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quarta-feira, novembro 11, 2009
Na parte de dedicatórias do meu livro, só há duas menções: uma ao meu irmão (que, como muitos sabem, outros não, já morreu) outra aos leitores do Pipoca. As dedicatórias são coisa séria, para a vida. No final, na última página, vêm então os agradecimentos, a amigos e familiares. A dedicatória, a parte mesmo importante, foi para os meus leitores. Porque eu sei o papel que tiveram e têm na minha vida. E aqui convém fazer uma distinção importante entre leitores. Vou lançar uma percentagem que, não tendo grande sustentação matemática, científica ou social, não deve andar longe da verdade:

70% de leitores que gostam muito, que lêem todos os dias, que me defendem com unhas e dentes, no matter what.
20% de leitores que gostam, lêem com frequência, mas não se abstêm de discordar daquilo que eu penso e escrevo (e fazem bem). Leitores mais racionais que passionais, que podem ou não simpatizar comigo mediante o que eu escrevo nesse dia.
10% de perfeitos idiotas. Gente que só vem cá para chatear, para ser ofensiva, desagradável, lançar boatos, ser indelicada, dizer que odeia, atribuir-me todos os adjectivos possíveis e imaginários. Tal como disse, perfeitos idiotas, há que chamar a coisa pelos nomes (para além de pessoas extremamente mal intencionadas).

Ora alguns leitores (sobretudo muitos dos que se encaixam nestes últimos 1o%), tendem a ficar muito amofinados quando eu respondo torto a alguém. Que sou uma arrogante. Que não tenho poder de encaixe. Que não sei aceitar críticas. Que assim não vou longe. Pois. Eu sei que devem achar que é muito bonito comer e calar, e que era mesmo isso que eu deveria fazer. Mas quando se faz isso todos os dias, 40 vezes por dia, torna-se impossível. Para o tipo de comentários que eu recebo, elevem as mãozinhas aos céus por eu só me passar de quinze em quinze dias. Caso contrário, em vez de vestidos de noiva, levavam com posts diários a desancar nos perfeitos anormais que por aqui vão passando. Nunca deixei de publicar nenhuma crítica ou discordância. E, 97% das vezes, nem respondo. O que deixei de publicar foram mentiras, insultos, coisas tão descabidas que me deixam a pensar que há muita gente doente a ler este blog. Mas doente mesmo, acreditem.

Não me venham agora dizer que eu trato mal os meus leitores. Simplesmente, não nasci com vocação para santa, caso contrário estaria num qualquer convento a fazer compotas ou sabonetes artesanais. E, por isso, não podem estar à espera que eu vá acumulando ofensas e comentários infelizes e fique sempre calada, qual mártir. Infelizmente, aquela coisa de levar uma chapada e dar a outra face para receber outra... não é para mim. Por isso não engulo sapos ad eternum. Engulo alguns, muitos, demasiados, não todos. E quando tenho gente consecutivamente a dizer que não gosta, que isto já não presta, que tem espinhas, que tem gordura, que antes é que era giro (sobretudo, quando eu era mais infeliz, claro, que ninguém acha graça nenhuma à felicidade alheia), que agora é sempre o mesmo, e sempre nesta ladainha, e mimimimimi... a sério, aí têm de levar com a tal "arrogância", como lhe chamam. É que a menos que:
a) tenham feito uma promessa a um santo qualquer
b) sejam masoquistas
c) sejam estúpidos ao ponto de gostarem de gastar o vosso tempo num blog que odeiam
d) haja alguém a apontar-vos uma pistola à cabeça para que leiam o blog

... não estou a ver porque voltam. E mais, não estou a ver porque se sentem no direito de exigir. Meus bons amigos, isto é um blog, eu não sou a vossa médica de família, não vos presto qualquer tipo de serviço. Se quiserem, eu instalo o acesso pago no blog, e aí já podem dizer de vossa justiça. Até lá, ou bem que comem e calam, ou bem que se tornam mais espertos e vão ler outras coisas que gostem mais (olha, diz que o novo Saramago é bom, já vou a meio e estou a gostar. Leiam isso. E, se não gostarem, escrevam ao senhor Saramago e digam que no próximo livro querem que ele escreva sobre o preço escandaloso do abacaxi, em vez de religião, que já não podem com religião).

