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=(

terça-feira, março 22, 2016
Os dias em que se acorda com a notícia de mais um atentado são sempre dias em que nos sentimos mais pequeninos, vulneráveis. Nestes dias apetece-me enfiar na cama com os meus, tapar a cabeça e esperar que passe. Só que isto não vai parar. Vamos continuar a acordar ou a acabar o dia com a notícia de mais uma atrocidade, de mais não sei quantas pessoas mortas, de mais não sei quantas famílias desfeitas. Esta cultura do medo que se tem vindo a instalar é atroz e perigosíssima. Torna-nos mais cépticos, mais desconfiados, mais maldosos e intolerantes. Nada de bom vem daqui. Porque nos deixa cínicos, sempre a questionar onde rebentará a próxima bomba, em que direcção disparará a próxima metralhadora. É horrível viver nestes tempos, viver num mundo em que temos de estar sempre a olhar por cima do ombro. Detesto esta sensação de insegurança e de impotência, sentir que ninguém está a salvo em lado nenhum. Dias como o de hoje são de uma tristeza enorme.

99 comentários:

  1. São mesmo Pipoca. Às vezes dou por mim a pensar quando é que vai ser a nossa vez. Nem consigo imaginar o sofrimento de todas aquelas famílias. É demasiado triste.

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  2. Verdade mas os verdadeiros culpados são os políticos que ganham com a "guerra", vendem armamento. Soube há pouco tempo que a França vende armas à Síria... e depois tivemos o que aconteceu em Paris. Agora Bruxelas... a Europa vai acabar por se desmoronar e é lamentável!!

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    1. Um dos maiores fornecedores de armas é a Arábia Saudita. Continuarão a ter armas e, em último caso, qualquer um de nós terá acesso a uma faca de cozinha e poderá fazer o que lhe der na telha.
      Mas sim, limitar o negócio de armamento e munições era um pequeno contributo para o problema.

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    2. Acha mesmo? Pense um bocado!!!! Mistura políticos com a economia de armamento...e estes últimos ataques pense bem nos recursos que se usou e o que custo isso tem, o lucro não é nada...

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  3. Agora já sabemos como os refugiados se sentiram nos seus países de origem.

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    1. quais refugiados? se nem os países com a mesma corrente cultural os querem receber...migrantes económicos...

      pense um pouco antes de escrever certas patacoadas, senão passa por ignorante!

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    2. ... A sério? Não há refugiados sírios a fugir da guerra, de atentados, de bombas? Pois mas ignorante sou eu lol

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    3. Desculpe mas há "refugiados" de países como Marrocos, que não estão em guerra. É triste haver pessoas como o anónimo das 13h21 que coloca tudo no mesmo saco, nem sabe agradecer a sorte que tem por viver num país em paz, pela qual os nossos antepassados lutaram, e demonstrar querer que fiquemos na mesma situação de países sem rumo, governados anteriormente por ditadores e atualmente no desgoverno. Não compare alhos com bugalhos, por muita compaixão que tenha por verdadeiros refugiados e não migrantes económicos, tem de haver um travão ao que está a acontecer na Europa, senão vamos perder TUDO o que temos. Temos de defender os nossos valores e, nesta altura, pensar em nós primeiro e ajudar com conta e medida quem realmente necessita e foge de países em guerra e não em desgoverno.

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    4. Não sou o anónimo que caiu na grande patacoada de escrever "refugiados", mas o anónimo das 18:47 é que deve ter uma grande patacoada na cabeça por responder dessa forma, que acha tão altiva e cheia de inteligência. Pray for patacoadas

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    5. A empatia pelos refugiados não vem de sermos bombardeados. Aliás, o Pegida pode falar sobre esse assunto. Em relação ao comentário dos migrantes económicos:Se assim pensa aconselho a que passe as suas férias na Síria ou no Afeganistão, ajudando assim a forte lacertamcmahon@hotmail.com a sua economia.

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    6. Caro/a anónima das 18:47

      você é que é ignorante e não sabe do que fala. Lá porque os media por cá não falam disso veja este video da BBC de um campo de refugiados na Jordania:
      https://www.youtube.com/watch?v=tFIe3w9K9FU




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    7. Anónimo das 22:24 sou a pessoa que postou originalmente. Os meus valores não são claramente os mesmo que os seus e não vou lutar por nada que você defenda. Defendo liberdade de religião, não discriminação, não racismo e paz. Ponto.
      E não seja outra vez ignorante, claro que pode haver migrantes económicos pelo meio. Mas as pessoas que arriscam a vida naqueles barquinhos miseráveis estão a fugir de atrocidades. E mete-me nojo que pessoas como a senhora existam e debitem barbaridades.
      A Europa cristã e branca acabou há muito tempo, temos uma Europa multi-cultural. Mas se a senhora quiser, vá-se embora. Para a Austrália por exemplo.

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    8. Anónima de 22 março, 2016 às 18:47, está enganada. Em relação aos refugiados sírios, 90% estão em campos de refugiados nos países vizinhos: no Líbano, Turquia, Iraque, Egipto e Jordânia. Repito, 90%.

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    9. Anónimo das 22:24, antes de mandar bitaites devia saber o que quer dizer refugiado, tanto que antes que mande mais postas de pescada é um conceito definido até em matérias de Direito. Aconselho-a a fazer uma pesquisa mais aprofundada.
      Com os melhores cumprimentos

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    10. o que vai aqui de patacoadas...só desinformação...as mentes de certas pessoas estão já tão severamente formatadas, que se justificam com videos e imagens do youtube...

      que tal pensarem pelas vossas cabeças e defenderam aquilo que demorou séculos a conquistar?

