken, Not Stirred (para os homens fãs de James Bond). Na minha visita à loja, a convite da marca, trouxe o Love Potion, da linha In Love, um perfume que junta ingredientes como a rosa, ameixa ou âmbar.


Para além de perfumes, a Clash tem também sabonetes, gel de banho ou velas aromáticas (maravilhosaaaas). Tudo isto numa loja linda e onde tudo tem ar de custar uma fortuna. Mas não custa: os perfumes variam entre os 25 euros (frasco de 50ml) e os 40 (frasco de 100 ml). Já as velas custam 20 euros e os packs de sabonetes a partir de 10€. Preços simpáticos, tendo em conta a qualidade e a exclusividade da marca.


A Clash prevê abrir mais lojas ao longo de 2015 mas, para já, para já, só mesmo nas Amoreiras. Saibam mais sobre a marca aqui ou aqui.

Resultados de passatempos

18.12.14
Pontofashion
Carla Patrícia Basto, Matosinhos

Swarovski Gift Box
Luciana Portugal, Anadia

Parabéns às vencedoras e obrigada a todos os participantes.

Home is where your heart is

18.12.14

Almofada Meet Me Under the Stars

Quando fui à abertura da nova H&M do Chiado, há um par de meses, percebi logo que seria no piso de casa que me iria desgraçar mais. A verdade é que não há muitas lojas de decoração com preços decentes, por isso tudo o que apareça - e com coisas giras, claro - é mais do que bem-vindo. Num destes dias passei por lá e, entre presentes para oferecer no Natal, acabei por trazer mais umas coisinhas cá para casa. Decidi que era o meu presente para a nossa casa, que tão bem nos acolhe. Deixo-vos as fotos de algumas das novas aquisições.

 Carrinho de madeira para brinquedos

Alguém na redacção da Harper's Bazaar começou a beber logo pela fresquinha

18.12.14

Hoje deu-me para isto #245

18.12.14

Dramas natalícios

18.12.14
A toda a gente que me pergunta o que quero para o Natal, eu respondo sempre o mesmo: "nada". Não é género, é mesmo porque não preciso de nada, não há nada que queira assim meeeeeeeeesmo muito (ou que, pelo menos, não tenha um preço obsceno). É claro que é sempre bom receber presentes das pessoas de quem gostamos, saber que se dedicaram a pensar em nós,  mas não quero que estejam a gastar dinheiro comigo só porque sim, pela obrigação natalícia. Mas o homem tem insistido, por isso já lhe disse o que quero: trabalhos de bricolage. Há quadros, cortinados, molduras e pratos para pendurar para aí desde 1987, pelo que uma tarde dedicado a estas tarefas me parece um óptimo presente. O que é certo é que o dia de Natal aproxima-se a passos largos e ainda não o vi de berbequim na mão (salvo seja). Pelo meio continua a perguntar "mas o que é que queres? Vá lá, diz lá o que é que queres?". Chato. Raça do homem, que está comigo há 300 anos e ainda não me conhece os gostos. Hoje lá lhe disse que, se quisesse, me podia comprar uns botins da Uterqüe que estão em promoção. Pronto, ficava o assunto arrumado. Mas não, diz que não. Porque é muito previsível, e porque se me der uma coisa que eu lhe sugeri vou ficar chateada por ele não se ter esforçado mais, e mimimimi. Presa por ter cão e presa por não ter. Posto isto, vou voltar ao "não quero nada", e seja o que Deus quiser. A verdade é que todos os anos decidimos que não vamos oferecer nada um ao outro, pelo menos nada que seja caro. Preferimos usar esse dinheiro para fazer uma viagem no início do ano. Mas, claro, depois somos incapazes de não dar qualquer coisinha ao outro. 
Toda a minha vida sofri o drama de fazer anos em Janeiro e ter de escolher se queria um presente bom no Natal ou um presente bom nos anos. As pessoas que fazem anos em Janeiro têm a vida lixada, porque só têm direito a um presente bom, o outro é sempre "uma lembrancinha". Ou, pior, recebemos um só presente "e fica já de Natal e de anos". É muito triste nascer em Janeiro (e em Dezembro!), é o que vos tenho a dizer. Mas pronto, repito: não preciso de nada, está bom? Vá, ok, talvez só destes botins.


