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É Natal, é Natal!

segunda-feira, outubro 31, 2011
Não, na verdade não é. Na verdade ainda faltam dois meses para o dito cujo. Mas já há tanta árvore de Natal e tanta luz a piscar por tudo quanto é lado, que parece que o Natal é já depois de amanhã. O que vale é que chegou o frio e a chuva, porque se não havia de ser bonito andar a apregoar o Natal com 30 graus e a malta de molho na praia. Mas pronto. Serve o intróito para explicar que este ano, e tendo em conta a crise, e o corte nos subsídios e o despesame anual em presentes, pensei que era capaz de ser boa ideia repensar o Natal e tentar arranjar outro esquema menos dispendioso. Ontem houve jantar de família, a conversa veio à baila e havia várias propostas na mesa: fazer um amigo secreto, definir um valor e toda a gente ter de o cumprir, manufacturar os presentes, dar só às crianças (péssima ideia, os putos já têm tralha que chegue e é preciso incutir-lhes o espírito de poupança), e outras que tais. Claro que não se chegou a consenso nenhum e, como dizia uma das minhas cunhadas, se fôssemos largados numa ilha deserta e tivéssemos de definir uma estratégia para nos safarmos, estávamos todos feitos ao bife. Havia quem defendesse que Natal sem presentes não é Natal, havia quem defendesse que amigo secreto só se faz no trabalho, havia quem defendesse que tinha 28 presentes para dar e a conta quase a zero, havia quem defendesse que este ano as coisas tinham mesmo de ser diferentes... enfim, havia de tudo, e por isso mesmo é que não resolvemos nada. Pessoalmente, sou apologista de dar e receber menos, mas melhor. Prefiro que me ofereçam qualquer coisa útil ou que eu queira mesmo do que 25 coisinhas que acabam por ficar a amontoar cá por casa. Pedimos à família que nos desse cheques-viagem de 5€ ou 10€, mas houve quem achasse demasiado impessoal ou sem graça. Ora se nós andamos a poupar para uma viagem, se todos os dias pomos moedas de um e dois euros no nosso porquinho (que já esta bem rechonchudo), e se isto é realmente uma coisa que nos dá prazer, porque é que não levam a proposta a sério? Eu também acho que Natal sem presentes não é Natal, e gosto muito de pensar no que vou dar a cada pessoa (mais até do que naquilo que vou receber), mas acho que está na hora de começarmos a ser mais inteligentes nas ofertas e dar às pessoas coisas que realmente lhes são úteis ou que temos a certeza que elas vão amar. Posto isto, ficam as minhas sugestões para as trocas de prendas deste ano. Quem tiver outras, que as junte à lista, que 25 mil cabeças juntas pensam melhor do que uma:

- Amigo Secreto: sim, na família também pode ser. Tira-se um nome à sorte e tem de se dar uma prenda a essa pessoa. Seja uma coisa mais a gozar, seja uma coisa mais compostinha (se só houver um presente para dar, pode ser mais caro). Poupa-se uma fortuna e não deixa de ser um presente personalizado.

- Estabelecer um valor máximo, tipo 10 euros. Depois cada pessoa diz o que gostaria de receber até 10 euros (não sei se já disse, mas queremos cheques-viagem) ou sujeita-se ao que os outros quiserem dar.

- Toda a gente se junta para comprar os presentes dos outros. Cada pessoa só recebe um presente mas é, seguramente, muito melhor. Se cada um entrar com dez euritos, já se consegue uma prenda bem jeitosa.

- Pegar no dinheirinho que cada um pensa gastar e dar a uma instituição, em nome da família toda.

- Escrever só um postalinho a desejar um santo e feliz Natal.

- Não fazer nada disto e estourar com o cartão de crédito (eu não tenho, logo não posso dar presentes).

- Entre amigos, resumir a coisa a uma bela jantarada natalícia em que cada um leva uma coisa diferente para comer/beber.

