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Tal mãe, tal filha. Até na higiene íntima.

terça-feira, março 10, 2020
Desde que me lembro de ser gente que sei que não devemos andar para aí a usar qualquer coisa para lavar o nosso rico pipi. Eu sei que é daqueles assuntos de que estou farta de falar, mas a realidade é que por mais que discuta este tema com amigas, acabo sempre por encontrar alguma que me diz, com toda a naturalidade do mundo, que continua a usar o gel de banho ou sabonete tradicional para lavar esta zona, sem pensar nas consequências que isso pode trazer.

Já aqui falei várias vezes dos cuidados que tenho com a higiene íntima e de como uso sempre um gel de limpeza específico, e muito daquilo que sei foi-me passado pela minha mãe. Nunca tivemos uma relação assim muiiiiiiito próxima no que toca à abordagem de temas assim mais íntimos ou sensíveis, mas no que toca a higiene ela andou sempre em cima do assunto.

Agora, passados mais de 30 anos, cabe-me começar a ensinar estes rituais à Beni. E meu amigos, isto não está nada fácil por estes lados. A hora do banho transformou-se num verdadeiro campo de batalha em que temo pelo dia em que me vem parar um frasco de champô à cabeça. Daqueles assim mesmo cheios, de meio litro. Acredito, sinceramente, que um dia ainda vou ver esta sacana a competir na categoria de lançamento de peso dos Jogos Olímpicos de 2028 mas, até lá, é continuar nesta luta diária a ver o que é que consigo ensinar à miúda. 

Enquanto ainda consigo ver bem dos dois olhinhos, vou tentando mostrar-lhe, aos poucos, que não podemos usar qualquer coisa para lavar o pipi. Eu sei, eu sei, não precisam de vir cá com coisas a dizer que ela só tem um ano e meio, que ainda não percebe e mimimi, que já sei isso tudo, mas prefiro ir tentando mostrar as coisas aos poucos, para ela ir aprendendo e, assim, evitar que tenha problemas de infecções como, por exemplo, as vulvovaginites (que, caso não saibam, são das queixas mais frequentes nas consultas de pediatria).

É aqui que entra em cena o Lactacyd Girl, que já tenho começado a introduzir nas rotinas da Benedita aos poucos. A indicação é que seja usado a partir dos três anos, mas na altura em que fui conhecer o produto, as médicas — uma ginecologista e uma pediatra — disseram-me que já podia ir começando a usar nela, precisamente para ver se se vai habituando e, mais tarde, quando já for mais crescida, não se atirar imediatamente ao sabão azul e branco, ou coisa que a valha, para lavar o pipi — só de imaginar até se me dá uma arrepio na espinha. 

A fórmula do Lactacyd Girl é bastante suave e não tem sabão, álcool nem parabenos. Ou seja, nada das coisas que irritam aquela zona. Pelo contrário, tem Aloé Vera e extracto de pêssego que ajudam a acalmar e hidratar, e contém ainda ácido láctico biológico. O pH foi testado para se adequar ao da zona íntima e, assim, não afectar a barreira protectorw que existe naturalmente na pele.

Espero, sinceramente, que a miúda aprenda com os exemplos que tem em casa e, mais cedo ou mais tarde, se comece a atirar sozinha ao gel de limpeza íntimo. E por falar em imitar a mãe, na compra de qualquer produto Lactacyd entre Março e Abril1% da receita reverte para a Ajuda de Mãe, uma associação que  me é muito querida, que ajudo sempre que posso e que presta apoio a mães que não têm qualquer espécie de ajuda a criar e educar os seus filhos. É aproveitar e, se as vossas filhas ainda vão atrás do gel de banho ou do champô para lavarem os respetivos pipis, passarem por uma farmácia, parafarmácia ou mesmo online e comprem uma embalagem de Lactacyd Girl . Vende-se em embalagens de 200ml e o preço de venda recomendado é de 11,99€.


Post em parceria com Lactacyd

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