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quarta-feira, dezembro 27, 2006















Então foi assim

Em 2006 experimentei a primeira massagem da minha vida.
Juntei todos os amigos na jantarada dos 25 anos.
Fui 33 vezes ao cinema, se a agenda não me falha. Gostei d'A Noiva Cadáver, do Volver, da Idade do Gelo II, do Breakfast on Pluto, do Infiltrado, do Romance e Cigarros, do Eu, Tu e Todos os Que Conhecemos, do Little Miss Sunshine, do Happy Feet, do Paris Je T'Aime…até da Pantera Cor de Rosa.
Vivi mais de metade do ano em Madrid. Dancei flamenco e fui à tourada.
Tornei-me praticamente íntima do Frank Sinatra. Tu cá, tu lá.
Desapaixonei-me.
Apaixonei-me. Assim à grande. E jurei para nunca mais. Podia tanto ser o homem da minha vida.
Aprendi a fazer peixe no forno. Uma especialidade. A única.
Fiz amigos novos e especiais. E descobri que gosto cada vez mais dos que já tinha.
Comprei sapatos. Muitos. Fui à loja do Manolo. Estive próximo da taquicardia.
Fui, finalmente, a Paris. Só faltam Nova Iorque e o Rio, para o trio de cidades de sonho estar completo.
Escrevi muito.
Vi o Padrinho e o Casablanca pela primeira vez.
Tirei centenas e centenas de fotos (que me arrisco a perder caso o meu computador não recupere do coma em que entrou há já uma semana).
Fiz a terceira tatuagem.
Vi o Joaquín Cortés ao vivo e a cores. Escorreu-me um pouco de baba, confesso, mas limpei-a discretamente.
Reforcei a paixão pelo sushi e descobri o rodízio no Quinjolas, às terças (agora também aos sábados).
O Benfica deu-me alegrias e tristezas. E a águia Vitória… cada vez mailinda.
Vi bons concertos (Nouvelle Vague, Madeleine Peyroux…)
Fui à ópera.
Perdi a inocência ao descobrir o funcionamento de entidades como a Segurança Social, o Centro de Emprego, as Finanças…
Vibrei com o mundial.
Andei em montanhas russas gigantes.
Fui a festas, dancei.
Voltei a ter franja.
Recebi alguns dos melhores beijos de sempre.
Viciei-me nos Friends. Vi e revi, e revi, e revi todos os episódios do Sexo e a Cidade.
Comecei um trabalho novo.
Li belos livros (O Crime do Padre Amaro, do Eça, As Pequenas Memórias, do Saramago, A Noite do Oráculo e as Loucuras de Brooklyn, do Paul Auster, Eu Carolina, de Carolina Salgado,…).
Subi e desci o Chiado vezes sem conta. E, se não voltar lá este ano, a última ida tem entrada directa para o top de encontros perfeitos.

Comparando com 2005, 2006 foi, apesar de tudo, um belo ano. E ainda faltam 4 dias. The best is yet to come. Se não vier... não faz mal. Já foi muito bom assim.

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