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Este perfume é um génio (e MEGA passatempo)

sexta-feira, novembro 23, 2018

Eu sou a maior viciadona em tudo o que mantenha a casa a cheirar bem. Há velas pela casa toda, há daqueles pauzinhos de cheiro, há sprays, há tudo o que se possam lembrar. Os aromas vão variando. Tenho dois ou três preferidos, uns mais de Inverno, outros mais de Verão, e vai daí vou alternando. Ora fanática por cheiros como sou, fiquei doidaaaaaaa com o novo produto da Rituals. E é o quê? Então, chama-se Genie e é a oitava maravilha Olhando para ele assim à primeira vista parece só uma peça decorativa. E também é, mas é mais do que isso. É um dispensador de perfume que pode ser activado a partir do telemóvel para que largue cheirinho sempre que quiserem. Imaginem, estão no trabalho, vão dar um jantar e querem que a casa cheire espectacularmente bem. Vão à aplicação e accionam o Genie. Não é incrível? Eu acho, estou maravilhada. 

O Genie funciona com cartuchos. Basta escolherem o vosso aroma preferido da Rituals (há cinco à escolha) et voilá. O meu é o The Ritual of Sakura, com flor de cerejeira, mas são todos óptimos e duram uma média de 270 horas. O meu já está devidamente instalado cá em casa, fica lindão na sala. E acho que é uma sugestão de Natal mesmo, mesmo gira. E porque todos os génios concedem desejos, eu tenho um Genie e uma recarga para vos oferecer, no valor de 129€. Quem é amiga, quem é, quem é, quem é?

Para se habilitarem só têm de:
1- Seguir a Rituals no Facebook;
2- Preencher o formulário abaixo até ao próximo domingo, dia 9 de Dezembro (permitida apenas uma participação por endereço de email, participações repetidas não serão consideradas). O vencedor será escolhido aleatoriamente através do Random.org. Boa sorteeeeeee!

Um bilhete para longe daqui. Quem nunca?

quinta-feira, novembro 22, 2018

Temos trabalho, saúde, uma família que adoramos. Vista de fora, a vida de muitos de nós é irrepreensível, invejável até. Quantas e quantas vezes não desabafamos sobre qualquer coisa e ouvimos de volta um "estás-te a queixar do quê?". Na verdade, e de forma objectiva, talvez não tenhamos mesmo muito de que nos queixar. Mas seremos felizes? Estaremos plenamente realizados com a nossa vida? Então porque é que, de vez em quando, bate aquela vontade de desaparecer por um par de dias? Porque é que, mesmo por uns segundos, questionamos as nossas escolhas e nos passa pela cabeça a vontade de ter uma vida completamente diferente? Se já se sentiram assim, então acho que precisam mesmo de ver "Um Bilhete para Longe Daqui", que estreia esta semana.

Gosto de filmes com histórias simples, daquelas tão simples que quase não chegam a ser uma história, são mais um episódio da realidade. E eu acho que este filme retrata a realidade de muitas mulheres, incluindo a minha em algumas fases da vida. Tara é uma mulher ainda jovem, casada, com dois filhos, que vive para a família. O marido sai todos os dias para trabalhar, ela trata dos miúdos e garante o funcionamento da casa. Até ao dia em que isso deixa de ser suficiente. E então chega uma melancolia, primeiro, uma insatisfação, depois, uma tristeza infinita. À volta dela, todos o desvalorizam. O marido, que não presta atenção e que não percebe o que está a acontecer, a mãe que lhe diz "isso é só uma fase, vai passar". Mas não passa, pelo contrário. Na verdade, vai ficando só pior. Mais triste, mais fechada em si mesma, mais à beira de explodir. E quando explode compra o primeiro bilhete de comboio de Londres para Paris, numa tentativa de fugir daquilo tudo.

