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Novidades fresquinhas #80

quinta-feira, julho 20, 2017
As novas Furla Metropolis Jungle. Coisas mais queridas-cutxi-cutxi-coisinhas-boas. Desconfio que vou estabelecer uma bonita amizade com o tigre.

Que Nativa SPA és tu?

quinta-feira, julho 20, 2017

Sermos clientes de uma marca há uma data de anos tem vantagens e desvantagens. Por um lado, já sabemos aquilo de que gostamos, já somos fieis a determinados produtos, já conhecemos o que funciona melhor connosco. Por outro, há sempre novidades a serem lançadas, queremos experimentar tudo mas, ao mesmo tempo, não queremos virar costas aos amores antigos, por isso ficamos ali numa luta interior. Ahhhhhhhhh! Acontece-me muito isto com O Boticário, que passa a vida a tentar-me. 

Ora vem isto a propósito do desafio que O Boticário está a lançar e que quer saber "Que Nativa SPA és tu?". Para quem o termo "Nativa SPA" é desconhecido, a minha primeira sugestão é que se cubram de vergonha, porque não é possível que nunca tenham ouvido falar desta colecção. Buuuuuu para vocês. Mas pronto, vocês sabem que (também) estou aqui para vos ajudar a descobrir o melhor da vida, por isso dou uma ajuda. Eu explico, prooooonto. Então, a linha Nativa SPA é composta por óleos, esfoliantes, hidratantes e muito mais, e tem várias fragrâncias: Ameixa, Líchia, Flor de Lótus, Açaí, Pitaya, Baunilha de Madagáscar, Blueberry e Melissa & Alecrim. Já experimentei algumas, todas óptimas, mas não preciso de fazer o quizz para saber que Nativa SPA sou eu. Decididamente, sou ameixa. É a minha linha preferida de todo o sempre, adoro o cheirinho, adoro o efeito na pele e o Óleo de Ameixa é das melhores coisinhas de todo o sempre. Tenho de confessar aqui, publicamente, que o traí, mas a culpa foi do Boticário, que entretanto lançou o óleo Caramelito (da linha Cuide-se Bem) e uma pessoa não é de ferro. Eu bem que comecei por dizer que a culpa é das marcas que passam a vida a pôr-nos tentações à frente dos olhos. Mas pronto, o óleo de Ameixa continua a ocupar um lugar quentinho no meu coração e pode ser que o Caramelito seja só um caso passageiro. Duvido, mas pronto.

Cada linha Nativa SPA foi desenvolvida a pensar num tipo de personalidade e estado de espírito. E é por isso que O Boticário quer saber qual é a vossa linha. Para isso, só têm de preencher este quizz. Demora um minuto e ainda ganham 20% de desconto na compra de dois ou mais produtos da vossa linha favorita, até dia 8 de Agosto. Ainda assim, o meu conselho é que passem por uma loja O Boticário e cheirem todas as linhas. Claro que isto vai dificultar muitíssimo a vossa escolha, porque são todas óptimas, mas também podem experimentar o aroma que tem mais a ver com vocês. Aproveitem!



Post em parceria com O Boticário

A Pipoca está loucaaa #206

quarta-feira, julho 19, 2017
Sabiam que o Intermarché tem uma linha própria de beleza de seu nome Labell? E sabiam que a colecção de maquilhagem entrou para o top 2017 Beleza, como marca testada e aprovada pelos consumidores? E sabiam que vão poder experimentar alguns dos seus produtos, porque eu sou uma jóia de moça que só quero o melhor deste mundo e do outro para os fofinhos dos meus leitores? Pois muito bem, em parceria com o Intermarché tenho para vos oferecer cinco kits de maquilhagem, compostos por:
- Uma sombra de olhos (conjunto de quatro cores);
- Uma máscara de olhos volume preto;
- Um baton de lábios intenso;
- Um pó solto bege;
- Um verniz de unhas framboesa;
- Uma água micelar 500ml co doseador;
- Um pack de toalhitas desmaquilhantes sensitive.

