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Os animais fugiram do zoo, mas calma que está tudo bem

quinta-feira, fevereiro 20, 2020


A Benedita está naquela fase, encantadora,  em que não se entretém com nada. Ou melhor, entretem-se com tudo aquilo que não é suposto: partir coisas, esconder comandos, atirar objectos para o lixo (quando não é pela janela, como aconteceu em casa da minha mãe, em que uma pantufa dela voou três andares) e, o que ela mais gosta, desarrumar tudo. Sacana da miúda, que a pessoa não pode desviar o olho um segundo que ela já está a asneirar. Apesar de ainda não ter muitos brinquedos, liga pouco ou nada aos que tem, e quando brinca com eles é quase sempre em modo lançamento, do estilo “deixa cá ver até que distância eu consigo atirar isto”. O que faz com que eu passe boa parte do meu dia de rabo para o ar a apanhar tudo o que ela espalha. 

É claro que, com um ano e meio, ainda não se pode exigir muito foco. Por mais que eu adore a imagem de vê-la sossegadinha, durante uma hora, com as suas bonecas e peças de Lego, sei bem que é uma realidade impossível a curto prazo. Mas, aos poucos, vou tentando que, pelo menos, ela perceba que não tem de estar sempre a atirar coisas, que há formas mais fofinhas de manifestar o seu amor pelos brinquedos.

Por outro lado, acho importante começar já a incutir o gosto pela leitura, porque acredito que pode ajudar na concentração. Comecei a ler para o Mateus quando ele tinha seis meses e, mesmo que não percebesse nada do que eu lhe estava a dizer, pelo menos ficava ali sossegado no meu colo e era sempre um momento fofinho. Vai daí, estou a tentar repetir o método com a Beni, mas confesso que ela dá mais luta. Prefere passar o tempo a tentar arrancar as páginas do que a ouvir a história. Paciência, muita paciência.

Se também têm aí por casa pequenos seres endiabrados que não brincam com nada, acho que vão gostar da nova colecção da RBA, "Os Meus Animais do Zoo", que junta duas coisas óptimas: livros e brinquedos muita-fofinhos (e que eles podem atirar ao ar porque não se partem nem se estragam). O objectivo é aliar a aprendizagem à diversão, sempre de forma lúdica. Cada livro é dedicado a um animal (são 66, no total), e os miúdos podem aprender coisas tão variadas como as suas características físicas, a origem ou os hábitos. No final de cada livro há ainda uma história com o animal em questão e depois podem brincar com a figura que vem junto.




Os livros são recomendados para crianças acima dos 18 meses mas, cá por casa, acredito que até é o Mateus que vai dar-lhes mais uso. É absolutamente fascinado por animais, e pela história dos animais, e por tudo o que esteja ligado a animais. Assim que bateu com os olhos na colecção ficou logo em êxtase. Posto isto, acho que ficam os livros para ele e os bonecos para ela, que assim que os viu também já não os largou mais, a safada.




A colecção inclui ainda algumas ofertas-extra, como uma mochila tigre e uma caixa para guardar os livros e os bonecos, que aberta se transforma em tapete. E porque estamos na era das tecnologias, existe ainda a app "Os Meus Animais do Zoo" (disponível para Apple e Android) que permite descarregar desenhos para os miúdos pintarem. Descubram mais sobre esta colecção aqui.



Post em parceria com a RBA

1 comentário:

  1. Eu quando era criança por acaso nem causava muito caos, era muito arrumadinha xD, rasgava revistas e depois metia-as num tupperware ahahahah.
    Beijinhos
    Blog: Life of Cherry

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Teorias absolutamente espectaculares

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