Homens nas compras. Porquê?
sexta-feira, janeiro 31, 2014
Um site americano andou a compilar fotos de maridos que acompanham as suas senhoras nas compras, para que o mundo conheça o seu sofrimento. Pobres almas que apanham a seca da vida enquanto as mulheres compra cuecas, mesas de cabeceira e guardanapos de pano. Pobres almas é o cara..ças. Quem? Quem é que os manda irem feitos monos atrás das mulheres para os centros comerciais? Não sabem ao que vão? Não sabem que se se vão enfadar? Não sabem que não têm qualquer utilidade no processo de decisão, porque perante "esta saia preta ou esta saia preta" vocês nem sequer percebem onde é que está a diferença? Por que é que não se deixam ficar em casa, com o rabo alapado no sofá, a ver a liga inglesa, a alemã, a russa e ainda a das Honduras? Não se ofereçam para ir, porque o mais provável é que a vossa mulher vos diga que sim por simpatia, só para se sentirem incluídos, só para acharem que têm uma palavrinha a dizer sobre aquilo que elas vestem e calçam. Sejamos honestos, não têm, está bom? Mesmo quando acham que são vocês que estão a escolher, a mulher já criou toda uma manobra maquiavélica por detrás para vos inclinar para aquela opção. No fundo, meus amigos, bem lá no fundinho, a última palavra é sempre nossa, por isso não vale a pena agastarem-se. Não vão para as lojas ocupar as cadeiras e os sofás disponíveis, enquanto roncam ou lêem A Bola ou se agarram ao telemóvel como se a sobrevivência humana dependesse disso, porque precisamos desse espaço para ir empilhando roupa ou para pousarmos a sacalhada toda que já trazemos. Fiquem em casa, a sério. E vocês, mulheres que adoram andar com os homens atrelados para todo o lado, a sério que gostam mesmo disso? A sério que adoram tê-los a bufar, e a suspirar, e a olhar para o relógio, a dizer que se calhar já vai sendo tarde e que ainda têm de ir temperar os bifes para o jantar? Deixem-nos sossegados e vão lá à vossa vidinha, a saltitar de loja em loja alegremente.
A traição tem um nome e chama-se Javi
sexta-feira, janeiro 31, 2014
Tivesse eu já almoçado e de certeza que, por esta altura, já teria regurgitado tudo, tamanha a indisposição que tenho, perante os nervos que me assolam, perante a raiva e a negação. O senhor meu esposo, num acto de clara falta de compaixão, acabou de me enviar a seguinte mensagem:
Pela minha resposta, percebe-se o estado de nervos em que fiquei. Por momentos pensei que o homem pudesse estar só a fazer um brincadeirinha com requintes de malvadez, mas fui logo a correr para o site d'A Bola e encontrei a famigerada notícia. Mas o que é isto? O Carnaval chegou mais cedo? É para os Apanhados? Agora é a parte em que entra o Guilherme Leite ou sei lá eu quem era e diz que era tudo uma piada só para me estragarem a sexta-feira? É que já estragaram, meus amigos, já estragaram. O caldo está mais do que entornado. Quer dizer, andei eu a apelar para o homem voltar para a Luz, a oferecer-me para fazer uma vaquinha, e ele vai e entrega-se assim ao inimigo? Ai, e tal, gosto tanto do Benfica, é a minha casa, é o clube onde quero voltar, o meu coração é vermelho e mimimi. Mais valia ter estado caladinho. Todos iguais, sonso do pior. Sabes que mais, querido Javi? Vai para o Porto. A sério, vai. Desejo-te o melhor. Desejo, por exemplo, que a tua Elena coma tantas francesinhas que fique com um rabo do tamanho da tua traição. Olha, e lembrei-me de outra coisa que também te desejo muito: que apanhes tanta chuva e tanto céu nublado no Porto que o teu lindo bronze se reduza a um tom de pele cinzentinho rato e sem graça. Veste a camisolinha azul, que traidores como tu não merecem andar de águia ao peito. E agora vou atirar-me para a cama e chorar um par de horas que, no fundo, no fundo, qualquer coisa serve para se dormir uma sesta. Até a tua traição. Já te disse que és um traidor?