O filme é muito bonito mas, ao mesmo tempo, muito cru, deixa-nos assim um nozinho no estômago. A Gemma Arterton está óptima, numa personagem que revela uma imensa fragilidade, mas onde também estão latentes todos os sentimentos e pensamentos menos bons que guarda. E que são os que muitas de nós também guardamos, e escondemos, e tentamos camuflar e fingir que não existem. Mas existem, às vezes existem, e reconhecê-los não é assumir que a nossa vida é um total falhanço, é antes assumir que gostávamos que algumas coisas, simples, fossem diferentes e que, com isso, nos sentíssemos mais felizes. Acredito que a maior parte das pessoas não gostaria de mudar radicalmente de vida, mas tenho a certeza que quase todas, por vezes, se sentem a sufocar. Ou porque não têm tempo para as coisas que gostam, ou porque se vêem engolidas pela rotina e pelas mil e uma tarefas do dia-a-dia, ou porque não se sentem valorizadas, ou porque gostavam de fazer coisas diferentes, ou porque ninguém parece reparar em nós... E vamos enchendo o saco das nossas insuficiências, vamos sentindo o sufoco a apertar e a vontade crescente de largar aos berros.

 Tudo isso está neste filme e muito bem retratado. Por isso, se andam a passar por uma destas "fases", acho que se irão reconhecer. Dia 29 nos cinemas. Deixo-vos o trailer:


Onde é que vocês estavam em 1986?

quinta-feira, novembro 22, 2018


Quem daqui teve um perfume O Boticário quando era criança ponha o dedo no ar! Ou quem foi à loja para comprar um para oferecer à mãe! Ou à tia! Ou à avó! Eu ponho o dedo no ar para estas coisas todas. Lembro-me perfeitamente de ser miúda, ter uns seis ou sete anos, e receber o meu primeiro perfume d'O Boticário. E também me lembro de juntar dinheiro para comprar um para oferecer à minha mãe. Lembram-se dos frascos? Aquelas garrafas de vidro redondinhas, em forma de ânfora? Pois muito bem, ânfora é a imagem de marca d'O Boticário e dá agora nome à recém-inaugurada loja do Alegro Alfragide. É mesmo assim que se chama, Loja Ânfora, e marca um bocadinho o regresso da marca às suas origens e ao seu primeiro perfume, o  Acqua Viva. Estão a ver as lojas d'O Boticário que já conhecem? Então esqueçam, porque esta não tem nada a ver, é completamente diferente: super elegante, sofisticada, com uma disposição diferente dos produtos, e muito, muito bonita. Não sei se posso dizer isto, mas é a loja mais bonita da marca. Ohhhhhhh, pronto, já disse. A decoração lembra um bocadinho um laboratório antigo, o que também remete para o início da marca, já que o fundador é farmacêutico. Booooom, mas mais do que blá-blá-blá, o melhor mesmo é verem o vídeo. Vesti, uma vez mais, a pele de repórter B e estive na inauguração desta nova loja, que serve também para comemorar o 32º aniversário d'O Boticário em Portugal. E... onde é que esta malta toda andava em 1986? Foi o que eu fui descobrir.

Hoje deu-me para isto: especial Daniel Wellington

quarta-feira, novembro 21, 2018

Queridos, estou a mudar de casa!

quarta-feira, novembro 21, 2018

Olho para uma mudança de casa como um mar de oportunidades. Prefiro pensar assim para não enlouquecer durante o processo demoníaco que é enfiar uma vida inteira em caixas a perder de vista. Mudar de casa é bom para destralhar, para seleccionar aquilo que realmente nos faz falta, para criar novas memórias e para redecorar a casa. Essa é a parte melhor. Decidi que, nesta casa, quero fazer as coisas com calma. Há um bocado aquela tendência de comprar por atacado e decorar logo tudo mas, nesta nova casa, quero que isto seja uma espécie de work in progress, uma coisa que se vai fazendo aos bocadinhos, à medida que se forem descobrindo coisas especiais que façam sentido. Vai levar o seu tempo, mas também não há pressa.

Algumas das primeiras peças que escolhi para esta nova casa foram algumas ilustrações da Desenio. Não foi a primeira vez que fiz uma encomenda porque, de facto, têm coisas mesmo, mesmo giras. De cada vez que lá entro perco horas a percorrer os mil e um posters que há por lá. Encomendei alguns para o quarto dos miúdos, que é todo em tons muito neutros.

 Para a parede do Mateus achei imensa piada aos posters Grow Up Blue, Batman e Best Buddie. Para a Banedita escolhi coisas assim mais fofinhas e a ver com a idade dela, como os posters Bear Family, Rabbit Peekaboo, o Eyelashes ou o Moon and Back. Podem espreitar toda a oferta para crianças, é um mundo.

