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Cenas para putos #2

sexta-feira, fevereiro 17, 2017
A minha BFF foi mãe pela segunda vez, na semana passada (yeaaaaaaaah, bem-vinda, Francisca!). Depois de dar muitas voltas à cabeça sobre o que dar à criança, decidimos optar pelo lado prático e funcional. Juntámo-nos todos e oferecemos o berço Next2Me, da Chicco, que é assim uma espécie de Rolls Royce dos berços. Quando eu fui mãe não havia nada disto, e tenho mesmo muita pena, porque tinha dado um jeito do caraças. Ora bem, para quem nunca ouviu falar desta pequena grande maravilha, o Next2Me é um berço que tem um dos lados amovível para que possa ser encostado à cama. O bebé fica no seu espaço, com toda a segurança do mundo, mas se for preciso pegar-lhe a meio da noite para amamentar ou só para o acalmar, está mesmo ali à mão de semear. No resto do tempo fecha-se a "parede" lateral e funciona como um berço normal. Não é uma ideia mesmo fixe? Eu acho. Quantas e quantas noites não passei com o braço enfiado nas grades do berço, só para dar a mão ao Mateus, e ali ficava, na posição mais incómoda de sempre. Ou quantas e quantas vezes não me levantei só para ir ver se ele estava a respirar bem, se estava tapado, se ainda tinha chucha, etc e tal. Enfim, outros tempos. O Next2Me está disponível em quatro cores (azul, rosa, cinza e bege) e custa 229€.


Novidades fresquinhas #72

terça-feira, fevereiro 14, 2017
Sou uma pessoa que reune um conjunto de problemas. É raro o dia em que não tenho de me maquilhar, odeio ter de fazê-lo, e não nado propriamente em tempo livre. Estão reunidas as condições para que a minha maquilhagem diária seja muito na base do despachanço, tantas e tantas vezes enquanto ando pela casa a arrumar coisas, a ir buscar cenas das quais não me posso esquecer, a beber um iogurte e a fazer sei lá mais ou quê. Somos mulheres, somos multi-task, nada de novo. Ora tendo em conta isto tudo, estou muito atenta a tudo o que é produto desenvolvido para nos poupar tempo. Produtos seguramente pensados por mulheres que sabem bem que a nossa vida não é fácil. Aqui estão três que descobri recentemente e que vieram revolucionar a minha vidinha:

A Pipoca está loucaaa #185

terça-feira, fevereiro 14, 2017

Sou mega fã do António Zambujo, não é propriamente novidade. É um dos meus cantores portugueses preferidos, acho-o super talentoso e parece-me ter pinta de boa pessoa, é daqueles tipos que uma pessoa olha e nos transmitem boas energias. Como se não bastasse, canta que se farta. E eu estou mortinha para vê-lo em Março, num dos três concertos que dará na Gulbenkian e nos quais apresentará o álbum "Até Pensei Que Fosse Minha", em que canta temas de Chicho Buarque. Os dois primeiros dias estão esgotados, ainda há alguns (poucos) bilhetes para o terceiro, mas como os meus leitores são mais especiais que os outros leitores todos juntos, e porque hoje é dia dos namorados e vocês são a minha cara-metade, eu e a Universal Music temos para vos oferecer um bilhete duplo para o concerto de 2 de Março. Quem é que vos adora verdadeiramente, quem é? 

Pois bem, para se habilitarem só têm de preencher este pequeníssimo formulário no qual vos peço que respondam a uma música sobre este novo álbum e que me digam quem levarão convosco ao concerto e porquê. A resposta mais original-coiso-fofinho... ganha! =) Podem participar até dia 26 de Fevereiro. Boa sorteeeeeee!

Orgasmo para tod@s (mas mais para nós)

segunda-feira, fevereiro 13, 2017


Nunca como agora se falou tanto de feminismo, e ainda bem. Tirando posições absolutamente extremadas e que, muitas vezes, só contribuem para descredibilizar causas muito sérias, é bom que saltem para a mesa temas como a igualdade salarial, o equilíbrio no acesso às oportunidades laborais, o acesso à educação, a violência contra mulheres, a paridade de género nos mais variados âmbitos. Muito tem sido dito, muito tem sido feito, mas há um detalhe - um pequeníssimo detalhe - que tem escapado em todas as campanhas femininas. E que detalhe é esse? A desigualdade orgásmica. Ah, pois é. Não se riam, não encolham os ombros, que isto é um assunto sério. Felizmente, houve quem decidisse tratá-lo como tal.