Negócio da China... mentira, é português #5
sexta-feira, janeiro 31, 2014
Resso
Um belo dia, a Catarina lenbrou-se de pedir ao pai e ao marido que lhes fizesse uns óculos de sol em madeira, uma vez que sã carpinteiros/merceneiros, ou seja, homens com jeito para a coisa. Os óculos foram feitos. Tão bem feitos que a Catarina e a irmã pensaram logo que estava ali um negócio com potencial. Foi assim que nasceu a Resso, uma marca de óculos de sol "ecológicos, sustentáveis, leves, confortáveis e muito resistentes" e um negócio que envolve toda a família: a irmã cria e desenha, o pai e o marido produzem, e a Catarina trata da área comercial. Os óculos são feitos de forma artesanal, o que faz com que cada peça seja única. Pessoalmente, gostei muito deste conceito, e os óculos são realmente giros. Fiquem a conhecer melhor a Ressos aqui.
A Cozinha Verde
Tudo o que está ligado à culinária e que foi pensado para nos poupar trabalho e horas com a barriga encostada ao fogão, para mim já ganhou. A Cozinha Verde é um desses casos. De uma forma muito resumida, trata-se de um serviço de confecção e entrega ao domicílio de refeições, doces e salgados. Qual a diferença entre este e muitos outros projectos de comida ao domicílio? Simples, este é um serviço vegan, 100% vegetal, um serviço "homemade, healthy e cruelty-free", criado para inspirar os portugueses a adoptar hábitos alimentares mais saudáveis e ecológicos. Do menu fazem parte coisas como hambúrgueres de feijão preto, bolonhesa de soja com pimento e malagueta, ou um belo bolo de chocolate, mas o melhor mesmo é consultarem a ementa completa aqui.
Bear Books
A Ana Luísa juntou o seu jeito para desenhar ao jeito de um amigo para fazer cadernos à mão. Vai daí, nasceu a Bear Books, cadernos fofinhos que só eles, perfeitos para pessoas que, como eu, adoram papel, e bloquinhos e caderninhos (e que depois têm muita pena de os usar).
Ai, Bieber, Bieber
quinta-feira, janeiro 30, 2014
Não era preciso ter uma bola de cristal para se adivinhar que o imberbe do Justin Bieber ia acabar por resvalar para a parvoíce. Demasiada fama, demasiado dinheiro, demasiada droga, demasiado álcool, demasiada liberdade e muito pouca cabeça (e idade) para lidar com tudo isso. Quase todos os putos são parvos, é verdade, mas a maioria não tem acesso a tudo o que o Bieber tem. E, por isso mesmo, as parvoíces são a uma escala muito menor. Com 19 anos, este miúdo que começou por ser o fofinho que todas as mães americanas queriam para namorado das suas filhas adolescentes, de repente transformou-se num enorme parvalhão. É que não há outra palavra. Anda sempre metido em cenas de pancadaria, roda mulheres como quem muda de cuecas, espatifa carros, é preso por posse de drogas, and so on, and so on. Mas quem é que aconselha esta gente? Onde é que andam os pais? Não há ninguém que se chegue à frente e lhe diga "meu menino, ainda estás em muito boa idade de apanhar uma lambada, por isso começa a portar-te como uma pessoa decente e deixa-te de merdas" ? Foi para isto que anunciou o fim da carreira (uuuuh, que dramático e que profundo, deixar a "carreira" aos 19 anos)? Para agora se poder dedicar a ser mânfio a tempo inteiro? Vai fazer carreira disso? E depois vejo aquelas miúdas todas aos gritos e prontas a arrancar cabelos por ele e penso que o mundo está definitivamente perdido e que ninguém faz nada para o impedir. Mas por que é que berram, pequenas, porquê? O Justin Bieber não é giro. O Justin Bieber tem cara de parvo. O Justin Bieber só tem músicas manhosas. O Justin Bieber é um pequeno delinquente. Não há nenhum motivo válido para gostarem dele, para acharem que ele é um exemplo, para tatuarem o nome dele no rabo, para seguirem os seus "ensinamentos" de vida como se fosse o Dalai Lama. Mas quais ensinamentos? Mas esta amostra de gente tem alguma coisa para transmitir a alguém? Que comichão nas entranhas que isto me dá. Mas apesar de as adolescentinhas continuarem todas a babar pelo Bieber, já nem toda a gente acha graça aos devaneios do menino. Agora os americanos andam todos a assinar uma petição para deportar o Bieber. Quando ouvi isto assustei-me, pensei "tu queres ver que o vão mandar para Portugal? É que já temos problemas que nos cheguem, não precisamos de levar com os restos dos outros". Mas não. Afinal querem mandá-lo de volta para a terra dele, para o Canadá. Eu acho óptimo, mas se pudesse ser para um sítio mais recôndito era melhor. O Alasca. O Alasca parece-me bem.