Na casa antiga tinha uma estrutura para molduras só com imagens a preto e branco, e gostava tanto dela que decidi que também devia fazer parte desta casa, mas com novas imagens. Vai daí, encomendei algumas que vão ficar lá lindonas, como esta Together Neon uma uma imagem da ponte de Brooklyn.



Como estou também a redecorar a nossa casa de férias no Algarve, aproveitei para escolher três posters que acho que vão ficar lá assim muito maravilhosos. São três imagens de praia (a Timmendorf Beach, a Pink Parasol e a Lifeguard Beach), assim com um ar um bocadinho vintage, achei-as mesmo, mesmo giras. E, claro, tratei logo de encomendar todas as molduras também através do site da Desenio, porque já sei que se não resolvesse isso depois ia andar a arrastar o assunto uma eternidade.


Como vêem, é uma forma muito simples de criar algumas zonas especiais nas vossas casas e podem trocar as imagens sempre que vos apetecer. E se gostaram de alguma das minhas sugestões ou de qualquer outra que tenham visto no site da Desenio, acho que vão gostar de saber que tenho um MEGA desconto para vos oferecer, um acesso exclusivo à Black Weekend Desenio. Usem o meu código-VIP "apipocamaisdoce40" e tenham acesso a 40% de desconto nos dias 20, 21 e 22 de Novembro (a oferta não inclui molduras nem posters das categorias "Handpicked" e "Collaboration"). 

Vale muito a pena aproveitar, para vocês ou já para resolver alguns presentes de Natal. Fiquei com uma data de posters debaixo de olho, por isso acho que vou fazer mais uma incursão =)



Post em parceria com a Desenio

Um passo gigante para os pequenos lutadores

terça-feira, novembro 13, 2018


Quando a Benedita nasceu não a vi mais do que uns poucos segundos. Como era prematura e estava com alguns problemas, levaram-na logo para ser avaliada e, em seguida, para a incubadora. Só voltei a vê-la passadas oito ou dez horas, uma coisa mínima enfiada numa caixinha de vidro, com fios a sair por todo o lado. Na altura contei aqui que a primeira vez que lhe pude pegar foi um ou dois dias depois, e só assim muito rapidamente, enquanto lhe mudavam a fralda. Foram uns nano-segundos em que tive aquela bolinha de dois quilos nas mãos, mas foi num dia em que estava tão, tão triste que, para mim, foi como se fosse Natal.

Mudar a fralda a um prematuro é uma aventura. As enfermeiras estão mais do que habituadas mas, mesmo assim, é um processo que ainda implica algum tempo. Para já porque os bebés têm de ser manuseados com muito cuidado, depois porque é preciso retirar todo o arsenal de coisas que há à volta deles (almofadas, e ninhos e cenas). E depois porque é preciso afastar e contornar sondas e cateteres e uma data de fios que uma pessoa não sabe muito bem para que servem mas que de certeza que são importantes. Ao fim de alguns dias já podíamos ser nós, os pais, a mudar a fralda sozinhos, e eu estava sempre com medo de fazer asneira, de desligar para lá algum fio vital ou de, de repente, aquilo largar tudo a apitar. Parecia que estava a manejar uma bomba. Mas era dos poucos momentos em que podia estar mais pertinho da Beni, por isso a hora de mudar a fralda era sempre uma alegria. 

Quando os fios sairam todos a coisa ficou muitíssimo mais fácil. Claro que o medo de poder magoar a miúda se manteve durante algum tempo, de tão pequenina que era, mas a "operação xixi e/ou cocó na fralda" correu sempre pelo melhor. Probleminha: na maternidade as fraldas eram mais pequenas, mas quando levei a bebé para casa não havia nenhuma que lhe ficasse bem, era tudo assim a atirar para o grande. Era sempre preciso fazer uma dobra para aquilo assentar mais ou menos. Aliás, só agora, aos três meses, é que as fraldas de tamanho 1 lhe ficam mesmo bem. E se ter uma fralda devidamente ajustada é importante para qualquer bebé, imaginem para um prematuro, que é muito mais frágil e a quem todo o volume extra incomoda.

