Pub SAPO pushdown

Vai dar (quase) ao mesmo #3

segunda-feira, setembro 30, 2013
Givenchy 850€

Primark 12€

Perdida de amores... #2

segunda-feira, setembro 30, 2013
... por este kit da Adidas. Agora que voltei às corridas e, dentro em breve, também ao ginásio, preciso desesperadamente disto para me alegrar os dias. Tenho a certeza que toda em tigresse até corro mais!




Bebés aos molhos

segunda-feira, setembro 30, 2013
De repente, não sei se por solidariedade, toda a gente à minha volta começou a ter bebés. Só este ano, foram assim quatro amigas próximas que trouxeram criancinhas ao mundo (beijinhos para a Beni, para a Alice, para o Manel e para a Amália, os rebentos mais giros de 2013 a par, claro, de pequeno Mateus). Porque é que isto é bom? Bem, em primeiro lugar, porque são pessoas de quem gosto muito, muito. Em segundo, porque o Mateus vai ter muitos amigos e amigas da idade dele para se entreter. Posso combinar programas com as minhas amigas e os miúdos brincam uns com os outros. Seguramente também andarão à chapada (faz parte), e também é possível que venham a namorar uns com os outros daqui a muiiiiiiiiiiiitos e bons anos, mas não quero pensar neste cenário para já. Limitem-se às chapadas. Entretanto, a minha melhor amiga (e madrinha de casamento e do Mateus) também anunciou a sua gravidez há pouco tempo, o que me fez saltar de alegria na cozinha. Porquê na cozinha? Porque foi o sítio mais giro que ela encontrou para me dar a novidade. Entra-me pela cozinha, onde estávamos a fazer amêijoas para petiscar, e sai-se com um "eu não posso comer amêijoas que estou grávida". Hein? O quê? Como? Uma pessoa está ali a orientar-se entre tachos e panelas e recebe uma notícia desta grandeza assim, com cheiro a refogado. Inesquecível. Mas pronto, vem aí mais um menino e eu não podia estar mais feliz com isso. Gosto dela como se fosse minha irmã, é a melhor pessoa que conheço, a mais fofinha, já morámos juntas fora deste nosso Portugal, é raro passarmos um dia sem sabermos nada uma da outra, trocamos mensagens por tudo e, sobretudo, por nada, e sei que os nossos filhos serão amigos para a vida. Terão de ser, não têm outro remédio (mesmo que não se curtam muito vão ser obrigados). Para além deste, há pelo menos mais quatro bebés já no forno para 2014 (beijinhos InêsOS, CristinaM e Sucas!), toda uma alegria. Quanto a vocês não sei, mas os meus amigos têm contribuído bastante para o aumento da natalidade em Portugal. De repente, e sem darmos conta disso, tornámo-nos naquelas pessoas espaçosas, que chegam a qualquer lado e precisam de juntar quatro mesas para poderem enfiar todos os carrinhos, e ovinhos, e cadeiras de bebé. E já andamos a pensar em férias conjuntas, para nos organizarmos melhor com os miúdos. Tudo isto é mau? Não, é só diferente, uma nova etapa. E acho mesmo que ter vários casais à nossa volta com filhos ajuda bastante à sanidade mental de todos.

(Aproveito para mandar um beijinho para o Rio de Janeiro, onde a Carol nasceu há poucas semanas, um outro aqui mesmo para Lisboa, onde nasceu o Vasco, e um para Aveiro, onde nasceu o João. Eu não digo que isto é só bebés?)