A sério? A sério que é a isto que as miúdas acham graça? Um puto de sobrancelhas arranjadas? Tuuuuuudo bem.
28 Minutos e 7 Segundos de Vida
quinta-feira, janeiro 30, 2014
Quando, há três ou quatro anos, tirei a pós-graduação em Consultoria de Imagem, o Manuel Forjaz era director da empresa que promovia o curso. Apareceu numa das aulas, assim do nada, para falar um bocadinho connosco e ficámos todos envolvidos nas palavras dele. Ao longo da vida conheci poucas pessoas com o dom da palavra e da motivação, uma daquelas pessoas que abrem a boca e ficam todos em suspenso, quase sem respirar, para não se perder uma palavra. Para além disso, era (é) um homem cheio de charme, o que ajuda sempre um bocadinho. Na altura não fazia ideia de que o Manel tinha um cancro. Mas tinha. Nos pulmões, apesar de nunca ter fumado na vida. Não fazia ideia porque ele não falou sobre isso (não tinha de falar), mas sobretudo porque não se notava. Não se lhe notava na cara, nem nas palavras, nem no entusiasmo e alegria com que falava. Cruzei-me com ele mais algumas vezes, mas só há uns meses soube da luta que travava. Ontem falou sobre isso numa entrevista fantástica ao José Alberto de Carvalho, no programa 28 Minutos e 7 Segundos de Vida, na TVI24. Nunca tinha ouvido ninguém falar de forma tão despudorada e descomplicada sobre o assunto. Sobre os 160 comprimidos que toma todas as semanas, sobre as metástases que entretanto chegaram ao cérebro, sobre as dores que "parecem uma ratazana a comer-nos por dentro", sobre a forma como agradece que o cancro lhe tenha calhado a ele e não aos filhos. O discurso, mais do que positivo, é realista, mas nem por isso submisso ou conformado. Se tiverem meia hora vejam. É impossível não pôr tudo em perspectiva.
Vales para que vos quero
quarta-feira, janeiro 29, 2014
Estava aqui a pensar com os meus botões (que não tenho, dado já estar enfiada no meu pijama ultra felpudo) que não tenho dado o devido uso aos vales que o homem me ofereceu no Natal. Estamos quase no fim de Janeiro e ainda só usei um. Unzinho. E até era dos mais básicos, uma ida ao McDonald'ss para trazer jantar, uma tradição que temos uma vez por mês e que me sabe a pato. Posto isto, ainda tenho 29 vales para gastar e se calhar convém ir tratando do assunto, até porque só têm um ano de validade. O problema é que tenho medo de jogar as cartadas demasiado cedo, tenho medo que surja uma oportunidade melhor, por isso vou adiando, vou delineando toda a minha estratégia demoníaca. E o homem todo contente, a achar que se safa. Pobre alma. Quando der por ele já lhe estou a esfregar um cartão no nariz. E depois mais outro. E assim sucessivamente, até os esmifrar todos. Se calhar começo já ali por aquele da carteira à escolha, que me dizem?
O meu estômago bate palminhas #3: Cais da Pedra
terça-feira, janeiro 28, 2014
Ontem, à hora de almoço, o homem decidiu enviar-me uma mensagem a dizer "entrei hoje em dieta, por isso acabou-se a folia. Até 1 de Março, regime total". Umas duas vezes por ano dá-lhe para isto, é assim uma espécie de desintoxicação que se lembra de fazer. Por mim tudo bem, que continuo a enfardar forte e feio. Só é chato quando vamos almoçar ou jantar fora e eu me atiro ao prato mais calórico da ementa enquanto ele pede só uma saladinha. Menino. Mas bom, à mensagem respondi um "ah ah, está bem", e não pensei mais no assunto dieta. Isto porque, àquela hora, estava eu sentada na esplanada do Cais da Pedra, com o chef Henrique Sá Pessoa, prontinha a conhecer a nova ementa. O Cais da Pedra, em Santa Apolónia, faz parte da nossa lista de restaurantes habituais, sobretudo no Verão. Aquela esplanada, mesmo em cima do Tejo, é assim qualquer coisa de muito bom. Mas no inverno, com aqueles cogumelos quentinhos, também se está muito bem. E depois... bem, depois há aqueles croquetes, e aqueles hamburgers, e aquelas sobremesas (atirem-se a um cheescake ou a um carpaccio de ananás sem remorsos), e aquele chá gelado. Se é a hamburgeria mais baratinha da cidade? Não, não é, mas também não nos leva à falência. Mas bom, dizia eu que fui experimentar a nova carta. E isto de experimentar sob a orientação do chef faz logo toda a diferença. Basicamente, entregámo-nos nas mãos dele (salvo seja). Fizemos um périplo pelas entradas, provámos vários hamburgers (cuja carne foi alterada e agora é maronesa) e acabámos nas sobremesas. Três horas à mesa, boa comida e ainda melhor conversa. Ficam algumas fotos, para vos abrir o apetite.