Muito pouco tempo depois de ter levado a Beni para casa estava a ver televisão e começou a dar um anúncio da Dodot, sobre umas novas fraldas para prematuros (o vídeo que podem ver no cimo do post). E revi-me tanto, tanto naquilo - as visitas diárias aos bebés, as primeiras vezes em que lhes damos colo, a ansiedade de levá-los para casa - que me vieram as lágrimas aos olhos. Tinha vivido aquilo tudo há muito pouco tempo, por isso era impossível que aquilo não me tocasse. E só não aplaudi de pé porque estava sozinha em casa e era um bocado ridículo.

Então, esta nova linha de fraldas foi desenhada especificamente a pensar nas necessidades dos prematuros e são o resultado de mais de dez mil horas de investigação e mais de 100 entrevistas a enfermeiros neonatais. As novas Dodot Sensitive Prematuro são assim uma coisinha mínima. Para terem uma ideia, são três vezes mais pequenas do que as fraldas para os recém-nascidos de tamanho normal. São mesmo, mesmo pequeninas, com três tamanhos diferentes pensados para bebés entre os 2,3kg e os 800 gramas (ou menos). Felizmente, não foi este o caso da Benedita, mas teve vários "colegas" na neonatologia com esse tamanho ou ainda mais pequenos. Além de mínimas, as Dodot Sensitive Prematuro não levam qualquer fragrância e não têm elásticos, porque a pele dos prematuros é mais fina e sensível. Ou seja, é  de evitar tudo o que possa causar fricção e magoá-los sem, no entanto, comprometer a absorção.

O número de prematuros tem vindo a aumentar. Só no último ano nasceram mais de 7000 em Portugal, ou seja, um em cada 13 partos ocorreu antes das 37 semanas. Posto isto, é de louvar que a Dodot esteja sensibilizada para esta realidade e que tenha empenhado tanto esforço para lançar estas fraldas. É um passo mesmo, mesmo importante para a vida dos prematuros. E é por isso que a Dodot irá oferecer 200 mil fraldas às unidades neonatais portuguesas, a partir de Janeiro do próximo ano, para que estes pequeninos comecem a vida da melhor maneira e para que a sua luta fique um bocadinho mais fácil. Além disso, por cada partilha do vídeo a Dodot irá também doar um euro à XXS, uma associação sem fins lucrativos que presta apoio aos pais de bebés prematuros.

Fico mesmo, mesmo feliz com esta novidade da Dodot que, para já, não estará disponível para venda, só se encontrarão mesmo nas unidades neonatais. Mas já é óptimo. Enquanto mãe de dois prematuros, só posso mesmo agradecer e esperar que isto faça a diferença na vida de muitos bebés.

#PequenosLutadores


Post em parceria com a Dodot

Vamos lá falar do "Casados à Primeira Vista"

segunda-feira, novembro 12, 2018

Sempre que eu digo que vejo o "Casados à Primeira Vista", há seeeeeeempre quem se saia com um "que horror, como é que consegues ver isso?". Meus amigos, eu sou pessoa que papou todas as edições de Big Brother e Casa dos Segredos, acham mesmo que ia deixar escapar um "Casados à Primeira Vista"? Claro que não. Felizmente, tenho algumas amigas que também vêem, por isso dá para ir discutindo detalhadamente o que por lá se passa.

Ora bem, eu já tinha acompanhado algumas edições estrangeiras, como a espanhola ou australiana, por isso benzi-me quando soube que ia chegar a Portugal. É que nós temos assim um jeitinho característico para dar cabo de tudo o que é bom, por isso comecei logo a preparar-me para o pior. O primeiro programa foi um pincel, repetições sem fim, um não acabar de encher chouriços, uma edição chata, sem ritmo, um aborrecimento pegado. A parte das repetições, então, dava cabo de mim. Os diários eram mais ou menos 90% de repetição do dia anterior e 10% de coisas novas, ao ponto de eu ter optado por ver sempre em modo gravação, para poder estar sempre a andar para a frente. Entretanto, acho que já afinaram a coisa um bocadinho. Está longe de estar perfeita, mas melhorou bastante.