Pois que a Durex (marca que todos sabemos estar associada à promoção do bem-estar sexual, oh yeah) achou que estava na hora de pôr tudo em pratos limpos e lançou um estudo sobre o orgasmo. Isso mesmo, essa coisa que todos querem atingir mas onde nem sempre chegamos. Os resultados foram revelados recentemente e, minhas amigas, as notícias não são boas para nós. A coisa começa logo  a enervar-me quando o estudo diz que continua a assumir-se que o prazer sexual masculino é o mais expectável (e aceitável) numa relação sexual. Oiiiiiiii? Come again (salvo seja)? Então mas se somos dois a brincar, porque é que há-de ser só um (ainda por cima o homem!) a levar a taça? Isto não é a final da Liga dos Campões, não tem de haver um vencedor inequívoco, um empate aplica-se aqui perfeitamente, saem todos felizes. Claro que isto é uma generalização. Claro que numa "corrida" pode haver só um a cortar a meta e que isso não implica que o outro não se tenha divertido também. Claro que hoje podemos dedicar-nos mais a um e amanhã invertem-se os papéis. Claro que isso tudo. Mas o que me preocupa é que 95% das mulheres assumem que nem sempre atingem o orgasmo mas que vivem alegremente com isso. A sério? Quer dizer, está bem que ganhar e perder, tudo é desporto, mas eu, pessoalmente, prefiro ganhar. Ou então, lá está, o tal empate técnico de que falava atrás. 

Este assumir, com relativa naturalidade, que o orgasmo é uma coisa "mais para os homens" e que não há problema se eles se... enfim, coiso, sempre, e nós só de vez e quando, é bastante revelador de que nos atribuímos um papel secundário no campo sexual (como em tantos outros na vida). O estudo diz que isto está ligado a um problema de comunicação na cama. Verdade que não temos de estar ali com grandes tratados sobre o tema (há coisas em que temos de ser mais pela prática e menos pela teoria), mas mais de metade das mulheres inquiridas admitiu que se sente desconfortável a puxar pelo assunto "orgasmo", a explicar o que lhe dá prazer, a dizer se gosta mais disto ou mais daquilo. O que é estúpido. Verdade que há homens que se estão bem nas tintas para isso mas, ainda pior, é haver quem ache que sabe o que está a fazer e ande ali completamente perdido. Quem nunca? Quem nunca deu por si a pensar "ai, filho, se soubesses como estás tãaaaaaao ao lado"? Mas calamo-nos. Guardamos para nós. Por vergonha, por não querer embaraçar o rapaz que se acha o rei do pipi, por medo que ele não goste da chamada de atenção, por tanta coisa. E, claro, quem sai a perder somos nós. 

Está cientfica e anatomicamente comprovado que eles têm mais facilidade no processo. É uma cena lá deles. Regra geral, nós precisamos de mais tempo, de mais envolvimento, de alguém que saiba manejar-nos (literal e metaforicamente).  E se eles não sabem, temos de dizer. Porque somos todas diferentes, porque o que funciona para umas pode não funcionar para outras, e porque eles até podem ser experientes e muito bem intencionados, mas se não lhes dissermos como funcionamos a coisa pode não se dar. Por isso, falemos! Se percebermos que eles estão a chegar a Moimenta da Beira quando o nosso pipi está em Faro, é preciso trazê-los de volta, ajudá-los a focarem-se e dizer, inequivocamente, o que é que queremos. Sem pudores, que não vale a pena (e eu acho que, muitos deles, até gostam de uma orientaçãozinha marota). Aliás, perguntei a alguns amigos homens o que acham sobre ter indicações na cama (se sentem o ego amachucado ou se até acham uma cena sensual) e as respostas foram:

- "Super, super sensual. Desde que os pedidos não passem por cozinhar ou levar o lixo à rua. Se for uma miúda confiante, diz o que quer. Se for insegura e uma seca, não."

- "Acho sensual e não é pouco. E, desde que não seja uma cena marada, faço! Ainda há muita moça envergonhada, mas cada vez menos. Acho lamentável, porque gosto bastante de apreciar o orgasmo feminino. É metade do meu!"