Primeiras impressões da Casa dos Segredos

segunda-feira, setembro 30, 2013
- Os poucos concorrentes que não se enrolaram uns com uns outros fora da casa vão, seguramente, enrolar-se lá dentro;
- Todas as concorrentes parecem ter usado vestidos dois tamanhos abaixo do suposto;
- As madeixas californianas estão para a Casa dos Segredos 4 como as Jeffrey Campbell da Seaside estavam para a Casa dos Segredos 3;
- Há um concorrente com um problema na fala que só consegue dizer "tipo". "E, tipo, fui, tipo, pró Algarve, tipo, e tipo, ela, tipo, estava com um tipo, tipo, e eu fui, tipo, ter com ela, tipo, e disse, tipo, fogo, tipo"
- Há outro concorrente que diz, com orgulho, ser o único modelo de passerele do distrito de Castelo Branco e o melhor jogador de futebol de Belmonte;
- Há outro concorrente que diz, orgulhoso, já ter andando com sete mulheres ao mesmo tempo;
- Há outro concorrente que diz que ambiciona dormir com as "babies" todas (a expressão "babies" é mesmo dele);
- Há uma concorrente que se acha a Paris Hilton da Trofa e que vai gastar as reservas mundiais de  água para conseguir tirar toda a maquilhagem que pôs em cima;
- Há outra concorrente que quer provar que há pessoas inteligentes na Casa dos Segredos, que é conhecida por Ana Malhoa na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra (promissor) e que já deu fogo à casa (à dela, não à dos Segredos);
- Há concorrentes que sentem falta de um bidé na casa porque gostam de se "lavar por baixo"
- Todos dizem ser super frontais, e dizem tudo na cara, e odeiam falsidades, e estão prontos para a porrada;

Vai ser óptimo, como sempre.

Os Anjos Não Comem Chocolate

sexta-feira, setembro 27, 2013


Ontem fui comprar este livro para dar à minha mãe, mas já sabia que não ia resistir a lê-lo também. E assim foi. Peguei-lhe já passava da meia-noite e e só parei às quatro da manhã, quando virei a última página. E fiquei assim. Com um aperto do tamanho do mundo que me obrigou a tirar o Mateus da cama só para o estrafegar um bocadinho. O livro conta a história de vários pais que perderam filhos e é um valente murro no estômago. Eu não sei o que é perder um filho, isso não sei e peço a Deus para nunca ter de vir a saber, mas vi os meus pais perderem um e o quanto isso os vai matando aos bocadinhos. Foi há 14 anos, mas não passa. Há dias melhores, há dias piores, mas não passa. Quanto a mim, desenvolvi uma relação estranha com a morte, um misto de terror com fascínio, não sei explicar. E foi por isso que este livro me tocou tanto ao ponto de ainda agora ter o estômago contraído. Talvez por já ser mãe. A dor daqueles pais é uma coisa absolutamente indescritível e está escrita de uma forma impressionante. Acho que a maioria dos autores não sabe escrever sobre sentimentos sem cair em lamechices, pirosadas e sensos comuns. Tenta sempre envolver-se a coisa para que fique tudo mais velado, mais bonito. Aqui não. A dor é aquilo, é a forma como aqueles pais (todos eles ligados à associação A Nossa Âncora, que entretanto fechou) a descrevem, de forma crua e sem rodeios. A jornalista Andreia Sanches, em jeito de reportagem, captou muitíssimo bem a história de cada um daqueles pais e de cada um daqueles filhos. E por isso hoje, mesmo sem a conhecer de lado nenhum, enviei-lhe uma mensagem. Gastamos (sim, todos nós) tanta energia e tanto tempo a falar mal do trabalho dos outros, às vezes também podemos usar esse tempo e essa energia para falar bem, elogiar. O livro não é nada fácil de digerir. Para mães um bocadinho mais neuróticas (como eu) é até capaz de ser desaconselhável, porque depois daquilo vão querer proteger os filhos de todos os perigos do universo, o que é humanamente impossível. Há acidentes, há doenças, há imprevistos, há tanta coisa que foge ao nosso controlo. Mas também é um livro que nos tira da nossa zona de conforto e nos faz pensar em muita coisa. Boa e má. Se tiverem estofo leiam. É duro, mas vale muito a pena.

Sonso!

sexta-feira, setembro 27, 2013
Javi, Javi, Javi... com que então vais ser pai, não é? Muito bem, muito bonito. Viste-me a ser mãe, não aguentaste, e vá de fazer um filho a outra. O que não inventas só para me fazer ciúmes, seu traste.  Gostava de ser como a Adele e dizer que só te desejo o melhor, mas não. Estaria a mentir. Desejo que durante a gravidez da tua senhora engordes mais quilos do que ela. E que o puto te dê más noites, para que os teus lindos olhos sejam ocupados por olheiras até ao pescoço e para que fiques a parecer um urso panda. E que, quando a criança tiver os seus quatro ou cinco meses, te comece a cair o cabelo, como acontece às mães. E sabes o que é que te desejo mais, sabes sabes sabes? Que o miúdo seja do Sporting, que é o pior que uma pessoa pode ver acontecer a um filho. Não, pior mesmo é vestir-se na Desigual.

