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Hoje deu-me para isto #31

terça-feira, agosto 30, 2011


Calças: Hoss Intropia (colecção passada)
Camisola: Zara (nova colecção)
Anéis: Asos (cruz) e Musgo
Pulseiras: Asos, Trapos & Bugigangas, Parfois
Sandálias (que me esqueci de fotografar): H&M (colecção passada)



Inspiraaaaaaar, expiraaaaaaaaaaaaar

terça-feira, agosto 30, 2011
Eu podia ficar aqui duas horas a dissertar sobre como odeio as Finanças. Sobre como odeio o facto de cada funcionário me dar uma resposta diferente para a mesma pergunta. Como odeio o facto de me basear naquilo que me dizem e agir em conformidade com isso. Como odeio o facto de depois me virem dizer que não é nada disso e "quem é que lhe deu essa informação?". Como odeio o facto de me virem cobrar por erros dos quais não tenho culpa nenhuma. Como odeio o facto de não haver o mínimo de consenso. Como odeio o facto de, aparentemente, não haver um bonito documento, um papelito, qualquer coisa para onde todos os funcionários se possam guiar. Como odeio o facto de cada um fazer uma interpretação muito própria de cada caso.Como odeio o facto de receber cartinhas a dizer que "houve uma irregularidade" que, obviamente, nunca é a meu favor. Como odeio o facto de não querer ter problemas com essa entidade e fazer por ter sempre tudo certinho e em dia, e ainda assim conseguirem arranjar maneira de me lixar a vida. Enfim, podia. Mas não tenho duas horas nem Victans que me cheguem. Só sei que desta vez não me arrancam um cêntimo. Não pago pela incompetência alheia.

Música para os meus ouvidos #12

terça-feira, agosto 30, 2011

Esta semana vai ser sempre a abrir. E esta é boa para marcar o ritmo.

Oi?

segunda-feira, agosto 29, 2011
Estava aqui descansadinha da vida no intervalo do Glorioso (que, já agora, está a ganhar), quando a minha paz de espírito foi interrompida por um anúncio do Gino Canesten. Lá estava uma moça de ar aflito e compungindo, a falar sobre infecções fúngicas da vagina. Espera lá, pára tudo! Então mas isto agora é assim? Fala-se assim destas coisas em horário nobre, a meio de um jogo do Benfica? Mas que falta de respeito vem a ser esta, hã, senhores Canesten? Nós, mulheres, somos seres absolutamente puros e limpinhos. Seres imaculados, seres de outra dimensão. Levamos toda uma vida a construir uma imagem intocável, e depois vem esta gente dizer que temos fungos e cogumelos no pipi?  Mais respeitinho pelos pipis alheios, meus amigos, mais respeitinho. O que é que vão dizer a seguir? Que damos puns?

Não há por aí ninguém a caminho dos States, não?

segunda-feira, agosto 29, 2011

Andei duas semanas pelos Estados Unidos, trouxe All Star para toda a gente que me pediu, e esqueci-me de trazer uns destes para mim. Normalitos, normalitos. Já os vi cá a 60€. Depois de os ter comprado por 20 dólares, não me parece.

Música para os meus ouvidos #11

segunda-feira, agosto 29, 2011

Alguém se consegue lembrar de uma música mais fofinha para começar a semana? Não sei quantas vezes vi isto em miúda, sem me cansar. Pouco tempo depois de o Patrick Swayze ter morrido, o filme passou na SIC e fiquei de lágrima no canto de olho. Dificilmente haverá outro filme tão piroso e tão brilhante ao mesmo tempo. Nobody puts Baby in a corner.
domingo, agosto 28, 2011
Tenho muita vontade de gozar com o Sporting, enviar sms a chatear e dizer coisas nunca antes ditas, tipo, "Domingos, tem lá paciência", mas o Glorioso só joga amanhã e sabe Deus como os meus meninos são capazes do melhor e do pior. Enfim. Mas lá que foi divertido, foi.

Hoje deu-me para isto #30

domingo, agosto 28, 2011
Túnica: H&M (antiga)
Calções: Zara
Colar dourado: Forever 21
Sapatos: Zilian

Música para os meus ouvidos #10

domingo, agosto 28, 2011


Mesmo boa para um fim-de-semana de final de Verão.