Os meus leitores, aqueles a quem eu dedico o livro, sabem que os meus textos mais "agressivos" não são para eles. São para aquele tipo de gente que não me interessa nada. Aquele tipo de gente que acha que tem algum poder sobre este blog. Aquele tipo de gente que diz, como li por aí, que lhes infernizo a vida com o que escrevo (eu não digo que só pode ser gente doente? Mas por acaso são obrigados a vir até aqui??? Não, são só maluquinhos), aquele tipo de gente que diz que me tornei famosa à conta do blog e que tenho de lhes agradecer de joelhos (famosa onde? Só se for na minha casa. Mas desde quando é que uma pessoa se torna famosa por ir meia dúzia de vezes à televisão ou aparecer na Caras?), que ganhei muito dinheiro à conta do blog (agradeço que me apresentem as cópias dos meus extractos bancários, já agora, porque não dei conta que lá tivessem entrado quantias jeitosas). Por favor, tenham juizinho nessas cabeças, vão estagiar com monges tibetanos, dediquem-se à renda de bilros, pratiquem um pilates pela manhã. Ou deixem, simplesmente, de ser idiotas. Se querem insistir na idiotice, ao menos depois aceitem que eu também vos ofenda e não se armem em copinhos de leite, "ai, que a Pipoca foi mal educada com os meninos, ai que nos tratou mal, ai que foi arrogante". Sendo que, no texto abaixo, nem sequer percebo onde é que houve a tal "má educação". Cambada de bambis, pá. Quando eu começar a ofender algumas pessoas com o tipo de ofensas que me fazem a mim, aí é que vão ver o é bom para a tosse. E agora vou procurar receitas de bacalhau.
terça-feira, novembro 10, 2009
"Vou-te ser sincera. Começa a ser um tremendo aborrecimento vir ao teu blog. Tipo, já vomito vestidos de noiva. Ok, já sei que vais dizer que é um blog pessoal e escreves sobre o que queres. Mas tendo em conta que conheceste o sucesso à custa de leitores como eu, que estavam habituados a um blog variado, com incursões inéditas, que não lembravam a ninguém, divertidissimas...devias escrever sobre outros coisas que não vestidos e casamentos. Ou começas a perder leitores"

As sábias e doutas palavras acima transcritas vêm de uma leitora (Catarina Paiva, creio) manifestamente desgostosa com os recentes conteúdos deste blog. Não gosta de vestidos de noiva. Não gosta, pronto. Ou gosta, mas está farta, ao ponto de já os vomitar. Já não aguenta digitar www.apipocamaisdoce.blogspot.com e deparar-se com vestidos de noiva. Também sabe que se trata de um blog pessoal (menos mal), onde o autor tanto pode postar vestidos de noiva como receitas de bacalhau. A mim deu-me para os vestidos. Não só porque torço o nariz a bacalhau como, imagine-se, vou casar. E, como tal, dá-me jeito falar de vestidos de noiva, e quintas, e convites, e igrejas, e véus e sapatos e alianças. Mais do que me dar jeito, dá-me gozo, diverte-me, ele há gostos para tudo. No entanto, alerta a atenta leitora, há que ter em conta que eu conheci o sucesso à custa de leitores como ela. Oh, vil Pipoca, que ousa morder na mão de quem lhe deu de comer. Vil Pipoca que lançou um livro não por aquilo que escreve, mas porque leitores como a Catarina tiveram a gentileza de vir até cá. E eu, que não era ninguém e, de repente, comecei a viver no meio do luxo, da opulência e da riqueza obtidas através deste blog, agora dá-me para escrever sobre vestidos. De facto, é preciso não ter vergonha na cara. Como posso eu defraudar os leitores que me pagam o salário ao fim do mês, que pagam uma fortuna para ler este blog e, como tal, têm todo o direito de comentar e exigir alterações no seu conteúdo? Mais um daqueles casos de pessoa a quem a fama e a riqueza lhe sobem à cabeça. Sim, porque entretanto enriqueci à conta deste blog, não vos tinha dito? E a quantidade de gente que me aborda na rua em busca de um autógrafo, de um beijinho, de uma foto? Tem sido uma loucura. E devo-o a leitores como a Catarina (que, não sou de intrigas, mas ainda não pagou a mensalidade de Outubro, vou ter de lhe negar o acesso ao blog). E deixa-me o aviso, em tom de fatalismo: "devias escrever sobre outros coisas que não vestidos e casamentos. Ou começas a perder leitores". Aaaaaaaaah! Nãaaaaaaaao!!! Perder leitores!!! E depois, vivo do quê???? Como vou ter pão para pôr na mesa aos meus filhotes?? Nãooo, tudo menos perder leitores. Até porque não imagino nada que me pudesse acontecer de pior. Dei voltas e voltas à cabeça, e nada: perder leitores é a maior desgraça que se pode abater sobre a minha vida neste momento.

