Pois, os saldos são muito bonitos e muito agradáveis, mas a esta altura do campeonato já está tudo mais do que revirado e escolhidinho e é sempre mais do mesmo. Vai daí, já ando de olho nas novas colecções. E nas próximas tendências. E vêm aí três de que gosto muito: lantejoulas (com comedimento, pessoas, com comedimento!), dourados (com comedimento, pessoas, com comedimento!) e calças em pele (falsa, pessoas, pele falsa). Já tenho uns calções dourados lindos que só eles (um achado nos saldos da H&M), mas vou investir numas calças também (em prateado também são lindas). Também tenho umas calças pretas em pele (falsa), mas quero meeeeeesmo uma vermelhas. Quanto a lantejoulas, tenho uma pecita ou outra, mas estou apaixonada por estas calças aqui em baixo (da La Redoute). Lá terão de ser minhas. Ooooooohhhhh!
Perigo: criancinhas na praia
quarta-feira, julho 27, 2011
Hoje, quando estava a entrar para a água, toda eu cheia de delicadezas e sensibilidades (vulgo medinho da água fria), eis que um puto se atira em modo bomba (uma prática muito comum por estas bandas), levantando um pequeno tsunami. Lancei-lhe logo um olhar que queria dizer qualquer coisa como "raistaparta, que te enfio a cabecinha debaixo de água até te passar a parvoíce, lá para os 28" e em seguida olhei em volta a ver quem eram os paizinhos do pequeno diabo da Tasmânia. Esperava uma advertência, o incitamento a um pedido de desculpas, mas nada. E foi preciso eu entrar na água e já estar uns bons metros mais à frente para a mãezinha da criança dizer qualquer coisa como "se quer estar à vontade que vá para uma praia deserta". Ainda olhei para trás, ainda ensaiei uma resposta, mas depois preferi ficar calada. Há malta com quem, simplesmente, não vale a pena discutir. Então é isto. Os putos fazem merda e os pais ficam sensibilizados com a reacção dos outros. No meu caso, foi só um olhar enfurecido. Podia ter mandado vir com o puto, podia ter-lhe dado uma belinha, mas não. Só olhei. O suficiente para a mãe ficar abespinhada e muito sentida e ainda achar que tinha razão. Dizer ao puto que não pode entrar assim na água, que tem de ter cuidado com os outros? Nãoooo! Vamos mas é mandar vir com a outra, a que deve ter a mania que está nas Maldivas, olha agora a grande cabra, a lançar olhares assassinos ao meu menino, esta jóia de bom comportamento, só porque molhou toda a gente num raio de 5km. Acho bonito. Assusta-me a falta de discernimento dos pais. De repente, só eles é que estão certos e os putos podem fazer o que querem, porque são criancinhas e precisam de liberdade de movimentos. Mas é assim tão difícil de ver que é preciso modos, seja à mesa seja na praia? É assim tão complicado admitir que os putos fazem merda e têm de ser advertidos? São putos, é normal que façam asneiras. O que não é normal é os pais porem a culpa nos outros e ficarem todos muito ofendidos. Então agora para não levar com água em cima tenho de ir para uma praia deserta? Se calhar os paizinhos que querem deixar os filhos portarem-se como selvagens é que têm de ir para uma praia deserta. E longe, assim mesmo longe. E ficam lá a aturá-los, contentes da vida. A sério, isto mexe-me com os nervos. E se algum dia for uma mãe assim, que acha perfeitamente normal que os rebentos expandam a sua energia na praia como querem - passando por cima de toalhas, atirando areia pelo ar ou jogando-se em bomba para cima dos outros, - sem dizer nem ai nem ui, agradeço que alguém me lembre que, em tempos, fui uma pessoa normal e bem intencionada que acreditava que as criancinhas não eram seres intocáveis e facilmente melindráveis por alguém os repreender ou lhes aplicar uma palmada bem assentada.
segunda-feira, julho 25, 2011
Enquanto fazíamos a caminhada diária pela praia, a minha mãe perguntou-me se não ia à MantaBeach. Não vou. Em 30 anos de vida saí umas duas vezes à noite no Algarve. Eu é mais sopas e descanso. E antes ser atacada por 27 alforrecas em fúria do que meter-me no MantaBeach.