And so this is Christmas

17.12.14
Candeeiro estrela IKEA

Não sou a maior entusiasta do Natal. Já fui, mas depois a vida troca-nos as voltas e não conseguimos deixar de associar esta época a uma certa tristeza e melancolia. Para mim o Natal é isso. Uma época boa, essencialmente um momento de família e de alguma paz de espírito, mas também uma época em que fico às voltas com a memória, a pensar em quem já não está. Uma criança ajuda a recuperar um bocadinho o espírito. Sinto que no ano passado e neste me envolvi mais, por causa do Mateus. Tive mais vontade de fazer a árvore, de ceder a casa para os festejos, de ouvir músicas natalícias ou de investir na decoração. Estou longe de ser uma Gracinha Viterbo. Não tenho jeito nem paciência para aqueles arranjos que começam no hall de entrada e se estendem pela casa toda. Mas gosto de ter uma coisita ou outra que anime a época. Pode ser que assim me anime mais a mim também.

Coroa Canavezes

Cavalinho de madeira IKEA

Presépio Vista Alegre (um  presente de Natal antecipado)

Copo de vela e árvore IKEA / Estrela de madeira Baby Tales /Ilustração flamingo ETSY

Enfeites de Natal IKEA /Pai Natal VIVA

Estrela de Natal IKEA

Coração IKEA

Presépio em madeira: não me lembro onde comprei. Anyone?

De volta à escola #2

17.12.14

aqui vos tinha dito que, em Março, vou voltar à escola por uns dias, para frequentar o curso executivo de Luxury Brand Management do ISEG. Um dos motivos que me fizeram inscrever no curso foram os oradores que vão estar presentes no curso. Alguns já conheço, outros não, mas reconheço-lhes o nome e o percurso. O orador principal será o Carlos Ferreirinha que, entre outros cargos, foi director de Marketing e Comunicação da Louis Vuitton para a América Latina e Caraíbas, e também presidente da Vuitton Brasil. Actualmente é colunista de algumas revistas internacionais e é um nome de peso no segmento do luxo.


Da casa Chanel vamos ter Assunta Jimenéz-Ontiveros, directora de Relações Públicas da marca para Portugal e Espanha desde 2002. Depois de ter passado pelo jornalismo e de ter sido responsável de marketing e relações públicas de algumas das mais importantes marcas de luxo, é agora responsável pelas áreas de moda, joalharia, relojoaria e beleza da Chanel.


Também a princesa Maasha Magaloff marcará presença como oradora. Começou aos 19 anos na Elizabeth Arden, onde foi responsável pelas Relações Públicas e contactos com a imprensa. Anos depois viria a criar o seu próprio escritório de comunicação e trabalhou com marcas como a Gucci, Halston ou Alain Carré. Em 1982 tornou-se RP do 30º aniversário da Givenchy e um ano depois juntou-se à Nina Ricci. No final dos anos 90 foi uma das fundadoras da Vogue Rússia e actualmente vive em Lisboa.


Para além destes nomes, o Luxury Brand Management Executive Course conta ainda com a coordenação de Paula Mateus (directora da Vogue Portugal) e Isabel Jorge de Carvalho (directora da agência de comunicação Global Press). Tudo bons motivos para acreditar que vai muito valer a pena voltar à escola.

De volta à IKEA (e carregada de peluches)

17.12.14

Bem, depois de chegar a casa com dúzias e dúzias de peluches IKEA, percebi que o Mateus não precisa assim de taaaaaaantos. Posto isto, "deixei-o" escolher um, tirei mais uns quantos para oferecer e fui devolver o resto à IKEA. Entreguei-os nos recipientes transparentes que estão junto à linha de caixas, e agora hão-de ser entregues às crianças apoiadas através dos programas do Instituto de Apoio à Criança.

Relembro-vos que podem participar nesta campanha até dia 3 de Janeiro. E este domingo, dia 21 de Dezembro, vou estar na IKEA de Loures entre as 10.30 e as 12.30 para recolher os peluches IKEA que quiserem doar. Espero ver-vos por lá e poder contar com a vossa solidariedade! Em troca temos um pequeno gift IKEA para vos oferecer.  Até domingo?







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