      é politicamente incorrecto? não temos que salvaguardar os direitos humanos? e os desgraçados que só por estarem no local errado à hora errado, explodiram? e as familias desses desgraçados, não têm direitos?

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    11. existe algo que se pode constatar:

      nem todos os muçulmanos são terroristas, mas todos os terroristas são muçulmanos...

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    12. Não anónimo das 00:16. O pessoal do IRA é muçulmano? ETA? Os filhos da puta católicos que nos EUA entraram numa clínica de abortos e mataram a tiro mulheres e médicos? Massacre de Charleston? Está mesmo muito enganada, leia um livro, não leia tanto correio da manhã que até é capaz de descobrir coisas novas.

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    13. a sério anónimo do 26 março? é o melhor que sabe fazer?

      que contraditório tão fraquinho...e soluções para resolver o problema? pois, não sabe, porque é mais um manga de alpaca, totalmente cobarde!

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  4. Achamos sempre que só acontece aos outros e um dia toca-nos a nós. Que o Diabo seja cego, surdo e mudo e que deixe este cantinho que é Portugal intacto porque acho que nós nem saberíamos lidar com um acontecimento destes.
    Agora...ninguém me tira a ideia de que é tão terrorista quem se faz explodir como quem tem poder para evitar tudo isto e não o faz, cruza os braços e fica à espera que aconteça.
    A Comissão Europeia sabe quem são, sabe onde estão, sabe que cada um que prendem é um ataque na certa e arrisco até a dizer que eles sabem onde vão atacar e nada fazem para que seja evitado. Ataques como este e os de Paris poderiam ser evitados. E depois têm a lata de vir dizer "o que mais temíamos aconteceu"... A sério!? Não lhes caiu a bomba em casa e nenhum deles estava no aeroporto...
    Deus me perdoe se eu estiver a ser injusta mas se sabem que o bairro de Molenbeek é um problema e é de lá que eles vêm, porque é que não acabam com ele? É a benevolência contra a segurança da Europa, o que é que pesa mais!?
    Fora tudo o resto... Enfim, pensei que já existiam razões mais do que suficientes para se preocuparem a sério com a Europa. Pelos vistos enganei-me...

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    1. Mas o bairro não faz parte da Europa? O que é que sugere, que se expulse toda a gente da religião muçulmana? Mesmo os cidadãos europeus?
      Se se soubesse ao certo quem era, essa pessoa (pessoas) tinham sido presa. Não se sabia. Não percebo mesmo a sugestão, quer que se prenda, questione, expulse milhares de pessoas com cidadania europeia?

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    2. Está a ser injusta, como é óbvio. É como dizer "se todos os ladrões vêm da Damaia, então acabe-se com o bairro". A solução não é acabar com nada, a solução é integrar. Em Molenbeek como na Damaia, aliás.

      Esta caixa de comentários mete medo...

      Anónima portuguesa que vive em Bruxelas

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    3. E espero que Deus realmente lhe perdoe porque está a ser extremamente injusta. Acha mesmo, na sua ingenuidade (não quero acreditar que seja ignorância) que os terroristas vivem num bairrozinho e que estão todos concentrados lá? Vamos começar agora a prender pessoas só porque são árabes ou têm aparência de árabes? Ou então vamos explodir todos os bairros de origem dos terroristas? Vamos começar a vigiar as conversas e ver emails de toda a gente para ver quando está a ser planeado o próximo atentado? Já parou para pensar que se calhar não existem mais atentados porque tem sido feito trabalho para estes serem evitados?? Acha mesmo que é possível prever a hora e o dia dos ataques e os locais a serem atingidos?? Sabe qual é o problema? Eles estão todos espalhados e tiveram toda a facilidade de se movimentarem pelos países da Europa , porque se deixou as fronteiras abertas sem controlo e agora é tarde demais. É como procurar uma agulha num palheiro.

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    4. Injusta para quem lá vive e não tem culpa, espero nunca ter um terrorista no meu bairro...senão segundo a sua lógica acaba-se o bairro...

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    5. Acima de tudo, e por mais que isto custe, ninguém pode prender ninguém sem que essa pessoa tenha feito alguma coisa. Isto não é o Minority Report, não se prende pela intenção, por muito que isso pudesse ser desejável.

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    6. Integrar gente louca? Não concordo que se pintem os muçulmanos da mesma maneira, mas desse modo corre o risco de integrar terroristas. Não se pode exterminar pessoas, como é óbvio, mas integrar o quê? Os muçulmanos normais (sim, normais como é a maioria) integram-se, não precisamos de integrar ninguém. Os loucos, como há gente louca de outras religiões, nunca se integram. Começo a ficar saturada de gente politicamente correta que acha que qualquer ser humano é bom se for ajudado! Por isso a Europa está na situação que vemos, estamos a der destruídos, um dos poucos sítios do mundo onde tínhamos liberdade de expressão e segurança! Abram os olhos e não sejam inocentes...muito do que está a suceder na Europa tem sido abafado na comunicação social por causa do politicamente correto...

