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Foi linda a festa!

terça-feira, julho 21, 2015

Este ano o Mateus teve direito a três festas. Vá, pronto, se calhar "festas" é um bocado exagero, mas teve direito a apagar as velas três vezes. No dia de anos almoçou com uns avós no Algarve e jantou com os outros em Lisboa. E no fim-de-semana reunimos os amigos e os amiguinhos para um picnic. Tal como no ano passado, voltámos a escolher o jardim do Príncipe Real, o meu preferido, e voltámos a confiar a decoração à Mimo Lab, da Olga e da Joana, porque são, simplesmente, fantásticas. Gosto desta coisa de não ter de lhes dar indicações nenhumas. Confio plenamente no trabalho delas e sei que o que fizerem será bem feito, lindo e especial. No ano passado o tema eram os balões, este ano o "little man". Uma vez mais, cheguei ao jardim e fiquei de boca aberta a olhar para aquilo tudo. É impressionante o cuidado e o detalhe que põem nas mais pequenas coisas. É tudo lindo. O catering, de babar, foi da Fresh Mint, e o bolo de aniversário da Arteirices Gulosas (os melhores, juro, já lhes encomendei vários). A animação ficou a cargo da Funtoche e foi para cima de espectacular. Na altura de escolher entre fantoches ou um espectáculo musical, o meu homem disse logo que fantoches nem pensar, que era uma seca, que os putos não ligavam nada. Hã hã. Não lhe dei ouvidos, escolhi os fantoches e foi ver uns trinta miúdos sentadinhos e super atentos. Estou a pensar contratá-los a tempo inteiro cá para casa. Para além dos fantoches também houve jogos tradicionais, balões e pinturas faciais. Os dois animadores eram impecáveis e acho mesmo que os miúdos adoraram. Por fim, uma surpresa. As três laranjas da TriNa - Tino Pomar, Quentin Laranjino e Silvester Laranjone- apareceram para animar a festa e levaram sumos TriNa para toda a gente e livros para os mais pequenos. Devo dizer que a crianças gostaram muito das laranjas gigantes, mas houve muito bom adulto ainda mais entusiasmado (não vou dizer nomes). E pronto, assim se passou mais um aniversário. Como sempre, foi muito bom ter (quase) todos os nossos amigos juntos e, sobretudo, ver o Mateus tão feliz. Porque é só mesmo isso que interessa, vê-lo feliz. E muiiiiito obrigada à minha querida Inês (After Click) pelas fotos.

Hoje deu-me para isto #289

terça-feira, julho 21, 2015


A Pipoca está loucaaa #95

terça-feira, julho 21, 2015
E então, minhas coisas mais boas, quase a irem de férias? Hmmm? Se ainda não foram, tenho aqui uma coisa gira nas horas para levarem com vocês. Se já foram, tenho aqui uma coisa gira nas horas para vos fazer recuperar o ânimo e para vos fazer esquecer a ideia que terão de esperar um ano até ao próximo verão. Always look on the bright side of life, já cantavam os saudosos Monty Python. Bom, então e o que é que tenho para vos oferecer esta semana, em parceria com a Brazilian Bikini Shop? Nada mais, nada menos do que uma linda pulseira Hipanema, toda ela a gritar praia, verão e calor.

As Hipanema misturam fitas do Bonfim, pedras quartzo, búzios, pérolas e outros materiais, e são um verdadeiro sucesso. A marca foi criada por duas francesas amantes do Brasil e que estavam fartas de todos os dias pôr e tirar uma catrefada de pulseiras. Vai daí concentraram várias pulseiras numa só e o resultado foi este.

Para se habilitarem a esta linda pulseira só têm de:

1- Fazer um gosto na página de Facebook da Brazilian Bikini Shop;
2- Preencher o formulário abaixo até ao próximo domingo, dia 25 de Julho (permitida apenas uma participação por endereço de e-mail, participações repetidas não serão consideradas);

Os vencedores serão escolhido aleatoriamente através do Random.org. Boa sorte a todos!

Relativamente ao passatempo Le Comptoir du Bain, os vencedores foram:
Mara Oliveira, Faro
Ana Rita Carvalhosa, Viana do Castelo
Inês Oliveira, Fátima
Sara Santos, Santa Maria da Feira
Rita Machado, Vila Nova de Famalicão
Patrícia Sousa, Oliveira de Azeméis
Marta Fonseca Ferreira, Lisboa
Liliana Beker, São Brás de Alportel
Rosa Ferreira, Lisboa
Joana Coutinho, Vila Nova de Gaia

Parabéns  e obrigada a todos os participantes.