Partiste-me o coração.

Já não és o meu menino.


Adeus

(sintam-se à vontade para me enviar chocolates e kleenex. Estarei de cama nas próximas semanas)

Blog meu, blog meu, haverá comentador mais parvo do que o meu? #17

quinta-feira, setembro 26, 2013
Uma das rubricas que mais me pedem que regresse ao blog é a do comentador parvo, que animou este estaminé durante largos meses. Tempos bons esses em que uma pessoa dava umas boas gargalhadas e descomprimia um bocado com a parvoíce alheia. Era assim mais ou menos como fazer ioga ou pilates, uma pessoa li aquilo, comentava e parece que tirava 20 quilos de cima. Mas a parvoíce não acabou, não se pense. Muito pelo contrário, é raro o dia em que não sou brindada com pequenas pérolas que são um verdadeiro deleite para a alma. Mas como acho que parvoíce atrai parvoíce (de certeza que há um qualquer estudo científico a comprová-lo), deixei-me disso. Com alguma pena, confesso, porque os anónimos tresloucados superam-se, nasceram para isto, é um talento, uma arte, uma coisa que lhes sai da alma sem esforço. Mas pronto, regra geral limito-me a dar uso ao botão delete, algo que faço com bastante destreza e prazer. Não há nada mais giro do que pensar que alguém perdeu tempo da sua vida a tecer comentários enoooormes e odiosos e que aquilo vai directamente para o lixo. Basta ler a primeira frase para perceber o tom, nem é preciso ler mais. Tufas, delete! Mas bom, depois há um ou outro assim tão pateta que entra no campo da fofinhice. Como o que deixaram recentemente no blog do meu homem. Um anónimo (clarooooooo) que ameaçava ir fazer queixa à Segurança Social pelo facto de o homem estar de licença de paternidade mas ir semanalmente à CMTV fazer comentários. Uhhhhhhhhhh, o grande malandrão! Pensa uma pessoa que se casou com uma pessoa honesta e afinal, vai-se a ver, e partilha a cama com um pelintra. Decididamente, há gente com demasiado tempo livre entre mãos, então depois dá-lhes para estes pensamentos, para esta vontade de fazer justiça e pôr tudo em pratos limpos. Podiam ir fazer voluntariado, podiam aprender ponto cruz, podiam comprar aquelas revistas de culinária e afogar as suas mágoas numa nova receita (enquanto engordam não chateiam), mas não. Querem mesmo é andar a saltar de blog em blog a indignar-se com a vida dos outros. Enfim. Eu podia aqui dissertar sobre o lado pidesco da coisa. Sobre o facto de alguém estar disposto a apresentar queixa de outro alguém que, creio eu, não conhece de lado nenhum mas como acho que todos vimos ao mundo com uma missão e a minha é ajudar o próximo, deixo aqui alguns conselhos a este anónimo fofinho:

1- Se é para ir para a Segurança Social, aconselho que vá pela fresquinha e que leve uma bucha para meter no estômago. Mas cedo mesmo, hã? Em vez de se deitar às tantas para ficar a ler blogs, tire o rabo da cama lá pelas três da manhã e rume à SS mais próxima. Vai encontrar uma fila para aí de 8 quilómetros, por isso leve um daqueles bancos que as velhotas usam nos concertos do Tony Carreira, que as varizes já não lhes permitem muitas horas de pé. Com sorte ainda consegue arranjar senha. Sim, porque as senhas da SS esgotam mais depressa do que os croissants do Careca ao domingo. É um ar que se lhes dá. E nem vale a pena pôr-se para lá a discutir com o segurança, dizer que é uma vergonha que às oito menos um quarto já não haja senhas, que é por isso que este país está como está, etc e tal. O mais certo é ele dizer-lhe para vir mais cedo da próxima vez. Ou não lhe dizer nada, que aquilo é gente que não prima pela simpatia e que todos os dias atura pessoas. Não há nada pior do que aturar pessoas, assim em geral. Se conseguir senha, então parabéns, mas não se esqueça que os funcionários fazem pausas para o pequeno-almoço, para o café a meio da manhã, para o café antes de almoço, para o almoço, para o café depois de almoço, para um lanchinho, e que para aí às três e meia já estão a arrumar os tarecos para se porem ao fresco. Se for atendido é uma sorte, deixe-me que lhe diga. Aproveite e resolva tudo o que puder, é um desperdício gastar uma ida à segurança social para tratar só de um assunto. Ah, e nada de levar uma criancinha ou a avó que sofre de reumático só para passar à frente de toda a gente. Na na na, nada de batotices, seu maroto.