Rui Pedro
terça-feira, janeiro 28, 2014
O Rui Pedro, o menino desaparecido de Lousada em 1998, faz hoje 27 anos. A dor desta mãe, Filomena, que nunca, mas mesmo nunca baixou os braços, é algo que sempre me comoveu. Uma mulher lindíssima, com a dor da tragédia marcada no rosto, mas que se recusa a desistir. Este vídeo é mais uma tentativa, mais um apelo para que o caso do Rui Pedro não seja esquecido, para que quem possa saber alguma coisa o diga. Por outro lado, é também um alerta para todas as crianças raptadas para o tráfico sexual, mais de três milhões no mundo inteiro, um número atroz. Percam um minuto a ver o vídeo, é comovente.
Mais informações aqui.
A Pipoca está loucaaa #23
terça-feira, janeiro 28, 2014
Eu sei que todas as semanas digo "beeeeem, esta semana é que tenho um passatempo mesmo, mesmo espectacular para vocês", mas que culpa tenho eu que eles sejam realmente bons, e espectaculares, e upa upa? Nenhuma, não é? Pois bem, esta semana não fugimos à regra, e temos entre nós uma das melhores marcas de cuidados de beleza do planeta, a Sisley Paris. E como tudo o que é bom devia vir em dose tripla, temos três produtinhos para ofertar de uma só vez. Ora atentem:
1- Sisley Youth: é o novíssimo produto da Sisley para quem está na casa dos trinta (pick me, oh, pick me!!). Trata-se de um produto três-em-um: hidratante, revitalizante e anti-(primeiras) rugas (essas safadas), e promete tornar-se no vosso melhor amigo. PVP: 140€
2- Eau de Sisley nº1: um perfume fresco e frutado que mistura aromas como tangerina verde, toranja, especiarias, jasmim de água, chá verde, almíscares ou bagas de zimbro. PVP: 118€
3- Sisley All Day All Year: um dos best-sellers da marca. É um produto para usar todo o santo dia, já que protege a pele das muitas agressões externas a que está sujeita. Funciona como um escudo anti UVA e UVB, combate o stress e os radicais livres, e ainda actua ao nível do reforço da coesão celular. PVP: 274€
Para se habilitarem a ganhar estes três produtinhos absolutamente espectaculares, só têm de fazer duas coisas muito simples:
1- Fazer um gosto na página da Sisley Paris Portugal;
2- Preencher o inquérito abaixo até ao próximo domingo, dia 2 de Fevereiro (permitida apenas uma participação por endereço de e-mail, participações repetidas não serão consideradas).
O vencedor será escolhido aleatoriamente através do Random Org e anunciado na próxima terça-feira, dia 4 de Fevereiro. Muito boa sorte a todos!
Tânia Martins, Beja
Mariana Santos, Marinha Grande
Sofia Colmier, Vila Verde
A Pipoca responde... ou tenta, vá #14
segunda-feira, janeiro 27, 2014
A Inês Silva escreveu-me a pedir ajuda. Comprou a famosa saia azul cueca celeste da Zara (que eu também tenho), mas agora está perante um drama:
"Comprei esta saia, queria usá-la para uma de tantas saídas à noite com os amigos, mas não faço ideia de como a conjugar sem parecer demasiado casual... Ajuda-me, por favor!"