- No que toca à criançada, sou uma grande defensora de que não devem receber mais de dois ou três presentes. É perguntar-lhes o que é que querem mesmo, mesmo, mesmo, mesmo muito receber e, dependendo dos preços, dar-lhes só essas duas ou três coisas (se for uma coisa muito cara, tipo uma consola ou assim, junta-se a família toda e recebem só isso). Ideal, ideal, era receberem só um brinquedo e o resto seriam coisas úteis e nas quais os pais gastam fortunas (roupa, calçado, material escolar, etc e tal). A quantidade de prendas que recebem a cada ano é um absoluto disparate. Os putos não ligam nada, só querem rasgar papel, pelo que sugiro que este ano se voltem a embrulhar os presentes do ano passado (de certeza que já não se lembram) ou que lhes sejam oferecidas caixas vazias. Assim como assim, só acham graça à parte de desembrulhar, mal olham para o que está lá dentro e já estão a perguntar pelo próximo. Acho que também não era má ideia ter uma conversa pedagógica com eles (na nossa família têm todos mais de cinco anos, já percebem as coisas), explicar-lhes o que custa a vidinha e porque é que este ano não vão ter 30 presentes cada um, como é costume. Ah, isso e obrigá-los a escolher os briquedos que usam menos para dar a crianças que precisem mais. Claro que convencer pais, tios e avós a embarcarem nisto é muito mais complicado (toda a gente acha muita graça a dar cinco presentes à criança), mas pronto, fica a ideia.

Entre propostas mais a sério e outras não tanto assim, acho mesmo que este ano devia ser diferente e que devíamos encontrar novas formas de comemorar o Natal. Pelo sim, pelo não, na noite de 24 vou levar o nosso porquinho-viagens e e fazê-lo passar de mão em mão.

:p

sábado, outubro 29, 2011
Só para dizer que odeio a mudança da hora e que não percebo para que serve nem qual é a graça de começar a escurecer às três da tarde.

Come aboard!

sexta-feira, outubro 28, 2011
Pequenitos, está quase, quase aí mais uma crónica minha na Livening, a revista do aeroporto. Mas enquanto chega e não chega podem sempre tentar a sorte e ver se ganham um belo de um cruzeiro pelo Mediterrâneo (era menina para dar oito dos meus pares de sapatos para poder ir agora num cruzeiro). Só têm de ir ao Facebook da Livening e puxar pela criatividade. Boa sorte!

Isto hoje só lá vai assim

quinta-feira, outubro 27, 2011




Wiñk by Pipoca

quinta-feira, outubro 27, 2011
Sempre tive uma relação difícil com as minhas sobrancelhas. Quando era uma jovem que não sabia nada desta vida, achei por bem começar a tratar das sobrancelhas em casa. Vai daí, e munida de uma bela pinça, comecei a arrancar pêlos como se não houvesse um amanhã. Entusiasmei-me, e quando dei por mim já só tinha um pequeno fio, tipo as velhotas que arrancam tudo e depois pintam por cima com um lápis. Enfim. Depois cresci e dei-me conta de que havia quem percebesse mais do assunto, por isso nunca mais me aventurei com a pinça (excepto para um ou outro pêlo rebelde). Ainda assim, e porque os erros da juventude se pagam caros, fiquei para todo o sempre com umas falhazitas. Pêlos que se foram e que jamais voltarão. A culpa é da pinça, pousem já a pinça imediatamente, ouçam o que eu vos digo! O meu lema actual é "mais vale ser uma Frida Kahlo do que não ter sobrancelhas de todo". Até aqui, sempre arranjei as sobrancelhas com cera, mas há uns meses fui experimentar a Wiñk (aquele sistema de depilação com linha). Sempre tinha achado que aquilo se assemelhava a um qualquer processo de tortura medieval (e tinha medo que as meninas se babassem para cima de mim, confesso), mas decidi arriscar. E gostei, gostei mesmo. Não se sente grande dor (seguramente menos do que com a cera) e as sobrancelhas ficam muito mais bem desenhadas. E gostei tanto que decidi associar-me à Wiñk para o lançamento de um lápis de sobrancelhas. Chama-se Earth Brown e foi desenvolvido a pensar na minha cor de sobrancelhas (que, provavelmente, é a cor da maioria das portuguesas, um castanhito simpático). É claro que fui logo a correr experimentar e é ma-ra-vi-lho-so. Super macio, fácil de espalhar e disfarça mesmo as falhas, mas de forma natural (ou seja, sem parecer que temos as sobrancelhas tatuadas). O preço? Uma pechincha: 7,90€ (à venda nos espaços Wiñk).