Oh senhores, eu não sou o Saramago, não sou o Miguel Sousa Tavares, não sou o Dan Brown, não sou a Margarida Rebelo Pinto. Esses é que não podem perder leitores, para não levarem uma talhada no orçamento. Eu, em bom português, não sou ninguém. Só tenho um blog. E gosto de ter muitos leitores, pois claro. Mas gosto, sobretudo, de ter leitores que gostam de vir até cá. Os outros, que só vêm para chatear e confirmar todos os dias que não gostam do blog e que não há nada que lhes interesse, deixem-se ficar no vosso canto, leiam outras coisas, façam tricot, pratiquem ioga. Porque, caso contrário, só estão a engrossar o número de leitores deste blog (e são mesmo cada vez mais). E depois o blog fica mais conhecido e vocês zangam-se, e ficam irados, e libertam energias negativas e ficam feios.

Para os que gostam deste blog mas não gostam da temática casamentos, então é melhor não passarem por cá nos próximos meses (largos meses), porque vai falar-se muito disso por aqui. Pronto, estão avisados, depois não se queixem. Ora se este blog é pessoal e, logicamente, sobre a minha vida, ia agora deixar de falar do meu casamento, querem ver? Aí ao lado há toda uma lista de blogs bastante bons que eu recomendo. Vão-se entretendo com esses, pode ser? Depois eu ligo a dizer quando é que já podem voltar, com a segurança que não vão encontrar por aqui véus nem longas dissertações sobre as melhores facas para cortar bolos de noivas.
terça-feira, novembro 10, 2009
Só para vocês, leitores do meu coração, fiz uma espécie de worst of de vestidos de noiva. Muitos mais haveria com potencial para incluir esta lista, mas não temos espaço. E não se enganem, que estes vestidos não são todos da boutique Chiquita da Bobadela. Há por aqui muita marca conhecida. Enfim, é só para se divertirem um bocadinho, que a malta também precisa de alguma rambóia.






















































































































































































































































































































































































































segunda-feira, novembro 09, 2009
Pronto, já podemos voltar a falar do Benfica neste blog. E vai buscar.
segunda-feira, novembro 09, 2009
Por aqui oscila o meu gosto... haverá esquizofrenia aplicada a vestidos de noiva?






















































domingo, novembro 08, 2009
Queridas noivas e futuras noivas deste meu país:

Aquela coisa muito bonita e fantasiosa que sempre ouviram dizer sobre o vestido de noiva, que assim que experimentam o modelo que vos está destinado se ouvem sinos, que os anjos cantam no céu, que percebem que é aquele e não pode ser outro, que foi o destino que vos levou até ele, que é tudo com que sempre sonharam... esqueçam. É um mito. O vestido da vida não existe. Existem muitos vestidos, milhentos. 70% são para esquecer, 20% são giros/aceitáveis, e 10% são, de facto, muito giros. Sendo que, dentro dos muito giros, dificilmente se conseguirá eleger um como "o" mais giro de todos. Ou seja, entre os giros e os muito giros (que devem ser uns bons 100 vestidos entre todas as marcas existentes), há ali muita coisa para escolher. Sobretudo para pessoas como eu, que andam um bocadinho perdidas quanto ao estilo. Tirando os vestidos sereia (muito lindos, mas Deus deu-me ancas a mais para eu ficar bem numa coisa dessas), consigo imaginar-me com modelos muito variados: corte império, saia aos folhos, saia lisa, saia princesa, uma alsa, duas alças... até cai-cai eu já experimentei e gostei (eu, a mesma que tinha jurado que nunca na vida me apanhariam dentro de um vestido de noiva cai-cai). E depois ainda há aqueles modelos que uma pessoa pensava que nunca na vida, e depois experimenta e ahh..... se calhar (não, não estou a falar de vestidos do género daquele vermelho que pus ali em baixo, calma). Bom, tudo isto para dizer que entre o que já vi (e ainda não foi muito, acreditem), já tenho uns 3 ou 4 vestidos com os quais me imagino perfeitamente a casar. Todos muito diferentes entre si e com preços que vão dos mil aos mais de três mil euritos (o que deita por terra aquela coisa de que só nas lojas muito caras é que há coisas lindas. É mentira. As outras, as mais modestas têm MESMO de ser exploradas, porque encontram-se pérolas. Pronto, se calhar as da baixa dispensam-se, a menos que se procurem momentos de riso até às lágrimas). O que também não ajuda nada à escolha do vestido é ter sete madrinhas. Há vestidos que umas amam e que outras têm vontade de esquartejar, o que deixa uma pessoa a modos que confusa. Este fim-de-semana houve um que arrancou a unanimidade de quatro delas, mas tenho a certeza que alguma das outras (que não puderam ir) há-de torcer o nariz. Mas eu gosto muito das minhas madrinhas, continuo a querer ter sete, e ir ver vestidos com elas é, muito provavelmente, uma das partes mais divertidas disto tudo. Sinto-me mais ou menos como nos Ídolos (sendo que elas são menos brutas, é um facto).
Mais complicada está a escolha do sítio. Este fim-de-semana encontrámos o lugar perfeito e... está esgotado TODOS os sábados de 2010 (ao ponto de termos considerado casar a um domingo, mas passou-nos depressa a ideia, foi só uma loucura momentânea fruto do desespero). Também fomos a uma daquelas quintas mais "tradicionais", mas quando o senhor nos falou em corte do bolo com fogo de artifício (e ficou ligeiramente ofendido por termos sugerido que não era bem essa a nossa ideia), percebemos que a coisa não é mesmo por aí. A busca continua.
quinta-feira, novembro 05, 2009
De facto, isto de ver vestidos de noiva tem muito que se lhe diga. Por isso, de quando em vez, vamos ter aqui a rubrica "até pode ser que sim vs. nunca na vida, só se estivesse maluquinha". Ficam os primeiros exemplares:


Até pode ser que sim


























Nunca na vida, só se estivesse maluquinha (ou se fosse a Floribela)


