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Mais pela vossa saúde

quinta-feira, julho 05, 2018

Eu gostava muito de não padecer deste mal, mas a hipocondria é uma coisa que me assiste. Acho que sempre tive um bocado a mania das doenças, que sempre sofri um bocado com qualquer sintomazinho, que sempre comecei a traçar cenários de horror e de desgraça à menor dorzinha, mas acho que isto tem vindo a piorar. Dizem que os hipocondríacos são pessoas que vivem mais tempo e sempre cheios de saúde, porque são ultra-informados sobre todas as patologias, porque passam a vida no médico, a fazer análises e exames, mas eu acho que a tendência generalizada é para que nos ignorem. Ninguém leva um hipocondríaco a sério e, muitas vezes (ou quase sempre), a única coisa que precisamos é de alguém que nos diga que aquela dor de cabeça não é um aneurisma, que aquela tosse persistente não é sinónimo de tuberculose terminal ou que aquela dormência num pé não vai obrigar à amputação do mesmo. Só precisamos de um bocadinho de atenção e que acalmem os nossos piores receios. Os meus amigos médicos gozam comigo, desvalorizam completamente os meus queixumes, acho que já só pensam "pronto, lá vem esta chata outra vez". E eu passo a vida a dizer-lhes que isto vai ser tipo a história do Pedro e o Lobo: um dia vou ter mesmo alguma coisa grave, ninguém me vai ligar nenhuma e eu vou acabar mesmo por me finar sem a devida assistência. Ouçam o que vos digo.

Como boa hipocondríaca que sou, há uma coisa essencial à minha existência. É o quê, é quê, é o quê? Um seguro de saúde, claro. Caso contrário, como é que podia passar a vida a marcar consultas para todas as especialidades disponíveis no menu dos hospitais? Acho que até um exame à próstata eu já fiz. Na verdade, e agora um bocadinho fora de brincadeira, acho que é uma coisa essencial a toda a gente. A oferta no mercado é imensa e, por isso mesmo, convém que a decisão não seja tomada como quem vai só ali tomar um café. Até porque implica algum investimento, por menor que seja. Há muitas empresas que oferecem os seguros de saúde aos funcionários mas, em muitos casos, temos mesmo de ser nós a abrir os cordões à bolsa. Por isso, antes de escolherem pensem bem em quais as vossas reais necessidades, se vai ser só para vocês ou se vai incluir mais membros da família, comparem preços, vantagens, etc e tal. 

Uma das mais recentes ofertas é o plano EDP Mais, exclusivo para os clientes EDP Comercial e que dá acesso a mais de 29 mil prestadores de saúde um pouco por todo o país, incluindo alguns dos mais requisitados, como a CUF, os Lusíadas, a Cruz Vermelha ou a Fundação Champalimaud. Podem recorrer aos serviços de 81 hospitais, mais de 1200 clínicas dentárias, mais de 25 mil médicos e quase quatro mil centros de exames e tratamentos (consultem a lista detalhada aqui). De resto, não há limites de utilização, idade, período de carência (a coisa que mais me enerva nos seguros de saúde) ou fidelização. O preço das consultas varia entre os 15 e os 25 euros, os exames, cirurgias, partos, tratamentos e internamentos têm um desconto até 40%, têm direito a apoio domiciliário segundo preços convencionados (enfermagem, fisioterapia, entrega de medicamentos em casa), e podem ainda usufruir de descontos até 50% em parceiros de bem- estar (spas, ópticas, nutrição, psicologia, estética, acupuntura, etc). Os valores estão todos explicadinhos aqui.


E porque a vida não tem de ser feita só de ralações e preocupações médicas, se aderirem ao plano EDP Mais ainda têm direito a um bilhete grátis na compra de outra em teatros, parques temáticos ou museus, e a uma noite grátis na compra de outra em hotéis. Isto sem limite de utilizações

Então e a parte que mais interessa: preços?  O EDP Mais tem um custo de 4,90€ por mês, por pessoa, mas a parte mesmo, mesmo boa é que podem juntar até mais quatro pessoas ao vosso plano (amigos ou familiares) e cada um fica a pagar 3,50€ por mês. Sinceramente, parecem-me valores óptimos para tudo aquilo que o plano inclui mas, como disse, acho que uma coisa desta importância merece que façam a devida pesquisa e análise comparativa. Mas espreitem, mesmo, o EDP Mais, porque tendo em conta tudo o que oferece, não só a nível de saúde como de lazer, tem um preço muito, muito competitivo. Caso tenham dúvidas ou queiram saber mais detalhes, podem consultar aqui toda a informação sobre este plano.




Post em parceria com a EDP

19 comentários:

  1. Parece-me um pouco parecido com o do Continente, não sendo um seguro de saúde per se, traz bastantes vantagens sem o custo associado

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  2. Pipoca não há volta a dar... um dia nós todos iremos morrer tu ele nós os melhores médicos etc todos finamos. Em tempos fui hipocondríaca e percebo muito bem o que dizes, sofri bastante também tinha ataques de pânico. Hoje em dia nem sei como relativizo tudo, aprendi a descontrair. É importante cuidarmos nos claro mas sem ansiedade ou exageros. Bjinhos

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  3. Como eu te compreendo!! Tal e qual!