My tears dry on their own
domingo, julho 24, 2011
Não temos para sempre 27 anos. Nem 18. Nem 35. Não temos duas oportunidades. Não andamos por cá duas vezes. Temos uma vida. Temos esta vida. Que é boa, que é má, que é assim-assim. Mas só temos esta. Andamos na estrada a 180 porque a nossa condução é fiável. Tomamos drogas, bebemos mais do que a dose. Fodemos a vidinha aos outros porque não temos nada mais giro para fazer. Somos estúpidos. Cada um de nós, à sua maneira. Perdemos tempo com merdas que não interessam a ninguém. Somos maldosos, imbecis, porque nos esquecemos que tudo volta a duplicar. What goes around comes around. Irritamo-nos com tudo, perdemos a tolerância. A felicidade alheia chateia. E enquanto chateia, a vida passa. E enquanto apontamos o dedo, não estamos a dar por isso. E enquanto choramos sobre o leite derramado, não estamos a dar por isso. E enquanto estamos tão iludidos a olhar para o nosso umbigo, não estamos a dar por isso. E enquanto vivemos a vida dos outros (e a dissecamos, e a julgamos, e a condenamos), não estamos a dar por isso. E um dia o carro vira-se numa curva. E um dia a doença toma conta de nós. E um dia encontram-nos caídos em casa, porque o coração cedeu, inexplicavelmente. E um dia um maluco larga uma bomba, mata-nos a tiro.
Enquanto vivermos a achar que é para sempre, para sempre seremos idiotas. Tudo pode acabar em segundos. Queremos mesmo gastá-los assim?
Enquanto vivermos a achar que é para sempre, para sempre seremos idiotas. Tudo pode acabar em segundos. Queremos mesmo gastá-los assim?
F*CK YOU!!
sexta-feira, julho 22, 2011
Antes de ir de férias, deixo-vos com mais uma musiquinha do CD Pipoca.
Especialmente dedicada a todas as pessoas de mente pequenina e tacanha, a todos os invejosos, a todos os desocupados infelizes, a todos os preconceituosos, a todos os cobardes, a todos os mal intencionados e maldosos, a todos os intriguistas, a todos os tontinhos, a todos os pobres de espírito... e a todos os idiotas, assim em geral. De certeza que conhecem muitos, tal como eu. Fuck them! And feel free to share the music.
Especialmente dedicada a todas as pessoas de mente pequenina e tacanha, a todos os invejosos, a todos os desocupados infelizes, a todos os preconceituosos, a todos os cobardes, a todos os mal intencionados e maldosos, a todos os intriguistas, a todos os tontinhos, a todos os pobres de espírito... e a todos os idiotas, assim em geral. De certeza que conhecem muitos, tal como eu. Fuck them! And feel free to share the music.
São férias, senhores, são férias
sexta-feira, julho 22, 2011
E pronto, daqui a umas horas sou um ser livre de trabalho, pelo menos durante duas semanas. Aguarda-me um fim-de-semana no Monte Rei, mais uma semana em casa dos senhores meus pais (tudo nos Algarves) e mais uma semaninha por Marrocos. Praia, praia, praia e mais praia em cima do lombo, para combater a cor de lula esfomeada que ostento o ano inteiro. Acho que nunca fiz uma mala tão depressa. Tentei manter-me fiel aos ensinamentos da pós-graduação e, pela primeira vez na vida, consegui. Só dois calções, um vestido, meia dúzia de tops e t-shirts, umas havaianas, umas sandálias e um casaco leve. Pronto, depois vinguei-me nos biquínis, mas também não pesam propriamente dez quilos. Levo seis para sete dias, e ainda estou aqui a pensar se não devia enfiar mais um na mala. Ainda fiquei com espaço para a toalha de praia, para o nécessaire e para uma bolsinha de maquilhagem (just in case). Espectacular. Num saquinho à parte vai o computador, dois ou três livros e umas quanta revistas. E pronto, é tudo o que preciso para ser feliz. Levo pouca roupa, mas a suficiente para não ter de andar a lavar coisas a meio das férias, em vez da parvoíce costumeira de levar tudo e mais um par de botas (e depois não usar quase nada). A verdade é que não vou ter propriamente uma grande vidinha social, vai ser mais praia-casa-praia, por isso não vale a pena tentar enfiar o armário inteiro dentro do carro. Daqui a uma semana volto e toca a fazer nova mala (aí já não garanto que o plano de austeridade se mantenha). Isto é uma vida que não se deseja a ninguém! (alerta, alerta, ironia, ironia!).