Tudo da marca Labell e tudo disponível nas lojas Intermarché:


Para se habilitarem a um destes cinco kits só têm de:

1- Fazer um "gosto" na página de Facebook do Intermarché Portugal;
2- Seguir a página de  Instagram do Intermarché Portugal;
3- Preencher o formulário abaixo até ao próximo domingo, dia 23 de Julho (permitida apenas uma participação por endereço de e-mail, participações repetidas não serão consideradas). Os vencedores serão escolhidos aleatoriamente através do Random.org. Boa sorte a todos.

Relativamente ao passatempo Levoo da semana passada, o vencedor foi o Ruben Fonseca Silva. Parabéns ao Ruben e obrigada a todos os participantes. 

Ficar solteiro aos (quase) 40: drama ou oportunidade?

quarta-feira, julho 19, 2017
Ontem fui almoçar com uma amiga e estava eu a atacar a minha pizza de atum e camarão, quando ela decidiu partilhar comigo uma teoria recém descoberta sobre o mundo das relações. Divorciada há pouco tempo, traçou-me todo um paralelismo entre a procura de um namorado e a procura de um novo emprego. Dizia ela qualquer coisa como: "eu devia ter feito como toda a gente faz, só me separar quando já tivesse outra pessoa em vista. Mas não, separei-me para ficar sozinha e isso não é bom. E quanto mais tempo passa pior é, porque começam a olhar para mim de lado, do género "qual será o problema desta para se ter separado e continuar sozinha?". É como ir a uma entrevista de emprego. Se já tivermos um trabalho mas andarmos à procura de um melhor, isso é mais valorizado. Mas se formos a uma entrevista de emprego e dissermos que estamos no desemprego há seis meses, vão achar esquisito". Para reforçar a sua posição, perguntou-me "conheces mais alguém como eu? Que se tenha separado e que esteja sozinho? Eu não conheço. As pessoas saltam de uma relação para a outra". 

Dei por mim a pensar um bocadinho no caso.

E o Mateus fez quatro anos

terça-feira, julho 18, 2017

No domingo o Mateus fez quatro anos e, infelizmente, isso coincide mais ou menos com aquela fase em que eles começam a deixar de achar graça a desenhos animados fofinhos e se perdem de amores pelos super heróis. E, meus amigos, não me lixem, os super heróis não são fixes. São feios, são parolos e, apesar de salvarem pessoas lá no mundinho deles, a verdade é que fazem coisas estúpidas, perigosas e totalmente desaconselháveis a uma criança de quatro anos (lançar teias? Voar? Trepar prédios?). 

Posto isto, quando perguntei ao Mateus sobre o tema da festa de anos dele, as respostas foram: "Homem Aranha! Super Homem! Homem de Ferro! Batman! Luke!" (o Luke não é nenhum super herói, é só mesmo o Hulk, mas ele ainda não sabe dizer bem). Fiquei de rastos, foram facadas no meu coração. E, claro, vi-me obrigada a fazer aquilo que todas as mulheres sabem fazer tão bem: manipular os homens (calma homens, calma feministas, é só uma piada... bem, mais ou menos). Dei-lhe algumas opções, mostrei interesse nas dele mas, na verdade, a coisa já estava mais ou menos escolhida. Do género "ahhhh, Homem Aranha, acho mesmo muito giro. E o Batman também. Então e se fosse o Mickey e os Super Pilotos, que tu também adoras?". Pronto, feito. Ouviu falar em Mickey e já não se lembrou mais do raio dos super heróis feiosos. De todos os desenhos animados que ele consome avidamente, o Mickey é, sem dúvida, o mais fofinho de todos. No ano passado o tema da festa foi a Patrulha Pata, por isso achei que este ano um Mickey vinha a calhar. Tem tempo para os Homens de Ferro desta vida. 

