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Preservação das células estaminais: sim ou não?

terça-feira, julho 10, 2018


Quando engravidei do Mateus decidimos fazer a preservação das células estaminais do cordão umbilical. Não foi uma coisa que tenhamos pensado de imediato, que já tivéssemos debatido exaustivamente ou sobre a qual já soubéssemos o suficiente. Pela minha parte, sabia pouco ou nada. Foi um tema que surgiu e tentámos arrecadar toda a informação e mais alguma. Na altura falámos com várias pessoas da área da saúde, com outras pessoas que também tinham feito, consultámos os vários bancos que fazem recolha das células e optámos mesmo por avançar, com a Crioestaminal. Escrevi alguns posts sobre este assunto, com base em toda a informação que recolhi, e que podem ver, por exemplo, aqui.

Há cinco anos havia ainda muitas dúvidas sobre esta coisa de crioperservação. Hoje já há mais informação disponível, o tema está mais presente na cabeça dos pais ou futuros pais, mas
continua a não ser consensual e a não estar isento de perguntas: será que isto funciona mesmo? Se o meu filho tiver uma doença grave as células estaminais serão úteis num potencial plano de tratamento? As células podem ser usadas noutro familiar? Já há alguma aplicação conhecida e efectiva das células? Quais são as grandes vantagens e limitações de todo este processo? 

É normal que haja dúvidas e acho mesmo que quem esteja a considerar fazer deve procurar o máximo de informação. A nós acabou por nos ajudar bastante no processo de decisão e fomos realmente chatos, fizemos perguntas até mais não. A recolha das células implica algum investimento, se calhar muitos pais têm de abrir mão de várias outras coisas para poderem proporcionar isto aos filhos, por isso não pode ser uma decisão leviana e desinformada. 

Porque é que nós optámos por fazer e porque é que iremos repetir agora? Sinceramente, porque encaramos a criopreservação das células estaminais como uma espécie de seguro que esperamos nunca ter de vir a utilizar na vida. É mais ou menos como fazer um seguro de saúde: dá-nos algum conforto saber que o temos mas, no fundo, rezamos para que nunca tenha de ser activado. Sei que o Mateus tem lá as suas células guardadinhas, nem sequer penso no assunto, mas tranquiliza-me um bocadinho saber que as tem.

Depois há o lado mais "científico" e menos emocional da questão, mas que foi o que mais pesou na nossa decisão: sabermos que o estudo do uso das células estaminais está a ser investigado em diversas áreas (nomeadamente no âmbito da medicina regenerativa, com algum sucesso), que já são utilizadas no tratamento de mais de 80 doenças ou que a compatibilidade entre irmãos é de 25% e que o sucesso de utilização é maior em dadores relacionados do que em não relacionados. Voltámos a escolher a Crioestaminal porque a experiência com o Mateus correu lindamente: foram altamente prestáveis, responderam a todas as nossas dúvidas e mostraram-se sempre disponíveis para ajudar em qualquer questão. Gostei da forma pragmática com que nos falaram sobre este tema, mostrando-nos as potenciais vantagens mas falando-nos também das limitações. Não estiveram ali a dourar a pílula ou a prometer milagres, limitaram-se a fornecer-nos todos os dados conhecidos na altura e a deixar a decisão nas nossas mãos. Além disso, é o maior e mais antigo banco de células estaminais em Portugal (foi fundado em 2003 e já guardou mais de 100 mil amostras de células estaminais), já guardou contribuiu para o tratamento de dez crianças (podem ver todos os casos aqui), foi o primeiro a ser autorizado pelo Ministério da Saúde, em 2011, e é o único com uma acreditação internacional para o processamento do sangue e do tecido do cordão umbilical.

Percebo que continue a haver gente céptica e de pé atrás relativamente à recolha das células estaminais. Do mesmo modo que percebo que haja gente (como nós) que preferem fazer este "seguro". Porque acreditamos na evolução da ciência, porque achamos que ainda pode haver muito para descobrir neste âmbito e porque, lá está, se o pior acontecer, queremos saber que fizemos tudo o que estava ao nosso alcance, mesmo que não resulte. Se é jogar com a consciência dos pais? Talvez, mas eu prefiro isso do que um dia poder realmente precisar e me culpabilizar por não ter feito. Não há nada pior do que os "e se?".

Se estão a considerar avançar, relembro-vos algumas perguntas obrigatórias que devem fazer aos bancos de recolha que contactarem:

- Qual é o nível de experiência no armazenamento de amostras? Desde quando está em funcionamento? Quantas amostras têm armazenadas?
- Tem laboratórios próprios? Está autorizado pelas entidades competentes nacionais (DGS-ASST) para exercer a sua actividade?
- Tem experiência na libertação de amostras para uso clínico? Se sim, quantas amostras já foram libertadas e para que situações?
- Possui alguma acreditação específica para a criopreservação do sangue do cordão umbilical (AABB/FACT)?
- O laboratório tem algum programa de monitorização, ao longo do tempo, para as condições em que as amostras são armazenadas? São utilizadas amostras de clientes para esses testes?

