Chegaram os biquínis novos da Trapos & Bugigangas. O que me relembra que tenho de continuar a correr como se não houvesse amanhã. Isto vai ao lugar!
quarta-feira, março 30, 2011
Ele há coisas! Na ModaLisboa usei exactamente este conjuntinho, mas em cores diferentes. A minha camisa era azul e preta e a saia era verde. Hoje descobri esta pequena, de um blog americano, com as mesmas peças. E agora fiquei vidrada na saia em cor-de-rosa. Damn it! Será que ainda a consigo desencantar?
Oh, my Hoss!
segunda-feira, março 28, 2011
A Hoss Intropia, que é uma das minhas marcas preferidas na vida, convidou-me para fazer três coordenados com peças da nova estação. Uma missão quase impossível, visto gostar de tudo e me apetecer estacionar um camião TIR à porta e assaltar a loja em seguida (caso isto venha mesmo a acontecer eu juro que não tive nada a ver, hã?). Saí de lá cheia de vontade de ir arrumar tudo o que é roupa de Inverno e sair à rua de sandálias e vestidinho. Enfim, parece que ainda é cedo para tanto, não é? Ficam as sugestões, para nos irmos entusiasmando.
Este é o ano para apostar em calções, pequenada. Acho que se conseguem looks muito diferentes e não necessariamaente só para uma ida à praia. Estes são uns calções básicos de ganga, azuis, com uma lavagem muito clara. A camisa é de cair para o lado. Nas imagens não se percebe muito bem, mas as mangas são muito largas e fluídas, e o laço na cintura é a cereja em cima do bolo. É uma daquelas peças pelas quais se passa sem olhar duas vezes, mas quando a pus no manequim fiquei a babar para cima dela. No que toca a sapatos, escolhi dois: uns botins abertos, de cunha, e umas sandálias rasas (tãaaaaao fofinhas). Tudo depende da ocasião.
Agarrei-me a estas calças assim que os meus olhos bateram nelas, e não mais as larguei. São absolutamente maravilhosas (também há em bege, mas este azul é qualquer coisa). Imaginei um look de dia-a-dia, para trabalho. Primeiro experimentei um camiseiro branco, com apontamentos de renda, mas depois achei que ficava muito normalzinho e sem graça e preferi este top com o laço preto, que é um amor.
Por fim, uma coisa mais descontraída, para dar umas voltas ao fim-de-semana. O colete é uma peça muito bonita e que fica lindamente com um top básico, e as calças acetinadas (que há numa data de cores) são super versáteis e confortáveis. Uma vez mais, optei por umas sandálias rasas, mais práticas, e umas de cunha (que eu bem sei que toda a gente gosta de se elevar uns bons centímetros).
E foi isto. Gostei muito de andar a fazer experiências com a roupa, a vestir e a despir manequins (ganhei um novo respeito por quem tem de vestir manequins, pesam comó raio). Havia mil outras hipóteses, mas pronto. Quem quiser ver mais peças vai ter mesmo de passar pela loja (R. Castilho, 59D). Vale a pena.
domingo, março 27, 2011
Hoje foi dia de Corrida da APAV (eu avisei com antecedência, se não foram é porque não passam de umas lontras). Como não sabia se era menina para fazer os 10kms a correr, optei pela Marcha das Famílias (3,5 kms para lá e outros tanto para cá), e lá fui eu, descansadinha da vida. Como a ideia era só andar, lembrei-me de ir aos arquivos buscar os meus MBT, que não saíam de casa há meses e meses. Acho que até já tinham perdido a esperança de alguma vez voltarem a ver a luz do dia, coitados. A verdade é que nunca tinha andado tanto com eles na vida, e os 7kms de hoje deixaram-me com umas dores de músculos que parecia que tinha acabado de correr uma maratona. Diz que a sola, por ser toda croma, acciona partes do corpo que uma pessoa nem sabe que tem, e hoje tive a prova disso. Sentia as pernas duras e, por momentos, acreditei que toda a massa gorda se tinha evaporado e transformado em musculatura da boa. Afinal parece que não, mas pronto, nada como ir tentando. Dia 10 de Abril, corrida do Glorioso SLB. Alguém alinha?