quinta-feira, novembro 05, 2009
Boletim da noiva #2

A semana passada fui, pela primeiríssima vez, experimentar vestidos de noiva. Eu bem sei que ainda falta muito, mas tanto tenho gente a dizer-me que basta ir ver do vestido uma semana antes da boda como gente a dizer que já começa a ficar apertado. Por isso, e porque também queria ter uma ideia dos modelitos e dos preços, lá fui eu. Eu, duas madrinhas e uma amiga (as outras madrinhas estão a um passinho de entrar para a lista negra das madrinhas). E aquilo é uma emoção, é mesmo à filme, não é mito. A pessoa enfia-se numa salinha, o resto da malta fica lá fora, sentadinha, e depois eis que se abre a cortina e.... txaraaaaaaaaaaaaan, lá estava eu, vestida de noiva. As minhas madrinhas são umas chatas porque, basicamente, gostaram de todos os vestidos que experimentei (e ainda foi para aí uma dúzia deles). Pronto, conseguimos chegar a um top três, mas não foi fácil (sobretudo porque fiquei com os três mais caros, raiosmapartam). A senhora da loja também não ajudava muito à festa. Que ficava tudo óptimo, lindo, e maravilhoso. Enfim, quer vender, eu percebo, convém massajar o ego da noiva. Até que me veio de lá com um véu de 800€, e aí eu tive de lhe explicar que era capaz de ser um bocadinho demais. Que 800€ era o valor que eu gostava de pagar pelo casamento TODO. Ora foi esse mesmo véu que pôs as duas madrinhas e a amiga em lágrimas. Coisas que eu tinha proibido expressamente que fizessem. Mas pronto, as miúdas não resistiram à combinação eu+vestido de noiva+véu, e vá de derramar lágrimas. Só a mim. Bom, no final disto tudo houve um vestido claramente vencedor. Já lá voltei com a minha mãe, e também foi o que ela mais gostou. Mas a busca ainda agora começou, e eu não me rendo à primeira. Até porque continuo na esperança de encontrar um vestidinho simples e modesto aí por uns 30€. Amanhã vou encontrar-me com uns senhores estilistas da nossa praça, de quem gosto muito. Só mesmo para sonhar um bocadinho. Diz que os vestidos não são estupidamente caros, mas eu desconfio sempre de tudo o que seja exclusivo e leve a assinatura de gente conhecida. Entretanto, sábado há nova prova, noutra loja, mas acessível ao comum dos mortais. E ai da madrinha que não compareça!

Quanto a sítios para a boda propriamente dita... bem, já fomos a um museu, a uma adega, a um hotel, e no fim-de-semana segue-se uma discoteca e uma quinta. Ao menos não podem dizer que não somos pessoas versáteis. Duas pré-reservas já estão feitas, por isso nem tudo está perdido. Passo a vida a comparar orçamentos, é um inferno. O que tem bolo de noiva não tem decoração, o que tem decoração não tem música, o que tem música não tem bebidas, o que tem bebidas não tem sobremesas, o que tem sobremesas é feio... moral da história: o sítio perfeito não existe, por isso há que fazer muitas continhas e tentar não enlouquecer. Vou tentar. Não prometo.
segunda-feira, novembro 02, 2009
Pronto, a proposta foi tentadora e eu não resisti. Pensei muito, não foi fácil... mas estou na Playboy.

domingo, novembro 01, 2009
Boletim da noiva #1

A semana que passou não foi (nada) fácil para ir actualizando o estaminé, mas a verdade é que a boda já avançou alguma coisinha. Pouca, mas alguma coisinha. Um dos grandes momentos foi o convite às madrinhas. Achei que ter só uma madrinha e um padrinho era pouco, por isso, e como uma pessoa só se casa uma vez (em príncipio), quis fazer a coisa em grande e tenho SETE madrinhas. Todas elas, à sua maneira, especiais. Convidei-as para virem jantar cá a casa, preparei uma mesa linda e maravilhosa para nos enchermos de sushi e, antes de começarmos, entreguei um pequeno envelope a cada uma delas. Lá dentro, uma mensagem diferente para cada uma, mas com uma pergunta em comum: QUERES SER MINHA MADRINHA DE CASAMENTO? E pronto, houve muito beijo, muito abraço, muito nervosismo, ai meu Deus, que nunca fui madrinha, e o que é que é preciso fazer e por aí a fora. Findo o sushi, começou a primeira tarefa: analisara catálogos de vestidos de noivas. E foi aí que me arrependi da escolha: as miúdas são esquisitas comó raio, exigentes, os vestidos que eu gostava elas odiavam, e este faz-te anca, e este faz-te rabo, e este é uma alface, and so on, and so on. Não percebo muito de etiqueta, mas desconfio que ainda vou a tempo de as destituir do cargo, não?

Por outro lado, penso em maneiras mais giras de me vingar. Coisa simples. Tipo obrigá-las a irem todas de vestido salmão e com um mega laço no rabo. Parece-me giro.

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