Hoje, tal como há cinco anos, não escrevo sobre este assunto para influenciar quem quer que seja, mas sim para partilhar a minha experiência e alargar a discussão. Acho sempre que é possível recolher opiniões válidas e variadas, sejam elas contra ou a favor. É um assunto que deve ser bem ponderado, mas tendo sempre presente que a recolha só pode mesmo ser feita aquando do nascimento. Posto isto, informem-se, informem-se e informem-se.

Post em parceria com a Crioestaminal



65 comentários:

  1. O meu Mateus tem 3 anos e tivemos a mesma dúvida antes de nascer, fazer ou não fazer, fomos a 3 laboratórios,fizemos todas as perguntas que nos lembramos na altura, tentamos tirar todas as duvidas e acabamos por escolher a Bebé Vida. Na altura tivemos muitas pessoas a dizer que era dinheiro deitado janela fora, perguntamos a alguns médicos que nos disseram que não havia ainda muitos estudos e nada muito provado, depois questionei-os, a titulo pessoal e não médico, se fizeram para os filhos e eles responderam que sim. Espero que tenha sido dinheiro que deitei fora, mas pelo menos sei que se fizer falta está lá. Quantos aos sacrifícios para pagar felizmente pude pagar tudo de uma vez, mas tal como se compra um eletrodoméstico, um carro ou casa a prestações, também existe essa opção em muitos dos bancos.

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  2. Não podia estar mais de acordo. Eu fiz e se tiver outro filho tornaria a fazer.

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  3. Eu estou no momento neste dilema, inclinada a não fazer pelos seguintes motivos:
    - Nos últimos 15 anos, apesar de se continuar a investigar, de haver muito investimento neste sentido, sendo muito direta, nenhuma aplicação ou tratamento mais relevante se descobriu.

    - Em cada amostra, apenas uma percentagem pequena é viável para utilização. Ou seja a chance de se querer usar e não estar em condições para tal, é grande. Começa logo pelo processo de armazenamento e transporte que compromete e muito a garantia de qualidade do que é colhido. Veja-se que o estado tem um banco e apenas 4 hospitais recolhem para lá. Se a questão fosse meramente financeira deixariam que as pessoas comprassem um kit e "pagassem" a recolha…
    - os poucos ml colhidos, na prática dariam apenas para curar um indivíduo até 30 kg, logo a preservação por períodos de 25 anos é desnecessária… Pelo menos do sangue. Mas imagino que o tecido colhido também tenha as suas limitações.

    Enfim, tudo isto informações retiradas de artigos e órgãos credíveis e não de qualquer página da net. É um bocado desencorajador para um investimento tão grande. Depois há ainda o total descrédito nas informações passadas pelas empresas que vendem o serviço já que já tiveram que sofrer intervenções legislativas a pedido da DECO visto passarem informação enganosa. Enfim, tenho até outubro para decidir.

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    1. Obrigada. Não fiz do meu filho, agora novamente grávida e depois de ler o post estava a ficar com pontos de interrogação, mas ao ler o seu comentário já fiquei esclarecida.

      É pedir a Deus boa sorte! A minha irmã tem uma doença e pode precisar de transplante de medula, só tem uma irmã, eu, e sou compatível. É uma questão de sorte! Obrigada uma vez mais.

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    2. Concordo plenamente. Ainda não existe "tecnologia" para aproveitar as potencialidades das células estaminais, só teorias. Se valesse mesmo a pena, haveria um banco público como deve ser...

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    3. Nos outros países há bancos públicos como deve ser.

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    4. Não são exatamente públicos.

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    5. A verdade é que, não se sabendo muito sobre o assunto, é uma segurança.
      Até pode não ter qualquer utilidade em caso de doença, mas se entretanto for descoberto algo e viermos a precisar...

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    6. Falta ainda acrescentar que em caso de mutações genéticas tanto a criança como as células do cordão umbilical que foram recolhidas a podem ter, inviabilizando por isso o uso dessa amostra.