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  5. Viver num mundo em que acordamos num sábado de manhã com a notícia de que uma bomba explodiu na Istiklal, e que um colega de trabalho do teu marido/ companheiro foi atingido... e desde então andas com o coração nas mãos, a contar os segundos para quinta-feira, pois o mundo continua a girar e o trabalho não pode parar; e no domingo seguinte à explosão foste ao aeroporto despedir-te do teu marido/ companheiro que embarcou para mais uma semana em Istambul... Cidade linda e multi-cultural que tão bem conheço e tão bem me acolhe e me alimenta a alma de cada vez que lá vou. {sentimento de impotência}

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  6. E quem é que vai ganhar com isto - a extrema direita. Pode haver terroristas entre os refugiados, mas muitos dos que cometeram os atentados são cidadãos de origem europeia. Sei que no Isis há 20 luso descendentes ou portugueses (fora aqueles que não se sabe).

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    1. Ganha quem não interessa: extrema-direita e radicais islâmicos.
      Há uns dias atrás disseram-me algo que de inicio não me fez sentido, mas começa a fazer agora: a culpa é em grande parte nossa porque despertámos ninhos de vésperas e agora não os conseguimos controlar. Interesses económicos levaram a que o mundo ocidental quisesse intervir em zonas onde nunca deveria ter chegado, sob o lema da igualdade e solidariedade.
      A tão teoricamente bonita globalização levou-nos a isto.
      Razão tinha o meu avô quando dizia que deveríamos cuidar e proteger mais do nosso país do que o dos vizinhos e que uma boa quantidade de separação é forçosamente necessária.

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    2. Célia tem toda a razão, os governos decidem por nós, que ao votar não subscrevemos invasões de países por interesses económicos. Somos vítimas de lavagem cerebral na medida em que nos passam a ideia que aqueles países vivem na ditadura, que temos de ajudar os outros...e depois? É a anarquia total em países como a Líbia e o Iraque. O que quer que deu origem ao conflito na Síria, um dos países do médio oriente mais seculares, é simplesmente vergonhoso.

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    3. "ninhos de vésperas"??!!

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    4. Maria, tem razão. Errei uma palavra. Agradeço a atenção que penso ter tido em corrigir.
      Mas espero que não tenha sido somente essa a mensagem que reteve...

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  7. Hoje, também me sinto muito TRISTE com o que aconteceu em Bruxelas. E o que poderá acontecer no futuro, sim porque o terrorismo é uma praga que não acaba mais. O objectivo é semear o medo, e imagino o terror de quem viveu estes atentados.

    Manuela

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  8. Infelizmente aqueles terroristas não foram travados a tempo quando se começaram a formar há uns anos. Tivesse a Europa prestado mais atenção hoje não seriam a quantidade que são,com o acesso às armas e aos recursos que têm. Estamos perante uma Europa que, a pouco e pouco, vai sendo destruída pelos Árabes. E ainda querem que sejamos benevolentes e acolhemos aqueles refugiados? Quem é que lhes vai dar casa e trabalho? Somos nós, estúpidos que os estamos a deixar entrar. E o que acham que lhes vai acontecer quando perceberem que a maioria do povo não confia neles nem os quer por perto? O que acham que vai acontecer a estes refugiados quando tiverem acesso às nossas tecnologias e à nossa Internet? A culpa disto é nossa que nos achamos superiores e mais inteligentes. Agora vamos sendo aniquilados aos poucos.

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    1. Ena pa tanta ignorância num só comentário. Para já os refugiados já tinham internet no país de origem... Só por serem refugiados, não significa que sejam pobres ou que vivam em condições horríveis. Fogem de uma guerra.
      Depois parece confusa acerca da definação de árabe. Árabes são pessoas que vivem no Médio Oriente. Se calhar queria dizer muçulmano. É realmente lindo o preconceito :) E já agora devemos assumir que todos os padres são pedófilos? É que se vamos por generalizações, temos de generalizar tudo.
      Realmente somos mesmo estúpidos, e começa com a senhora (ou senhor). Rainha da estupidez.

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    2. E os europeus que se juntam ao Estado Islâmico?
      http://observador.pt/2015/11/18/quem-sao-os-jihadistas-portugueses-do-estado-islamico/

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    3. Este discurso euro centrado e de medo traduz exactamente o que estas organizações terroristas querem com estes ataques, o extremar de posições. Antes de falarmos "neles", e neles esses árabes do terceiro mundo que até vem na sua maioria se países de desenvolvimento médio como a Siria, e que são a causa disto tudo. Talvez devêssemos pensar que grande parte dos perpetrado res destes atentados são europeus, com ascendência árabe/muçulmana, mas europeus. Talvez, devêssemos pensar qual é o problema da Europa, que deixa este tipo de radicalização acontecer. É um problema nosso, não " deles".

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    4. Mas acha que lá não há as mesmas tecnologias, informática e Internet que aqui? Grande parte deles são jovens europeus aqui nascidos que vão para lá, não são os refugiados. Esses fogem das mesmas coisas que aconteceram hoje, mas lá acontecem todos os dias, de manhã à noite. Deus queira e permita que a Europa não chegue a um cenário de guerra, que não tenhamos de ser nós os refugiados com outros países a fecharem a porta na nossa cara.

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    5. Joana, pode ter a certeza que NENHUM país muçulmano nos aceitaria como refugiados. E oxalá que senhora das 16h27 possa pensar sempre assim e não se arrependa um dia do que disse. Boa sorte para a rainha da inocência das 16h27.

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    6. A maioria dos europeus que se junta ao daesh é descendente de muçulmanos.