2- Não vale a pena pensar "ahhhh, não consegui uma senha mas não me fico por aqui, vou dar uso à linha directa da Segurança Social". Uiiiiii, no que se vai meter! Primeiro que o atendam são para aí três quartos de hora. Depois, quando finalmente ouve uma voz do outro lado, é uma gravação automática. Depois tem de carregar para aí em 27 opções até chegar à que lhe interessa (sendo que a opção "queixinhas" é capaz de não existir, tenho para mim), e quando finalmente lá chega vai ouvir um "de momento não é possível atender a sua chamada. Por favor, ligue mais tarde. Pi pi pi pi pi pi pi". E pronto, desligam na sua cara, de forma totalmente insensível e até, diria, um pouco rude. Se for pessoa raçuda e persistente vai repetir o procedimento umas 50 vezes, até o telemóvel ficar sem bateria. Ou sem saldo. Depois faz como o comum dos portugueses: exaspera, diz meia dúzia de palavrões (oh, cara*#= ma fo#a para esta mer%@ toda) e desiste.

3- Então e apresentar uma denúncia pela net? Estamos em pleno século XXI, tudo se faz pela net. Claro  que sim, olhe que bela ideia que teve. Mas tem um Mac? Ah, então esqueça. A maioria dos formulários online só é compatível com o Windows, por isso está feito ao bife. Primeiro que consiga fazer alguma coisa no site da SS quase precisa de um doutoramento em informática. Quem lhe mandou ter um computadorzinho de rico? O país está como está e você aí a passear-se de Mac? Não tem vergonha? Qualquer dia está a dar festas de anos com a Pamela Anderson e a levar um enxovalhanço público da Judite de Sousa.

4- Bom, se no meio disto tudo conseguir mesmo chegar à fala com a SS, depois diga-nos no que deu a denúncia. Partilhe, que nós gostamos de nos rir, está bem? Vá, um grande beijinho e juízo nessa cabeça.

Vai dar (quase) ao mesmo #1

quinta-feira, setembro 26, 2013
Saia lápis Burberry Prorsum 895€

Saia lápis Zara 29,95€

Corridinha do dia? Done

terça-feira, setembro 24, 2013
Os 2,5 quilómetros de hoje fizeram-se bem.

Algumas pessoas pediram-me para partilhar o plano de treinos que o meu homem desenvolveu, por isso aqui fica ele, mas com algumas ressalvas. Este plano foi feito para mim, a pensar na minha condição física, no facto de não correr há nove meses e de ter tido uma criança há pouco tempo. É um plano simples e penso que seja apropriado para quem esteja agora a iniciar-se na corrida, mas nada como terem alguém que desenvolva um plano tendo em conta as vossas características. Depois, este é um plano para passadeira e não para estrada, daí as indicações de inclinação e de velocidade. Boas corridas!


A Pipoca responde...ou tenta, vá #6

terça-feira, setembro 24, 2013
A Neuza está com um problema: "Comprei esta saia da Zara e agora não sei como a conjugar! Aiaiaiaiai!"