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  4. Eu fiz a recolha das Células Estaminais da minha filha no hospital Pedro Hispano e foi um processo totalmente gratuito.
    Antes de tomar a decisão para a recolha também procurei saber mais e o que me disseram é que as células recolhidas dificilmente serão usadas na mesma criança, ou seja, as células estaminais da minha filha dificilmente seriam usadas nela por causa da informação genética que seria a mesma. Então com a recolha das células em Banco público acontece como com sangue, as células estaminais ficam disponíveis para quem precise delas.
    Na altura (2 anos e meio atrás) este serviço de recolha das células estaminais, não estava ainda disponível em qualquer hospital público, mas acredito que hoje em dia a rede já esteja mais alargada.
    Quanto à recolha, é um processo muito simples e que não implica riscos quer para a Mãe, quer para a Criança.
    Se estiverem em dúvidas, avancem, é importante. Podem salvar uma criança ou possibilitarem a existência de estudos e investigação.
    E lembrem-se sempre que há a possibilidade dessa recolha ser gratuita!

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    1. Actualmente, são poucos os hospitais que fazem recolha gratuita. Vários na zona norte e só um na zona de Lisboa.

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    2. Eu tive o meu filho há 8 anos e já existia o banco público de recolha das células estaminais. É certo que tive de fazer o contacto via e-mail antecipadamente para me enviarem o kit mas depois da recolha feita o hospital tratou de tudo!

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  5. É um negócio do caraças, em 100 000 usaram em 10 (0,0001%) com sucesso. Do que se sabe, a probabilidade de haver uma doença em que as células possam ter uso com os conhecimentos que se tem é absolutamente minúscula. Mas claro, há sempre o lado de "pelo sim, pelo não", "mais vale prevenir"... Quando tiver filhos também vou fazer, mas que é um negócio de milhões a troco da culpabilização dos pais e com muitos problemas éticos, lá isso...

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    1. Estou 100% de acordo! Apela-se mesma à culpabilização dos pais, como se pesasse aquela coisa do "podia ter feito"... Como se independentemente de tudo, nós não nos fossemos sentir culpados na mesma nem que fosse pela qualidade do ar que respirámos na gravidez… Acho mesmo puramente um negócio. Tanto que não há muito tempo essas empresas estiveram envolvidas em polémicas de publicidade enganosa com dados muito manipulados e foram precisamente acusados formalmente disso, tendo que alterar a propaganda... Enfim.

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    2. Concordo plenamente. Mais um negócio associado à maternidade a que os pais aderem na convicção de estarem a fazer o melhor pelos seus filhos e que apenas contribui para os lucros milionários de tantas empresas. Tentem ser racionais nesta fase e pensar bem no que vale a pena gastar dinheiro!

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    3. Para a eventualidade de podermos vir a salvar um filho (ou outra criança), por mim, todo o dinheiro do mundo... é simples. Antes gastar nisto do que noutra viagem qualquer.

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    4. Anónima das 09:42, isso da viagem "qualquer" é papo de quem não costuma ir a lado nenhum de jeito. Uma viagem em família não é uma coisa qualquer… São momentos vividos em conjunto, memórias futuras, conhecimento e saber que não têm preço nem validade. A criopreservação privada é só uma opção desinformada. Se acreditam tanto no potencial, optem por ter o bebé num hospital com banco público. Podemos escolher para onde vamos ter o bebé e os 2000 euros que pedem no banco privado dava para alugar casa por 3 dias até para a família alargada… Aqui a ideia não é poupar umas coroas. É simplesmente perder a ideia provinciana de que tudo o que nos impingem é de valor. É não sermos comidos por lorpas só porque nos acenam com um monte de balelas. Era isso e as pessoas perderem um bocado de tempo para perceber que isto tudo é uma fraude já mais que desmascarada, que foi inlusive até proibida em muitos países europeus… Enfim… Vá de viagem a ver se se abre para o mundo e começa a ser mais astuta, é o que se quer.

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    5. "isso da viagem "qualquer" é papo de quem não costuma ir a lado nenhum de jeito", "Vá de viagem a ver se se abre para o mundo e começa a ser mais astuta, é o que se quer"...
      Pelos vistos sabe mais da minha vida do que eu :) não tem a mínima ideia onde já fui e o que já conheci, mas não preciso de vir para aqui mostrar-me ;)
      O meu comentário não foi dirigido a ninguém em específico nem foi feito para ofender... Falei de MIM, dei a MINHA opinião.
      Cada vez dá menos vontade de comentar coisas destas.

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    6. nao diria melhor. 0,0001% de chances de poder usar è uma gota no oceano.

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  6. Aconselho a ler este Parecer conjunto do Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida e do Comité de Bioética de España: "A conservação em bancos privados para utilização do próprio assenta num modelo comercial, com critérios de seleção e qualidade menos estritos, promessas de aplicações irrazoáveis (tratamento de doenças comuns da vida adulta, quando a conservação se faz a 20-25 anos), estratégias de marketing agressivas e pouco transparentes, dirigidas a um público numa fase particularmente vulnerável da sua vida."
    http://www.cnecv.pt/admin/files/data/docs/1356002356_Parecer%2067%202012%20CNECV%20CBE%20SgCordao-APROVADO.pdf

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  7. Eu fiz a recolha e doacção ao Banco Público Lusocord. Estão disponíveis para qualquer pessoa que possa necessitar delas, incluindo o Vasco. Do que sei já têm bastante aplicação em vários tratamentos, e deveriam ser recolhidas de todas as placentas de todos os bebés que nascem. Pelo bem comum.