Vejam se se portam bem na minha ausência. Eu sei que a separação é dura, é difícil, mas temos de ser fortes nesta hora, está bem? Prometo que entre um mergulho e uma dúzia de bolas de Berlim na praia da Manta Rota, vou ver ser arranjo tempo para vir aqui ver como param as modas. Até porque, verdade seja dita, alguém tem de alimentar os blogs fofinhos (e, vá, acéfalos) que precisam disto como de pão para a boca. Beijinho bom!
Vejam se se portam bem na minha ausência. Eu sei que a separação é dura, é difícil, mas temos de ser fortes nesta hora, está bem? Prometo que entre um mergulho e uma dúzia de bolas de Berlim na praia da Manta Rota, vou ver ser arranjo tempo para vir aqui ver como param as modas. Até porque, verdade seja dita, alguém tem de alimentar os blogs fofinhos (e, vá, acéfalos) que precisam disto como de pão para a boca. Beijinho bom!
Porque é que me fizeste isto, Pipoca-Mobil?
terça-feira, julho 19, 2011
Pronto. O Pipoca-Mobil está a dar as últimas. Depois de ter passado na inspecção com brilhantismo, apenas com uma luz de matrícula fundida, eis que agora está a dar problemas que nunca mais acabam. O seu estado de saúde agravou-se em poucos meses e cheira-me que está claramente com uma roda para a cova. Comecei a notar que fazia um barulho esquisito quando rodava o volante para a direita. Como sou neurótica com segurança, hoje lá o levei a uma oficina e o diagnóstico não foi famoso: problemas nos travões, no eixo, na direcção e eu sei lá mais onde. O orçamento de recuperação do bicho anda à volta dos 600€. Desconfiei que era muito para um carro com dez anos (tão crescido o meu menino, parece que foi ontem que o fui escolher à Peugeot da avenida da República), mas como não percebo nada de mecânica lá liguei ao meu pai para me aconselhar na decisão. Disse que achava muito dinheiro, que não se justificava, que um carro assim já não oferece segurança e que mais vale pensar em comprar outro. Bonito. Eu achava que o Pipoca-Mobil me ia servir toda uma vida, até porque, basicamente, só lhe pego aos fins-de-semana, mas afinal deixou-me na mão. Sonso ingrato. E agora tenho de o trocar. E eu dos carros só espero que andem para a frente (e para trás, já agora) e que não dêem chatices. É tudo o que eu quero de um carro. Nunca tive pancada especial pelo modelo X ou Y (ok, o Fiat 500 é fofinho enquanto conceito, mas não faço ideia se é bom ou mau), e só tenho porque às vezes preciso mesmo dele e não há outro remédio. O meu primeiro carro foi um Renault5 usado, para aí de 1765, que me serviu para "desemburrar" por dois ou três anos, depois os meus pais ofereceram-me o Peugeot 206, e pronto, achava que a minha história com carros se ficava por aqui e éramos todos muito felizes para sempre. Mas não. Agora tenho de procurar outro e nem faço ideia por onde começar. Que marca? Que modelo? Novo ou usado? E qual é o preço "normal" para um carro? Os mais seguros são os mais caros? Ou há carros seguros que não me rebentem com a poupança? É tudo tão difícil... Venham daí os entendidos na matéria, que eu disto não percebo nada.