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    7. Senhor, perdoa este anónimo, ele não sabe o que diz.
      Tantos estudos, tanta formação, tanta educação, que há hoje em dia. E as pessoas são cada vez mais ignorantes...

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    8. Não é, como é o caso daquela rapariga luso-holandesa, cujos pais são do Alentejo, e como ela há outros portugueses. - é para o anónimo das 22.41

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    9. Anónimo das 22:40, tem a certeza disso? Dou-lhe um exemplo de um país predominantemente muçulmano que acho que nos ajudaria: Indonésia. E depois mesmo que nenhum país nos aceitasse, isso é razão para mandar milhares de crianças embora de volta para a guerra?
      Eu duvido que me arrependa de pensar assim, tenho a certeza que existe gente merdosa em todo o lado. A anónima é um exemplo diss, vou assumir que é branca, europeia, cristã ou ateia. Como vê: merda em todo o lado.

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    10. Oh minha senhora , só me deu para rir o seu comentario . Acha que os muçulmanos vivem em caverna ? Eles tem tanta ou mais tecnologia que nos ... E acha que eles não sabem que são olhados de la no ocidente ?
      Esta a ser tão radical como eles , não sei se entende isso ... E Sim temos que diferencia-los , nem todos são extremistas , nem todos são terroristas e como já li aqui a maioria foge e tem medo do mesmo que se passou ontem em Bruxelas que na Siria , Iraque , Afeganistão são diarios !

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    11. Joana, uma rapariga não faz a MAIORIA...tenhamos paciência para si...

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    12. Anónima das 11h24, deixe de ser racista e pouco inteligente, só lhe faz bem. Chamar merda às pessoas! Olhe para si!

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  9. Os brasileiros acordaram com essa triste notícia do atentado em Bruxelas. Por mais distantes que seja, estamos preocupados e tristes por coisas assim acontecerem.

    São seres humanos que foram machucados, mortos e infelizmente sofrem neste momento.

    Estamos todos juntos pedido paz!

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  10. Vemos que isto está a ter consequências quando quero marcar uma viagem de férias para Paris e penso já seriamente em não o fazer. Aqui está o terrorismo, vivo, a espalhar o medo em cada um de nós, nestas mais pequenas coisas, como marcar uma singela viagem de 3 dias a outro país. E isto ainda agora começou... a Europa, o velho continente, está a acusar sinais dessa velhice e a precisar de se orientar, e essa "coisa" da União Europeia, parece que de "união" está a ter muito pouco. Medo, muito medo disto tudo e do que está para vir.

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    1. E é exatamente isso que os terroristas querem. Que as pessoas vivam com o rabinho entre as pernas e sejam submissas ao seu poder. Quer uma opinião? Vá a Paris! Mostre que não tem medo. Além disso, com o estado de alerta acaba por haver mais segurança.

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    2. Cara Sofia, percebo o seu comentário, e é, em parte o meu sentimento. Mas diga lá, não pensa duas vezes antes de viajar para determinados sítios? Quem é que consegue ir, nos dias que correm, a Instambul, Paris, Bruxelas, Londres, sem pensar, nem que seja por breves instantes, que algo pode acontecer? Não é à toa. E não vale a pena armarmo-nos cá em valentes e pensar só "eu não lhes dou o que eles querem, que é o meu medo", porque o perigo é efectivamente real! Não é simples paranóia. Obrigada pela sua opinião e bem haja.

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  11. 100% de acordo e com os mesmos pensamentos...só de imaginar o pânico,a revolta e a dor de dezenas de famílias que ficaram destroçadas, e de vidas destruídas por "assassinos loucos suicidas", bando de fantoches manipulados por sucessivas lavagens cerebrais perpetradas por um "louco mor" que usa indignamente para os seus desígnios a palavra do Deus ALa e do profeta Maomé.
    Que Deus nosso Senhor nos livre, guarde, e proteja a TODOS de tais atrocidades.:-(

    MDM


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  12. Faço minhas as suas palavras. Quando vi a notícia fiquei arrepiada e até me senti mal, só pensava no sofrimento, no medo, no desespero daquelas pessoas. E pergunto-me: porque? Há necessidade de tanta maldade? Cada vez percebo menos esta sociedade! E depois penso: qualquer dia somos nós. Já nem consigo ver mais imagens, que fico gelada, com um nó na garganta. Queria que isto fosse um pesadelo e que ao acordar estivesse tudo bem, infelizmente estou bem acordada. Que Deus nos proteja! :'(

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  13. Mais triste é sermos "nós", o Ocidente, a fornecer-lhes força para fazer o que fazem... Vendemos as armas, compramos o petróleo deles... Enfim, acabar com eles tinha que começar em cortar aí... Mas parece que há interesses maiores que a vida humana... Muito triste mesmo :(

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  14. Sem palavras. Sinto uma tristeza enorme por ver que um espaço de liberdade e democracia como a Europa está a ser tomado pelo medo, pelo extremismo, pela radicalização. Enquanto mulher fico ainda mais aterrorizada com o retrocesso que estes animais impõem à civilização e a todas as conquistas que as mulheres conseguiram nos últimos séculos. Para evitar este retrocesso não podemos admitir que o nosso país e o espaço Europeu em geral aceite traços de culturas que ainda não evoluiram. E sim, refiro-me a burkas e véus e mais o raio, que implicam ou estão intimamente ligados a uma cultura de inferioridade, abusos e falta de liberdade das mulheres.