Hoje deu-me para isto #29

sexta-feira, agosto 26, 2011







Calças e t-shirt: Zara (nova colecção)
Colares: H&M (decidi experimentá-los juntos e gostei)
Anéis: H&M e ASOS (caveira dourada)
Sabrinas: Zara (têm uns três anos, estão velhotas e são umas verdadeiras pantufas)
Óculos: Prada Butterfly

Música para os meus ouvidos #9

sexta-feira, agosto 26, 2011


Esta é uma daquelas que me aquecem mesmo o coração. Boa sexta-feira.

A Pipoca responde...ou tenta, vá #1

quinta-feira, agosto 25, 2011
A minha caixa de correio do blog é uma imensa confusão de mails. E a culpa é minha, pois está claro, que deixo acumular mails e mais mails e mais mails. Entre propostas de colaborações, pedidos de divulgação disto e daquilo, convites para eventos ou a vastíssima lista de perguntas dos leitores, nunca sei muito bem para onde me virar. E acabo por reagir como reajo sempre em situações de caos: não faço nada e fico sossegadita à espera que as coisas se resolvam por si mesmas. Foi o que tentei fazer com as dúzias de mensagens, mas não deu resultado (damn it). Elas lá continuam, quase todas sem resposta, à espera do dia em que vou tratar delas. Mas esse dia está difícil de chegar. Ao fim-de-semana tento tirar um par de horas para responder a mails de enfiada, mas leva tempo. Gosto de respostas personalizadas e não para despachar, gosto de responder àquilo que me perguntam, de dar uma ajuda nisto e naquilo. E e acho simpático que achem que eu sou uma pessoa capaz de resolver boa parte dos dramas da vossa vida, sejam eles sobre o que vestir num casamento, qual a melhor máscara de pestanas, o que visitar em Madrid ou como despachar um namorado. É fofinho, sinto-me uma espécie de Oprah em versão pobre. Vai daí, decidi dar início a mais uma rubrica espectacular, de seu nome "A Pipoca responde... ou tenta, vá", que mais não é do que a resposta a algumas das perguntas que me fazem. Muitas vezes as perguntas repetem-se, por isso matam-se logo uns quatro leitores com um post só. Até porque a discussão aberta tem mais graça, assim como a diversidade de opiniões (civilizadas e compostinhas). Não vou publicar os nomes dos leitores nem questões demasiado pessoais, e quem não quiser uma resposta pública está à vontadinha para o dizer.  Ah, e como já sei como elas mordem, fica desde já sublinhado que o eu escrevo é apenas a minha opinião, não são teses de mestrado de Harvard, está bem? Posto isto, vamos à primeira pergunta:


"Olá, Pipoca. Eu e o meu namorado decidimos morar juntos, mas não sabemos se é melhor comprar ou arrendar casa.  Sei que moras numa casa arrendada, achas mais vantajoso?"