Passatempo Soltrópico/A Pipoca Mais Doce
segunda-feira, julho 18, 2011
Pequenada do meu coração, quem quer ir viajar à borla ponha o dedinho no ar. Pois, imagino que sejam mais do que muitos (eu incluída), por isso vamos lá ver se são bafejados pela sorte. Em época de crise, a Soltrópico quer ajudar a levantar o astral e, para isso, vai oferecer uma viagem a Cabo Verde, para duas pessoas, à semelhança do que já fizemos por aqui o ano passado. Só precisam de três coisinhas: criatividade, uma máquina fotográfica e um dístico da Soltrópico. Depois, é só misturar tudo e rezar a todos os santos para serem vocês os vencedores. A ideia é que fotografem um dístico Soltrópico de forma divertida e original. A imagem mais criativa ganha a viagem a Cabo Verde (voo para a Ilha da Boavista, com validade de 15 de Outubro a 31 de Março de 2012, excepto Natal, fim-de-ano e Carnaval. Taxas e estada não incluídas) . Mas há também prémios para o segundo e para o terceiro. A saber, uma máquina de café Delta Q e um kit Dermalógica, respectivamente.
Então e o que é têm de fazer para participar? Eu explico:
Então e o que é têm de fazer para participar? Eu explico:
- Ser fã no Facebook SOLTRÓPICO e Pipoca Mais Doce;
- Publicar uma fotografia original e criativa no mural da Soltrópico até 30 de Setembro;
- Para que a fotografia seja válida terá de ter, pelo menos, um dístico Soltrópico visível (condição obrigatória)
Como imagino que não devem ter meia dúzia de dísticos Soltrópico aí por casa, podem dirigir-se à agência de viagens mais próxima e trazer um belo de um dístico (encontrem a vossa agência aqui).
As fotos vencedoras serão eleitas pela minha pessoa (pelo que todo a bajulação é aconselhável...brincadeirinha). Os premiados serão divulgados no Facebook da Soltrópico e aqui no blog no dia 7 de Outubro. Boa sorteeeeeeeee!
I want to ride my bicycle
domingo, julho 17, 2011
Desde o início do ano que tenho bicicleta mas, e tirando umas voltinhas ao bairro, nunca me aventurei em grandes passeios. Morar num 3º andar sem elevador e ter de alombar com a bicicleta ao longo de 74 penosos degraus não ajuda à festa, mas a questão até nem é essa. É mesmo medinho. Muito eu gostava de me deslocar diariamente para o trabalho, alegremente, na minha pequena bicicleta com cestinho, mas começo a pensar no trajecto casa-trabalho-casa (entre o Campo Pequeno e os Restauradores) e chego à conclusão que de metro/autocarro me safo melhor. O Google Maps diz que são 3,8km, mas cheira-me que me está a endrominar. É que, assim à vista desarmada, eu ia jurar que são uns 17,5km. Mas pronto, acreditando que são mesmo "só" 3,8km, eu duvido muito que tenha estofo para tanto. Para lá ainda vá, que grande parte do caminho é a descer, mas e depois para voltar? Quem é que me empurra pela avenida da Liberdade? Sou pessoa de constituição fraca, não me aguento. E também não queria passar metade do caminho a levar a bicicleta pela mão. Acredito que isto vai lá com o hábito, só é preciso é começar. Mas depois... e os carros? As ciclovias ainda são poucas, e só de pensar em fazer a rotunda do Marquês de bicicleta desisto logo da ideia. Acho que Lisboa é uma cidade pouco "bicycle-friendly" e que a malta é pouco civilizada e tolerante. Tenho para mim que era atropelada ao fim de 100 metros. Conheço pessoas que se deslocam diariamente de bicicleta e que dizem que as coisas estão melhores, que é preciso é ter cuidado, mas eu vejo aí muito maluquinho ao volante. Acho que vou experimentar o trajecto um destes domingos, quando a cidade está calminha, só para ver se tenho fôlego. Até lá, o passe continua a ser o meu melhor amigo. Se houver para aí ciclistas que tenham dicas das boas, eu, um Lance Armstrong em potência, fico muito agradecida.