Calma, Neuza, muita calma nesta hora, que isto resolve-se. As saias compridas são peças relativamente fáceis de conjugar mas (mas, mas, mas, mas, mas), não ficam bem a toda a gente. Se têm para aí 1,50m esqueçam. A menos, claro, que queiram parecer a Maria Vieira. Se forem anafaditas ou pessoas de ancas largas, saias até aos pés também não são assim a ideia mais esperta. A Neuza não refere as suas medidas, por isso vamos acreditar que é assim um pedaço de mau caminho, uma Gisele Bundchen à portuguesa. Qual é o maior problema desta saia? A cor, sem dúvida. Amarelo é uma cor muito alegre, assim muito ramboieira, uma cor que dispõe bem, mas depois nem sempre é fácil fazer com que resulte. A cor é tão forte que domina tudo e neste caso em específico, por ser uma saia comprida, ocupa um espaço enorme no look. Mas pronto, vamos às sugestões:



Proposta 1: tirando a carteira 3.1 Phillip Lim, tudo o resto é Zara. A camisola é uma escolha mais arriscada. As peças crop começaram a aparecer de fininho este verão, mas vão dar cartas pelo resto do ano. São giras, sim senhora, mas mais difíceis de usar no inverno (não sei se há por aí muita gente com vontade de andar de barriga de fora quando o frio chegar) e mais difíceis de usar pela população em geral (não sei se há por aí muita gente com barrigas que mereçam ser mostradas). A única forma que eu gosto de as ver é com partes de baixo mais subidas, para só se ficar a ver uma risca muito fina de barriga (a melhor parte, mais afastada da zona crítica).


Proposta 2: um bocadinho mais descontraída. Os casacos estilo militar duram, e duram, e duram. E ainda bem, porque eu gosto muito e acho que são uma peça fácil de conjugar com uma data de estilos. Este em específico é da Delias (pode ser usado com uma t-shirt ou um top branco por baixo), as sabrinas são da Zara e a carteira étnica é da Blanco (e vai ser minha muito em breve, porque a adoro).


Proposta 3: Ora bem, aqui a ideia é ter um look outonal mais compostinho mas igualmente prático, daí eu sugerir dois tipos de bota: umas rasas básicas e umas over the knee (ambas da Zara). Este ano as botas vão usar-se beeeeeeeeeeeeem over the knee. Aliás, diria até que esta estação temos botas "near the pipi", de tão subidas que são. Gosto de ver, mas antevejo desgraças várias se usadas pelas pessoas erradas. É preciso ter pernas compridas e relativamente magras para poder usar botas tão altas e tão justas sem se parecer um presunto de Chaves (se ficarem ali carnes a sobrar é o terror). Adiante. O colete é da H&M (este também é o ano dos coletes) e as camisas são, de cima para baixo, da Balmain, The Raw e Rag & Bone. Porque é que escolhi estas e não outras? Porque são um bom exemplar de camisa branca (que toda a gente deve ter no armário) mas fogem aos cortes mais tradicionais, de gola e botões. A carteira é a Antigona, da Givenchy, com aplicações douradas, e o chapéu é só um apontamento ao qual acho graça. A ver se Portugal começa a ser mais amigo do uso de chapéus.


Proposta 4: por fim, a proposta mais casual de todas. As t-shirts são todas A Pipoca Mais Doce by The Blanc e o casaco é da Zara (Trafaluc). Para fugir ao preto, escolhi uma carteira Alexander Wang em cinza muito escuro que acho que faz um contraste giro com o amarelo. Atenção aos ténis, minhas amigas, que vão sair à rua em grande estilo e não só para ir dar umas corridinhas. Com vestidos, saias, calções, é vê-los por aí em produções mais elaboradas e inesperadas. Nestes dias que estive em Paris vi-os aos molhos e com muita, muita pinta.



A Pipoca está loucaaa #7

terça-feira, setembro 24, 2013

Passatempo only2me e A Pipoca Mais Doce

Se há coisa de que nós gostamos muito neste blog é de sapatos. Por isso, nada melhor do que um passatempo que envolva... sapatos! Pois é, em parceria com a only2me, marca portuguesa de calçado feminino, tenho para oferecer não um, não dois, mas três prémios. E quais são? Ora atentem:

       1º Prémio – um voucher-oferta de um modelo à escolha da nova colecção na loja online da only2me;

·         2º PRÉMIO – um voucher de 60€ na compra de um modelo da nova colecção na loja online;

·         3º PRÉMIO – um voucher de 40€ na compra de um modelo da nova colecção na loja online;

Como se não bastasse terem três vezes mais hipóteses de ganhar, a only2me oferece ainda um voucher de dez euros a todos os participantes para descontar num modelo da nova colecção adquirido através da loja online.