Depois, temos a base disto tudo: pessoas que dizem não conseguir encontrar o amor, que já passaram por uma data de relações falhadas, e que então põem nas mãos de uma equipa de psicólogos a tarefa de lhes encontrar o par perfeito, dispondo-se a casar com um estranho. Neste tipo de programa, eu interesso-me bastante pela parte sociológica, pela motivação das pessoas. E aqui fico sem saber se as pessoas querem e acreditam mesmo que num programa de televisão vão encontrar alguém, ou se vão só em busca de protagonismo e à espera que isto lhes abra algumas portas (sabe-se lá quais). Como boa cínica que sou, tendo a acreditar mais na segunda hipótese. Acho que ninguém se sujeita a exposição de nível nacional só para encontrar alguém. Mas pronto, por outro lado, também sei que o mercado está difícil, que piora a cada ano que passa, que não se conhecem pessoas com a mesma facilidade do que aos 20 anos e que, ao fim de não sei quantas relações que deram para o torto, a pessoa já está por tudo. Inclusive ir para a televisão berrar o seu desespero ao país e acreditar que a ciência lhe irá resolver a vidinha e encontrar o match perfeito. Tuuuuuuudo bem.

A prova de que a ciência resolve muita coisa mas ainda está longe de criar química entre casais e fazer arranjinhos para a vida, está assim muito visível neste programa, que mais não é do que um conjunto de tiros ao lado. Não há ali um casal que a pessoa diga "olha, sim senhora, muito bem, parece que foram feitos um para o outro". Já dei por mim a pensar que gostava de me sujeitar aos mesmos testes psicológicos a que os concorrentes foram sujeitos, só mesmo para ver quem é que me arranjariam. É que assim de repente, todos os homens que estão no programa são de fugir. E não me refiro ao aspecto físico, que isso sempre foi o que menos me interessou nas relações, falo mesmo da cabecita daquela gente. Acho que me divorciava para aí ao fim de três minutos.

Claro que, nestas coisas, nunca sabemos o que é genuíno e o que é ficcionado em prol das audiências. Não sei se aquelas pessoas são mesmo assim ou se lhes desenharam uma espécie de personagem e lhes entregaram um guião que devem seguir. Não sei mesmo. E já todos seguimos programas destes há demasiado tempo para saber que nem tudo o que parece é. Mas pronto, assumindo que eles são mesmo assim como nós os vemos ali na televisão, que se expressam mesmo assim, que verbalizam mesmo assim, deixem-me dizer-vos o que penso de cada um dos casais:

Nas próximas férias atirem-nos às feras. Salvo seja.

segunda-feira, novembro 12, 2018

No Verão passado, perante o drama "o que fazer às criancinhas durante os loooooongos meses de férias", inscrevemos o Mateus no Atelier de Férias do Jardim Zoológico. Não conheço nenhum miúdo que goste tanto de bichos como este, que passe a vida a falar de bichos, a ver programas de bichos, a pedir para lhe lermos livros de bichos, por isso achei que ia adorar. E, claro, adorou. Acho que até eu teria adorado, tamanha a alegria e excitação com que ele chegava a casa todos os dias, a contar tudo o que tinha feito: "mãaaaae, hoje peguei num coelhinho!"; "mãaaaeeee, hoje dei de comer às cabrinhas!", "mãaaaeeeee, hoje fomos ver os tigres a comer". Acho mesmo que foi das melhores semanas da vida dele.

Cada dia do Atelier é dedicado a uma categoria diferente de animais, por isso os miúdos fartam-se de aprender coisas. Havia o dia dos animais marinhos, dos felinos, das aves, dos répteis, e em cada dia uma data de actividades ligadas a esses bichos: jogos, visitas aos bastidores, conversas com os tratadores, alimentação dos animais, caças ao tesouro, pinturas, música, expressão plástica e muito mais. O objectivo é aproximar os miúdos dos animais (metaforicamente, claro), dar-lhes a conhecer as suas características, saber distingui-los e, ao mesmo tempo, alertá-los para a importância da  preservação das espécies, para várias questões ambientais ou para o respeito pelos animais. No final de cada semana, os pais são convidados a ir até ao Zoo para espreitar tudo o que as crianças andaram a preparar em cada dia. 

Num dos dias, quando fui buscar o Mateus, passámos por uns animais e eu disse "olha os Bambis, tão queridos". E quando ele me respondeu "não são nada bambis, são Cobos-de-Leche ", eu reduzi-me à minha insignificância e assumi, perante mim mesma, que não percebo nada de bichos. Mas fiquei contente por ele ter prestado atenção durante o atelier, que assim pôde ensinar-me uma data de coisas.