De facto, dei por mim a dormir um pouco sobre o assunto, porque não estava bem a ver esta saia numa saída à noite. É uma saia fofinha, descontraída q.b (se bem que é fácil dar-lhe um upgrade), por isso imagino-a muito mais para usar num look diurno do que nocturno. Mas, claro, é tudo uma questão de perspectiva. A Inês não especifica muito bem para onde é que vai sair, por isso fiz vários conjuntinhos, na esperança de que algum lhe agrade. Incluindo um com ténis, porque apesar de ela não querer ficar demasiado casual, sair à noite de ténis é do melhorzinho que já se inventou. Enfim, cá vai disto:
De volta às leituras
segunda-feira, janeiro 27, 2014
Com a mudança do Mateus para o quarto dele no início do mês (buáaaaaa), pude retomar as leituras nocturnas. Bem, mais ou menos. Se antes não podia ter a luz acesa para não acordar a criança, agora é o homem que me chateia. Eu adormeço sempre mais tarde do que ele, mas assim uma ou duas horas. Então se estiver ligada a um daqueles livros que "é só mais uma página", sou menina para me aguentar até às três da manhã e só apagar a luz contrariada. E lá começa o homem com o "ainda demoras?????". Como se houvesse tempo limite para se ler um livro, como se eu lhe conseguisse dizer, com exactidão, que só vou demorar mais quatro minutos e meio. Mas pronto, eu até percebo, a luz é coisa para incomodar quem quer dormir (a mim é-me um bocadinho indiferente). Bom, mas tendo eu retomado a leitura agarrei-me logo ao "Lugares Escuros", da Gillian Flynn, que estava ali a marinar há um par de meses. O ano passado tinha ficado absolutamente agarrada ao "Em Parte Incerta", por isso calculei que este não me ia desiludir. O "The New York Times" diz que é "de pôr os nervos em franja", e é mesmo. Bolas, que a Gillian Flynn sabe mesmo fazer com que pousar o livro seja uma tarefa difícil. Quando este acabar, que está quase, já tenho ali outro pequeno calhamaço à espera, o "Americanah", da Chimamanda Ngozi Adichie. Já alguém leu? Bem, deixem-me lá ir antes que o homem comece a espumar!
No mercado
domingo, janeiro 26, 2014
Este fim-de-semana fomos espreitar o Mercado de Campo de Ourique, o novo spot lisboeta de que toda a gente fala. Decidimos ir lá almoçar, mas não estávamos a contar com tanta gente e tanto caos. Quem quer um lugarito sentado tem de ir com alguma paciência e olhos de falcão, para conseguir sacar uma mesa sempre que alguém se levanta. O ideal mesmo é ir assim já mais tarde, tipo duas e meia, três. De resto, o mercado está mesmo muito giro e com uma nova vida. Continuam por lá as bancas de peixe e fruta, mas chegaram muitas coisas boas e novas. Pregos, marisco, hamburgers, sushi, crepes, champanhe, cocktails e muito mais. É um bom sítio para se ir petiscar, muito ao estilo do mercado de San Miguel, em Madrid, ou do mercado do Bom Sucesso, no Porto. Fazem falta sítios destes à cidade.
Dez anos
sexta-feira, janeiro 24, 2014
Tenho recebido várias felicitações pelos dez anos do blog. Obrigada, do fundinho do coração! =) Já vos agradeci a vocês, leitores fofinhos que me aquecem o coração, mas quero também agradecer a todas as marcas que, de uma maneira ou de outra, acabam por estar envolvidas no blog e contribuem para o seu sucesso. Obrigada pela confiança e pelo apoio. De volta a vocês, pequenos póneis, este vai ser um ano de celebração e de muita coisa boa. Vem aí muiiiiiita surpresa. Stay tuned!
Negócio da China...mentira, é português! #4
sexta-feira, janeiro 24, 2014
Ora bem, hoje não vos trago um, mas sim dois negócios. E porquê? Porque estão dentro da mesma área e porque tenho tantos, mas tantos negócios para publicar, que à média de um por semana nunca mais nos despachamos (já tenho negócios até ao final do ano). Ora bem, os negócios de hoje estão todos eles ligado a coisas bonitas e fofinhas, como se quer. Trata-se de duas empresas de organização de eventos: a Sweet Cherry Party (que, entre outras coisas, fez o baby shower do Mateus e que eu amo de paixão) e a Made by Me. Qualquer uma delas resolve todos os vossos problemas. Têm o baptizado do vosso mais novo? Elas tratam. Querem organizar um lanche de amigas? Elas tratam. Querem celebrar os 50 anos de casamento dos vossos pais? Elas tratam. Querem uma despedida de solteira inesquecível? Elas tratam. Apetece-vos um pic nic em família mas nem sabem para onde se virar? Elas tratam. Basicamente, tanto as meninas da Sweet Cherry como as Made by Me fazem de tudo um pouco, e é tudo cosy e apetecível. Gosto muito destas empresas que tratam de tudo aquilo que não temos paciência (nem jeito) para fazer. E que põem amor e cuidado naquilo que fazem. Ficam as imagens:
SWEET CHERRY PARTY
É isto mesmo, só não sabia como o dizer:
quinta-feira, janeiro 23, 2014
"Borlas nunca mais
Todos os dias chegam convites para borlas. Para escrever à borla. Para falar à borla. Para ser filmado à borla. Para ser gravado à borla. Não há dinheiro, dizem. Já se sabe como é, explicam. É só por isso que pedem borlas. Se pudessem, adiantam, pagariam o que eles acham que nós merecemos: é muito.
