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O Dia da Criança é... todos os dias?

quarta-feira, maio 30, 2018
O Dia da Criança é mais ou menos como o Natal: sempre que os putos quiserem, tendo em conta a quantidade de coisas que conseguem pedinchar por minuto. O Mateus já sabe que não se safa, que não vale a pena passar a vida a infernizar-nos a vida a pedir qualquer coisa, porque o efeito é contra-producente. Talvez por isso não seja um miúdo muito dado a pedidos, menos ainda daqueles estupidamente caros. É menino para ir comigo a qualquer lado e lembrar-se de pedir um boneco ou um carrinho. Às vezes compro, outras não, não há uma regra. Mas, claro, como qualquer miúdo que se preze, ele já associou o Dia da Criança a receber um presente. E eu tenho tentado manter a tradição que os meus pais criaram comigo: levá-lo à Feira do Livro e deixá-lo escolher alguns livros, por isso na sexta, dia 1, lá vamos nós (e, em princípio este ano vai ter ainda direito a uma surpresa extra que sei que o vai deixar assim meio tresloucado). E por aí, como é que se comemora o Dia da Criança? Uma pilha de presentes, tipo noite de Natal ou só uma coisinha para assinalar a data? Pelo sim, pelo não, deixo-vos aqui algumas ideias:

Pipoca, friends & stuff: informações úteis

quarta-feira, maio 30, 2018

Sabem quando decidem limpar o roupeiro, começam cheias de energia e boa vontade e, ao fim de meia hora, já só vos apetece pegar fogo a tudo e dizer "ahhhh, foi um acidente"? Pronto, é assim que eu estou, em pleno processo de arrumação de todas as coisas que vou levar para a venda de sábado. E que são muitas. Intermináveis. É um saco sem fundo. Já está praticamente tudo escolhido, mas são CENTENAS de peças. Mesmo, não é exagero literário. E agora ainda falta etiquetar tudo. E arrumar em caixas e em malas para levar para o Sheraton. Para já a casa parece só que foi assaltada, tamanho o número de coisas que tenho espalhadas por toda a parte. SOCORROOOOOO! A parte boa é saber que vão ter à disposição uma data de peças praticamente novas ou mesmo por estrear a preços muiiiiiito simpáticos: sapatos, carteiras, roupa, acessórios, roupa de desporto, tudo e mais alguma coisa.  Deixo, em cima, mais algumas informações sobre o evento. Lá vos espero sábado, no Sheraton, a partir das 11h00. =)

O portátil é amigo

terça-feira, maio 29, 2018
O meu portátil é uma espécie de apêndice, é raro o dia em que saio à rua sem ele ir atrás. Estou sempre a contar com momentos mortos em que posso aproveitar para trabalhar, por isso lá vai ele comigo. Comprei um dos mais pequenos e leves do mercado, precisamente porque sei o quanto me custa alombar com ele e porque, regra geral, anda dentro da carteira, não tenho uma mala especial para o transportar. Mas se calhar devia, que sempre andava mais protegidinho e sem correr riscos de levar com uma garrafa de água, com um baton que se abre ou uma outra desgraceira qualquer.  Se também precisam de ideias para transportar o vosso computador, aqui ficam algumas:

Sapatinhos mais fofis

terça-feira, maio 29, 2018
Uma leitora enviou-me estes sapatos, porque achou que eram a minha cara:

Eu também acho que são, e podiam vir morar cá para casa, apesar de serem uma pequena fortuna. Mas há mais escolha, para quem não gosta de pipocas. Não se enervem, que temos aqui sapatos para todos os gostos alimentares. Atentem:

E para a noiva não vai nada, nada, nada? Tudo!

