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De volta ao asfalto

sábado, junho 02, 2012
Não corria há três mil anos, mas hoje lá fui à Corrida da Selecção. O marido convenceu-me e eu fiz o jeitinho. Pensei "que se lixe, são cinco euros e oito quilómetros, vou a andar descansadinha da vida". Mas hoje de manhã saí da cama praticamente arrastada (deitei-me às duas), a rezar a todos os santinhos para que estivesse a chover para poder ficar na cama até ao meio-dia. Não estava a chover. Por isso lá fomos nós. Na partida disse aos meus companheiros de corrida que fossem à sua vidinha e não se preocupassem comigo. E eles assim fizeram. Assim que deram o tiro de partida, arrancaram e nunca mais lhes pus a vista em cima. Cambada de sonsos, já não há solidariedade! Mas pronto, eu fui com gente que corre meias maratonas ou maratonas inteiras, e acho que amigo não empata amigo. Enfim, cheguei ao fim em 59 minutos. Longe de ser brilhante (o meu homem fez em 32), mas absolutamente espectacular tendo em conta que não corria há meses (e a corrida mais longa da minha vida foram 7 km, na mini-maratona de 2011). As duas subidas é que me lixaram. No final acelerei para conseguir chegar antes da uma hora, e pronto, lá consegui. Fez-se bem. Uns minutos depois de ter cortado a meta, liga-me o homem a perguntar em que quilómetro é que eu ia. Disse-lhe que já tinha acabado e responde-me ele "ah, é que eu voltei para trás para vir ter contigo e já estava aqui no quilómetro cinco e não te via". Homem de pouca fé! A achar que eu ainda estava no quilómetro cinco. É mesmo não ter réstia de esperança em mim. Mas pronto, já está. Se for por nós, a Selecção vai fazer um brilharete!

3 comentários:

Teorias absolutamente espectaculares

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