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    1. Não são por uma questão de logística. Tem que haver um investimento muito grande em todos os hospitais nesse sentido (e sabemos que existem problemas mais urgentes a resolver), uma vez que colher num e mandar para outro danifica demasiado a amostra (lá está, as colhidas no privado ficam quase sem condições de serem usadas…). Acredito que um dia no futuro todos os hospitais tenham banco, por agora quem quiser usar o público tem que ter filhos nos 4 hospitais em causa (e mesmo assim podem não ser aceites para recolha já que existe um critério de seleção muito rigoroso, já que grande parte das pessoas tem fatores biomédicos que inviabilizam amostras, aqui mais uma vez no privado colhem de toda a gente mesmo sabendo que nem amostras viáveis serão possíveis colher, mas pronto, negócio.)

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    2. Não percebi se é o que está a dizer, mas eu tive o meu filho num hospital privado e não público. Quais são os 4 hospitais em causa? Obrigada

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  8. Obrigada pela partilha da informação e dos caso de sucesso:)
    É muito importante podermos saber mais sobre um assunto que ainda gera tantas questões na nossa cabeça.
    Quando o nosso filho nasceu a empresa ainda era muito recente e a informação que existia na altura, para nós, não foi suficiente para decidirmos preservar as células.
    Se tivesse sido uns anos mais tarde também decidiríamos por ai , pelos motivos que apresenta, quanto à evolução da ciência e sabermos que fizemos tudo o que podíamos.
    Mas vários amigos nossos decidiram avançar, com a Crioestaminal, na mesma altura e estão muito felizes com a decisão que tomaram.
    Muito Obrigada pelo debate e esclarecimento do assunto.

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    1. Parecer conjunto do Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida e do Comité de Bioética de España: "A conservação em bancos privados para utilização do próprio assenta num modelo comercial, com critérios de seleção e qualidade menos estritos, promessas de aplicações irrazoáveis (tratamento de doenças comuns da vida adulta, quando a conservação se faz a 20-25 anos), estratégias de marketing agressivas e pouco transparentes, dirigidas a um público numa fase particularmente vulnerável da sua vida."
      http://www.cnecv.pt/admin/files/data/docs/1356002356_Parecer%2067%202012%20CNECV%20CBE%20SgCordao-APROVADO.pdf

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    2. Sou médica e podendo ter gratuitamente o kit para os meus dois filhos escolhi não o fazer. É vergonhosa a estratégia destas empresas, os “argumentos” que utilizam, completamente falaciosos, como “já viu se não guardar as células e o seu filho tiver um problema, como se vai sentir?” (Sim, disseram-me isto)
      Fiz extensa pesquisa neste tema durante a faculdade e a desinformação informada que circula por aí deixa-me de cabelos em pé.
      Já banco público, em havendo essa possibilidade, que não há acessível a todos, seria o ideal...

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  9. Não tenho qualquer experiência pois não sou mãe. Sou investigadora em Microbiologia e na minha opinião as células do cordão deverão ser guardadas porque apesar de ainda não haver prova dadas, é certo que em poucos anos há descobertas revolucionárias na medicina. Como tal, mais vale garantirmos uma potencial cura de uma potencial doença de um filho nosso.
    Não faço ideia dos preços das empresas privadas. O que sei é que existe no Serviço Nacional de Saúde o Banco Público de Células do Cordão Umbilical. Não sei como funciona mas informem-se: http://ipst.pt/index.php/banco-publico-de-celulas-do-cordao-umbilical.
    Tem a vantagem de ser gratuito para todos os utentes do SNS e a desvantagem de as células puderem vir a ser usadas por qualquer pessoa compatível. A segunda vantagem é que a probabilidade de haver alguém compatível é tão baixa que probabilidade de ganharmos o euro milhões é maior.

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  10. Será interessante procurar ler os estudos que referem que é prejudicial para o bebê retirar o cordão umbilical quando este ainda pulsa... Porque perder todas essas tais células estaminais que se não o tirarem, entram para dentro de si...
    Não digo que não poderá, eventualmente, muito raramente, existir quem beneficie disto... Mas isto é puro marketing... Toda a gente fala dos benefícios e ninguém ouve falar dos possíveis maleficios

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  11. acho que deviam ler:

    http://ipst.pt/files/TRANSPLANTACAO/BANCO%20CORDAO/GuiaParaOsPais-CordaoUmbilical.pdf

    daniela.