Fui só ali a Madrid mas já voltei

quarta-feira, outubro 26, 2011
Voltei volteeeei, voltei de lá, ainda agora estava em Madrid, e agora já estou cá. Pois é, na segunda-feira escrevi um post via telemóvel a dar conta da minha vidinha, mas não sei que se passou que não ficou publicado. E vocês já para aí a pensar que eu vos tinha voltado costas de forma impiedosa, não era? E eu lá vos deixava assim, órfãos de blog? Bom. Pois que então, como dizia, fui a Madrid a convite da Sony Ericsson, para um encontro de bloggers. A ideia era conhecer em primeira mão o telemóvel XPeria Ray e participar numa sessão fotográfica com o Scott Schuman. Sim, o próprio do Sartorialist, o guru do street style. O senhor é simpático. Não terá mais de metro e meio, mas pareceu-me simpático. Digo "pareceu" porque não deu para interagir muito com ele. Um apertozinho de mão, meia dúzia de palavras e pouco mais. Sempre com os seus 34 assistentes à volta, prontos a segurar-lhe na máquina ou a gritar ordens aos fotografados. Está certo que o senhor já tem o seu estatuto, mas sempre achei que seria assim mais normalzinho.
No dia seguinte à sessão houve uma festa na qual o Sartorialist andou a tirar fotos com o XPeria Ray. A câmara do telemóvel é brutal, tem 8mp (mais do que o meu iPhone do coração). O Scott tirou as dele, e eu tirei as minhas, todas com o XPeria. Gostei.


Foi aqui que teve lugar a sessão fotográfica e a festa. Basicamente, recriou-se a casa do Scott Schuman numa rua perdida em Madrid.


20:22- a hora em que fica escuro absoluto e a hora a que o Sartorialist apareceu na festarola.



Eu avisei que ele era pequenino.

A espanhola mais bonita da festa. Não me lembro do nome do blog dela.


Com alguns bloggers espanhóis.


A Sancha, do Lisboa na Ponta dos Dedos, artisticamente captada por mim.

Um decote giro.


O pequeno Scott a trabalhar.



Ui.

sexta-feira, outubro 21, 2011
O Dolce Vita Tejo tem uma feira de casamentos. Cheira-me que com incentivos destes ninguém se vai querer chegar à frente:




Na Câmara de Lisboa

sexta-feira, outubro 21, 2011
- Bom dia, queríamos pedir uma licença para...
- Isso não é aqui.
- Desculpe?
- Isso é nas Finanças.
- Mas nós telefonámos e disseram-nos que era aqui. Até trazemos os papéis que nos pediram.
- (mirada rápida aos papéis) Ah! O que vocês querem é uma licença de utilização. Isso é outra coisa! Isso é aqui.
(pois, se deixasse as pessoas acabarem as frases em vez de as tentar recambiar logo para outro lado, se calhar percebia logo à primeira)
- O espaço já tem uma licença da loja antiga que estava lá, nós queremos revalidar.
- Mas não estou a encontrar aqui nada no computador. Isso deve ser muito antigo. Não vos posso dar a licença.
- Pois, mas nós precisamos dela.
- Mas para quê?
- Desculpe?
- Para que é que querem a licença de utilização? Quem é que vos pediu isso?
- Como assim?
- Que entidade é que vos pediu isso?
- Nenhuma. Nós é que partimos do pressuposto que era necessário ter uma licença de utilização para um espaço comercial.
- Mas para quê?
- Imagine que um fiscal da Câmara vai à loja e nos pede licença...
- Ah, isso aí depende do fiscal que apanharem.