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    1. Subscrevo o seu comentário, anónima das 18h47. As pessoas estão mais ocupadas a ser politicamente corretas do que a prestar atenção às agressões a mulheres europeias e às mulheres e crianças nos campos de refugiados. Estamos a atingir o ponto de ebulição e qualquer dia deixamos de poder defender os nossos valores. Em Roma, sê romano. Devido às minhas convicções nem de férias eu ia para um país muçulmano. Como mulher, seria tratada como um ser de segunda categoria.

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    2. Como a cultura da Igreja Católica fosse melhor - em Fátima, no Vaticano, e em muitos outros locais as mulheres não podem entrar com os ombros ou os joelhos à mostra, etc...
      Os ciganos também não respeitam as mulheres - não deixam que as filhas estudem, casam-nas na adolescência - com 13, 14, 15 anos, quando se tornam viúvas têm de andar com a cabeça coberta, etc...
      Isto não é descriminação?

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    3. Está mesmo a comparar a cultura católica com o que se está a passar no mundo!? É caso para dizer: "Meu Deus"!

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    4. Senhora das 22:46, eu também não acredito na religião mulçumana nem com a forma de trato da mulher, no entanto o que diz aqui é que tem uma mente tão fechada que não deseja sequer compreender e conhecer novas culturas. Este ano irei a Marrocos que tem uma população quase na sua totalidade muçulmana e engana-se se acha que terei de andar de burca. Obvio que irei ter respeito e não irei de mini-sais, calções ou decotes mas só irei cobrir o cabelo em sitios religiosos ou locais fechados onde todas as mulheres estejam dessa forma e a isso chama-se respeito e eu assim o farei porque eu quero e não por ser obrigada. Informe-se sobre os países que fala porque a maioria respeita os turistas europeus e não obriga as mulheres a cobrirem-se. Trata-se de um equilíbrio entre sociedades que parte de cada um. Obvio que as leis são diferentes, mas tal e qual que quando um turista vem a Portugal tem de saber as nossas, nos temos de saber as dos restantes países. É uma questão de informação... Se a Srª me diz que nunca irá a nenhum país mulçumano, vai perder muito deste mundo (mais ou menos 25%)... Estes atentados não representam uma religião mas sim um grupo (infelizmente demasiado grande) de extremistas...

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    5. Errado. Referiu-se a um lugar de culto específico, que pode ter as suas próprias regras. No resto do país pode andar como bem entender. A questão dos ciganos qual é o objectivo mesmo? Refere-se a ciganos de algum país em concreto? Tanto quanto sei há pelo mundo inteiro.

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    6. Não podem entrar nas igrejas de joelhos ou ombros à mostra? Nunca me barraram a entrada numa igreja e em muitos casamentos vi senhoras bastante descobertas a entrar na igreja. Joana, a sério, você faz comparações ridículas. Sim, a igreja católica é melhor. Acredite. Comparar ombros descobertos a lenços enrolados na cabeça, onde nem um cabelinho se pode ver, ou a uma burka...a sério, eu não a quero ofender, mas você é, no mínimo, estranha.

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    7. Os homens também não podem entrar de calções curtos ou tronco nu...

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    8. Anónima das 17h44, não será em todas as igrejas, mas já me proibiram de entrar numa, em Barcelona, por estar de calções.

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    9. para quem não entendeu o meu comentário - a referencia aos ciganos foi por ser uma comunidade que está espalhada pela Europa, e onde as mulheres praticamente não têm direitos (frequentar a escola, casarem com quem quiserem, etc...).
      A Igreja também não é perfeita - as mulheres não podem ser ordenadas, etc..., compactuam com práticas incorrectas, por vezes são fundamentalistas, etc....
      http://www.oribatejo.pt/2015/08/06/padre-de-samora-recusa-batizar-filhos-de-pais-sem-casamento-por-igreja/

      http://www.jn.pt/PaginaInicial/Mundo/Interior.aspx?content_id=4480669

      https://www.publico.pt/sociedade/noticia/suspeitas-de-maus-tratos-e-escravidao-leva-pj-a-fazer-buscas-num-convento-de-famalicao-1714835

      http://www.dn.pt/arquivo/2007/interior/movimento-religioso-acusado-de-sequestrar-seguidores-portugueses-652996.html

      https://www.publico.pt/sociedade/noticia/processo-de-membro-da-seita-ordem-do-templo-solar-avanca-em-abril-5111

      https://pt.wikipedia.org/wiki/Cerco_de_Waco

      são só alguns exemplos de fundamentalismo cristão

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    10. Para mim uma religião que trata as mulheres como seres inferiores, nunca deveria existir. E não devemos pensar só em nós ocidentais, acreditam mesmo que todas as mulheres que andam de burka gostam? Que NÃO FICAM REVOLTADAS? Li há pouco tempo um livro sobre o Afeganistão e fiquei esclarecida sobre o terror que é ter que usar uma burka. Por isso ver mulheres a defender uma religião que as massacra e humilha, não deixa de ser muito estranho para mim. Não tem desculpa.Digam o que disserem, não tem perdão.

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    11. E a religião cristã não trata as mulheres que abortam e os homossexuais como seres inferiores?

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    12. Joana, as outras religiões também condenam as pessoas nas situações que referiu.

