Uma das resoluções de ano novo foi desinstalar o Facebook do telemóvel. Já tinha falado sobre isso, que andava a ficar nervosa com o excesso de tempo que as redes sociais me consumiam, por isso a 1 de Janeiro o Facebook saltou do iPhone. Não saltou da minha vida, não apaguei a conta, caaaaaaalma, baby steps, mas a verdade é que passo lá agora muito pouco tempo. Não tenho, nunca tive, pachorra para estar a percorrer o mural do Facebook no computador, era uma coisa que fazia essencialmente no telemóvel, nos tempos mortos, ou quando ia para a cama, por isso agora ando por lá cinco ou dez minutos por dia, e está mais do que bom. Problema: demoro mais tempo a perceber as polémicas do momento. Geralmente, tem de ser alguém a perguntar-me "viste não sei quê?", ou algum leitor a enviar-me um mail a perguntar se posso comentar não sei que assunto. Só assim é que percebo que há nova escandaleira no pedaço.
E é por isso que só hoje trago até este humilde lar o tema "Super Nanny". Para quem, como eu, também tem vivido numa realidade paralela, "Super Nanny" é o novo programa da SIC, estreado na segunda-feira. E consta do quê?