segunda-feira, maio 28, 2018
Quando me casei tinha imensas dúvidas quanto ao estilo de vestido. Experimentei um bocadinho de tudo: modelos mais minimalistas, mais princesa, mais boho, corte sereia, cai-cai, tudo e mais alguma coisa. A única coisa que sabia é que não ia perder a cabeça com um vestido de milhares e milhares de euros que depois ficaria encostado para o resto da vida. É muito fácil as noivas passarem-se da cabeça com tudo o que diga respeito ao casamento, mas sobretudo com o vestido. "Ah, e coiso, é o meu dia, quero tudo a que tenho direito", e então lá dão por elas (ou pelos pais!) a passar um cheque com muitos zeros. Eu tentei ser racional e encontrar alguma coisa de que gostasse sem me desgraçar muito. O vestido acabou por ser oferecido pelos meus pais e pelas minhas madrinhas de casamento, mas também por isso fiz questão de não gastar o correspondente a um ano de salários. A primeira loja onde fui foi a Rosa Clará. Que sim, tem vestidos lindos, provavelmente os mais bonitos, mas acho que não experimentei nenhum que custasse menos de uns cinco mil euros. E como nenhum me fez bater o coração assim com mais vigor, achei que devia ir à procura de outras opções e de outros valores. Acabei por encontrar o meu vestido numa loja de noivas da Avenida de Roma, super em conta (dentro do género noiva) e fomos muito felizes juntos.



A verdade é que há cada vez mais conceitos de casamento e de festa. E há muito boa gente que prefere poupar no vestido e investir mais, por exemplo, na lua-de-mel. Ou em alguma coisa que precise para a casa. Ou noutra coisa qualquer. Há noivas que não se revêem no conceito de vestidão txanan, que querem uma coisa mais simples e que não querem ter de vender o pâncreas para o comprar. Quase tudo o que meta a palavra "noiva" faz logo triplicar o orçamento. Por isso, mesmo que procurem o vestido mais simples desta vida, fujam das lojas de noiva, porque qualquer peça básica vai custar uma pequena fortuna. Espreitem as lojas mais mainstream, pensem um bocadinho fora da caixa e pode ser que se surpreendam. Com os acessórios certos tenho para mim que podem fazer um brilharete. Aqui ficam algumas opções. Ah, e com o dinheiro que pouparem, comprem-me chocolates. Bounty, de preferência. Obrigadinha.


Hoje deu-me para isto #437: modo grávida

segunda-feira, maio 28, 2018

Passatempo Tuc Tuc

sexta-feira, maio 25, 2018


Nisto dos filhos, como em quase todo, há quase sempre um lado bom e um lado mau. Do género, "que fixe que já não usa fraldas... mas agora é preciso ir com ele à casa-de-banho". Ou "ainda bem que já não dorme sesta... mas agora nós também já não podemos dormir".  Ou "que fixe que já come sozinho... mas demora uma hora e espalha comida num raio de sete quilómetros". Ou "ahhhh, já não é preciso levá-lo de carrinho para todo o lado... mas quando adormece lá temos nós de alombar com 15 quilos". Pois, é a vida. No que diz respeito ao último tema, o do carrinho, já nem me lembro da última vez que o Mateus andou num. Foi, seguramente, há mais de um ano. Não é um miúdo que faça grandes dramas para andar a pé, não é muito de pedir colo, por isso o "desmame" do carrinho correu bem. Mas às vezes bate uma saudade. Em mim, não nele. Se têm aí por casa crianças que estejam na fase de deixar o carrinho de bebé e passar para o próximo, vão gostar do passatempo de hoje. É que, em parceria com a Tuc Tuc, temos para oferecer um carrinho de segunda idade modelo TIVE, que é só assim uma fofinhice pegada. E podem escolher entre o carrinho Stories ou o People.


Há muitas coisas boas sobre este carrinho de passeio. É muito, muito fácil de manusear (tem uma dobragem compacta em formato livro, abre e fecha apenas com uma mão), adapta-se facilmente a todos os terrenos, pode ser usado por crianças até aos 15 quilos (e logo a partir do nascimento), tem suspensão nas rodas traseiras e dianteiras, pesa 8 quilos, tem encosto reclinável (dá um jeitão para as sestas, vão por mim) e... é lindão!