O que é que têm de fazer para se habilitarem? Muito simples:

1- Fazer um gosto na página de Facebook da only2me ;
2- Preencher o questionário aqui de baixo até ao próximo domingo, dia 29 (permitida uma participação por endereço de e-mail. Todos as participações repetidas não são contabilizadas);


Os vencedores serão escolhidos aleatoriamente através do Random.org e o resultado será anunciado na terça-feira (dia 1 de Outubro). Boa sorteeeeeee!

Quanto ao passatempo dos livros Matéria-Prima Edições, quem vai ter muiiiiitos e bons livros para ler nos próximos tempos é a Ana Galhardas, do Alandroal, que já foi contactada por e-mail.



De volta à estrada. Ou à passadeira.

segunda-feira, setembro 23, 2013
A última vez que corri foi em Dezembro do ano passado, a Corrida de São Silvestre. Depois a gravidez intrometeu-se (ohhhhhhhh) e arrumei os ténis. Até hoje. Hoje foi o dia em que voltei à passadeira. A médica disse-me para esperar dois meses até voltar a fazer desporto e como o prazo já foi ultrapassado (o Mateus faz amanhã dois meses e uma semana), hoje voltei. Mais por imposição do meu homem do que por vontade minha, confesso. Falou-me de uma corrida de 7 km no dia 12 de Outubro e eu disse-lhe logo que nem pensar, que nem 200 metros, quanto mais 7 km. Vai daí ele disse que me fazia um plano de treinos, que se treinasse diariamente era perfeitamente possível fazer a corrida daqui a três semanas, e mimimimi. Fiquei desconfiada mas ligeiramente receptiva, o suficiente para ele ir logo tratar do plano. Ao fim de uns minutos já o tinha no mail. E hoje lá saltei eu para a passadeira, pronta a cumprir a tarefa do dia: dois quilómetros. Pareceram-me 20, e nem sequer deu para endrominar a coisa porque o homem estava sempre ali, qual cão de fila, a monitorizar todos os meus passos. No final perguntou-me se não estava contente por ter cumprido, e eu disse-lhe que só estava contente por aquilo ter acabado. Amanhã tenho 2,5 km para correr e até 12 de Outubro vai sempre aumentando todos os dias, em distância ou em inclinação. Teme-se o pior. A verdade é que o ano passado cheguei a fazer corridas de 10 km e gostava de voltar a tentar. Enfim, para já vou tentar a dos 7 sem deslocar nada. Acho que me vou comprometer a vir aqui todos os dias durante as próximas semanas contar como correu o treino, só para ter um motivo para não me baldar. Se me comprometer com vocês depois vou ter vergonha se não cumprir. Enfim. Amanhã é outro dia. E, confesso, já tinha algumas saudades da sensação de correr. Mas mais ainda dos meus ténis e roupas giras!


A Pipoca responde... ou tenta, vá #5

segunda-feira, setembro 23, 2013

"A minha cor de cabelo natural é louro escuro/cinza, mas sempre gostei de me ver com aquele lourinho bonito de bebé. Nada de Barbies Malibu, nem dourados, o lourinho bonito de bebé como o teu é mesmo aquele que eu queria. A minha questão é: Como o conseguiste?
Tenho bastantes traumas em relação a cabeleireiros, já fui a imensos, mas nunca saí de lá com aquela sensação de "é isto, é mesmo isto!"
Não queria optar por uma coloração completa porque até gosto da minha cor natural, e depois temos o problema do aparecimento das raízes... Californianas experimentei no Sanjam do Colombo e morri de medo, qual degradê natural qual quê! Por isso Pipoca, ajuda-me, recomenda-me um bom salão a nível de corte e coloração, seja o que for para me dar vida a este cabelo que já vai parecendo o da Helena Bonham Carter!! E se o preço for acessível ainda melhor, mas neste momento já estou por tudo!"