Sou apartidária
quinta-feira, março 24, 2011
Serve a afirmação acima para justificar o que vem de seguida e para me pouparem a frases feitas, do género “só dizes isso porque és de direita” ou “só dizes isso porque és de esquerda”, ou ainda um “tu queres é tacho”. Desde que voto, o meu espectro eleitoral já foi do PSD ao PC. Mais do que votar em partidos, voto em pessoas, em características, em personalidades. Inocente? Talvez, mas cada tem um o seu critério de votação e este é o meu. Não sinto devoção para com nenhum partido, não acho que só por ser PS ou PSD então é brilhante, não tenho paixão por um partido como tenho por um clube. E ainda bem, que paixão e política são coisas que não combinam. Ontem assisti com alguma incredulidade ao discurso de vitimização do PS. Desde o Kalimero que não via alguém a sentir-se tão injustiçado com a vida. Cheirou-me a chantagem da grossa, que é coisa que me dá enjoos tão violentos como os que as grávidas devem sentir. Para o Engº Sócrates e para o PS em geral, agora é que a crise vai começar. Agora é que o caldo entornou de vez. Agora é que o País vai por água abaixo. E a culpa é de quem? Da oposição, claro, esses malandros que lhes tiraram o brinquedo das mãos (e por brinquedo leia-se o poder). A palavra que mais ouvi ontem foi "responsabilidade". Mas uma responsabilidade que se sacode para cima dos outros, em vez de se assumir como nossa. Agora é que a crise vai começar? Mas, esperem lá, não estávamos já em crise? Ou tudo correu bem nos últimos anos de governação PS? Só ontem, depois do chumbo do PEC no Hemiciclo, é que o país entrou em crise? Jorge Lacão, ministro dos Assuntos Parlamentares, dizia em entrevista à TSF (com um tom que parecia que ia começar a distribuir tabefes a qualquer altura), que a crise era "totalmente responsabilidade da decisão da oposição em vetar o PEC". Oi? Perdão? É que eu ia jurar que já há uns meses (anos?) que andávamos a ouvir falar de crise. E da possível entrada do FMI. E das taxas de rating. E do endividamento. E dos cortes em tudo e mais alguma coisa. E por isto tudo, ninguém se responsabiliza? Quantos mais PECs era suposto a oposição aceitar para evitar o inevitável? Põe-se o ónus da culpa nos outros, para não termos de dizer que a culpa também é nossa, numa atitude completamente autista. Senti que me estavam a deitar areia para os olhos, a tratar por estúpida: "Atenção, portugueses, que a culpa não é nossa que temos estado a governar o País nos últimos seis anos. Não! O País vai começar a afundar-se e a culpa é destes senhores da oposição que não nos deixaram continuar a fazer o nosso trabalho, que estava a ser para cima de exemplar! Um mimo de governação! Por isso, não vão em cantigas e votem de novo em nós, para podermos continuar o que começámos.". Ora, ide-vos todos fod*r, sim? Haja falta de tudo para se vir dizer que estava tudo a correr lindamente, que não ia ser preciso recorrer à ajuda externa, que o País caminhava no bom sentido. Mas só até ontem, claro, porque agora não há volta a dar. Foi a oposição, e mais ninguém, que lançou Portugal para o caos, por isso agora aguentem-se à bronca. Tenho pena que esta tenha sido a forma mais original que o Governo arranjou para tentar sair em alta. Não saiu. Fica-se só com a ideia que vivemos num imenso jardim infantil em que se aponta o dedo ao miúdo do lado quando se pergunta quem partiu a jarra. Mesmo que tenhamos os cacos na mão.
quarta-feira, março 23, 2011
A minha sala esteve em obras o dia todo. Até tenho medo de voltar para casa. Ao que parece, o senhor Marco teve de tirar TODOS os livros da estante para a conseguir empurrar para outro lado. São só centenas e centenas. Inspirar, expirar. A ver se é desta que arrumamos os livros por ordem (ui, tanta vontadinha).
Olha aí a casa para arrendar
quarta-feira, março 23, 2011
É um T2 muito jeitoso, fica no Bairro das Colónias, (na parte inglesa, na Penha de França) e a renda é de 700€ (negociáveis). Quem estiver interessado pode ver fotos e informações aqui. Não ganho comissão (agora que penso nisso, devia ganhar...), mas ajudo uma amiga a mudar-se para uma casa maior.
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