Para se habilitarem a levá-lo para casa só têm de:

Nem só de malas de viagem se faz a Samsonite

quinta-feira, maio 24, 2018
Tenho a certezinha absoluta que se fosse para a rua perguntar "o que é que lhe vem à cabeça quando pensa em Samonite?", toda a gente responderia "malas de viagem". É normal e é óptimo. Afinal, a Samsonite é mesmo a marca de viagem mais conhecida no mundo. Mas, a verdade, é que tem mais do que isso. Muito mais. E é cada vez mais uma marca de lifestyle, com uma data de produtos para todas as ocasiões. Prova disso são as linhas de mulher, que crescem a olhos visto e que trazem produtos pensados para uma mulher moderna, que anda sempre a mil, que tem de fazer 300 coisas por dia, que tem de se desdobrar em dúzias de tarefas mas, ainda assim, quer manter um ar moderno e feminino. 

Tenho acompanhado com especial curiosidade o desenvolvimento das colecções de carteiras, que estão cada vez mais giras. E práticas. Sempre a pensar no equilíbrio entre o estilo e o funcional e que sejam facilmente adaptáveis para uma data de situações, que tanto dêem para ir trabalhar como para um jantar de amigas. Porque, já se sabe, a grande maioria de nós somos pouco dadas às mudanças de carteira, não há cá tempo a perder. 

Nas lojas e no site da Samsonite podem encontrar todas as novidades.  A mais recente e assim mais txanan é, provavelmente, a linha My Samsonite, que pode ser personalizada com as nossas iniciais, o que as torna únicas e exclusivas.


Mas há também a novíssima linha Almond Blossom, em parceria com o Museu Van Gogh (e que está lindaaaaaa), ou a Karissa em parceria com a Swarovski. E, claro, não faltam mochilas e mais mochilas, que dão um jeitão. Uso muito em viagem, mas quero ver se começo a dar-lhes mais uso no dia-a-dia. Deixo-vos uma pequena amostra dos MUITOS modelos que podem encontrar na Samsonite. Se se apaixonarem por algum, sigam o vosso instinto, que a vida são dois dias e um é para comprar carteiras =)




Post em parceria com a Samsonite

Centro do Bebé: oito bons motivos para fazer o curso de preparação para o parto

quinta-feira, maio 24, 2018

Já vos tinha dito aqui que estava a fazer novamente o curso de preparação para o parto. Sim, eu sei que já sou mãe, mas isso está longe de fazer de mim uma especialista no assunto e, acreditem, ao fim de cinco anos já esqueci muita coisa. É mais ou menos como quando tiramos a carta: há uma data de informação que decoramos para passar no exame, mas depois apaga-se imediatamente da nossa mente. E eu sinto-me um bocado assim. Por uma questão de sobrevivência, acho que eliminei da minha cabeça todas as informações sobre a gravidez e sobre recém-nascidos, por isso achei que era uma boa ideia repetir o curso. E não estou nada arrependida. O primeiro foi feito no Espaço Cegonha mas, entretanto, grande parte da equipa saiu e abriu o Centro do Bebé. Incluindo a enfermeira Luísa Sotto-Mayor, que é só assim incrível. Por isso, desta vez não hesitei em ir atrás da equipa que me tratou tão bem da primeira vez. 