E se fossem para o caralhinho com estas perguntas?

quinta-feira, julho 13, 2017

"E se fossem para o caralhinho com estas perguntas?"
Foi a primeira coisa que se me ocorreu quando os meus olhos bateram nesta "notícia". A sério que estamos mesmo a pedir às pessoas que comentem, em praça pública, o corpo de alguém? Comecemos do princípio, que isto tem algum contexto. Parvo, mas tem algum contexto. Então, ao que parece, no Passadeira Vermelha - programa que, ultimamente, parece servir exclusivamente para os seus comentadores destilarem os seus ódios pessoais - a Luísa Castel-Branco sugeriu que a Sofia Ribeiro estava demasiado gorda e que o vestido que estava a usar num qualquer evento "ficava bem a alguém com metade do peso que ela tem". Claro que a Sofia Ribeiro não se deixou, e bem, ficar calada, e veio dizer que tem 60 quilos, se pesasse metade era um bocado estranho. E, vá, pouco saudável.


A Luísa Castel-Branco atingiu um estatuto que eu adorava atingir mas para o qual caminho a passos largos: o de ter idade para poder debitar todas as tontices que me vêm à cabeça sem que seja desancada por isso. Fosse uma pessoa mais nova a tecer comentários do género e era só mal-educada ou com falta de bom senso. Como tem mais de 60 anos, acha-se só que diz umas coisas assim meio exóticas e tudo se lhe perdoa. Incluindo a total falta de filtro. É mais ou menos como aquelas pessoas que usam a "frontalidade" como desculpa para tudo. "Ai, eu sou muito frontal, digo tudo o que penso, ou me amam ou me odeiam". Não pessoas, regra geral isso é só má criação e falta de umas boas palmadas em criança.  Mas adiante.

Vai que para surfar a onda de mediatismo que este caso teve, a TV Guia achou que era uma ideia esperta lançar a pergunta "diga a verdade: acha que Sofia Ribeiro está "gorda"?". Para já, porque é que a palavra "gorda" está entre aspas? Se fosse magra também vinha entre aspas? É uma pergunta, objectiva, a TV Guia quer saber se a rapariga está gorda, por isso não percebo as aspas. Deve ser só para a pergunta parecer mais softzinha e menos estúpida do que é na realidade.  Depois... o que é que interessa o que o mundo acha sobre a gordura ou não gordura da Sofia Ribeiro? E o que  é que vamos fazer com as respostas? Vamos chegar a alguma conclusão com base no que centenas de gente tem a dizer sobre o tema?  Vamos desenvolver um estudo sociológico? E depois enviá-lo à Sofia Ribeiro, para que ela decida se deve emagrecer ou ganhar peso conforme aquilo que o povo acha? Adorei, sobretudo, o "diga a verdade", não fosse o leitor atrever-se a escrever algo contrário àquilo que realmente pensa. Nada disso, as TV Guias desta vida pautam-se pelos mais elevados valores de rigor, exigência e transparência, por isso que nem vos passe pela cabeça mentir: a Sofia Ribeiro está gorda ou não está gorda? Hã?   Não me atrevi a abrir a caixa de comentários, há coisas às quais já me vou poupando, mas deviam ser pérolas e pérolas de sabedoria, bom senso e sensibilidade. 

Pela Nossa Senhora do  Discernimento, deixem as pessoas descansadas, não fomentem discussões estéreis e quase insultuosas como esta. A seguir vai ser o quê? Os níveis de ridículo a que o "jornalismo" (esta sim, palavra que merece aspas) está a chegar para conseguir cliques é de deixar qualquer um indisposto. Ou então dá para rir. A mim já só me dá para isso. No outro dia era o Observador, que contactou a Carolina Patrocínio para que esta comentasse o bronze da filha. A sério? Mesmo a sério? A facilidade com que se geram não-notícias é uma coisa que me aflige, mesmo. Já falei sobre isso aqui, o medo que peguem em qualquer merdinha que a pessoa diga, escreva, faça ou fotografe para transformar isso no caso do dia. É raro o dia em que não deixo de seguir um qualquer site ou publicação à conta de coisas destas e, pelo caminho que isto leva, não tarda já não vou ter nada para ler. Temos pena (ou não), mas ganha-se em sanidade mental.