E pronto, esta foi a conversa surreal que tivemos ontem de manhã com uma mui solícita funcionária da Câmara de Lisboa. Perdemos mais de uma hora para não resolver coisa nenhuma. Aparentemente, o problema aqui é nós querermos fazer as coisas certinhas, para não terem por onde pegar. Mas a partir do momento em que a própria Câmara nos pergunta para que é que queremos a licença e nos diz que sermos ou não multadas é uma coisa que depende do fiscal que nos calhar em sorte, está tudo explicadinho. Mas se ousarmos abrir a loja sem uma licença, está bom de ver que a multa será choruda. Agora parece que temos de aguardar, que é a coisa que mais nos dizem. "Agora é preciso aguardar". Alguém da Câmara há-de ligar, um dia, com sorte ainda em 2011, a dizer se já temos ou não licença. Está certo.

Não foi desta

sexta-feira, outubro 21, 2011
São três e cinco e o mundo não acabou. Pronto, sendo assim vou pagar contas e vou ao Leroy Merlin comprar um lavatório. Coisas que estava a adiar, não fosse o mundo acabar mesmo e era um desperdício de tempo. Enfim, lá vou eu.

Coisas que eu aturo...

quinta-feira, outubro 20, 2011
A coisa que eu mais odeio no meu homem é, sem dúvida, o terrível hábito de roer as unhas. Não é um roer discreto, assim ao de levezinho. Não! É um roer descarado, é um roer até fazer sangue, é um roer que se estende à palma das mãos quando já não há unhas que sobrem. Depois de muitas advertências falhadas, resolvi passar para a violência física. Assim, de cada vez que o vejo de dedinho na boca, trás!, uma palmada na mão, com toda a força. Sem aviso nem nada, é logo à bruta. Ele diz sempre que é injusto, que a intensidade da palmada foi desproporcional ao gesto, alega que não estava a roer, que estava "só a tirar uma pele", mas eu já não vou em cantigas. Mão na boca dá direito a palmada, esteja ele onde estiver. Eu sei bem de quem é a culpa disto, é da mãezinha dele (a minha querida sogra, para quem mando daqui um grande beijinho, que ninguém quer ver uma sogra enervada), uma fervorosa roedora de unhas que fica zangada sempre que bato no menino. Mas o problema foi precisamente o menino não ter apanhado mais quando era pequeno, porque podia ser que agora tivesse umas mãos decentes. Agora a novidade é que está a deixar de roer as unhas. Ora em três anos de relação eu já ouvi esta conversa umas 200 vezes (já passámos pela fase do verniz que sabe mal, já tentámos tudo). E, como é óbvio, não acredito na cura. E ele lá me vai mostrando os progressos,  orgulhoso dos seus três milímetros de unha, como se fosse uma coisa nunca antes vista. A minha teoria é que ele só está a deixar crescer para depois ter mais material para roer, e podem ter a certezinha de que estou certa. Até porque ele já começou a lançar para o ar desculpas como "então e agora o que é que eu faço às unhas?", "como é que eu as corto?", "estão a nascer todas tortas", "não estou habituado a ter aqui estes elementos estranhos", "já estão demasiado grandes" (juro, têm mesmo três milímetros). Enfim. O problema é que agora ganhou um novo hábito, ainda mais irritante do que roer. Está sempre a raspar com as unhas umas nas outras, e a fazer um "tic tic" que me dá cabo dos nervos. Por isso, continua a levar palmadas vigorosas. Já lhe disse para parar com aquilo, para deixar as unhas em paz, mas ele argumenta que não sabe o que lhes fazer. E deixá-las sossegadas, aparentemente, não é uma opção a considerar. Por isso vai continuar a apanhar, sem dó nem piedade. Pelo menos enquanto a minha sogra (para quem mando outro beijinho) não estiver por perto.