domingo, julho 17, 2011
Quando tiver tempo (aí umas três semanas), farei um compêndio dos atentados à língua materna cometidos pelos alunos do 12º ano nos muitos comentários ofendidos e kalimerianos que deixaram aqui na barraca. É que é cada tiro, cada melro. Talvez o envie para o Ministério da Educação, com a nota “primeiro tratem da questão do há/à ou das palavras hifenizadas - é melhor usarem o termo “tracinho” -, depois logo pensem em avançar para coisas mais complicadas”.
Para já, estou para aqui a ver o Benfica, que acaba de empatar. E o sacana do Javito que continua um gostosão de primeira?
sexta-feira, julho 15, 2011
De manhã, na SIC Notícias, diziam que os resultados dos exames de Português do 12º ano tinham sido os piores de sempre, o que podia estar ligado à maior dificuldade das questões. Por exemplo, pedirem aos alunos para identificarem o sujeito numa oração. De facto, não é fácil identificar o sujeito numa frase do género "O João foi à praia". Exigem de mais aos alunos. Já estou como um amigo meu. Se calhar todas as frases deviam incluir a palavra sujeito, só para ser um bocadinho mais fácil. Tipo, "o sujeito foi à escola.- identifique o sujeito". É que assim, de facto, não há quem consiga ter aproveitamento.
Moody's? No thanks!
sexta-feira, julho 15, 2011
Pela fresquinha lá estava eu na Lanidor, para trazer a minha t-shirt anti Moody's. Bem sei que não é por isto que as agências de rating vão passar a ter uma atitude mais responsável e consciente, mas pronto, gosto de pessoas que se mexem e dizem de sua justiça. E acho porreiro que uma marca portuguesa o faça sem medos. Qualquer pessoa que tenha cartão de cliente Lanidor pode passar numa loja durante o dia de hoje e trazer uma t-shirt grátis.
quinta-feira, julho 14, 2011
Ao almoço:
Eu: estás incumbido de comprar amaciador lá para casa.
Ele: porquê?
Eu: porque foste tu que acabaste com ele. E eu já te disse que não precisas de usar amaciador. Não tens cabelo para isso.
Ele: já tinhas dito.
Eu: pois. O amaciador é só para usar nas pontas, o teu cabelo não dá para isso.
Ele: já tinhas dito.
Eu: tu usas amaciador em doses industriais e espalhas pelo cabelo todo. É como se estivesses a espalhar gordura no couro cabeludo. Faz-te um mal desgraçado.
Ele: já tinhas dito.
Eu: a parte da gordura ainda não tinha dito.
Ele: ...
Eu: então e estes dias em que não temos amaciador em casa o que é que tens feito?
Ele: não uso.
Eu: exacto!!! E então?
Ele: não está tão brilhante.
I rest my case.
Eu: estás incumbido de comprar amaciador lá para casa.
Ele: porquê?
Eu: porque foste tu que acabaste com ele. E eu já te disse que não precisas de usar amaciador. Não tens cabelo para isso.
Ele: já tinhas dito.
Eu: pois. O amaciador é só para usar nas pontas, o teu cabelo não dá para isso.
Ele: já tinhas dito.
Eu: tu usas amaciador em doses industriais e espalhas pelo cabelo todo. É como se estivesses a espalhar gordura no couro cabeludo. Faz-te um mal desgraçado.
Ele: já tinhas dito.
Eu: a parte da gordura ainda não tinha dito.
Ele: ...
Eu: então e estes dias em que não temos amaciador em casa o que é que tens feito?
Ele: não uso.