Ora bem, quando eu conheci o meu homem ele tinha casa própria. Por motivos que agora não interessam nada, teve de a vender. Como já estávamos a pensar morar juntos, decidimos procurar outra e partimos logo do princípio que era para arrendar. Não sei porquê, mas não nos passou pela cabeça comprar, talvez por ainda não termos assim taaaanto tempo de relação e não nos querermos lançar na compra de uma casa. Há mais de dois anos encontrámos a casa onde estamos hoje, que foi um verdadeiro achado tendo em conta o preço, o tamanho e a localização, e por aqui temos ficado. Há pouco tempo, e também já não sei muito bem porquê (talvez porque eu sou pessoa que gosta de ver casas, só porque sim), achámos que talvez estivesse na altura de comprarmos. Mas depois procurámos, vimos muita coisa e chegámos à conclusão que nenhuma das casas que tínhamos visto era melhor do que aquela onde estamos agora. Posto isto,  decidimos ficar quietos por mais uns tempos. Não fazia sentido mudar para uma casa pior só para podermos dizer que era nossa. A verdade é que adoramos a casa onde vivemos, adoramos a centralidade, e rezamos a todos os santinhos para que o senhorio não queira regressar tão depressa. Pelo menos mais três anos estão garantidos, depois logo se vê.  Acho que isso de comprar casa é uma coisa muito portuguesa. Temos aquela necessidade do sentimento de posse, de sermos donos de qualquer coisa. Lá fora praticamente ninguém tem casa própria, acham até esquisito que alguém compre uma casa (é mais ou menos como dizer que se vai comprar um estádio de futebol), e o arrendamento é visto como uma coisa perfeitamente banal. Assim de repente, qual é a grande vantagem de se ser dono de uma casa? Deixar património aos filhos? Pois, a ideia é bonita, mas acho que  os filhos têm de se amanhar por conta própria e não estar a contar com a casinha que os pais lhes vão deixar um dia. Depois há o empréstimo. Pede-se dinheiro para uma casa e no final pagam-se três. E quando, finalmente, a casa é nossa e não do banco, já temos uns 75 anos e os pés para a cova. E depois as taxas, e os seguros,  e as obras, e as avarias, e os condomínios e o diabo a quatro.  No nosso caso, dificilmente encontraríamos uma casa com as características da nossa com uma prestação que pudéssemos pagar. Por isso, por aqui vamos indo, numa casinha linda e à nossa medida. Não podemos deitar paredes abaixo nem fazer grandes alterações? Não, pois não, mas também não queremos, tivemos a sorte de vir para uma casa de traça antiga completamente recuperada. E tivemos total margem de manobra no que toca a decoração. Quando há algum problema, o senhorio resolve (convém dizer que também nos calhou na rifa um bom senhorio). Se acho que é dinheiro deitado à rua? Não. Sinto que estou a pagar por um serviço como outro qualquer. E custa-me menos pagar ao senhorio do que ter de levar com a carrada de juros de um banco, na expectativa de um dia poder ter um papelito a dizer que a casa é minha. Claro que se um dia encontrarmos uma casa mesmo espectacular que nos fique mais barata do que um arrendamento, mudamos na hora, mas acho difícil. Se saíssemos do centro da cidade e fôssemos para os arredores, possivelmente arranjávamos uma boa casa com uma prestação decente (talvez até menor do que aquilo que pagamos agora de renda), mas não queremos abrir mão de alguns comodismos só para podermos dizer que temos uma propriedade em nosso nome. É coisa que não nos aquece, nem arrefece. Até porque depois, possivelmente, acabávamos por gastar mais noutras coisas, como gasolina ou transportes. Mas pronto, basicamente acho que é uma questão de fazer contas e de avaliar critérios, necessidades e prioridades. Que, como é óbvio, variam de pessoa para pessoa. Mas acredito que ainda há um certo estigma em relação ao arrendamento, como se quem vive numa casa arrendada seja um pelintra que não tem onde cair morto. É só uma opção, tão viável como outra qualquer. E pronto, tenho dito. Quem é pela compra que se pronuncie.

Hoje deu-me para isto #28

quinta-feira, agosto 25, 2011





Camisa: Zara (nova colecção)
Calças: Zara (Primavera)
Malunfa: Primark (antiga)
Colar: Yokana (comprei há uns tempos em Madrid)
Sandálias: Jimmy Choo
Verniz azul escuro: Dior Blue Label
Verniz rosa: verniz gel Loly Pop (Nails4Us)
Óculos: Ray Ban

Música para os meus ouvidos #8

quinta-feira, agosto 25, 2011


Nada como um pequeno momento revivalista. Sempre que ouço esta música lembro-me de andar no nono ano e ir perguntar ao Diogo, do 11ºA, se o podia conhecer. Ele tinha mais dois ou três anos do que eu, era um amor condenado à partida, mas nem por isso deixei de surripiar a fotografia dele do livro de ponto, quando apanhei uma funcionária distraída. Uma reles fotocópia a preto e branco que trazia sempre comigo na carteira, na esperança de que um dia ele chegasse ao pé de mim e confirmasse que estava tão apaixonado por mim como eu por ele. Pois, não aconteceu. Mas pronto, vi-o há uns tempos e está um bocado texugo, por isso sinto-me ligeiramente recompensada. E esta será sempre uma grande, grande música.

Shoe mania

quarta-feira, agosto 24, 2011

Fui espreitar a nova colecção da Zilian e tive de trazer estes comigo. Não tenho culpa, atiraram-se para os meus braços e eu não tive coragem de deixá-los lá.

Heresia das heresias!

quarta-feira, agosto 24, 2011
Ah, grandes estupidonas, que sairam à rua de botins em pleno Verão! Cruz com elas, já!












quarta-feira, agosto 24, 2011
Carrega, Benficaaaaaaa!
Está quase.

Hoje deu-me para isto #27

quarta-feira, agosto 24, 2011





 Camisa ganga e top coral: Stradivarius (saldos)
Saia: Blanco (nova colecção)
Colar: Forever 21
Botins: Bershka (nova colecção)
Malunfa: Carolina Herrera
Óculos: Ray Ban

Música para os meus ouvidos #7

quarta-feira, agosto 24, 2011


Madrid state of mind.