O Atelier do Zoo é para crianças entre os três e os cinco anos  e acontece na Páscoa, Verão e agora no Natal. Se ainda não sabem o que fazer aos vossos filhos nas próximas férias, tratem de inscrevê-los JÁ, porque os ateliers esgotam em menos de nada, são um verdadeiro sucesso. Sempre que passamos perto do Jardim Zoológico o Mateus pergunta quando é que pode ir novamente, por isso estou a conseiderar seriamente inscrevê-lo novamente no Natal. Acho que ele vai adorar como se fosse a primeira vez. Se têm crianças mais velhas, há um ATL dos 6 aos 16 anos com o lema "Aprender Explorando". Podem consultar mais informações (horários, preços, etc) aqui










WebSummit: adeus e até para o ano

sexta-feira, novembro 09, 2018

Esta foi a primeira edição da WebSummit a que consegui ir. Nos outros anos calhou sempre estar fora do país, por isso a coisa não se proporcionou, mas este ano achei que não podia perder. Até porque queria perceber, com os meus olhinhos, todo o interesse mediático que há em torno do evento. O meu homem tem ido sempre, dizia-me maravilhas daquilo, mas como também há tanta gente a desancar na WebSummit e a dizer cobras e lagartos, achei que tinha de lá ir.

Para começar, aquilo é um mundo, ocupa o Meo Arena e ainda os quatro pavilhões gigantescos da FIL. Estão presentes uma data de empresas, marcas, start-ups, e há coisas para ver e fazer que nunca mais acabam. Eu achei que os três dias do evento seriam mais do que suficientes para ver tudo, mas enganei-me. Não vi nem metade. Isto porque, além destes stands, há a parte mais importante, que são as conferências e as apresentações. E são tantas, tão variadas e tão interessantes, que sobra pouco ou nenhum tempo para o resto. Para mim, esta foi a parte mais difícil. Depois de escolher todas as conferências a que queria assistir e de ter criado o meu próprio calendário na aplicação, percebi que

Sim, os piolhos já passaram cá por casa

sexta-feira, novembro 09, 2018

E quem é que já tinha MUITAS saudades de falar sobre piolhos? Hmmmmm???? Quem era, quem era, quem era? Vocês, eu sei. Então vamos a isso, que eu não quero que vos falte nada. De cada vez que eu abordo o tema aqui, há sempre alguém que pergunta "então e o Mateus? Já teve piolhos?". E eu sei que é uma coisa difícil de imaginar, aquele anjo caracolento com a cabeça minada de criaturas nojentas. Para os piolhos aquilo é tipo a Disney, caracóis com fartura para eles andarem ali a fazer loops. Sonsos. Ranhosos. Vontade de os aviar à chapada. A primeira vez que reparei foi no ano passado. Estava a passar a mão pelo cabelo do Mateus e... lá estavam elas, lêndeas do demónio. E eram muitas. Milhares. Pronto, talvez esteja a exagerar, mas eram MESMO muitas. Estávamos a passar o fim-de-semana fora e eu comecei logo em nervos, a contar os minutos para voltar para casa e lhe aplicar o tratamento. Já tinha os produtos da Paranix, por isso queria passar ao ataque imediatamente. Se as bichezas queriam guerra, era guerra que iam ter, estava absolutamente determinada em exterminá-las. Mas, ao mesmo tempo, comecei a imaginar o filme que ia ser manter o Mateus quieto durante um par de horas enquanto lhe inspeccionava a cabeça. E passar ali um pente? Ui, ia ser bonito!

Assim que chegámos a casa expliquei-lhe mais ou menos o processo: "então, agora a mãe vai pôr-te o champô com o cabelo ainda seco, depois esperamos um bocado e a seguir vais para o banho". Assim foi: champô, champô, champô pelo cabelo todo (acho que abusei um bocado na dose, mas não quis arriscar), depois deixei-o a marinar um bocado e a seguir banho. Eu não sei se se lembram do cheiro do champô para os piolhos da vossa altura, mas eu lembrava-me que tinha um cheiro meio nojento. O Champô de Tratamento da Paranix não, é super agradável, como um champô normal. Como a seguir ia ter de passar aquele pente fininho pelo cabelo todo do miúdo, ainda lhe pus um bocadinho de amaciador, só mesmo para ficar completamente desembaraçado e facilitar o processo. E também para os piolhos ficarem mais cheirosos. Já que os ia matar a seguir, ao menos morriam a cheirar bem. Sentei o Mateus numa cadeirinha mais pequena, pu-lo em frente à televisão a ver bonecos e lá comecei a passar o pente. E eu juro que não sei como é que aquela criança ainda não se tinha matado de tanto se coçar, tendo em conta a camada de piolhos que tinha em cima. Para aí uns 20, fora as lêndeas. De cada vez que saía um eu largava a gritar "ahhh, que nojo, que nojo, que nojo, que nojo", só me apetecia coçar toda. Estive horas naquilo, só parei quando já não saía mais nada.


