A cada passagem de ano fazemos sempre a mesma coisa: prometemos uma data de coisas como se o início de um novo ano não fosse apenas a continuação dos dias todos que ficaram para trás. Aproveitamos o simbolismo da coisa para começar a anunciar mudanças, e começamos com isto logo para aí em Outubro: "em Janeiro é que vou para o ginásio e começo a fazer dieta". "Para o ano é que vou passar menos tempo no Facebook". "Vais ver, em 2018 é que vou ter coragem para mudar de emprego". E assim sucessivamente. Há promessas mais sérias, há promessas mais levezinhas, mas isso também não interessa nada, porque quase nada é para cumprir, não é verdade? Eu já me deixei um bocado disso, porque de boas intenções está o inferno cheio e eu, como quase toda a gente, acabo por me desviar um bocado das minhas ainda Fevereiro vai a meio. Mas pronto, há coisas que eu gostava mesmo que fossem diferentes em 2018, e como acho que algumas podem incentivar outras pessoas, aqui vão elas:
Menos tempo nas redes sociais
Já no ano passado prometi isto e depois não fui capaz de cumprir, mas esta é uma daquelas coisas que eu faço e que me irritam profundamente: queimar demasiado tempo a saltitar entre redes sociais. Para que é que isso serve? Para nada, excepto entupir-nos o cérebro de informação estúpida e desnecessária. A coisa que mais me enerva é pegar no telemóvel quando já estou deitada e, quase sem dar por isso, perder uma hora ou mais a vegetar entre Instagram e Facebook. E depois sinto-me estúpida, porque era tempo que podia ter passado a ler, a ver uma série, a escrever, a fazer qualquer coisa de mais produtiva. Na passagem de ano falava sobre isto com uns amigos e eles diziam