Blog meu, blog meu, haverá comentador mais parvo do que o meu? #23

segunda-feira, julho 20, 2015
Se há coisa que não me falta são comentadores parvos, benzósdeus. O que me falta quase sempre é paciência para os aturar. Mas estamos em Julho, está calor, plena silly season, estou quase de férias outra vez (oh yeah) e até estou aqui assim com um tempinho livre para responder ao comentário altamente preocupado de uma leitora. Comentário esse sobre o facto de eu ter dito que, durante as férias, um de nós ia ao hotel dar o almoço ao Mateus e pô-lo a dormir a sesta enquanto o outro ficava na praia, na piscina ou a fazer o que bem entendesse (no dia seguinte trocávamos). Cá vai disto, atentem que é poesia pura:

"De férias, nunca almoçaram juntos?? Uma criancinha de 2 anos manda assim tanto, que nunca puderam almoçar juntos? Se isto é em férias, nem imagino como será em tempo de trabalho; se isto é quando ele tem 2 anos, aos 15 nem se cruzam no corredor de casa."

Eu sei, é horrível, mas temos de ser fortes e assumir as nossas falhas:

Vem aí mais um outlet Knot!

segunda-feira, julho 20, 2015
Alerta mães de meninos e meninas cheios de pinta, arranca amanhã mais um mega outlet da Knot. Até 31 de Julho vão poder encontrar toooda a colecção de Primavera/Verão 2014 e outras estações anteriores com 70% de desconto (excepto os sapatos, que estarão com 50%). É uma óptima oportunidade para poderem comprar o que ainda vos falta para este Verão ou prepararem já as próximas estações, que já se sabe que os miúdos estão sempre a precisar. Eu estou proibida por mim mesma de voltar ao outlet, que a última vez foi toda uma desgraça. Encontrei coisas mesmo muito giras para o Mateus (nada difícil na Knot) e ainda deixei algumas debaixo de olho. Pronto, ok, acho  que não vou resistir e ainda dou lá um salto. Achava eu que com um rapaz seria tudo muito mais tranquilo, mas há tantas coisas giras para eles... Enfim. O outlet está em Famões, na Rua José Pereira, número 10, e está aberto de segunda a sábado, das 10.00 às 19.00. Arranjem um tempinho e passem por lá, vale mesmo a pena.


O Mateus com uns calções de banho que lhe comprei no último outlet


Férias tão, tão, tão, tão boas

segunda-feira, julho 20, 2015

As férias em Vilamoura passaram a correr, mas foram absolutamente maravilhosas. Apanhámos dias  de praia óptimos (água tãaaaao boa), noites ainda melhores para passeios e jantares nas esplanadas, o descanso possível e muito tempo de qualidade para estarmos em família. A escolha do Tivoli Marina Vilamoura foi perfeita, estar ali mesmo em cima da praia e não ter de pegar no carro para nada é simplesmente o paraíso. Isso e o facto de termos sido tão bem recebidos, de nos terem estragado com mimos, de terem sempre uma atenção para o Mateus, de serem todos de uma simpatia e cuidado inexcedíveis. Ficámos muito fãs. Os dias foram quase todos iguais: de manhã cedo íamos correr à vez, depois o pequeno-almoço no hotel, depois praia e piscina. À hora de almoço um de nós levava o Mateus ao kids club do Tivoli para almoçar e depois ia com ele dormir a sesta. Este esquema foi perfeito, porque dia sim, dia não dava para cada um de nós ter ali três ou quatro horas para ler, ficar na praia, ir dar uma volta ou fazer o que quisesse, que as férias também servem para isso. À tarde voltávamos para a praia e acabávamos o dia na piscina. O Mateus estava fascinado pela piscina dos pequeninos, com 40 cm de altura e água quentinha, era sempre um filme para o arrancar de lá. À noite jantávamos pelo hotel (o Peppers Steak House é divinal) ou íamos (re)descobrir outros restaurantes ali pertinho, como os fantásticos Yakuza by Olivier ou o Quarenta e 4. E, claro, acabávamos sempre com uma voltinha na marina, para um gelado. E assim se passaram seis dias tão, tão, tão bons. Voltava já! Ficam as fotos, assim em modo best of:

Um mimo à chegada

A foto mais bonita do Monte da Lua

domingo, julho 19, 2015
(Obrigada ao Marco Ferreira Borges por ter captado este momento)