No dia seguinte lavei-lhe o cabelo normalmente e não resisti a passar o pente. Já não saiu nada. No resto dois dias fui usando o Spray Repel de Prevenção (casa roubada, trancas à porta) e, ao fim de uma semana, repeti o Champô de Tratamento, só para garantir que o extermínio tinha mesmo corrido bem. Correu, pelo menos não saiu nenhum bicho e à vista desarmada não havia nenhum no horizonte. No início deste ano voltou a acontecer e repeti o processo todo. E agora que a escola recomeçou toda eu tremo, à espera que comecem a cair os mails a avisar que anda aí mais um ataque de piolhame. A melhor arma é mesmo a prevenção, que pode ser feita com o tal Spray Repel (cria uma camada protectora que afasta os bichos) ou com o Champô de Protecção, que lava e protege. Se não sabem muito bem o que é um piolho ou uma lêndea (sorte a vossa, meus amigos), podem sempre recorrer ao que, para mim, é o produto mais espectacular da Paranix, o Gel Localizador de Lêndeas. Aplicam no cabelo das vossas crianças e, se houver lêndeas, as desgraçadas ficam imediatamente com um tom avermelhado, não há como passarem despercebidas. Se houver lêndeas, então é preciso passar para a fase de tratamento, com o champô, o spray ou a loção, que é a novidade deste ano da marca.

Posto isto, e respondendo a toda a gente que me perguntava "se o Mateus tiver piolhos vais ter de lhe rapar o cabelo, não é?", não, não é. Essa seria a opção mais rápida e a mais fácil, mas não só adoro o cabelo dele como acho que, de repente, podia ser um bocado agressivo ele passar de caracóis compridos para uma cabeça à escovinha. Claro que dá um bocadinho mais de trabalho, mas ninguém disse que ter filhos era fácil...


Este post foi escrito em parceria com a marca Paranix.
"100% eficaz numa só aplicação" - Ensaios clínicos demonstraram 100% de eficácia de Paranix Champô de Tratamento no tratamento contra piolhos e lêndeas, numa infestação de nível europeu. Estudos in vitro e ex vivo demonstraram a eficácia de Paranix Spray e Loção de Tratamento contra piolhos e lêndeas após um período de aplicação de 10 minutos. O produto também foi clinicamente testado após uma aplicação de 15 minutos. Data On-File; “Marca Nº1 em Portugal e na Europa” - Portugal: Dados HMR, Mercado Anti-parasitário Capilar, MAT Julho 2018, Farmácia + Mass Market, Valor e Volume; Europa: IMS Health, Data of Head Lice Europe, MAT Q4 2017, Pharmacy, Value and Volume; Os produtos de tratamento de Paranix (Champô, Spray e Loção de Tratamento) são Dispositivos Médicos para o tratamento da pediculose. Paranix Localizador de Lêndeas é um Dispositivo Médico utilizado para evidenciar lêndeas. Paranix Champô de Proteção é um dispositivo médico utilizado para prevenção da disseminação da pediculose. Apenas para uso externo. Evitar o contacto com os olhos ou as mucosas. Em caso de contacto com os olhos, lavar abundantemente com água. Não usar em caso de alergia a algum dos ingredientes. Paranix Loção de Tratamento e Paranix Spray de Tratamento estão indicados para crianças com mais de 6 meses. Paranix Champô de Tratamento, Paranix Localizador de Lêndeas e Paranix Champô de Proteção estão indicados para crianças com mais de 2 anos. Paranix Repel é um produto cosmético. Leia cuidadosamente a rotulagem e as instruções de utilização. Manter fora da vista e do alcance das crianças.

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