Eu: exacto!!! E então?
Ele: não está tão brilhante.
I rest my case.
Zapatitos de boda
quinta-feira, julho 14, 2011
Pela parte que me toca, levei muito, mas muito, mas muito mais tempo a escolher os sapatos do que o vestido de noiva. O vestido foi para aí o terceiro que experimentei, sem grandes dramas. Já com os sapatos a coisa foi bem mais complicada. Só um mês antes da boda é que me decidi (acabaram por ser presente de uma das madrinhas). A Zilian de mi corazón acaba de apresentar a sua linha de casamento. Pode ser que ajude algumas noivas mais indecisas. Ah, e obrigadinha Zilian, por não teres pensado nisto há um ano, sim? :P
Preços entre 79,90€ e 99,90€
Comunicado
quarta-feira, julho 13, 2011
COMUNICADO
Relativamente à notícia veiculada via mail e em vários comentários na Internet, que informa que a noiva A Pipoca Mais Doce não usa o anel de noivado porque, e passamos a citar, “não gosta dele” ou “tem vergonha dele porque o diamante é demasiado pequeno”, vem o casal abaixo assinado esclarecer:
1. O anel de noivado oferecido por O Arrumadinho a A Pipoca Mais Doce ao dia dezoito de Outubro do ano de dois mil e nove tem, efectivamente, proporções diminutas, podendo o mesmo ser considerado “ofensivo” por gente mais sensível. O noivo penitencia-se pelo facto e tenta justificar o mesmo com o facto de, na altura, não ter “possibilidades para comprar um diamante maior”.
2. O noivo, O Arrumadinho, assume-se “envergonhado” com este facto agora revelado e admite que a solução ideal teria sido a recorrer a um crédito a 20 anos por forma a poder adquirir uma jóia equiparável à grandeza da sua noiva. A noiva, A Pipoca Mais Doce, partilha da mesma opinião e garante que apenas não devolveu o anel com o, passo a citar, “insignificante diamante”, porque estava perante uma plateia e não quis “rodar a baiana”.
3. A noiva, A Pipoca Mais Doce, admite também ter sido “a vergonha” a razão pela qual deixou de usar o anel após o casamento e diz: “Era muito embaraçoso para uma pessoa do meu estatuto andar com um anel com um diamante que mais parecia um grão de areia”.
4. O facto de não gostar de juntar ouro amarelo, da aliança de casada, com platina, do anel de noivado foi, de facto, “uma desculpa” para tentar abafar este escândalo que viria a ser revelado por uma atenta seguidora do seu blogue. Mas perante as evidências, a noiva, A Pipoca Mais Doce, vê-se obrigada a admitir a verdade dos factos e afirma: “Peço muita desculpa por ter mentido”.
5. Perante a gravidade do sucedido, o casal, O Arrumadinho e A Pipoca Mais Doce, vê-se obrigado a pedir desculpas públicas à seguidora anónima que revelou este caso e a toda a sociedade em geral.
Com a máxima estima,
A Pipoca Mais Doce
Sobre o maravilhoso mundo dos vernizes
quarta-feira, julho 13, 2011
Eu, um reles pequeno pónei, não uso o verniz das mãos a condizer com o dos pés. É rarinho, rarinho. Prefiro cores diferentes, diverte-me mais (e, no fim, tem tudo a ver com isso, diversão). Mas não há propriamente uma regra de bem condizer vernizes. Odeio tudo o que seja muito certinho e matchy-matchy, mas isso sou eu. Não me venham é dizer que é o maior pecado de estilo que alguém pode cometer nesta vidinha terrena, só porque não gostam e preferem tudo a fazer pendant.
Hoje deu-me para isto #9
terça-feira, julho 12, 2011
Top: Zara 2011
Calças: Miss Sixty 2011Carteira: Bimba y Lola 2011
Colar: Mimimoon
Sapatos: tão velhinhos e gastos que nem consigo perceber de onde são. Talvez da Zara ou Stradivarius.
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