
Jornalista que se enganou na profissão e que, claramente, devia era estar casada com um qualquer homem rico e a ser bajulada até à exaustão, preferencialmente numa praia recatada e solarenga ali para os lados da Polinésia Francesa, paga com toda a sua amizade e gratidão eterna a quem tiver a bondade de lhe desgravar um par de entrevistas. É coisa pouca, aí em três, quatro horas despacham isso. A mim deixa-me com os nervos em franja (também costuma causar sonolência), a vocês não custa nada e sempre podem experimentar o melhor do mundo jornalístico. Adoraria poder retribuir este enorme favor com dinheiro, mas os saldos estão aí à porta, há muito sapatinho para comprar. Vocês percebem.
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