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    13. Sim, estamos a chegar a uma conclusão... Todas as religiões são uma merda e têm muita culpa no cartório. Isso não impede das pessoas seguirem a que quiserem sem serem discrimanadas por isso.
      Anónimo das 14:35 a religião cristã tratou E trata as mulheres de uma forma nojenta. Procure um artigo à cerca das "magdalene laundries", coisa que até há pouco tempo existia.
      O que não tem desculpa é a sua falta de tolerância. O livro que leu deve chamar-se revista maria.

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    14. Tolerância? Tolerar uma religião que trata as mulheres como lixo? Então sou intolerante. Não gosto que maltratem mulheres. Que as tratem como objecto. Isso é ser intolerante? Então sou. Em relação a essa revista, o(a) anónimo lá sabe, eu nunca li, nem faço ideia de ler, mas pelos vistos está bem informado/a. Ser tolerante não quer dizer aceitar toda a porcaria que nos querem impor. É respeitar para ser respeitado. Por isso quem não respeita, quer o quê?

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  15. Na Europa, valores Europeus. Quem nao quiser seguir os valores de liberdade e democracia, nao pode ser aceite na Europa.

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  16. Temos medo, mas o nosso medo não pode estar com uma religião. São um conjunto de pessoas que podiam ser até da religião da casca de laranja que em nome da laranja se acham no poder de ter este tipo de atitudes. Não podemos esquecer que actos em nome fé já houve muitos ao longo da história, por isso não sejamos nós fundamentalistas a dizer que os muçulmanos não devíamos existir. Amanhã, podem ser os cristãos ( que já foram, sei há muitos anos, mas foram) e não estou a ver muitas pessoas a dizer que se os devia expulsar aqui e ali. O fundamentalismo é perigoso e pode-se virar contra nós.

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    1. ainda há cristãos fundamentalistas, basta ver as testemunhas de geová e outras seitas cristãs no Brasil ou nos EUA.

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    2. Pode crer que se houver um problema grave em Portugal, como na Síria, que ninguém nos recebe a não ser os Espanhóis. Se a península Ibéria for atacada, ninguém nos vai aceitar como refugiados.

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  17. Infelizmente, todos os tempos tiveram guerras, invasões, colonizações, "inquisições" e atrocidades.

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  18. Tudo isto é horrível. No sábado estava em Istanbul, a metros de distância da bomba que matou 5 pessoas e feriu 36. Podia ter sido eu. Até esse momento, lia notícias como as de hoje, em Bruxelas, com alguma preocupação mas sempre sem pensar muito nisso. Todo este terror que se está a instalar no mundo é terrível. Desde sábado que qualquer som fora do "normal" que me faz tremer e me faz parar e querer enfiar me num buraco. É um medo sem explicação. É preciso acabar com isto, com estes assassinatos cobardes. É preciso que os nossos governos se juntem e lutem contra o terrorismo de uma vez por todas. Mas a cima de tudo, é preciso ser tolerante e solidário e deixar de culpar inocentes. Já li tantos comentários ignorantes a dizer que os refugiados é que tem culpa disto, que os da Síria se morrerem não fazem falta nenhuma, que eles se se matam por Alah é porque merecem. É preciso acabar com este tipo de mentalidades!!!

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    1. Não leu esses comentários que intitula como ignorantes aqui, não li nada que dissesse que se os refugiados da Síria morressem não faziam falta nenhuma! Corrijam-me se estiver enganada.

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  19. Tudo isso por causa da Turquia?

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  20. Faço das tuas as minhas palavras....M.E.D.O !Beijinhos
    ❤ Célia Santiago
    Diário Feminino
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  21. Vivo na Alemanha, numa cidade pequena onde um dos homens que levou a cabo os ataques de Paris esteve alojado quando entrou na Europa. O medo está presente no nosso dia a dia. A ideia de que qualquer dia somos nós está bem presente na mente de todos. O medo sente-se na rua, nas estações de comboio. É impossível irmos ao centro comercial, ou até mesmo ao ikea, sem vermos 2 ou 3 mulheres de burkas, rodeadas por vários homens, sempre mais mulheres que homens. Há 2 anos isto não acontecia. E isto causa medo. E podem dizer que este medo é irracional, que isto é racismo e xenofobia e sei lá que mais. Mas uma coisa é estarmos a ver de longe e outra é estar bem no meio de toda a situação. Eu não tenho dúvidas de que isto vai piorar antes de melhorar. E por mais que digam que integrar as pessoas é a solução, eu não vejo a coisa dessa forma. Como é que se integram pessoas que não querem ser integradas? Conheço pessoalmente alguns refugiados que mais não fazem que criticar o país que os recebeu. O país que lhes deu uma casa, que lhes dá uma mesada para gastos pessoais, que lhes paga cursos para que aprendam a língua do país onde estão. Que lhes paga os estudos para que se formem e tenham uma profissão. E no entanto estas pessoas só criticam. Porque aqui bebemos muito álcool. Porque os europeus fumam muito, em especial as mulheres, porque aqui as mulheres vestem estas calças e camisolas de decote que mostram os braços e o peito e lá no Afeganistão usam vestidos bonitos com bordados e sei lá que mais. Como é que integramos pessoas que não querem ser integradas? Que acham que a nossa sociedade e a forma como vivemos é errada? Estas pessoas não se integram. Juntam-se em bairros, vivem colados uns aos outros de forma a manterem os seus costumes intactos. Não concebem que podemos viver todos em paz. Eles com as suas ideias e nós com as nossas. Estas pessoas têm filhos que nascem na Europa mas que não são europeus. São pessoas que toda a vida ouvem todas estas críticas ao nosso estilo de vida. Pessoas que são levadas a odiar-nos. Não são todos assim? É verdade. São poucos os que são assim. Mas existem e estão aqui e vivem entre nós e basta um com uma bomba para matar muitos de nós. ...
    Como digo, o medo faz parte da nossa vida desde Novembro. E também a certeza de que andamos a dormir em serviço e não estamos nada preparados para isto. Andamos a correr atrás do prejuízo (que envolve a perda de muitas vidas) em vez de estarmos um passo à frente.