Por um peso saudável 2017 #2

quarta-feira, julho 12, 2017

A campanha "Comprometidos com um Peso Saudável",  que comecei com a PronoKal, em 2015, é sem dúvida uma das mais gratificantes que já fiz. Pelo terceiro ano, vou poder ajudar alguém a mudar de vida, a alcançar o seu peso saudável, a sentir-se melhor consigo, e isso é muito, muito bom. É engraçado que cada nova vencedora traz as mesmas dúvidas, os mesmos receios, mas também a mesma vontade, o mesmo empenho e a mesma motivação. Na semana passada fui conhecer a vencedora da terceira edição do "Por um peso saudável". Chama-se Raquel Lourenço, tem 31 anos e foi mãe há três. Quando a PronoKal lhe ligou a dizer que era a vencedora, nem queria acreditar. "Achava que ia ser só mais uma participação no meio de milhares", diz a Raquel. Foram, efectivamente, milhares de participações, mas a sorte estava do lado dela. 

A história da Raquel é parecida à de tantas outras pessoas com excesso de peso. Nunca foi "propriamente magra", mas a gravidez piorou o cenário. Nem sequer foi bem a gravidez, foi mais o que se lhe seguiu: "não engordei muito durante a gravidez, mas sim ao amamentar. Toda a gente me dizia que nessa fase se perde mais peso, por isso eu não me privava de nada. Estava a dar mama, era uma desculpa para tudo". Resultado: engordou 15 quilos no primeiro ano de vida do filho. Quinze quilos que vieram fazer companhia aos outros seis ou sete que já estavam a mais.



A consciência do peso começou a aparecer-lhe nas fotos. "Deixei de ter balança em casa, por isso fui aumentado de peso de forma gradual, sem dar por isso. Só foi um choque quando olhei para uma foto minha e percebi. Ao ponto de ter deixado de tirar fotos". Começou, então, o processo de tentar emagrecer. "Fui acompanhada por uma nutricionista mas os resultados eram muito escassos, por isso a motivação era proporcional", conta a Raquel. O maior problema prende-se com o facto de ter de cozinhar para o resto da família. "É difícil adaptar as minhas refeições em casa. O meu marido não tem qualquer restrição alimentar, come de tudo, e o meu filho, pela idade, também não". 

As limitações que a Raquel sente são, para já, muito mais psicológicas do que físicas. Mas também por isso está entusiasmada com o tratamento da Pronokal. "É uma oportunidade única", garante. Na primeira consulta, com a médica Isabel Costa, confirmou-se o excesso de peso e a necessidade de perder 21 quilos para atingir o seu peso saudável. A meta é, assim, de passar de quase 90 quilos para 67, fazer com que se sinta melhor e mais saudável, e nós cá estaremos para a acompanhar.

Na semana passada, quando me encontrei com a Raquel no centro Pronokal, achei que devia levar reforços, por isso pedi à Sofia e à Carla, as vencedoras das últimas edições, que me acompanhassem, que incentivassem a Raquel, que lhe explicassem o que tem pela frente. Claro que a Raquel terá todo o apoio da equipa Pronokal (médicos, nutricionistas, personal trainers), mas é sempre bom ter o apoio de alguém que já passou exactamente pelo mesmo, que conseguiu atingir o seu objectivo e que nos pode motivar de outra forma.


Nos próximos meses estaremos por aqui, a ver a Raquel a atingir o seu peso saudável. Não tenho qualquer dúvida de que será bem sucedida. =)


Luzes. E mais luzes. E mais luzes.

terça-feira, julho 11, 2017

Quando chegamos ao quarto de um hotel pela primeira vez os interesses dividem-se. Há quem corra logo a inspeccionar a casa-de-banho (tem uma banheira grande? Toalhas fofinhas? Produtos fixes para gamar?), há quem abra as cortinas na esperança de ver uma nesga de mar (e tenha de se contentar com uma vista para um pátio interior onde há gatos a miar a noite toda), há quem se atire para cima da cama para testar a firmeza do colchão, há quem abra o mini-bar em busca de uma latinha de Pringles (das vermelhas, óbvio), há quem se dedique a procurar vestígios de cabelos nas almofadas, há de tudo. 