Achei muita graça ao mail desta leitora cujo nome não vou divulgar, porque não é bonito estar assim a expor os problemas e as agruras capilares das pessoas. Haja algum comedimento. De facto, isto de se ter um bom cabeleireiro é meio caminho andado para a felicidade eterna. E eu, graçazaDeus, posso dizer que tenho. Cortar ou pintar o cabelo  é sempre aquela coisa que pode esfrangalhar os nervos de uma mulher. Entra-se praticamente com mais medo num cabeleireiro do que numa sala de partos. Nunca se sabe o que vai sair dali, e geralmente não há meio termo. Ou fica um estrondo ou é um tiro ao lado tão grande que nos põe a fazer contas de cabeça para ver quanto tempo levará o cabelo a crescer até ao tamanho que tinha antes da burrice.  Sim, porque até um simples "quero só cortar as pontas" costuma ser entendido de outra forma por quem tem o nosso cabelo nas mãos. Não sei o que é se passa ali, mas entre sair da nossa boca e entrar no ouvido do cabeleireiro, o "quero só cortar as pontas" transforma-se  num "esteja à vontade, hã? Corte para aí que eu hoje sinto-me confiante para perder 23 centímetros de cabelo". Mas bom, dizia eu que estou satisfeita com o meu cabeleireiro, mas mais ainda com o "colorista" (não sei se há um nome técnico mais apropriado, vai assim mesmo). Há anos e anos que corto no Metro Studio, no Chiado, mas uma vez por outra, sobretudo quando é só para cortar as pontas, não me faz espécie ir a outro sítio. Mas a cor... a cor tem de ser sempre com o Ivan, não confio em mais ninguém. Foi com ele que "desvirginei" o cabelo no que toca a cor (posso dizer que foi tão bom para mim como para ele), e é ele que me acompanha desde sempre. Nunca fui além das nuances muito fininhas porque, tal como a leitora que enviou o mail, também tenho medo do resultado e do nível de manutenção que exige pintar o cabelo todo. E também nunca me deu para modernices do género californianas, ombré ou outras que tais, porque ou ficam mesmo muiiiiiiiito bem feitas e com um ar impossivelmente natural, ou então acho uma bimbalhice pegada, muito "sou do Bronx e não tenho medo de o dizer". Duvido que o Ivan me incentivasse a fazer tal coisa, porque é sempre muito ponderado nas suas sugestões, não há cá loucuras. Não vale a pena eu ir para lá dizer que quero um louro Marilyn Monroe que, em quatro segundos, ele arranja logo maneira de me convencer que é uma ideia, vá, estúpida. E eu gosto disso, gosto que tenham em conta as nossas características e não nos deixem sair do salão como se fôssemos para um espectáculo transformista no Trumps. No que toca a nuances, não podia estar mais satisfeita e, de facto, já perdi a conta às vezes que sugeri o Ivan a outras pessoas. Há tempos uma amiga dizia-me que eu era mesmo boa pessoa, porque são poucas as mulheres que partilham o seu técnico de cor (soa melhor do que colorista). Mas eu sou uma jóia de moça que não aguenta ver gente infeliz e com o cabelo mal pintado, por isso não me importo de partilhar (e de levar mais tempo a arranjar uma vaga à conta disso). O meu maior pesadelo é que o Ivan mude de salão e não avise os seus clientes actuais.  Se lhe perco o rasto estou desgraçada. A próxima vez que lá for vou ver se lhe saco os contactos, just in case *. Então e preços? Pois. Essa é a parte mais chata. Não tenho termo de comparação com outros espaços, porque só faço cor no Metro Studio, mas anda sempre à volta dos cem. Quando corto e faço cor penso que pago 130€. Por não ser propriamente barato, só faço cor duas vezes por ano. Claro que só posso fazer isto porque, como não fujo demasiado ao meu tom base, a raiz não chega àquele estado de terror. Idealmente deveria fazer de quatro em quatro meses, mas pronto, a coisa aguenta-se de forma relativamente razoável até aos seis. Por isso, cara leitora (e outras que tenham o mesmo problema), ide ao Ivan sem medos, que a recomendação é do coração. E do cabelo (e não, não tenho descontos nem borlas).

* nos entretantos, fui ao Facebook procurá-lo e encontrei-o. Vou tornar-me uma stalker.

