Consegui completar mais uma corridinha com distinção. E esta foi puxadota. Eu sou pessoa para correr em terreno plano, quando passamos para percursos acidentados a conversa é outra. Fiz os 5kms em 36 minutos. Não é brilhante, mas deu para bater o meu recorde. E acreditem que subir a avenida Lusíada duas vezes é coisa que não se deseja a ninguém (sobretudo quando os quenianos passavam por mim já no sentido oposto, aí a uns 180 kms/h). Estive ali vai não vai para parar e fazer o caminho a andar, até porque estava um calor de ananases, mas aguentei estoicamente (e é tão giro passar por homens de barba rija que vão ali quase a entrar em coma). Passei por dentro do estádio da Luz, mas consegui conter-me e não parar para tirar fotos, que havia uma prova para acabar. Cortei a meta ao mesmo tempo que o senhor Luís Filipe Vieira, esse grande querido. E agora tenho uma espectacular medalha do Benfica, para um dia mostrar aos netos. O meu homem foi correr os 10kms e, desta vez, conseguiu não se partir todo (até porque já sabia que eu também não o iria ajudar). Fez o dobro do percurso e só demorou mais dois minutos do que eu... Está bonito... Próximo objectivo: fazer cinco quilómetros em menos de meia hora.
Hmmm, Danone
sexta-feira, abril 08, 2011
Hoje, na Corpos Danone, faço um elogio à futilidade. Para ler aqui. E para enervar mais uns quantos.
Obrigada, senhores do metro
quinta-feira, abril 07, 2011
Mais uma greve, mais um dia em que vim a pé para o trabalho. 3,6 kms, segundo o Google Maps. Começo a perceber que a coisa até se faz bem e, se calhar, nem preciso de passe. Vai-se a ver e não preciso de vocês para nada! Poupo dinheiro e faço exercício ao mesmo tempo. Não é espectacular? Agora imaginem o prejuízo se mais uns quantos milhares pensarem como eu. Tenho para mim que a greve vos vai sair cara...
quinta-feira, abril 07, 2011
Recebi para aí 27 mails a perguntar que tal eram os MBT que usei na caminhada da APAV, a semana passada. Ao que parece, há muita gente curiosa e a querer saber mais, nomeadamente sobre os supostos benefícios. Fui ler um bocadinho mais sobre o assunto, e diz que os ténis foram inspirados na forma de andar das tribos Massai, para dar a sensação que se anda descalço na areia. Hmmmmm.... pois... não senti cá nada disso da areia, muito menos de andar descalço. O que sei é que fiquei cheia de dores nos músculos das pernas, o que deve ser bom. Mas pronto, ainda não os usei vezes suficientes para poder fazer um grande estudo científico sobre a coisa. Ao princípio achava os ténis um pavor, por isso escolhi o modelo mais discreto e mais desportivo, mas agora já há uns modelos fofinhos, com cores mais de menina. Enfim. Vou ver ser os uso com mais frequência. Se o rabo começar a diminuir eu aviso.
Oh, vida...
quinta-feira, abril 07, 2011
Não sei se a TVI fez de propósito, mas eu achei muita graça à preocupação do nosso (quase ex) Primeiro em saber qual era o lado que mais o favorecia. Do género "de que lado é que é mais fácil dizer aos portugueses que vai ser preciso recorrer à ajuda externa, depois de ter andado uma vida a dizer que não, que isto estava a correr tudo às mil maravilhas?". Pois. Más notícias. Acho mesmo que a única forma que o queremos ver é pelas costas.
Home, sweet home!
segunda-feira, abril 04, 2011
O meu pai nunca me disse, mas acho que sempre teve um grande desgosto por eu morar numa casa arrendada. Tenho para mim que lhe parti o coração. Homem da velha guarda, sempre achou que não há nada como termos "a nossa casinha". Acho que é aquela coisa tipicamente portuguesa do sentimento de propriedade. Do género, antes dever ao banco do que a um senhorio. Por isso, quando este fim-de-semana lhe disse que vamos começar a procurar casa para comprar, percebi que ficou mais contente do que se lhe tivesse anunciado uma gravidez. Pela parte que me toca, nunca me fez confusão morar numa casa arrendada. A renda é porreira, os senhorios são cooperantes, e somos completamente apaixonados pela casa. Temos o melhor de dois mundos: uma casa linda e que não dá chatices (quando dá, o senhorio resolve). Mas temos noção que não é para sempre. Que o contrato é limitado. Que um dia os senhorios vão voltar lá de longe para o seu T5 solarengo. E que nós, inevitavelmente, vamos ter de procurar outro sítio para sermos felizes. Por isso, e porque já somos pessoas crescidas e porque dá um ar sério ter casa própria, começámos a nossa busca. Decidimos comprar uma casa antiga e remodelá-la, para que fique mesmo como queremos (e porque uma casa nova no centro de Lisboa é para esquecer). Não queremos sair das Avenidas Novas, gostamos da zona, temos tudo ali à mão e é um bairro porreiro. Hoje fomos ver duas bem catitas. Quer dizer, podem vir a ficar catitas, porque para já são apenas dois (grandes) ninhos de ratos, meio escavacados. Mas depois de uma intervenção à Querido, Mudei a Casa, podem ficar para cima de espectaculares. Posto isto, se alguém tiver dicas daquelas mesmo, mesmo boas, é favor partilhar. Tipo, um sítio muito bom em Figueiró dos Vinhos para comprar tintas, ou uma casa em Carrazeda de Ansiães com materiais de construção ao preço da chuva, ou uma tia-avó que é muito boa em decoração, ou um electricista que trata do recado em três tempos. Todos os conselhos são úteis. Pelo sim, pelo não, vou já tratando de me abastecer de comprimidos para os nervos, que cheira-me que vou precisar.
E prontinho
segunda-feira, abril 04, 2011
O Porto ganhou e mereceu. E eu, que já sabia que ia dar nisto, preferi deixar o meu cativo livre e fui mazé ver B Fachada ao Maria Matos. Bem bonito.
sexta-feira, abril 01, 2011
Eu percebo as greves (bem, algumas). E acho que a malta tem todo o direito a manifestar-se e a zelar pelos seus direitos e interesses. Mas gostava que alguém percebesse que eu e outros milhares de pessoas pagamos um passe mensal. E que já não há quem aguente tanta greve do metro e da Carris. Para a semana o metro volta a fechar por duas manhãs (dias 5 e 7) e, como é hábito, os autocarros vão vir à pinha. E o mais provável é que eu tenha de ir a pé para o trabalho, novamente. Não é que não me faça bem, mas já que paguei pelo metro, dava-me jeito poder usá-lo. Já perdi a conta às greves de transportes que houve nos últimos tempos e, tanto quanto sei, não há qualquer espécie de reembolso para os clientes lesados. Se há, avisem-me, que eu reclamo tudo o que for preciso.
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