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  4. Ana, neste aspecto identifico-me muito contigo. Sou hipocondríaca desde criança, já perdi a conta a quantas doenças já inventei ou exagerei... Tenho um seguro de saúde porque, como dizes, permite-me viver um pouco mais despreocupada, no sentido de saber que tenho sempre tudo à mão, todas as especialidades, consultas e exames no dia seguinte. Acho que já visitei mais de metade dos médicos aqui de Barcelona (exagero), mas prefiro assim! No entanto, um seguro de saúde com essas condições que a EDP oferece faz-me desconfiar, como assim 4,90€ ou 3,50€ por pessoa?.. Não entendo, mas se for mesmo verdade, bravo!

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  5. Com a dificuldade que existe em encontrar um seguro, com valores de prémios minimamente razoáveis, parece ser uma excelente hipótese.
    Para alem de ter um optimo valor, tem uma oferta enorme associada.
    Obrigada pela partilha,

    Vou explorar.

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  6. E o Serviço Nacional de Saúde? Não é suficiente?

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    1. Errr...não. Eu não tenho seguro de saúde e, como tal, utilizo maioritariamente o SNS, mas é frustrante sobretudo o tempo de espera para fazer exames, quando só queremos saber que raio se passa connosco. Para não falar que, às vezes, temos mesmo que ir ao privado: estive de outubro do ano passado a junho deste ano à espera que surgisse vaga para fazer um Papanicolau e no final tive que ir ao privado, pagando €90 de consulta + cerca de €60 da colheita e envio para o laboratório. Fiquei a pensar que, apesar de ser um exame tão importante e que deve ser feito anualmente ou a cada dois anos, haverá muitas mulheres que ficam sem fazer, porque nem todas podem pagar um valor tão alto. Não acho que o SNS seja totalmente ineficaz, mas não consegue prover todas as minhas necessidades de saúde.

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    2. Ahahahahahahaha!

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    3. Cara anónima das 21:34,
      Mudei-me à pouco para Lisboa, Alcântara mais precisamente e em Março marquei uma consulta de ginecologia no centro de saúde, consegui-a para 3 ou 4 dias depois. Na própria consulta, a médica fez-me o papanicolau, deu-me o esfreganço e disse para o ir entregar num laboratório de análises. Com a credencial paguei nem 1€. O nosso SNS não é assim tão mau...

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    4. O SNS é óptimo, sim, mas os tempos de espera... assustadores!!! Tenho imensos exemplos à minha volta, desde o meu pai que tem alzheimer e está há 1 ano e meio à espera de consulta na especialidade, até à minha filha mais nova que não fez rastreio auditivo à nascença por falta de técnicos no hospital, pediram para esperar ser chamada e até agora nada!! zero!! a cachopa já tem 9 meses! Não acho isto normal.

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    5. Inês, essa foi a sua experiência. A minha, como viu, foi diferente: meses à espera e ter que desistir e recorrer ao privado. Deverá depender da zona em que se vive. À Inês calhou um centro de saúde a funcionar bem e pagou apenas €1, a mim calhou-me um com listas de espera intermináveis para esse mesmo exame e que me levaram a pagar €150 no privado. Repito, não acho que o SNS seja "assim tão mau", mas não é sempre eficaz.

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    6. Eu acho que temos um SNS bom. Já usei muitas vezes mas também tenho seguro de saúde e uso o privado. Tendo usado ambos, posso e prefiro o privado acima de tudo pelo tempo que se poupa em consultas, exames etc. Isto do privado vs público gera sempre algum incómodo em certas pessoas, pq devíamos ser todos iguais e usar os mesmos serviços, isso é tudo muito lindo mas ainda não sou comunista obrigada. Ao menos enquanto eu estou no privado a ser atendida, é menos uma pessoa a ocupar o seu espaço no SNS.

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    7. Inês Conde, e já conseguiu médico de família no centro de saúde? Eu estou há mais de 8 anos à espera de médico de família em Alcântara. Ainda estou inscrita no centro de saúde da Graça.

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    8. Em Jun/2015 foi pedida pela minha médica de familia uma ecografia a um caroço que eu tinha no pescoço. Fiquei em lista de espera. Visto que tinha alguns sintomas preocupantes e no Hospital não me ajudavam em nada (porque a médica insistia na tal ecografia que não era marcada por falta de vaga), recorri ao privado em Novembro. Em Dezembro foi-me diagnosticado LH num estado considerado já avançado. Fui de novo encaminhada para o público onde fiz quimio e rádio e terminei tudo com ótimos resultados em Ago/2016. Em Nov/2017 recebo uma chamada do Hospital... para marcar a ecografia ao pescoço! 2 anos e meio depois!! Por eles, eu já estava mais que morta e enterrada. E a culpa obviamente não é dos hospitais, mas sim das mentes brilhantes que os gerem e estão sentadas na AR, bem longe das salas de espera e dos serviços de urgências!

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    9. A médica de família não podia passar credencial para fazer a eco noutro local? Aqui onde vivo os médicos de família pedem os exames e os utentes vão com a credencial a um sítio onde se faça o exame e haja acordo com o SNS. Depois do exame estar pronto, se houver necessidade, somos então encaminhados para o hospital (tal como aconteceu consigo).

      Às tantas, fui eu que não compreendi o seu comentário, mas fico com a sensação que a sua médica é que não esgotou as alternativas.

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  7. Esfreganço!!!!! O que eu já me ri!!!!

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  8. desisti de seguros..tanto morro com ele como sem ele, eh, eh.

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Teorias absolutamente espectaculares

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