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    1. Obrigada! Muito interessante! Destaco a frase "O Conselho da Europa, a maioria das associações profissionais e médicos, não recomendam o armazenamento privado de sangue do cordão e declaram como “aconselhamento erróneo” o uso do sangue do cordão como “seguro
      biológico”. "

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  12. Tenho dois filhos e optei pela preservação das células estaminais nos dois, sendo que o mais velho já tem 9 anos. Há 9 anos atrás, também cheia de dúvidas, questionei o meu médico e dele obtive a resposta que me fez tomar tal decisão: hoje conhecemos as situações em que poderão ser utilizadas, desconhecemos a sua utilização daqui a 20 ou 25 anos.

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  13. Quando tive a minha primeira filha , as dúvidas eram imensas , a minha obstetra, também ela mãe , aconselhou-me claramente a não fazer , e há 6 anos disse que literalmente iria congelar dinheiro, aconselhou-me a doar para o banco público e foi o que fiz , entretanto está inactivo ...A mim muito sinceramente parece-me que é um grande negócio para as empresas que o fazem , dentro da classe médica , e para mim isto é que conta , porque são os médicos que inevitavelmente estão mais informados , e a opinião é consensual , e vai no sentido de não preservar ...

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  14. Se a criopreservação é só um negócio e não tem qualquer utilidade porque é que praticamente todos os países têm bancos públicos de recolha de células estaminais? Portugal incluído (apesar de funcionar muito mal ou não funcionar de todo).

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    1. Porque se colocar num banco público pode ser usado por qualquer pessoa (à semelhança da doação de sangue, por exemplo). Se for um banco privado só pode usar aquelas; as doenças genéticas já poderão estar nas células estaminais e estas poderão já não ser viáveis. Além de que são utilizadas para investigação.

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    2. Exatamente, são muito pouco ( ou nada) úteis para o próprio. Mas podem ser úteis para outros.

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  15. A questão que me incomoda é: o que acontece às células se o banco falir?

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    1. isso vem tudo explicadinho no contrato que se assina, basicamente há um banco de back-up

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  16. Quando estive grávida da minha primeira filha, fiz a doação para o banco público - Lusocord, foram impecáveis, como o parto foi num hospital privado entregaram-me o kit, em casa, com alguma antecedência, após o nascimento enviaram um estafeta para fazer a recolha. Esta minha opção prendeu-se com o facto de me ter sido informado que era altamente improvável que as células pudessem ser usadas no próprio e também porque conhecia uma criança com leucemia cujos pais tinham pago a criopreservação em vão. Tive um outro filho numa fase em que o Lusocord tinha suspenso a recolha por falta de meios e lamentavelmente não fiz outra doação.
    Acredito piamente que se todos doássemos para um banco público funcional a solução seria a ideal.

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  17. Muitos destes comentários demonstram como os Portugueses são uns castiços!
    "Muito dinheiro"; "Não há provas nenhumas"; "Se fosse importante o SNS tinha"... Enfim..., justificam-se com todo e qualquer argumento.
    Mas o mais engraçado é ter a certeza que muitos deles compram carros com extras completamente inúteis muito mais dispendiosos, tem pacotes de TV que em 7/8 meses já abrange esse valor, compram 3/4 peças de roupa que cobre esse valor...etc, etc...
    Resumindo, a sociedade é ignorante e não acredita na ciência, é consumista e egocentrica e para além disso têm os valores completamentente desajustados! Sociedade "Big-Brother"

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    1. Fale por si. Eu sou racional nos meus gastos, seja no pacote de TV, seja a avaliar empresaa "científicas" com ofertas igualmente consumistas.

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    2. Disse tudo.
      Há sempre os dois lados da moeda. Quem fez é porque foi influenciado e manipulado, quem não fez arranja toda e qualquer desculpa que justifique tal decisão. As células estaminais têm poucas aplicações? Sim têm! Mas mesmo sendo poucas não queremos nós proporcionar todas as hipóteses de cura aos nossos filhos? Foi assim que pensei, influenciada ou não. Não lamento esse dinheiro. Quero é nunca ter de recorrer a isso.

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    3. Não fiz e justifico com documentos fidedignos: http://ipst.pt/files/TRANSPLANTACAO/BANCO%20CORDAO/GuiaParaOsPais-CordaoUmbilical.pdf
      e http://www.cnecv.pt/admin/files/data/docs/1356002356_Parecer%2067%202012%20CNECV%20CBE%20SgCordao-APROVADO.pdf
      Não tem nada a ver com dinheiro que felizmente tinha disponível. Gastem o dinheiro em vacinas extra plano e cadeiras auto seguras!