Todos os dias chegam convites para borlas. Para escrever à borla. Para falar à borla. Para ser filmado à borla. Para ser gravado à borla. Não há dinheiro, dizem. Já se sabe como é, explicam. É só por isso que pedem borlas. Se pudessem, adiantam, pagariam o que eles acham que nós merecemos: é muito.
As pessoas que pedem borlas não trabalham à borla. Recebem dinheiro, têm ordenados, arriscam lucros. Custa-lhes muito pedir que trabalhemos de borla — porque eles não.
Até há quem acredite que nos está a fazer um favor, achando que a borla que nos pede é uma maneira de participarmos: uma oportunidade de melhorarmos a (má) "imagem pública" que temos.
Há quem trabalhe de borla num projecto pelo qual está apaixonado e espera que nós, apesar de os projectos não serem nossos e de nós não estarmos apaixonados por eles, trabalhemos de borla — na esperança de que também nos apaixonemos por ela. Pois sim.
Os piores são os excepcionais. Mandam mails a dizer que sabem que detestamos borlas mas que o convite deles é diferente, por ser tão fascinante. E depois pedem uma borla como todos os borlistas desde que a ideia de o trabalho ser pago foi inventada.
Será que a palavra convidar perdeu os sentidos? Convidar é o contrário de pedir trabalho. Convidar é aliciar para o ócio e para o prazer. Se o convite envolve despesas (ir a um restaurante) é quem convida quem paga. Agora já é o convidado.
Os borlistas são piores do que bullies: são os novos esclavagistas."
Miguel Esteves Cardoso
Jornal Público
A Pipoca responde... ou tenta, vá #13
quinta-feira, janeiro 23, 2014
A Joana escreveu-me a pedir ajuda sobre ctutches:
"Gostaria muito que desses algumas dicas de onde arranjar boas clutchs a bom custo para saídas à noite. Confesso que nunca fui de ligar a nada disto, mas depois de pôr os pés nos 30, arranjar alguém que me ature a 100%, entretanto meter-me nos 31, e saber que ele gosta de alguém bem arranjado, também eu tenho vontade de agradar mas sobretudo agradar-me e gostar do que vejo. Em tudo!! :)
Sempre fui doida por malas confesso, mas nos últimos tempos rendi-me às pochetes maiores de estilo mais casual, e sempre que vejo uma outra clutch, ou me parecem de material muito barato, ou são caras para o que aparentam ser.
Onde aconselharias que eu pudesse arranjar boas clutchs para saídas a dois para dar um extra brilho à indumentária?"
Eu sou uma mulher de carteiras grandes, tenho muita tralha para carregar todos os dias, por isso percebo este drama da Joana. Eu bem que tento andar com carteiras mais pequenas, mas depois isso obriga-me a fazer uma selecção que me dá cabo dos nervos. Levo a agenda ou levo a carteira? Levo a bolsinha de maquilhagem ou levo os carregadores do telemóvel? Decisions, decisions. É por isso que opto sempre por sacalhões onde dá para enfiar tudo e mais um par de botas. Mas é claro que também acho graça a uma clutch, para ir jantar ou dar um pé de dança, por isso aqui ficam umas belas opções:
Vinde daí, calorzinho!
quarta-feira, janeiro 22, 2014
Enquanto a chuva não pára, sempre nos podemos ir animando com as colecções de Verão, que vão dando um ar da sua graça, assim muito ao de leve. As sandalinhas lindas começam a chegar à Zilian e eu já só peço para que o calor chegue rápido. Fartinha de chuva e frio. Eis alguns dos meus favoritos, para nos irmos já inspirando para o Verão que um dia, mesmo que longínquo, há-de chegar. É preciso é ter fé e uma boa dose de paciência. Ora espreitem e digam lá se não gostavam que já estivéssemos nos 30 graus:
Hoje deu-me para isto #141- especial SIC Caras
quarta-feira, janeiro 22, 2014
Camisa: Lanidor
Calças: Lanidor
Pulseira: Swarovski Venetie
Botins: Prof
Com o João, do Gentleman's Journal
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