Pequeno pónei, meu pequeno pónei

quinta-feira, outubro 20, 2011
A semana passada tive de ir fazer um trabalho a uma loja de brinquedos antigos, a O Puto Contra-Ataca. Eu já disse que sou uma pessoa atormentada com a passagem do tempo, por isso ia indo às lágrimas quando entrei na loja. Nem sabia bem para onde me virar, tantas eram as memórias de miúda. Estavam lá os Piny Pons, as Barriguitas, os cadernos da Mafalda e do Astérix que eu usava na primária, as borrachas do Pierrot e tantas outras coisas. Fiquei com um nó no estômago. Aquela loja é mesmo uma viagem ao passado. Andava por lá muito entretida até que os meus olhos bateram... num pequeno pónei! Sim, era mesmo um Pequeno Pónei. E o David, o dono da loja, viu-me tão feliz da vida a alisar a crina colorida do bicho que acabou por mo oferecer. É de 1985, só tem menos quatro anos do que eu, e prometo tratá-lo com muito amor e carinho. Convosco, o piqueno pónei:




É o fim do mundo!

quarta-feira, outubro 19, 2011
Diz que o mundo acaba amanhã. Mas amanhã a que horas? De manhã? Mais para a tardinha? A sério, estou preocupada com isto. Tenho coisas combinadas e preciso de me orientar. Não me apetecia apanhar muito trânsito e também tenho umas contas para pagar. Se o mundo vai acabar, se calhar não vale a pena estar a adiantar dinheiro, não é? Alguém sabe alguma coisa?

Querida PT Negócios

quarta-feira, outubro 19, 2011
Eu bem sei que a nossa loja precisa de um software de gestão. A sério que sei. Temos de facturar as peças, de as registar, queremos tudo certinho e, sem isso, não vamos lá. Mas também sei que vocês, meus fofinhos, não são os únicos no país a fornecer este serviço. E, verdade seja dita, nós não estamos aqui a pedir que nos façam um favorzinho, que dêem o jeitinho. Não, nós estamos interessadas em adquirir um serviço que ainda nos vai custar uns bons milhares de euros. E escolhemos a PT Negócios para fornecer esse mesmo serviço porque, acreditámos nós, nos transmite alguma confiança. Ora tendo em conta todos estes factores, o mínimo que se pode esperar é que colaborem. E que quando ligamos a confirmar uma reunião que está marcada há vários dias (só assim naquela, porque já sabemos do que a casa gasta), não nos respondam "reunião? Mas qual reunião? Não temos aqui nada marcado!". Pois. A minha sócia ia fazer um número bem jeitoso de quilómetros para estar nesta reunião. E ia arranjar alguém para ficar a tomar conta do bebé. Mas, felizmente, baixou-lhe uma clareza de espírito e achou por bem ligar a confirmar. E vocês não faziam a mais pálida ideia do que é que ela estava a falar. E agora, querida PT Negócios, temos de esperar que um dos vossos gestores de clientes nos volte a contactar, sabe-se lá quando, e com isto tudo vamos perder mais uma semana de trabalho. Está certo. Por acaso somos raparigas que acreditam em segundas oportunidades mas, pelo sim, pelo não, vamos adiantando trabalho e contactando outras empresas. Só para o caso de nos voltarem a falhar. E se por acaso calhar essas empresas serem mais rápidas e eficazes... olhem, é a vida!! Ou a lei do mercado.

