Contra-informação
TVI: "Os dois sequestradores foram abatidos pela polícia"
SIC: "Acabo de ver os dois sequestradores a entrarem para a ambulância"
E depois, vai-se a ver, e nem uma coisa nem outra. Raça de jornalismo.
quinta-feira, agosto 07, 2008
Cabrão do telemóvel, pá!
Hoje tive que informar a entidade patronal sobre o mau funcionamento do meu telemóvel. Fui adiando, adiando, porque sou uma pessoa que não gosta de dar despesa, mas o bicho anda há uns dois meses completamente possuído pelo demónio e não lhe vejo melhorias, bem pelo contrário. Ele é ter que estar sempre a desligá-lo e voltar a ligar para as mensagens caírem; ele é mensagens que chegam duas ou três semanas depois de mas terem enviado; ele é mensagens que não chegam de todo e gente a perguntar "olha lá, porque é que não respondeste à minha mensagem? Estás armada em parva, é?". Ora isto enerva-me. Porque gosto de uma comunicação que funcione a 100 por cento, porque começo a imaginar que me está tudo a passar ao lado, porque me sinto alheada do mundo. Saberá, porventura, a entidade patronal a quantidade de histórias de amor que já tiveram um fim trágico à conta duma mensagem que nunca chegou e que, por isso, nunca teve resposta? As amizades que já se perderam? As oportunidades de novos (e melhores) empregos que já passaram ao lado de muito boa gente, porque o telemóvel não tocou? Se o computador não funcionasse, tudo bem, eu percebia. Se não houvesse material de escritório, não seria eu a reclamar. Agora, o telemóvel? Ainda por cima o 96?????? Resolvam-me lá isto depressinha, sim?
Hoje tive que informar a entidade patronal sobre o mau funcionamento do meu telemóvel. Fui adiando, adiando, porque sou uma pessoa que não gosta de dar despesa, mas o bicho anda há uns dois meses completamente possuído pelo demónio e não lhe vejo melhorias, bem pelo contrário. Ele é ter que estar sempre a desligá-lo e voltar a ligar para as mensagens caírem; ele é mensagens que chegam duas ou três semanas depois de mas terem enviado; ele é mensagens que não chegam de todo e gente a perguntar "olha lá, porque é que não respondeste à minha mensagem? Estás armada em parva, é?". Ora isto enerva-me. Porque gosto de uma comunicação que funcione a 100 por cento, porque começo a imaginar que me está tudo a passar ao lado, porque me sinto alheada do mundo. Saberá, porventura, a entidade patronal a quantidade de histórias de amor que já tiveram um fim trágico à conta duma mensagem que nunca chegou e que, por isso, nunca teve resposta? As amizades que já se perderam? As oportunidades de novos (e melhores) empregos que já passaram ao lado de muito boa gente, porque o telemóvel não tocou? Se o computador não funcionasse, tudo bem, eu percebia. Se não houvesse material de escritório, não seria eu a reclamar. Agora, o telemóvel? Ainda por cima o 96?????? Resolvam-me lá isto depressinha, sim?
quarta-feira, agosto 06, 2008
Quem me tira o Correio da Manhã Vidas, tira-me tudo
"Toy reagiu de forma divertida aos rumores que dão conta que o cantor teria atitudes agressivas para com a namorada, Daniela (...) Confrontado com as acusações, Toy não resistiu em soltar uma gargalhada e garantiu que tudo não passava de mais um boato à volta da sua pessoa. "Cheguei agora de uma viagem aos Açores e a Daniela foi buscar-me ao aeroporto porque estávamos com muitas saudades. Não estamos separados e as únicas tareias que lhe dou, ela gosta", disse em tom de brincadeira (...)"
terça-feira, agosto 05, 2008
Queridos leitores,
Eu sei que apenas um ecrã nos separa, coisinha de nada. Eu sei que até parecemos todos amigos de longa data. Eu sei que até troco mails com alguns de vocês. Mas por favor, por favor, por favor, por favor, por favor, por favor, por favor (chega??): não me enviem pedidos de amizade no HI5. A Pipoca abomina o HI5. A Pipoca acha que é uma coisa farsolas. A Pipoca até já teve, há uns anos, mas foi uma época que passou, e o que lá vai, lá vai. Por isso não levem a rejeição a peito. Não quero ver mágoa nesses olhos, não quero ver dor nesses corações, não quero ver carinhas de cachorro abandonado e pontapeado logo de seguida. É só mesmo porque eu não tenho Hi5, e também não são os meus queridos que vão fazer com que eu passe a ter. Amigos como sempre?
Eu sei que apenas um ecrã nos separa, coisinha de nada. Eu sei que até parecemos todos amigos de longa data. Eu sei que até troco mails com alguns de vocês. Mas por favor, por favor, por favor, por favor, por favor, por favor, por favor (chega??): não me enviem pedidos de amizade no HI5. A Pipoca abomina o HI5. A Pipoca acha que é uma coisa farsolas. A Pipoca até já teve, há uns anos, mas foi uma época que passou, e o que lá vai, lá vai. Por isso não levem a rejeição a peito. Não quero ver mágoa nesses olhos, não quero ver dor nesses corações, não quero ver carinhas de cachorro abandonado e pontapeado logo de seguida. É só mesmo porque eu não tenho Hi5, e também não são os meus queridos que vão fazer com que eu passe a ter. Amigos como sempre?
segunda-feira, agosto 04, 2008
Saldos, sweet saldos...