- "Acho uma cena super sensual. Durante um segundo podemos ficar a sentir "porra, não consegui descobrir sozinho", mas cada mulher é tão diferente que falar, às vezes, ajuda em tudo. Inclusivamente a atribuir um carácter de confiança e intimidade ao acto, o que o torna ainda mais sensual. Mas acredito que haja homens que ficam lixados, e muito. Infelizmente, as mulheres tendem a ficar mais caladas, mas acho que está a mudar. Noto isso quer por experiência, quer por conversas com amigas. Os homens também falam de cenas de sexo, mas não gostamos muito de admitir perante outros homens que precisámos de instruções delas".

- "Que digam o que é preciso. Desde que a actividade seja excitante, venha a dica"

- "Melhor que digam. Aquilo que faz uma mulher chegar lá é um mistério insondável, pelo que é melhor não estar a tentar adivinhar. Ganha-se tempo e pode-se voltar a ver a bola mais rapidamente"

- "Adoro processos ensino-aprendizagem. Tenho espírito de mestre-escola, não me incomoda minimamente que me guiem os passos. Não sei se me dá uma especial pica. Talvez não. Nem tira. Regra geral as mulheres não me guiam, não sei se tendem a calar por vergonha."

Como se pode ver por esta reduzida amostragem, os homens estão abertos ao diálogo, por isso FALEM. Claro que também pode ser porque são meus amigos e querem dar uma de moderninhos (e porque sabem que eu lhes infernizaria a vida caso me dissessem o contrário), mas prefiro acreditar que tenho por amigos tipos decentes e que se preocupam com o prazer feminino (além do latente sentido de humor presente em algumas respostas).

De volta ao estudo, se por um lado temos um terço das mulheres assumir que raramente ou nunca é capaz de atingir o orgasmo através de relações sexuais,  por outro quase metade das inquiridas confessa que se sentiu mais feliz depois de o conseguir fazer e mais de uma em cada três sentiu-se menos nervosa. 29% das mulheres relataram que tiveram uma maior qualidade de sono e 28% dos dois sexos concordaram que o orgasmo ajuda a libertar a tensão nos seus relacionamentos. Vantagens, senhores, só vantagens. Posto isto, porque é que andamos a ter muito menos orgasmos do que eles? Pior, porque é que nos sentimos confortáveis com isso?

Este estudo serviu de rampa de lançamento para a campanha #OrgasmsForAll que, basicamente, quer que todos sejamos capazes de dar e receber belos orgasmos. Todos, homens e mulheres (mas vá, mais nós, que estamos em défice). Associado a isto, está também um novo produto, o Durex Intense Orgasmic Gel (só o nome já dá vontade de ir a correr comprar). Como o nome indica, é um gel estimulante, clitoriano, desenvolvido para orgasmos mais intensos. Eu explico: basta massajar algumas gotas durante os preliminares e esperar pelo pequeno milagre que se seguirá, com sensações  de calor, de frescura e aumento de sensibilidade. Promissor, certo?

Estas pequenas coisas podem dar uma ajuda incrível e a maioria das pessoas inquiridas no estudo até admite que gosta de ter novas experiências com o seu parceiro, mas só um terço diz já ter usado este tipo de géis estimulantes. Ok, ainda vamos a tempo, não está tudo perdido. Vivendo, aprendendo e tendo mais e melhores orgasmos. Acredito que a parte da aprendizagem continua a ser um bocadinho subvalorizada. E que é preciso falar mais, sem pudores desnecessários. Também para isso a Durex lançou um site onde é possível ler mais artigos de especialistas em sexo, histórias pessoais sobre o orgasmo, etc. Vale a pena espreitar. E vale também a pena usarem a caixa de comentários para debater este assunto. Afinal, andamos ou não a ter menos orgasmos do que devíamos? Andamos ou não a falar de menos (logo nós, mulheres, sempre acusadas de falar de mais)?