Comprinhas

quarta-feira, outubro 19, 2011
Há umas boas semanas que não passava tempo de qualidade numa loja. Ou seja, tempo para ver, para inspeccionar, para experimentar. Nos últimos tempos têm sido só entradas por saídas, para ir buscar coisas para trabalhos ou para ver se há uma outra coisa específica. Mas hoje tive de fazer horas num shopping, à espera de um trabalho, e já de sabe que é como deixar um alcoólico à solta numa garrafeira. Ainda assim, portei-me bem, só gastei 60 euritos e arrecadei quatro peças. Estou em clara (e obrigatória) contenção de gastos, mas também não esperem milagres, nem que eu me regenere completamente. Até porque uma ou duas pecitas por dia (ou por mês, neste caso), dão saúde e alegria!



Vestido de malha H&M



Saia de lantejoulas H&M ( vai ficar linda com uma camisola grossa de lã)



Saia H&M (um básico de 4,95€)


Lenço com pássaros Pull & Bear

Pipoca tecnológica

terça-feira, outubro 18, 2011
Meus bons amigos, este é um blog que se quer moderno, um blog que se quer tecnológico, um blog que se quer virado para o futuro (mesmo que a sua autora seja um bocado a atirar para o info-excluído). Assim sendo, tenho duas informações a dar:

1) O blog já tem uma versão mobile, linda que só visto. Está adaptada para o ecrã, facilita muito mais a leitura, e é válida para qualquer plataforma de telemóveis (iPhone, Blackberry, Android, etc), de qualquer rede. Claro que estou a falar de telemóveis assim mais moderninhos, os modelos pré-históricos não estão contemplados. Ooohhhh.



2) Se quiserem ser alertados de cada vez que eu publicar um novo post, só têm de enviar uma mensagem para o 1214 com a palavra "pipoca". O serviço é totalmente gratuito e é uma forma de estarem ainda mais a par das novidades aqui do estaminé. Para já, este serviço de alerta está apenas disponível para clientes OPTIMUS. O que já é "optimu".

Contentes com as novidades? Hmmmm?

Blogger's Battle by L'Oréal Professionnel

segunda-feira, outubro 17, 2011
A semana passada fiz a "transformação" da Leonor e foi muito, muito, muito divertido. Chorámos a rir, literalmente. Eu sabia que a Leonor ia ser uma boa opção, é pralá de bem-disposta e deu-me total margem de manobra. A graaaaaande mudança foi o cabelo. A Leonor queria um corte versátil e que desse pouco trabalho pela manhã, e acho que a equipa da L'Oréal Professionel conseguiu. Tirou-lhe ali um palmo de cabelo e ficou lindaaaaa, na minha modesta e totalmente isenta opinião. O cabelo da Leonor nunca tinha levado tinta na vida, mas levou agora: nuances de dois tons de louro, que não se notam muito mas que dão um brilho completamente diferente. Quanto a maquilhagem, quis uma coisa suave mas que realçasse os pontos fortes da Leonor, como os olhos verde/mel/avelã/por aí. No que toca a roupinha, o styling é todo da Primark (a quem agradeço, desde já, o apoio). A Leonor é uma miúda que não pára, sai do trabalho e ainda vai tomar um copo, ou jantar, ou fazer qualquer coisa, sempre de saltos altos (corajosa). O que tentei foi dar-lhe um ar um bocadinho mais glamouroso e menos casual. Imaginei um jantar de amigas mais sofisticado, ao melhor estilo Sexo e a Cidade, num belo restaurante, et voilá! Escolhi um vestido branco rendado (porque é super tendência e porque a Leonor está com um bronze absolutamente no-jen-to) e, claro, tinha de lhe pôr uns mega-saltos. Ora atentem nas fotos do antes e do depois:

ANTES
Ora bem, antes o cabelo da Leonor era um cabelo triste, abatido, amargurado com a vida, já sem grande corte, um dia com caracóis, outro sem, um dia cheio de volume, outro tipo ratazana deprimida.