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    4. Pois, não costumo responder, mas agora tinha de ser... eu fiz e voltaria a fazê-lo... n o fiz no Lusocord pq na altura estava inativo.... e custou-me angaruar esse dinheiro, mas n deixei de o fazer, da mesma forma como dei toooodas as vacinas que podia dar, a pagantes ou n... e sempre gastei uma pipa de massa nas cadeiras que chegavam a valer mais que o próprio carro... e outras coiasa onde gasto o dinheiro que tanto me custa a ganhar,mas que me deixa de consciência mais tranquila...
      Mas, n critico que vive a vida de outra maneira, acho estranho às x...as tento respeitar as decisões de cada um...

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  18. Há 2 anos quando engravidei, pesquisei sobre o assunto, falei com médicos hematologistas, um deles havia sido pai recentemente( e não fez a colheita ) os resultados foram unânimes, o benefício é quase nulo para o próprio e diminui à medida que os anos passam! A amostra que é colhida é mínima para o que seria necessário por exemplo no linfoma... assisti no curso de preparação uma sessão dum laboratório privado muito conceituado e em 10 anos ainda não usaram nenhuma amostra.... basicamente verifiquei que é um negócio que usa a fragilidade dos pais que estão dispostos a tudo pelo bem do bebé que vem a caminho! Tinha o dinheiro para investir, mas vi que não valia a pena! Uma médica

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  19. Vou contar a minha experiencia... Certo dia fui a uma farmácia com uma grávida. Nessa farmácia estava a decorrer algumas ações para grávidas nomeadamente aquelas ecografias todas xpto e também informações sobre a preservação de células estaminais. Na parte das células estaminais tudo o que fizeram foi fazer pressão para que a grávida assinasse os papéis. "Se aderir agora oferecemos o kit!", "se aderir agora fazemos 10% de desconto e leva já o kit", "não se esqueça que é um seguro de vida para o seu filho! Tem mais filhos?! Se tiver mais filhos é também um seguro para os seus filhos!", "não se esqueça que só começa a pagar alguma coisa depois de fazer a recolha e de confirmarmos que a mesma é viável! Não tem de pagar nada até ter a sua bebé, nem o kit tem de pagar, nós oferecemos o kit", "não, não é nada caro, não chega a 2000 euros, mas como tem mais filhos devia optar por um pacote mais caro que não chega a 3000 euros, assim também abrange mais doenças! Não se esqueça que pode pagar em prestações e como disse é um seguro de saúde para os seus filhos. Todos nós queremos o melhor para os nossos filhos, você de certeza que também quer o melhor para os seus filhos", "então leva já o kit e as outras ofertas? Não?! Vai perder uma grande oferta também estamos a oferecer uma mala da maternidade da barral com vários produtos. Então pense, nós vamos ficar aqui mais 2 horas, se quiser volte cá e leva logo o kit de graça! É uma grande oportunidade e um seguro para os seus filhos não se esqueça!"... E fico por aqui só digo uma coisa: NEGÓCIO! Os bloggers falam disso porque assim têm tudo de borla e ainda são capazes de receber mais qualquer visita (nada contra quem o faz, acho que fazem bem em aproveitar as oportunidades que a vida vos dá), mas acho que as pessoas deviam pensar mais pelas suas próprias cabeças e devem tentar obter o máximo de informação antes de tomarem essa decisão. Se falarem com uma dessas empresas é óbvio que vão tentar fazer pressão para caírem na conversa deles porque é assim que eles ganham a vida. Mas perguntem aos vossos médicos de família e enfermeiros. Uma grande parte deles vai dizer que não fez para os filhos e que não acha necessário nem útil porque ainda não existem dados suficientes que sustentem a sua real utilidade. Para a pipoca parabéns pela bebé e que corra tudo bem

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    1. Nao è preciso perguntar so aos medicos e enfermeiros. Eu sou farmaceutica e nunca aconselharia tal coisa. 0,0001% de poder ser utilizado è uma "chulice" e è um negocio de milhoes que afecta pessoas numa fase de vida que nao se "querem sentir cupladas" por nao terem feito o maximo que podiam. Bancos publicos? sim so a favor, ate para termos de investigacao.