Há quem diga que basta ler uns livros, ver uns vídeos no You Tube ou falar com outras mães para ficarmos preparadas, mas eu acho que um curso de preparação para o parto nos dá outra bagagem. Não é tudo, mas é uma grande parte, tudo começa a ganhar contornos muito mais definidos. E é por isso que eu acho que toda a gente deve fazer. Se ainda estão com dúvidas, deixo-vos aqui oito bons motivos:

1- Convenhamos, numa primeira gravidez não sabemos coisa nenhuma, a malta nem sabe muito bem por onde é que os bebés saem. É muito do género "como assim, não vêm de Paris no bico de uma cegonha, todos eles enrolados em algodão e cenas fofinhas?". Estou, obviamente, a exagerar, mas o curso de preparação para o parto foi uma espécie de epifania, de repente fez-se luz sobre uma data de coisas. Verdade que a aprendizagem assim mesmo a sério começa com o bebé cá fora, mas eu senti que o "estágio" foi imprescindível, já não ia completamente às escuras. Preparem-se para falar de coisas como receios e expectativas, o plano de parto, a fisiologia da gravidez, a comunicação com o bebé in utero, sinais do trabalho de parto, partos induzidos ou por cesariana, amamentação, cuidados do bebé, alterações físicas e emocionais da mãe, pós-parto, etc etc.

O que é meu é vosso

quinta-feira, maio 24, 2018


E pronto, cheguei àquela altura da vida em que sinto a suprema necessidade de proceder a um destralhanço. A última venda que fiz do meu closet foi há um ano e meio por isso, e como imaginam, de lá para cá deu para acumular muiiiiiiiita coisa. E agora está  na hora de lhe dizer adeus. Não só porque já me vai faltando espaço (quando é que alguma vez o tive?), mas porque não me apetece mesmo ter tanta coisa (fica tudo um caos) e porque se perspectiva uma mudança para uma casa mais pequena, por isso mais vale ir já praticando o desapego.

Posto isto, o que é que vão poder encontrar nesta venda? Um bocadinho de tudo: acessórios (carteiras, colares, anéis, óculos de sol), calçado, roupa, cenas desportivas (ténis, equipamento), produtos de beleza e, talvez, livros (ainda estou a pensar se levo ou não). Tudo com muito, muito pouco uso ou mesmo a estrear e, claro, com precinhos muito simpáticos e amigos das vossas carteiras. Na próxima semana irei  mostrando, nas Instastories, algumas peças que terei à venda por lá. E porque nem só de compras se faz este grandiosíssimo evento, terão à vossa espera ofertas de algumas marcas, como a Rituals, a Loacker ou a Lays (se houver outras que se queiram juntar, é só dizer).

Não há valor de entrada mas, como acontece em todas as minhas vendas, peço-vos que levem algum produto para  doar à Ajuda de Mãe. A saber:
  • Roupa e Acessórios para grávidas e para bebés;
  • Material de Puericultura: esterilizadores, biberões, chuchas, termómetros;
  • Mobiliário de bebé: cadeirinhas, carrinhos, alcofas, camas de grades;
  • Produtos de higiene para as mães e para os bebés: champôs, gel banho, sabonete, creme de assadura, soro fisiológico;
  • Fraldas e toalhitas;
  • Produtos Alimentares:leite, enlatados, massas
  • Alimentos de bebé: leite em pó para biberão (de preferência de 3 meses) e papas.
  • Roupa e artigos de casa
Informações práticas:
- A venda vai acontecer no dia 2 de Junho, sábado, no hotel Sheraton (ali entre o Saldanha e o Marquês de Pombal). Começa às 11h00 (para não terem de saltar da cama muito cedo) e termina às 20h00;
- Não haverá multibanco, mas ali na zona não faltam sítios para levantar dinheiro;
- Também não costuma ser complicado estacionar ali pelas redondezas, mas há um parque de estacionamento subterrâneo mesmo em frente e o metro de Picoas fica a meia dúzia de metros;
- Peço-vos, por favor, que levem sacos. Eu terei alguns mas sei que não chegarão para toda a gente;

E pronto, acho que é isto. Espero ver-vos por lá, mais não seja para dois dedos de conversa. Se quiserem levar chocolates e bolinhos, a grávida-mamute agradece. Estou a brincar, já tenho comida armazenada no bucho para os próximos dez anos.

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