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    1. Está tudo dito. Partilho da mesma opinião. Não sei onde é que isto vai parar...
      C

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    2. Vai por aqui muita confusão. Primeiro estamos a ajudar refugiados ponto. Sim, estamos a ajudar a integração de alguns (muito poucos mesmo, mas mesmo assim claro que é bom) pagando por casas, faculdade, etc. Penso que a maioria esteja contente e feliz. Os comentários negativos de alguns acredito que sejam de uma minoria (mas claro que são os que passam no telejornal. Afinal um comentário de um refugiado feliz e contente não é bom jornalismo - cof cof sensacionalista). O resto dos muçulmanos são cidadãos europeus. Não acredito que há dois anos não visse mulheres de burka - eu moro em Lisboa e vejo quase todos os dias há anos e anos. Estes cidadãos nasceram cá, são tão europeus como eu. Pagaram pelas coisas deles, ninguém os ajudou.
      Se há pessoas que odeiam o nosso estilo de vida? Não duvido nem um segundo. Mas isso não é razão para meter tudo no mesmo saco.

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    3. E não há portugueses que vivem encostados ao RSI e não querem trabalhar?
      Também a comunidade cigana discrimina as mulheres e não vejo ninguém preocupado com isso.

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    4. Tem razão, Isabel, é diferente para quem está no meio da situação. Mas o medo dos muçulmanos é mesmo irracional. A seguir aos atentados de Paris estava num autocarro da Carris e ao meu lado sentou-se um homem muçulmano. Eu, que racionalmente não sou xenófoba, fiquei ainda assim com medo e devo ter mostrado, porque ele ficou incomodado. Mais que isso, notei que ficou triste, e depois senti-me pessimamente. Somos humanos, temos medo, mas é necessário não deixarmos que se apodere de nós.

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    5. Tenho medo de viver assim. Parece-me que em Portugal as pessoas não estão muito preocupadas porque têm sorte, até agora a imigração tem sido controlada e não fazem ideia do que se está a passar em certos países europeus. Obrigada pelo seu testemunho, espero que alguns comentadores que debitam da sua torre de marfim o leiam.

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    6. Compreendo-a perfeitamente, há muitos comentários acima de quem "comenta de bancada", assiste, enquanto português(a) não emigrado(a) como eu, às atrocidades do Daesh pela TV...mas desconhece em absoluto o que é viver em permanente sobressalto, e rodeado por muçulmanos da ala mais radical ou fundamentalista como referiu, ao mencionar burcas...a mim dão-me arrepios! Por cá os bons muçulmanos que conheço, profeçam a religião de Ala, mas são fraternos e, as mulheres vestem-se parcialmente como nós com um lenço sobre a cabeça. Aliás, até ao momento nunca vi no nosso país nenhuma mulher de "burca/niqab" vulgo véu islâmico integral! Nem nos países muçulmanizados que visitei no norte de África -Marrocos e Tunísia, vi semelhante traje, na Tunísia os véus islâmicos não eram integrais... mantinham a descoberto todo o rosto.
      Confesso que não apreciei muito a "convivência" com os tunisinos, para além das portas do Hotel, justamente por sentir muito receio, e já passaram mais de 16 anos, tudo calmo e pacifico à época! Atualmente só mesmo Marrocos me inspira alguma confiança.
      Recuso-me a visitar qualquer país da península Arábica ou Asiático que obrigue as mulheres ocidentais a cobrir partes do corpo( cabeça, braços ou pernas), era o que mais faltava! Se os ocidentais não exigem às muçulmanas a tirada dos véus islâmicos quando chegam a solo europeu ou americano, respeitando a sua religião e costumes, porque é que essa prática não é recíproca???
      (agradeço resposta de alguém entendedor ou formado na área).
      Concordo novamente com a Isabel, ao dizer que é impossível integrar, quando as pessoas não querem ser integradas, mas unir-se e colonizar, destruir, apoderar-se do território de outros, quiçá do poder e impor-lhes à força o seu credo...e é isso que os fundamentalistas islâmicos pretendem! E a Europa fragilizada como está, parece não estar a conseguir encontrar resposta(s) adequada(s) para este complexo e "existencial" problema!):

      Teresa

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    7. O comentário mais lúcido que aqui veio parar!

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    8. O anónimo das 11:20 com certeza não sabe o que é uma burka. Vivia em Lisboa antes de vir para a Alemanha e nunca vi ninguém de burka por aí. É-me igual se acredita ou não em mim. Estou a falar a verdade, até porque não teria qualquer motivo para mentir. E parece-me que não leu bem o meu comentário. Eu não mencionei coisas que vejo nas notícias. Eu disse que conheço pessoalmente refugiados. E conheço vários e de diferentes países. E quando digo que nenhum tem nada de positivo a dizer sobre o país que os acolhe, é porque é isto que oiço. Alguns, paquistaneses, acham até que aqui têm menos liberdade do que tinham no Paquistão. Vá se lá saber como chegaram a essa conclusão. Depois também não menciono muçulmanos. Conheço muçulmanos que não são refugiados e que são pessoas com ideias muito similares à forma de pensar do mundo ocidental. E haverá com certeza refugiados que também pensam como nós. Tudo dependerá de onde vêm, da forma como foram educados. Mas as ideias daqueles que conheço metem medo. Muito medo.

