Com algumas dúvidas mas, sobretudo, com muita curiosidade. Quem não quer ser parvo não lhe vista a pele.
Corpinho Danone
quarta-feira, março 09, 2011
Ontem, pela primeira vez em trinta anos de existência, consegui correr meia hora seguidinha. Ia chorando de emoção, perante tamanho feito. Está certo que estou longe, muito longe de ser uma maratonista, mas festejei quase tanto como o Braga contra o Benfica (brincadeirinha, não me comecem a atirar bolas de golfe). Pode não ser grande coisa, mas há dois meses corria três minutos e achei que não ia passar daquilo. Chegar à meia hora é para lá de espectacular. Não sei se tem ligação directa, mas as últimas análises dizem que o colesterol baixou de 223 para 206, o que talvez queira dizer que as corridinhas me andam a fazer bem. E estou realmente apostada em ser uma pessoa mais saudávelzinha, mais não seja porque sou hipocondríaca, e saber que tenho excesso de gordura no sangue é coisa que me dá pesadelos com enfartes e AVCs. Ando a ver se bebo mais água, se como melhor (desde 1 de Janeiro que não toco em refrigerantes, o próximo passo, mais doloroso, é deixar os chocolates), se me mexo mais e, já agora, se perco dois quilitos, para voltar aos 55 e me sentir menos pançuda. E como um corpinho Danone é coisa que toda a gente quer (pick me, oh pick me), a partir desta semana, e durante os próximos quatro meses, vou ter uma crónica precisamente na novíssima página de Facebook da Corpos Danone. Às quartas dou uma dica de lifestyle, às sextas escrevo sobre os assuntos que se debaterem ao longo da semana (eu vou avisando, não se preocupem). Como a ideia é que o nosso corpinho vá ficando cada vez mais torneado e mais imune aos efeitos nefastos da gravidade, nesta página vão poder ter acesso a receitas saudáveis, dicas de exercício e - porque a nossa alegria também se faz disso - novidades de moda, cultura, restaurantes, lojas, etc e tal. Vamos lá, pequenada. Juntem-se à causa e vamos lá embora combater a letargia.
terça-feira, março 08, 2011
Se calhar a última coisa que me apetecia era enfiar-me no carro e atravessar a ponte. Era a chuva, era a neura, era a preguiça, era a vontade de ficar enrolada na mantinha quente do sofá. Era isso tudo. Mas depois fui. Só para, com mais uns quantos, entrar à socapa em casa da mãe da aniversariante, que esperava uma comemoração dos 31 anos bem mais pacata, só com a família e o cão (que também já é família). Mas não, fizemos uma entrada em grande, a desafinar os "parabéns" logo desde o átrio do prédio. E foi bom estar com malta do costume, gente com boa cabeça, boas conversas, bom humor. E comer rissóis, croquetes e uma fatia de bolo do Wolverine. É bom fazer coisas pelas pessoas, por mais parvas que sejam. Só para as ver felizes. Parabéns, Di. A mandar vir desde 1980.
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