Quando, ao longo deste ano, fiz alguns posts com a Paranix e falei dos ataques de piolhame na escola do Mateus, várias pessoas me disseram que era uma exagerada, que era tudo mentira, que era só uma aldrabice que eu inventei para poder falar de produtos para os piolhos. Meus amigos, era bom que assim fosse, mas a realidade supera mesmo a ficção. Dei-me ao trabalho de contar e, só neste ano lectivo (entre Dezembro e Fevereiro, aparentemente a época alta do piolho), foram SEIS os e-mails que a escola enviou com o tradicional "Pediculose- agradecemos que vigiem, cuidadosamente, a cabeça dos vossos filhos". A pessoa não precisa de inventar nada, o piolho supera a ficção e temos de levar com ele.
Infelizmente, a coisa não se cinge ao tempo de aulas. Antes fosse. A triste realidade é que eles também atacam nas férias, quando uma pessoa quer pensar em tudo menos em piolhos. Verão é para praia, piscina, calor, jantaradas até tarde, miúdos à solta, não é para andarmos a inspeccionar-lhes cada centímetro do couro cabeludo em busca de criaturas nojentinhas. Mas é precisamente quando baixamos o flanco e pensamos "ahhhh, não, de certeza que os piolhos também foram de férias para Benidorm", que eles dão um ar da sua graça.
Andei a ler umas coisas e parece que é mesmo verdade:



