*post em parceria com a Durex

Cenas para putos #1

sexta-feira, fevereiro 10, 2017

Arranjar programas para o Mateus ao fim-de-semana é  uma das minhas missões nesta vida, por isso ando sempre de antenas no ar a tentar ver o que há para fazer. Há duas semanas, e depois de passar a vida a ouvir o meu afilhado a falar no assunto, fomos ver o "Capitão Miau Miau", no Teatrosfera. Bem, mais do que o meu afilhado, acho que os pais dele é que são viciados naquilo. E tanto nos infernizaram a vida ("temos de ir ver, temos de ir ver, temos de ir ver"), que lá acabámos por nos meter a caminho de Queluz. Moral da história: viemos de lá com mais uns quantos putos vidrados no "Capitão Miau Miau". A peça é a adaptação do livro com o mesmo nome e conta a história de um capitão e da sua tripulação que partem em busca de uma ilha encantada. Pelo meio, vão passar por uma data de peripécias, que já se sabe que isto de chegar a ilhas encantadas é coisa que dá trabalho. A peça está cheia de músicas, que os meus amigos sabiam de cor e cantaram de forma bastante entusiasmada. Quando digo "amigos" refiro-me mesmo aos adultos, não às crianças. A verdade é que as músicas ficam no ouvido e saímos todos de lá a cantar "esta é a nossa nau, viva o Capitão Miau Miau, heeeeeeeeeyyyyyyyy!". Comprei o livro para o Mateus, que inclui um cd com todas as músicas da peça, e tem-me pedido para ouvir em repeat. Se não tiverem planos para este fim-de-semana, vão ao Teatrosfera porque a peça é mesmo, mesmo gira. Está muito bem escrita, é super divertida e não há como não adorar esta gataria toda. 

Apesar do ar miserável, juro que o Mateus adorou o "Capitão Miau Miau"

"Avenida Q" ou "que maravilha que isto é"

sexta-feira, fevereiro 10, 2017

Na quarta-feira fui à estreia da "Avenida Q", a peça que está em cena no Teatro da Trindade. Não sabia grande coisa, apenas que era a adaptação de um musical da Broadway, por isso ia sem qualquer tipo de expectativa. Nem boa, nem má. E ainda bem, porque acabei completamente surpreendida, pela positiva. A peça passa-se numa rua de Lisboa - a Avenida Q - onde vivem pessoas como todos nós, com os problemas de todos nós. As coisas do emprego, do amor, dos preconceitos, dos medos, os pontapés que a vida nos dá, os sonhos que (achamos que) temos, a consciência de que falhámos em grande e que somos uma merda, a vontade de fazer diferente. Dito assim parece quase um guia de auto-ajuda, uma coisa "a la Gustavo Santos", mas não é nada disso. É só um musical muitíssimo bem adaptado, de chorar a rir (mesmo!), com muita parvoíce e algumas verdades duras lá pelo meio. 

A peça mistura actores com bonecos tipo "Marretas" o que, parecendo uma coisa estranha, resulta bastante bem. É impossível não empatizar com a não-tão-inocente-assim Marta Monstro, a devassa Paula Porca, o sonhador Luís, o tarado Trekkie (alguns dos bonecos), ou com o pequeno Saúl Ricardo, a Maria ou o Tozé (alguns dos personagens de carne e osso). Li algures que isto é uma espécie de "Rua Sésamo" para adultos e acho que a descrição cai bem. Porque os temas são, efectivamente, para adultos e porque não há cá aquela coisa de refrear a linguagem. Diz-se o que se tem a dizer, sem rodriguinhos linguísticos e com piadas sobre tudo e mais alguma coisa (até sobre este blog), num texto muito bem escrito e que não resvala para a graçola fácil e brejeira. 

Depois os actores, que me deixaram a pensar "uooooh, calma lá que há aqui gente muito boa". De repente, todos eles cantam (e bem), ao mesmo tempo que dançam e manejam bonecos que têm ar de ser assim a atirar para o pesadote. A ovação de pé, no final, foi mais do que merecida e é bom saber que há gente tão, tão talentosa por aí.

Ainda vamos no início de Fevereiro e posso estar aqui a adiantar-me, mas desconfio, assim mesmo, mesmo muito, que isto vai ser das melhores coisinhas a que vamos assistir em 2017. Não comprem bilhete e depois venham queixar-se que perderam a oportunidade. Eu avisei.

Para ver no Trindade Inatel até 2 de Abril.

À descoberta do Dia dos Namorados

quinta-feira, fevereiro 09, 2017

Faltam cinco dias para o Dia dos Namorados. Como é óbvio, esta informação é mais para vós do que para mim, pessoas apaixonadas e crentes no amor, que estão para aí cheias de vontade de celebrar o dia (que se quer o) mais romântico do ano. Da experiência que tenho, se quiserem ir jantar fora é preciso marcar com alguma antecedência, porque está sempre tudo a rebentar pelas costuras, por isso não se atrasem, não fiquem aí que vidas a decidir, porque quando escolherem pode ser tarde e acabam em casa agarrados aos tachos (gostam desta visão fatalista?). 