Eu não sou dada a grandes exigências. Claro que prefiro um bom hotel a um cochicho de beira de estrada, mas desde que seja limpo e sossegado, está tudo na paz do Senhor, sobretudo naquelas estadias non-stop onde a malta passa mais tempo a bater perna na rua do que propriamente a aproveitar o hotel. Mas há uma coisa, uma coisinha singela, que me esfrangalha os nervos e que eu preciso de partilhar. Tenho isto guardado aqui dentro há demasiado tempo, a moer-me o juízo, está na hora de deixar sair, tornar um problema meu num problema nosso (achavam que isto era só passatempos, não?).


Então cá vai: que raio é que se passa com as luzes dos quartos de hotéis? Eu sei que a pergunta lançada assim é um bocado vaga, mas eu explico melhor. Então, está tudo muito bem, tudo muito bonito, e eis que chega a hora de dormir. E eu não vou jurar, mas eu diria que em tempos passados, não tão longínquos quanto isso, a pessoa carregava num interruptor e pronto, luzes apagadas, sonhos lindos, adeus e até amanhã. Mas agora não. Nos tempos modernos é preciso praticamente um doutoramento para conseguir desligar as cerca de 65 luzes que há em cada quarto. 

Eu já tinha pensado neste assunto variadíssimas vezes, mas foi só ontem, quando me levantei TRÊS VEZES da cama do hotel onde estou hospedada em Amesterdão para conseguir apagar TODAS as luzes de um quarto para aí com dez  metros quadrados, que dei por mim quase a gritar “caralho, o que é isto?????”. São três luzes no tecto, mais as luzes de leitura, mais as luzes na cabeceira da cama (?????), mais as luzes de três candeeiros na parede (???), mais o a luz do candeeiro de pé, mais a luz da entrada do quarto, mais a luz do tecto da casa-de-banho, mais a luz do espelho da casa de banho, mais a luz de uma mesinha de apoio… senhores, o que é isto? A Expo Iluminação??? Para que é isto tudo? E conseguir desligar tudo ao mesmo tempo? Era agradável, não era? Tipo, havia assim um interruptor onde dizia “desligar TODAS, mas mesmo TODAS as luzes do quarto”, e era só isso, a pessoa carregava e ficava escuro como breu. Mas não. Há uns dez interruptores à disposição e é preciso fazer todo um jogo de tentativa-erro até conseguir acertar. 

A pessoa vai carregando nos vários interruptores, tudo vai correndo pelo melhor, mas entretanto chega a um que acende todas novamente e é preciso recomeçar. E depois há um maior, que a pessoa pensa “cá está, é este que me vai safar”, mas afinal só regula a intensidade das luzes, conforme queiramos que o quarto pareça a Desigual ou uma casa de strip.  E depois carrega num que apaga as luzes do tecto mas acende as luzes da mesa de cabeceira. E há outro que apaga só as do lado esquerdo, e então é preciso rebolar em cima da cama para apagar as do lado direito. E entretanto já se levantou três vezes da cama (como eu), porque há sempre uma merda de uma luz acesa num canto qualquer que só se desliga se lá formos pessoalmente, quase a pedir por favor (e é quando se consegue encontrar o interruptor e não temos de desligar mesmo a tomada para acabar com o problema) E pessoa já quase ali a chorar lágrimas de sangue, porque tudo o que queria era dormir, mas não, tem de andar a jogar aos Jogos Sem Fronteiras dos Interruptores às duas da manhã. E, pior, quando finalmente conseguimos desligar tudo, sem saber desligámos também o interruptor que desactiva as tomadas e lá se foi o telemóvel, o computador e a bateria da máquina fotográfica que estavam a carregar. Que merda de ideia é esta, pessoas????