Hoje deu-me para isto #26

terça-feira, agosto 23, 2011




Camisola: Zara (Outono/Inverno 2011)
Calções: Mango (antigos)
Sabrinas: Zara (saldos)
Anéis: Bimba y Lola (estrela) e Musgo


Cadernos e caderninhos

terça-feira, agosto 23, 2011
Sou uma aficionada de tudo quanto sejam bloquinhos, caderninhos, etc e tal, de todos os tamanhos e feitios. Devo dizer que tenho uma vasta colecção, dá sempre jeito. E estes da Alma Lusa são beeeeem fofinhos, inspirados nos tradicionais cadernos portugueses. À venda na Alma Lusa do aeroporto.






Os colarinhos vêm aí em força

terça-feira, agosto 23, 2011
E são uma forma simples e alternativa de dar outro toque a uma peça básica. Me like it.

Vuitton



Todos da ASOS




Música para os meus ouvidos #6

terça-feira, agosto 23, 2011



"I Follow Rivers", por Miss Lykke Li.
segunda-feira, agosto 22, 2011
É por isto que gosto tanto de Saramago.
segunda-feira, agosto 22, 2011
Ontem fui almoçar a casa dos meus pais e tinha à minha espera uma missão espectacular. Abrir caixas de livros que andavam na arrecadação há que vidas e ver o que é que se aproveitava. Lá estavam todos os meus livros da escola, todos os apontamentos, todos os testes, todos os recadinhos das professoras ("é boa aluna mas muito faladora"). Entre outras grandes pérolas, descobri uma composição que escrevi numa aula de Português do 7º ano. O objectivo era descrever um colega da turma, e a mim calhou-me em sorte o Diogo.

"O Diogo é uma pessoa sobre a qual não posso escrever muito, visto que não o conheço muito bem. Fisicamente é baixo, tem cabelos e olhos castanhos e usa aparelho nos dentes. Devido a isso, fala um pouco à sopinha de massa. Psicologicamente não o posso descrever muito bem, pois são raras as vezes que falo com ele. É um bocadinho chato e infantil. Está sempre na brincadeira e na conversa, e está constantemente distraído. Não é muito comunicativo com as raparigas da turma, talvez por vergonha ou complexos sabe-se lá do quê. Talvez seja assim por os outros rapazes estarem sempre a gozar com ele e a chamar-lhe nomes por ele ser baixo e por a mãe dele dar aulas a crianças com problemas mentais. Resumindo e concluindo: não é das pessoas que mais gosto na turma, mas não é mau colega."

E pronto, foi esta a minha brilhante composição. Está explicado porque é que nunca recebi o prémio de Miss Simpatia na escola. E está também explicado porque é que o Diogo, com quem me cruzo várias vezes num café perto do trabalho, nunca me falou. Ainda deve estar sentido com o que escrevi sobre ele. Eu já nem me lembrava disto, e se a composição não tivesse também uma foto do Diogo, jamais associaria as duas coisas. Coitado do rapaz.

Cúmulo da insensibilidade

segunda-feira, agosto 22, 2011
Quando ligamos para casa, dizemos "oláaaa" e a nossa mãe pergunta "quem fala?".

Música para os meus ouvidos #5

segunda-feira, agosto 22, 2011


Esta é mesmo, mesmo, mesmo boa para uma segunda-feira (You Make my Dreams, dos Hall&Oates). E quem ainda não viu este filme (500 Days of Summer) é um ovo podre!

Leituras de Verão

domingo, agosto 21, 2011
Fiz uma pausa no "Liberdade", do Franzen, e tirei o dia para ler o novo do Niccolò Ammaniti ("Eu e Tu"). Vale a pena, mas não é tão bom como o "Como Deus Manda". Um dos melhores escritores europeus da actualidade.



Música para os meus ouvidos #4

domingo, agosto 21, 2011


O fim-de-semana foi-se, passou a voar. Posto isto, amanhã voltamos aos "dog days".

Hoje deu-me para isto #25

domingo, agosto 21, 2011



Macacão: Mango
Carteira: Primark
Colar: Mango
Anéis: H&M e Parfois
Sandálias: Pull & Bear
Óculos: Ray Ban
Sandálias: Pull & Bear
Verniz: Loly-Pop (Nails4Us)

Música para os meus ouvidos #3

sábado, agosto 20, 2011


Gosto mesmo, mesmo muito da Maria Rita. E esta música (que na verdade são duas, Maltratar não é Direito e Conta Outra) é indispensável para quem anda mal de amores e não sabe muito bem como pôr aquele traste a andar de uma vez por todas. Tudo isto, com um belo de um pé de dança pelo meio. "Coisa boa é Deus quem dá, besteira é a gente que faz!". Grande Maria Rita!

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