Apesar de eu não celebrar o dia, não me importo de partilhar convosco algumas ideias, que eu bem sei como, ao fim de uns tempos, é difícil inovar. A sugestão que vos trago hoje é um jantar assim muito romântico e fofinho e tudo e tudo no World of Discoveries, no Porto. O World of Discoveries? Mas isso não é um museu interactivo? É verdade, confere. É um museu interactivo e um parque temático que reconstrói a odisseia dos Descobrimentos, uma das nossas épocas áureas quando, basicamente, éramos os donos disto tudo. Por um lado, há a área de exposição permanente, com cinco salas que explicam, das mais variadas formas, todo o contexto político, cultural, científico e artístico da altura. Depois, entra-se numa embarcação que percorre vários cenários à escala real, numa viagem pelos vários territórios descobertos e explorados pelos portugueses.

O World of Discoveries tem recolhido imensos elogios e até já foi referenciado em várias publicações internacionais, como o The Guardian ou o The Independent, que o consideram visita obrigatória no Porto. O que é que o Dia dos Namorados tem a ver com isto? Tudo! Isto porque o Mundo dos Sabores, o  restaurante do World of Discoveries preparou uma ementa especialíssima para esse dia. Faz sentido, as relações são uma constante descoberta, por isso é capaz de não ser má ideia celebrar este dia num sítio dedicado aos Descobrimentos. Pois bem, da ementa fazem parte pratos inspiradores, como Setas de Cupido (queijo gratinado com mel, maçã e canela), Mimos de Dóris (robalo com molho de gengibre e lima), Inspirações de Afrodite (coxa de pato confitada com risotto de abóbora e ervilhas) ou uma mousse Romeu e Julieta. Mesmo sem companhia, eu era menina para ir só mesmo pela ementa! =) O valor por casal são 70 euros e inclui vinhos.


Contactos:
Telefone:  22 043 9770 

Post em parceria com o World of Discoveries

Dia dos namorados: ideias para eles

quinta-feira, fevereiro 09, 2017
Miúdas, por mais que eles digam que não querem nada, é óbvio que também gostam que se lembrem deles neste dia. E nos outros todos, vá. Posto isto, aqui ficam algumas ideias:


Dia dos namorados: homens, leiam este post

quinta-feira, fevereiro 09, 2017
Homens que me estão a ler, muito provavelmente obrigados pelas namoradas: ouçam o que vos digo. Esta é uma informação gratuita, só mesmo na base da amizade. Cá vai: mesmo que as vossas miúdas digam que não querem receber nada no Dia dos Namorados, que achem uma parolice, que jurem que não ligam nada à data... elas ligam. E, muito lá no fundinho, estão à espera de receber qualquer coisinha. Quem diz uma coisinha diz uma coisa de jeito, um presente digno do nome, mas uma flor ou um postalito também serão bem recebidos. Porque sei que ideias é coisa que não assiste muitos de vós, aqui ficam algumas sugestões. Quanto a vocês, meninas que também andam fraquinhas de ideias, mais logo partilharei algumas sugestões para eles.

Dia dos namorados: o que vestir?

quarta-feira, fevereiro 08, 2017
Aproxima-se o dia dos namorados e, com ele, a típica enxurrada de mails com a pergunta: o que vestir? Ahhh, olhem para vocês, suas pessoas fofinhas e apaixonadas, a darem tudo pela relação. Ora isto de looks para o dia dos namorados tem muito que se lhe diga, porque depende um bocado da fase amorosa em que se encontram. É o primeiro jantar de todos? Já estão juntos vai para 10 anos? As coisas já estão mais mornas do que a época do Sporting? Ainda há muita paixão e confettis? É que isso vai influenciar aquilo que vão vestir, porque tanto podem ir em modo assanhada ("saiam da frente que isto é tudo meu"), como em modo mais composto, que a relação já não está para grandes loucuras. Bem, seja lá como for, eu acho é que têm de ir como se sentirem mais confortáveis, sobretudo se for um primeiro encontro. Pessoalmente, acho que sentirmo-nos confiantes é meio caminho andado para as coisas correrem bem. Digo eu, que já não estou cá para fretes, é pegar ou largar. Mas bom, deixo-vos três looks para se inspirarem:

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