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  20. Conversa com uma funcionária de uma empresa de criopreservação sobre a criopreservação de células estaminais:
    "A mamã está grávida de quanto tempo?"
    "5 meses"
    "E já sabe se é um menino ou uma menina?"
    "Acabei de saber que é uma menina"
    "Parabéns! Sabe o que é a criopreservação de células estaminais e para que serve"
    "Já ouvi falar na televisão e li algumas coisas relacionadas, mas tenho algumas dúvidas"
    "A mamã não se preocupe, eu vou explicar tudo. A criopreservação consiste na preservação das células estaminais que são recolhidas logo após o parto. As células estaminais são guardadas durante 25 anos e durante esse tempo podem ser utilizadas em várias doenças genéticas, do sistema imunitário. Está a ver aqui a lista?! Se optar só pelas células só abrace estas doenças, mas se optar pelas células e tecidos consegue abrangir um maior número de doenças. E não é só a sua bebé que fica protegida, se já tiver irmãos ou de vier a ter eles também são compatíveis. Basicamente, está a fazer um seguro de vida dos seus filhos. Você tem mais filhos?"
    "Sim tenho mais um menino"
    "Então ficavam os dois protegidos, as células da mana podiam salvar o seu menino. Quer perguntar alguma coisa? Ficou com alguma dúvida?"
    "Não tinha ideia da quantidade de doenças..."
    "Só lhe disse as mais importantes. Agora vamos falar de preços. Sabe quanto custa?"
    "Sei que é caro, mas não sei o preço exacto."
    "É um valor um pouco elevado, mas não é nada caro. Fica muito mais barato que os tratamentos que possam vir a ser necessários. Não se esqueça que é um seguro de vida para o seu bebé e para o irmão. Neste momento estamos com uma campanha de 10% de desconto. O pacote mais barato não chega a 1500 euros é o mais caro não chega a 2500 euros. Como a bebé tem um irmão era preferível optar pela recolha e criopreservação das células e dos tecidos. O que acha?"
    "É um valor um bocadinho elevado..."
    "Tem sempre a opção de pagar em prestações, fazemos até 48 prestações. Não tem de pagar nada agora, leva o kit que nós oferecemos, depois nós enviamos para a sua casa os documentos para assinar e que tem de nos enviar com todos os dados e autorizações. Depois no dia do parto entrega o kit e depois nós vamos recolher. Depois de verificarmos se a amostra é viável, recebe um relatório em sua casa e se for viável começa a pagar mensalmente. Não se esqueça que é um seguro de vida para os seus filhos por uma quantia simbólica. Todos nos gostamos dos nossos filhos e fazemos o melhor por eles, como lhe disse é um seguro de vida para os seus filhos. Hoje estamos a oferecer o kit se quiser ir para a frente com a criopreservação, mas é só hoje tem de decidir agora."
    "Não posso decidir nada agora, queria discutir o assunto com o meu marido primeiro."
    "E não lhe pode ligar agora?"
    "Não, ele está a trabalhar, não pode atender.
    "Se quiser ir para a frente com a criopreservação hoje tem direito à oferta do kit, os 10% de desconto e uma mala da maternidade da barral com vários produtos. Ainda não tem mala da maternidade certo?! A mala não é cor de rosa, mas tem várias cores também dá para menina".
    "Mas tenho mesmo de falar com o meu marido primeiro, ainda não tínhamos falado deste assunto e quero saber a opinião dele."
    "A que horas é que ele sai? Nós estamos aqui até as 19h. Fale com ele e se quiser venha até cá, assim ainda pode usufruir das ofertas que temos para si."

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    1. Só tenho uma palavra: vergonhoso! Lamento que tenha passado por tamanha lavagem cerebral e ainda por cima grávida

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  21. A pressão psicológica que é feita às grávidas "É um seguro de vida para os seus filhos", "todos nós gostamos dos nossos filhos", "É um valor simbólico pela vida dos nossos filhos", etc. Parece-me ser excessiva, a grávida ou os pais sentem-se obrigados a aderir porque estão constantemente a insinuar que se não o fizerem é porque não gostam dos seus filhos e não querem preservar ou salvar a vida deles. Quando se pergunta se têm de facto dados ou estudos que sustentem a informação que estão a dar mandam ir ver à internet. Na minha opinião isto não passa de uma forma de ganhar me dinheiro à conta das grávidas que já se encontram mais sensíveis, têm vários medos associados e, muitas vezes, são facilmente influenciáveis. Penso ser muito importante que as futuras mães se informem e a informação deve ser em primeiro lugar com os seus médicos e enfermeiros (médicos de família ou em quem confiem) e pesquisem estudos científicos sobre o assunto. Há médicos a favor e outros contra, há estudos a favor e outros contra, mas a decisão não se pode basear em bloggers ou vloggers que são pagas para falar dos assuntos, divulgando produtos e serviços ou nessas mesmas empresas que têm tudo a ganhar ao fazerem pressão sobre nós.

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  22. Pipoca permita-me uma pergunta e não a tome como ofensiva, apesar de a poder encarar como provocadora: se não tivesse o patrocínio da Crioestaminal teria a mesma opinião?

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    1. Exactamente!!!!!!