Fui à Lua e voltei

domingo, julho 19, 2015

Já há algum tempo que no meu Facebook, ali naquela parte dos eventos, me aparecia um aviso: "Sónia Morais Santos convidou-te para o Trail Monte da Lua". Inteligentemente, o meu subconsciente ignorou aquilo. Ignorei, ignorei, ignorei até que me virei para o homem e perguntei "olha lá, e se fôssemos ao Monte da Lua?". Claro que era o que ele queria ouvir, falar-lhe em corridas é como acenar com uma cenoura a um burro. Tratámos dos dorsais já assim muito em cima da hora, comprámos o material que faltava, e ontem saltámos de cama às seis da manhã para estar em Sintra às sete e meia. Saímos de Lisboa com sol e ainda íamos a meio do caminho e já estava tudo encoberto. Isso somado à perspectiva de correr 25 quilómetros em trail só me deu vontade de fazer ali uma inversãozinha de marcha no IC19 e voltar para a cama. Mas seguimos. Juntámo-nos à nossa equipa de sempre e quando deram a partida lá fomos nós. Eu só tinha feito um trail na vida, o dos Templários, e achava que sabia mais ou menos ao que ia. Não podia estar mais enganada. O que se seguiu foram 29 km muitíssimo duros, com as subidas e descidas maiores e mais inclinadas que já vi. Coisas verdadeiramente assustadoras só de ver, quanto mais de fazer. Isto quase sempre junto ao mar, nas ravinas, com paisagens de cortar a respiração e com algumas vertigens pelo meio. Era incrível ver o mar tãaaaaao lá em baixo, e depois descer e voltar a subir. Eram muito poucas as partes do percurso em que dava para correr, de tão acidentado. A maior parte do tempo íamos de gatas, de rabo no chão, de todas as maneiras possíveis e imaginárias para não nos espetarmos e partirmos todos (ou rebolar por uma ravina até ao mar). Ainda assim, consegui cair três vezes, sem estragos. Apeteceu-me desistir em vários momentos, de tão cansada que estava, as pernas já me tremiam com o esforço. Pensava que não conseguia subir nem descer nem mais um metro, mas lá acabava por arranjar forças, mais não seja porque a perspectiva de ficar sozinha no meio de nenhures não era propriamente encantadora. A menos que me resgatassem de helicóptero não sei como poderia sair dali sem ser a andar. E por isso lá ia. Às tantas já não sabia o que era pior, se descer, se subir. Era tudo mau, e quando pensávamos que o percurso ia melhorar vinha sempre qualquer coisa pior: descer 50 mil degraus, subidas de areia, correr na praia, o fim do mundo.
Nisto dos trails acho que ajuda muito ir em grupo, sobretudo num como o meu, só com gente divertida, verdadeiros companheiros. Fomos o caminho todo a dizer piadas, a incentivarmo-nos, e tive ali momentos em que mal conseguia andar de tanto rir. Claro que também dissemos muitas asneiras, insultámos bastante a Sónia, que foi quem teve a ideia peregrina, e jurámos para nunca mais. Houve ali uma altura em que a Sónia se lembrou de dizer que o Monte da Lua era o terceiro trail mais difícil de país. Se eu tivesse tido acesso a essa informação previamente era menina para não me ter inscrito. Houve malta do nosso grupo que não foi, precisamente por já saber que era muito duro, e houve até quem tenha arranjado umas lesões de última hora bastante convenientes (não vou dizer nomes).
Cortámos a meta sete horas e meia depois de termos partido (enganámo-nos no caminho logo ao início e acabámos por correr mais dois km do que o previsto, o que não ajudou). Não foi brilhante, mas também não fomos os últimos. Na minha inocência, achava que em quatro ou cinco horas despachávamos a coisa. Hã hã, bambi. Hoje estou toda partida, parece que fui atropelada. Várias vezes. Com a devida distância, reconheço que adorei a experiência, que adorei a companhia, que passei pelas paisagens mais bonitas (e assustadoras) de sempre, mas o Monte da Lua é uma experiência que está feita e que dificilmente repetirei.  A menos que, até à próxima edição, me esqueça do quão duro isto foi, o que também é provável. Mas pronto, está feito e foi brutal (em todos o sentidos). Ficam algumas fotos e um vídeo, só para terem uma ideia:

Logo ao início, ainda cheios de pica

A torta do Marco (salvo seja)

domingo, julho 19, 2015

Quem, como eu, é assim muito fã da Casa dos Segredos, de certezinha que já ouviu falar da torta de laranja do Marco. Não sei se era por o programa passar à noite, mais ou menos ali naquela hora em que me dá a fúria do açúcar, mas sempre que mostravam ou falavam da torta de laranja, tinha vontade de me atirar a uma. Tooooooda a gente falava na sacana da torta. Os concorrentes, a produção, a Teresa Guilherme. Só podia ser para cima de espectacular. E é mesmo. Como é que eu sei? Porque o Marco foi um amor e ofereceu-nos uma no aniversário do Mateus. E quanto tempo é que ela se aguentou em cima da mesa, perguntam vocês? Para aí sete minutos. Voou, desapareceu e arrancou os maiores elogios. Só consegui comer uma fatia, não sobrou nada, o que é um bom indicador de que a torta é mesmo maravilhosaaaaaaaa! O Marco não faz só tortas de laranja, faz todos os doces que vocês possam imaginar, mas a torta é assim o seu ex libris. Se quiserem saber mais sobre o trabalho do Marco ou mandar vir umas tortas, podem ir aqui.


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