 DEPOIS
Mas depois... depois o cabelo da Leonor perdeu comprimento e ganhou vida. É fácil de lidar e o corte está muito mais definido, tem mais brilho, realça muito mais os traços da Leonor e dá-lhe mais luz ao rosto.



E prontinho. Que a batalha comece. Agora só têm de ir ao Facebook da L'Oréal Professionnel e votar na vossa transformação preferida. E é bom que seja a minha, meus amigos, sob pena de nunca mais vos falar na vidinha! Vocês é que sabem se querem ser uns póneis fofinhos e dedicados ou uns póneis tresmalhados e rebeldes. Vocês é que sabem! Sem represálias, hã?? :P

Só têm de ir aqui e votar. Em mim:



'Bora lá ganhar isto?

Pequeno Nemo

segunda-feira, outubro 17, 2011



Obrigada à Mimimoon pelo colar ma-ra-vi-lho-so! A menina adorou.

A Pipoca responde... ou tenta, vá! #3

segunda-feira, outubro 17, 2011
Alguém me enviou um mail a dizer que também quer abrir uma loja e a perguntar "o que é preciso". Ora bem, tem papel à mão? Então cá vai:

  • Vontade
  • Paciência. Muita paciência
  • Encontrar um espaço
  • Esperar semanas e semanas para que o contrato de arrendamento chegue a bom porto
  • Ter algum capital que não obrigue a recorrer a empréstimos. Tal como dizia há uns dias, nesta fase só se vê dinheiro a sair. O pouco que entra está sempre destinado a qualquer coisa (coisa essa que não passa por uns trapinhos da Zara ou da H&M)
  • Mais paciência
  • Contactar dúzias de fornecedores. Agendar reuniões. Escolher peças. Desmaiar com os valores no final das notas de encomenda. Ter ataques de fúria com os fornecedores que não respondem. Fazer pagamentos. Reajustar encomendas. Pensar já na próxima estação. Desmaiar mais um bocadinho com os valores
  • Constituir empresa
  • Tratar de sensivelmente 430 burocracias (segurança social, abrir conta, tratar de registos e licenças)
  • Escrever actas
  • Desenhar uma marca (com tudo o que isso implica, do nome ao logotipo). Uma tarefa que entregámos às geniais meninas da Molde Design (a mesma empresa que me tratou dos convites de casamento, tão fofinhos) e não podíamos estar mais contentes com o resultado. Assim que puder mostro;
  • Registar uma marca
  • Paciência, muita paciência
  • Arranjar (e pagar a) um Técnico Oficial de Contas
  • Pedir orçamentos para sacos, etiquetas e cartões
  • Escolher tintas, papel de parede, estruturas, iluminação, lavatórios, balcões, tecidos, móveis...
  • Comprar cabides 
  • Pedir orçamentos para sistema de alarmes
  • Pedir orçamentos para seguros
  • Pedir orçamentos para software de gestão
  • Ainda mais paciência
  • Ver que as coisas não andam tão depressa quanto se gostaria e começar a arrancar cabelos
  • Enviar uns 50 mails por dia (mesmo)
  • Estar sempre a pedir facturas
  • Estar sempre a ver catálogos
  • Arranjar uma decoradora maravilhosa como é a nossa Joaninha
  • Arranjar uma equipa para as obras
  • E paciência? Já disse?
É bom olhar para esta extensa lista (na qual, de certezinha, ainda falta muita coisa) e pensar que está tudo praticamente em andamento. Umas coisas já estão feitas, outras estão bem encaminhadas. Não quero desmoralizar ninguém, que não quero, mas isto dá mesmo um trabalho que só visto. Por outro lado, acho que ando a ganhar método, que era coisa que me faltava. Não dá para ser caótica, para adiar respostas, para pensar "aaaah, depois logo se trata, logo se decide". Há tanta, mas tanta, mas tanta coisa para resolver que se não se for fazendo na hora é o desespero absoluto. E calhou-me uma sócia igualmente organizadinha, com uma memória para cima de espectacular e que não deixa para amanhã o que pode fazer hoje. E prontinho, é isto que é preciso para abrir uma loja.
domingo, outubro 16, 2011
Pequenitos, não enviem mais participações para o cabaz, porque já acabou o prazo (pronto, vá, podem enviar até à meia-noite). Ainda estou aqui a pensar se vou considerar os e-mails que enviaram para o endereço errado (era para o mail megacabazpipoca@gmail.com, não era para o da Pipoca), a ver vamos. De qualquer modo, há mais de OITOCENTAS participações a concurso, por isso lá para 2029, depois de ver todos os mails, sou capaz de ter os nomes dos vencedores. Estou mortinha para ver as imagens! =) Obrigada a todos os que participaram!