Umas Melissa, trá lá lá, duas Melissa, trá lá lá, três Melissa, trá lá lá. E pronto, fiquei-me pelas três. Mais teria trazido, mas fui praticamente arrastada pelos cabelos para fora da loja. É que Melissas com 70% de desconto não se encontram todos os dias, meus queridos leitores. Três parzinhos pelo preço de umas. Nem no Brasil tinham ficado tão em conta (as desculpas que eu dou a mim mesma para justificar o facto de ter açambarcado três sandálias duma só vez. Em compensação, não comprei rigorosamente mais nada nestes saldos, hã?).
Este post é dedicadíssimo à Muxy-Muxy, que vai casar e que, como eu, percebe a importância de ter umas Melissa nos pés. Beijinhos, muitos beijinhos!
segunda-feira, agosto 04, 2008
Ora então Santorini foi assim...
A coisa começou bem. Acabada de chegar do Algarve, estava eu a fazer as valises para Santorini quando.... "oh... meu... Deus... cadê o BI?". Ora o BI estava onde, onde, onde? No Algarve, isso mesmo. Isto teria sido giro se eu me tivesse dado conta uma semana antes. Mas não. Era 1 da manhã e o voo era às dez. Depois de avaliadas todas as hipóteses, a única solução foi ligar à pequena Leididi com uma proposta tentadora, que consistia em nada mais, nada menos, do que ir ao Algarve e voltar. Na mesma noite. Giro que se farta. E lá fomos nós por essa auto-estrada fora, com todo o sono do mundo a atacar-nos. Mas correu tudo pelo melhor e às sete e picos já estávamos a comer croissants em Campo de Ourique. Maravilha.
Quanto a Santorini (tirando os voos de avião, demoníacos, houve ali uma altura, a aterrar em Madrid para fazer escala, que eu achei mesmo que me restavam apenas uns escassos minutos de vida), foi bonito, bonito. Tirando ter lixado uma perna nas pedras da praia, ter passado um dia inteiro com um ouvido entupido e ter visto o meu lindo chapéu ser levado pelo vento para umas ravinas inatingíveis. Santorini é assim um pequeno paraíso grego. A contrastar com Atenas, eleita unanimemente por todos os participantes desta viagem como a cidade mais feia do planeta. É uma espécie de Líbano com Bangladesh, mas pior ainda, se possível. Mas voltando a Santorini: tem burrinhos, montes deles (um dos meus bichos preferidos), tem casinhas brancas (só tem casinhas brancas), tem mar que nunca mais acaba (e bem mais morno que o nosso), tem saladas bem boas, tem iogurtes gregos com mel, tem muita família e casal meloso, tem dois homens giros e por quem suspirámos (por um deles eu ficava lá para sempre, era ele querer), tem o nosso Kalimero (o carro que alugámos e que deu 300 voltas àquela ilha), tem tudo o que os postais prometiam e muito mais. Ficam algumas das centenas de fotos tiradas. Só para amostra.








A coisa começou bem. Acabada de chegar do Algarve, estava eu a fazer as valises para Santorini quando.... "oh... meu... Deus... cadê o BI?". Ora o BI estava onde, onde, onde? No Algarve, isso mesmo. Isto teria sido giro se eu me tivesse dado conta uma semana antes. Mas não. Era 1 da manhã e o voo era às dez. Depois de avaliadas todas as hipóteses, a única solução foi ligar à pequena Leididi com uma proposta tentadora, que consistia em nada mais, nada menos, do que ir ao Algarve e voltar. Na mesma noite. Giro que se farta. E lá fomos nós por essa auto-estrada fora, com todo o sono do mundo a atacar-nos. Mas correu tudo pelo melhor e às sete e picos já estávamos a comer croissants em Campo de Ourique. Maravilha.
Quanto a Santorini (tirando os voos de avião, demoníacos, houve ali uma altura, a aterrar em Madrid para fazer escala, que eu achei mesmo que me restavam apenas uns escassos minutos de vida), foi bonito, bonito. Tirando ter lixado uma perna nas pedras da praia, ter passado um dia inteiro com um ouvido entupido e ter visto o meu lindo chapéu ser levado pelo vento para umas ravinas inatingíveis. Santorini é assim um pequeno paraíso grego. A contrastar com Atenas, eleita unanimemente por todos os participantes desta viagem como a cidade mais feia do planeta. É uma espécie de Líbano com Bangladesh, mas pior ainda, se possível. Mas voltando a Santorini: tem burrinhos, montes deles (um dos meus bichos preferidos), tem casinhas brancas (só tem casinhas brancas), tem mar que nunca mais acaba (e bem mais morno que o nosso), tem saladas bem boas, tem iogurtes gregos com mel, tem muita família e casal meloso, tem dois homens giros e por quem suspirámos (por um deles eu ficava lá para sempre, era ele querer), tem o nosso Kalimero (o carro que alugámos e que deu 300 voltas àquela ilha), tem tudo o que os postais prometiam e muito mais. Ficam algumas das centenas de fotos tiradas. Só para amostra.








Subscrever:
Mensagens (Atom)