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    2. Sim. Se tivesse disponibilidade financeira, seria algo que faria sempre. Quando engravidei do Mateus comecei a informar-me sobre este tema e já tínhamos decidido avançar mesmo antes de termos sido contactados por alguns bancos de recolha de células estaminais. Como eu disse no texto, encaro isto como uma espécie de seguro que espero que nunca tenha de vir a ser utilizado. Estou perfeitamente consciente das potenciais vantagens, assim como das limitações, nunca ninguém me fez promessas irrealistas. Há muita informação e ainda mais contra-informação, mas fiz o que, em consciência, me pareceu mais acertado. E se nunca mais tiver de pensar neste assunto é óptimo sinal. =)

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  23. Sou pai ha oito anos e, na altura a pressão era tremenda sobre a minha mulher para que escolhesse a opção privada da criopreservação.
    Na semana anterior ao nascimento do meu filho tive uma ajuda inesperada mas super preciosa:
    Uma entrevista do Prof. Manuel Sobrinho Simoes ao jornal expresso onde dizia que o negocio da criopreservação das celulas estaminais para utilização nos proprios era das maiores fraudes a que tinha assistido na area médica...
    Fizemos a recolha e a doação para o banco publico e espero todos os dias que possa ter sido ou vir a ser util a outro ser humano.
    Nos somos sempre os outros dos outros e se isto aproveita aos outros, ainda bem!
    Sejam felizes!

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  24. sabe então, o Senhor que foi pai há 8 anos, que a amostra do seu filho, tal como as outras mais de 8000 que foram armazenadas nessa altura no Banco Público, por falta de validações de qualidade e segurança, foi destruída, lá se foi a utilidade para outro Ser Humano!!
    Têm todos razão, ninguém se deve deixar manipular,nem por empresas privadas, nem por empresas públicas, nem por "Vacas Sagradas"!

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    1. A diferença é que a esse senhor a oferta custou zero. Portanto não se pode dizer que tenha sido propriamente manipulado,como quem paga 2 mil euros por isto.

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  25. Então é tudo uma questão de dinheiro? Só há manipulação se houver pagamento?
    Dar falsas expectativas de poder ajudar os outros não é manipulação?
    Se é por causado valor então não sejamos paternalistas e deixemos que cada uma faça do seu dinheiro aquilo que quer!

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  26. Boa noite, li o post e os comentários e fiquei com uma duvida: se a amostra recolhida nao for valida, por nao ter a quantidade de células suficientes, a empresa informa os pais? Ou seja, se nao nao possível guardar a amostra, os pais são informados e o dinheiro devolvido? É que pelo que li e perguntei , quando estive grávuda, é impossível que 100% das amostras sejam válidas, até na mesma amostra pode nao ser tudo válido. Tive a minha filha no centro hospitalar do Porto( maternidade julio Dinis) e fiz doação para o banco publico.

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    1. Sim, devolvem o dinheiro caso a amostra recolhida não esteja em condições de ser guardada.

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  27. Nem sequer há pagamentos feitos antes da determinação da validade das amostras.
    No caso da minha filha optei por sangue e cordão, sendo que o cordão não foi viável, só paguei o sangue e depois do processo estar concluído. Em tudo na vida somos responsáveis por procurar quem nos dá mais garantias e foi o que eu fiz. Nem todas as empresas nos querem enganar, algumas sim, é verdade, como em todos os sectores, por isso a responsabilidade é de cada um de procurar bem.

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  28. Li alguns comentários não todos! Mas não é pelo facto de ser privado que não é válido! Antes pelo contrário! Conheço muitas pessoas que trabalham há anos na Crioestaminal, e os avanços na investigação têm sido muitos. O BIOCANT faz investigação em muitas àreas, como por exemplo nos testes prenatais, como por exemplo o prenateste, que evita a amniocentese e que tem que ser pago pela grávida, mas não é invasivo, é apenas uma questão de tempo até que seja utilizado, para evitar a amniocente, que tem risco de aborte elevado.
    Enfim a ciência está sempre a evoluir.
    Entendo que é uma questão de ter, ou não, disponibilidade financeira para o fazer e depende também da realidade vivida por cada um de nós!
    Tendo possibilidades financeiras para o fazer, acho que devemos pensar - Não acontece só aos outros -

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  29. O prenateste já é comparticipado no seguro de saúde. Pelo menos, no seguro de saúde que tenho.

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  30. ESte artigo é de 2016, mas acho que vale a pena ler.
    https://www.publico.pt/2016/07/03/sociedade/noticia/banco-publico-de-sangue-do-cordao-umbilical-ainda-nao-chegou-as-500-amostras-ao-fim-de-sete-anos-1736813

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  31. Fiquei a saber que o botox é usado no olho, em casos de patologias específicas. Nunca imaginaria. Fiquei a saber qdo o meu filho foi submetido a exames devido a uma suspeita de um tumor. Felizmente foi só uma suspeita. E infelizmente só temos conhecimento da versatilidade dos tratamentos, quando somos confrontados com a sua necessidade.

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Teorias absolutamente espectaculares

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