13 MILHÕES!

domingo, outubro 16, 2011

Pipoca vai à escola

domingo, outubro 16, 2011
Pois é, pequenada. Lembram-se de ter feito a pós-graduação em Consultoria de Imagem o ano passado, no ISLA? É verdade. Este ano há outra edição, novamente promovida pela ASLEI. E eu vou dar um dos módulos. Ah, pois é. Serão seis brilhantes e espectaculares horas de "Redes Sociais e a Consultoria de Imagem". Mas há outros módulos que valem a pena para quem se interessa por estas coisas. Por exemplo, hairstyling e make-up, comunicação visual na moda,  técnicas de consultoria, etiqueta e protocolo, e por aí a fora. Enfim. Quem quiser saber mais, pode ir até aqui. Mexam-se, que as inscrições estão a acabar.


sábado, outubro 15, 2011



Finalmente, uma coisa gira para escolher e que não tem a ver com calhas, sistemas eléctricos, softwares e outros igualmente aborrecidos.

Hoje deu-me para isto #36

sábado, outubro 15, 2011
Foi ontem, mas também não interessa nada.






Camisa: Zara
Calções: Sphera
Cinto: Primark
Colar: Parfois
Sapatos: Zara
Anel: recuerdo da Turquia

Hoje deu-me para isto #35

quarta-feira, outubro 12, 2011


Com A Melhor Amiga da Barbie. Desta feita, sem Barbie.

Camisola douraada e shorts: Zara
Botins: Bershka
Carteira: Kipling
Óculos: Ray Ban
quarta-feira, outubro 12, 2011
Todo o dinheiro que entra na minha conta sai à mesma velocidade. Nem tem tempo para aquecer o lugar. Isto de ter uma loja é muito bonito, mas esta primeira fase é um terror. Sempre que peço um orçamento para o que quer que seja, até tremo. Acho que já me benzo antes de abrir um mail. Mas pronto, a coisa está a crescer e a ficar mais consistente. Nunca estive tão pobre, mas é a vida.

ModaLisboa Day#4 by SEAT

terça-feira, outubro 11, 2011
Eu disse que ainda voltava a este assunto, não foi? Ora então cá estou eu. O último dia de ModaLisboa foi uma verdadeira loucura. Por motivos diferentes, houve dois desfiles que me agradaram bastante. A saber:

Katty Xiomara
Adorei a colecção passada, e voltei a adorar esta. Acho que está cada vez melhor, mais feminina, mais bonita, mais tudo. Pode seguir uma de cada uma destas pecinhas aqui para casa, sim?










Nuno Gama
Atentem-me nestas tangas. Alguma vez viram tangas mais bonitas? Hmmmm? Não, pois não. Eu também fiquei fascinada. Com as tangas, claro. Só com as tangas.








Enfim, foram quatro dias de muito trabalho mas também de muita alegria e convívio, que é o que se quer. Agradeço, uma vez mais, à SEAT pelo convite para ser "enviada especial" à ModaLisboa.
Para o ano há mais.

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