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    9. Eu sou portuguesa na Alemanha e não me consigo integrar.
      A comunidade portuguesa na cidade onde vivo é tão unida que todos se conhecem, e os jovens de 3ª geração falam português tão bem ou melhor como um português nascido em Portugal.
      Não gosto da Alemanha, não tenho um amigo alemão.
      Mas infelizmente, é um país que me dá muita coisa que o meu próprio país não me dá.
      Digo mal da minha vida, mas é a minha melhor opção neste momento.
      Não consigo condenar os refugiados por aí, sinceramente. Eles de certeza que preferiam estar na terra deles, não fosse o pequeno problema que é a guerra que lá decorre.

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    10. Finalmente alguém que pensa como eu, estava a sentir-me perdida :) Será que não se vê o óbvio? Eles vão sempre tentar mudar os outros. Porque acham que estão certos e os outros errados. Vi uma reportagem sobre refugiados no Canadá. Onde numa escola, muçulmanos fizeram uma manifestação contra o uso de carne de porco na alimentação dessa escola. Felizmente o presidente da câmara, respondeu-lhe à letra. Eles é que tem que se adaptar aos costumes de quem os acolheu, não o contrário. Ás vezes penso qual será a minha reacção, se algum dia ver uma mulher perto de mim de burka. Acho que me vou passar e arrancar-lhe a burka :)) lol

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    11. Anónima(14.48h), entendo-a perfeitamente...e digo-lhe que nem de propósito...andava eu ontem às compras pelo freeporte de Alcochete com a familia, quando passam por nós um grupinho apressado de jovens muçulmanas, baixas e magritas com véus islâmicos com cara descoberta, fiquei por instantes a observá-las, quando de repente, vejo surgir uma toda de negro com burca integral, só se viam os olhos... É horrível!!! Fiquei estarrecida...ainda no dia 23 tinha comentado acima...que nunca tinha visto nem cá em Portugal, nem em Marrocos ou na Tunísia...e infelizmente vi pela 1a vez no nosso país este símbolo de opressão,verdadeiro atentado à liberdade feminina ! Por isso não se admire se um dia destes passar por si alguma!O inesperado aconteceu, ainda por cima no domingo de Páscoa.Mau muito mau.):

      Teresa

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  22. O que os terroristas querem mesmo é que sintamos medo. Acho que o objetivo deles está a resultar. Agora nem sequer se pode ir à rua com medo de mais um ataque, de mais mortes inocentes. É terrível, não percebo como é que estas pessoas não têm sequer um pingo de humanidade para perceberem que o que estão a fazer é errado.

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  23. O mais triste de tudo é viver estas coisas tão de perto que acabam por se tornar um pouco indiferentes... Não vivo em França há muitos anos e já assisti a dois atentados terroristas. No início, uma pessoa fica um bocado em transe e com os nervos a mil. Mas, depois, qual é a solução? Fazer as malas e voltar a correr para um país que nunca nos deu nada e continua a não ter nada para nos dar? Portanto, o remédio acaba por ser engolir em seco, dizer a nós mesmos que vai correr tudo bem e continuar a viver o nosso dia-a-dia

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  24. Claro que sabemos que nem todos os muçulmanos são terroristas, mas....todos os terroristas são muçulmanos !!!!!
    Por muito que queira, não consigo pensar de outra forma a não ser "....enfiem esses tipos todos no mesmo sítio e façam aquilo que eles tanto gostam....explodam-nos a todos."

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  25. Que lindo texto e que triste realidade. Revejo-me totalmente nas tuas palavras.

    http://flylikeaballerina.blogspot.pt/

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  26. Acho ridículo que em pleno século XXI ainda haja destes problemas. Pessoas contra pessoas... Não faz qualquer sentido. A Humanidade evoluiu em muita coisa e chegámos até aqui porque trabalhámos em conjunto. No entanto sempre houve guerras entre uns e outros. Já não temos medo de predadores como tínhamos há séculos atrás, há milénios atrás. No entanto temos medo uns dos outros, quando supostamente estamos na mesma equipa.

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    1. Até parece que os muçulmanos evoluíram muito na mentalidade... nota-se muito realmente, principalmente no modo como tratam as mulheres, grande evolução!!

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  27. Moro na Alemanha e tenho um colega neo-nazi que vibrou com esta notícia. Ficou mesmo feliz. Porquê? Porque vê toda a gente a começar a concordar com ele e com os ideais dele, e a probabilidade de ter um novo regime nazi na Europa, aumenta. E nem todos os terroristas são muçulmanos. Temos o Brevic na Europa, um sem fim de criminosos na América, todos brancos, loirinhos de olho azul. Pessoas más há em todo o lado. O fenómeno do Daesh nem é exclusivo a muçulmanos : há portugueses envolvidos. Tudo o que é juventude marginalizada em países desenvolvidos europeus está em risco de ser recrutada. E enquanto se continuar a culpar a religião... Não vamos lá.

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Teorias absolutamente espectaculares

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