Resolvam isto. A sério. Arquitectos ou lá quem é que projecta os quartos, deixem-se desta mariquice de luzes e mais luzinhas, sejam práticos e funcionais, não me façam sentir que preciso de enfiar três calmantes no bucho de cada vez que quero ir dormir e tenho de apagar as luzes. Se calhar é um pedido exagerado, mas eu gostava de ir para a cama e não passar três quartos de hora a fazer combinações de interruptores, do género “tenho de carregar no primeiro, no terceiro, dar um mortal encarpado e depois carregar no quinto enquanto salto ao pé coxinho”. Mais alguém  comigo nesta luta?

A Pipoca está loucaaa #205

terça-feira, julho 11, 2017

Quem nunca viu a sua vidinha a andar para trás quando tem o tempo contadinho para almoçar ou jantar num centro comercial e se depara com uma fila que vai mais ou menos até Marte, que ponha o dedinho no ar. A mim acontece quase sempre e, claro, é coisa que nos mexe com o sistema nervoso. Ver as horas a passar, e as filas que parecem não diminuir, e nós a pensarmos que não há nada que nos faça tanto ter uma sensação de tempo perdido como estar ali de pé, à espera. Foi para acabar com esse drama dos tempos modernos que surgiu a Levoo

Para quem nunca ouviu falar, a Levoo é uma aplicação start up made in Portugal (oh yeah!), assim uma espécie de Uber mas para restaurantes. Como é que funciona? De duas maneiras: ou através de uma aplicação para telemóvel ou através de Kiosks de compra automática. Na primeira opção, no telefone, só têm de escolher um dos vários restaurantes disponíveis nas Amoreiras, Saldanha Residence, Monumental Saldanha ou Parque das Nações, escolher a refeição que querem, fazer o pagamento (via Paypal) e aguardar pela mensagem que vos informa que o vosso pedido está pronto a recolher (para levar ou para comer no restaurante). Quanto à opção Kiosk está, para já, apenas disponível no Alegro Alfragide, e funciona de forma semelhante à aplicação. Há seis Kiosks espalhados pelo Alegro Alfragide, através dos quais podem fazer o vosso pedido e pagar via MB Way ou através do Multibanco. No final, podem adicionar o vosso número de telemóvel para receber uma mensagem a avisar que o pedido está pronto ou podem consultar o número do pedido na factura e ir controlando o mesmo através de um ecrã colocado no restaurante. Entre os vários espaços disponíveis na Levoo estão, por exemplo, o H3, o Selfish, a Nova Peixaria, o Go Natural ou o Sushi Café.


Sou muito fã de tudo o que seja inventado para nos facilitar a vida e poupar tempo, por isso a Levoo merece uma ovação de pé. E como eu gosto que vocês possam experimentar tudo o que há de bom, tenho uma vale de 100€ para vos oferecer e que poderão usar nos Kiosks Levoo do Alegro Alfragide. Além disso, os primeiros 80 participantes terão uma oferta de 5€ para que possam testar este novo serviço.

Para se habilitarem só têm de:

Onde é que estavas no 10 de Julho?

segunda-feira, julho 10, 2017

Há momentos que ficam marcados para sempre, podem passar décadas que saberemos sempre onde estávamos, com quem, a fazer o quê. O 10 de Julho de 2016 é um desses dias. O dia em que o Eder puxou do pé e, num remate às três pancadas, nos fez ganhar o nosso primeiro Euro. Foi há um ano, mas parece que foi há cinco minutos, tamanha a emoção que sinto ao ver a repetição daquele momento. E olhem que já vi todas as repetições e mais algumas, de todos os ângulos e mais alguns, e não há maneira de evitar o arrepio. Enquanto povo, raramente temos episódios assim tão, tão felizes. Este ficará para sempre.

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