Produtinho da semana #8

segunda-feira, setembro 23, 2013
O Weekend, da Burberry, tem para aí 180 anos, mas continua a ser um dos meus perfumes preferidos de todos os tempos. E, por isso mesmo, ando sempre à caça de promoções para o comprar. Geralmente é nos aeroportos que o encontro mais em conta, mas desta vez, em Paris, estava excepcionalmente barato: 29,90€ o frasco de 100ml. Estava a comentar isto alto com a minha sócia e até o funcionário da loja - português - ficou espantado. Até foi confirmar o preço e tudo, altamente desconfiado que eu é que tinha visto mal a coisa. Mas não, era mesmo 29,90€, por isso veio comigo para casa. Tenho para mim que o perfume já esteve mais longe de ser descontinuado, daí este preço, mas pronto, é aproveitar enquanto há. Eu sei que isto de recomendar perfumes é um bocado estúpido, porque é das coisas mais pessoais que há, mas pronto. Se andam em busca de um novo perfume para desenjoar do vosso, este pode ser uma boa opção, até porque me parece um aroma facilmente adaptável a verão ou a inverno. Para além, acho que é o perfume com maior poder de fixação que conheço (na minha pele desaparece tudo ao fim de sensivelmente quatro minutos e 28 segundos).


Ainda assim, e apesar de ser mesmo muito bom, não destrona o meu perfume do coração, o FlowerBomb (Viktor & Rolf). Vou tendo muita paixões, mas acabo sempre por voltar a este. É amor a sério.


Ron Mueck

domingo, setembro 22, 2013
A passagem por Paris foi curta mas o tempo foi bem aproveitado. Para além de trabalhar, ainda deu para passear, fazer umas compritas e ir ver a exposição do Ron Mueck na Fondation Cartier. E, meus amigos, é absolutamente brutal. O senhor é australiano, mestre do hiper-realismo e genro da nossa Paula Rego (há que puxar a brasa à nossa sardinha). A exposição está a ser um sucesso tão grande que acabou por ser prolongada mais um mês. Ainda assim, e como me avisaram que aquilo estava sempre caótico, pedi a uma amiga que mora em Paris que me comprasse os bilhetes com antecedência. Foi o melhor que fiz. A fila era enoooooooorme e assim foi só chegar e entrar. As esculturas (quase todas a representar pessoas) são tão reais que fazem impressão. Não lhe escapa nenhum detalhe. As tonalidades da pele, os sinais, as rugas, as varizes, as manchas, o cabelo, é impressionante. É de uma pessoa ficar ali uma hora em cada uma das peças a apreciar tudo ao mais ínfimo pormenor. As esculturas enormes são as mais giras, mas só estão duas expostas, as outras são mais pequenas (mas igualmente óptimas). A parte menos boa da exposição é o facto de ter apenas nove ou dez peças, sabem a pouco. Vale a pena ver o documentário que explica todo o processo de criação e execução das peças. Dura mais ou menos uma hora e só arranjei lugar no chão, mas pronto, é realmente interessante. Ficam algumas imagens (só algumas das peças estão na Fondation Cartier):


(a minha preferida)













Desejo de fim-de-semana #8

sábado, setembro 21, 2013






Qualquer um dos novos Swatch Bump. O douradinho não me escapa. As braceletes parecem de metal mas são  borracha.

Oh, vida...

sexta-feira, setembro 20, 2013
Perguntei ao homem se me ia buscar ao aeroporto e perguntou-me a que horas chegava. Fui ao mail confirmar e ia tendo quatro AVCs. Marquei o voo para a hora que queria mas... para UM MÊS depois! Um mês, senhores! Não sei como fiz esta brincadeira. Confirmo e reconfirmo tudo 328 vezes, mas desta escapou-me. A ideia de ficar mais um mês aqui até poderia ser muito bonita, mas não só estou a morrer de saudades do meu pequeno texugo como terei de pedir um resgate à troika se ficar aqui mais meia hora que seja. Já me desgracei o suficiente para os próximos 30 anos. E desgracei-me ainda mais porque tive de pagar 155€ à TAP para remarcar o voo. Menos mal que percebi ainda no hotel e não fui para o aeroporto fazer figura de estúpida. Só a mim.

Hoje deu-me para isto #121

sexta-feira, setembro 20, 2013





Top: Zara
Calções: Sfera
Sandálias: Zilian
Anéis: A Pipoca Mais Doce by Loja das Jóias
Carteira: Stella Rittwagen (Bazaar Chiado)

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