Diz que foi assim
Depois de vinte sete sonhos, uma lampreia de ovos, 10 a 15 filhós e meio Toblerone dos grandes (esse doce natalício tão típico), parece-me que estou pronta a fazer o balanço de mais um Natal. Os quilos a mais devem estar garantidos. No que toca a prendas, preferia não ter que me pronunciar sobre tão lamentável assunto. Ok, o almejado casaquinho branco chegou, o perfume também, não faltaram livros e chocolates, um cachecol e umas luvas, uma caneca com gatos e estrelas que bem jeito me dá para os chás, a carteira da Audrey Hepburn... e assim de repente parece que é tudo. Sim, ok, não foi mau e escusam de vir com a conversinha de que há quem tenha tido muito menos. Mas não posso deixar de me sentir um tudónada indignada com o (sonso do) Pai Natal. Uma pessoa porta-se bem um ano inteiro, não bate em crianças que bem precisavam de uma boa chapada para assentar, não atropela velhinhas que se armam em espertas e passam com o vermelho... enfim, todo um conjunto de boas acções e depois é esta a paga. Tudo muito bem, senhor Pai Natal, está tudo muito bem.
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Teorias absolutamente espectaculares