E pronto, lá se vai um bocado do subsídio de Natal. Pela parte que me toca, este ano vai ser tudo corrido a compotas.
quinta-feira, junho 30, 2011
Sou uma pessoa que gosta de rotinas. E, ao mesmo tempo, sou uma pessoa que não gosta de ter assuntos a tratar com Finanças. O que é que uma coisa tem a ver com a outra? Eu explico. Pois que desde tenra idade (mais concretamente desde 1998) que passo recibos verdes. Ou seja, há toda uma vida. Apesar de sempre ter trabalhado por conta de outrem, toda e qualquer colaboração que eu faça implica a entrega de um recibo verde. E eu habituei-me a isso (a tal rotina), ao ponto de o meu caderno de recibos se tornar quase um apêndice. Já tive vários ao longo destes anos, já os preencho de olhos fechados, de vez em quando dou a volta à casa toda para achar o caderno e quase arranco cabelos em desespero, mas pronto, já estava acostumadinha ao sistema. Até que as Finanças decidiram ser moderninhas e lançar os Recibos Verdes Electrónicos. Durante muito tempo fiz-me de morta, fiquei ali agarrada ao papel, na esperança de conseguir passar despercebida, mas agora não há volta a dar. O período experimental acabou e agora toda a gente é obrigada a entregar o recibo electrónico. Isto visto assim à luz do século XXI até faz bastante sentido. O problema é eu estar desde as dez da manhã a tentar enviar a merda de um recibo e aquilo dar sempre um qualquer erro técnico. E as Finanças lá me vão pedindo que volte mais tarde. E eu não sei o que é mais tarde, porque entre as dez da manhã e as quatro da tarde já me parece um amplo espectro temporal. Talvez o que eles queiram dizer seja "volte mais tarde, sensivelmente em 2027, que deve ser quando o sistema já vai estar a funcionar de modo impecável". Como se não bastasse, e segundo uma notícia da RTP, os recibos não são tão electrónicos quanto isso. As Finanças ainda não conseguem assegurar o envio do recibo de forma electrónica, por isso é preciso imprimi-lo (lá se vão as boas intenções ambientais) e enviar por correio para a entidade pagadora . Ou seja, vai dar exactamente ao mesmo do que antes. Mentira, agora dá mais trabalho, porque implica ir à net e imprimir. Antes era só preencher e enviar. A sério, toda eu sou a favor do progresso, mas não me lixem ainda mais a vidinha nem me obriguem a ir ao portal das Finanças 14 vezes no mesmo dia só para ver se já me deixam enviar um recibo.
Passatempo Rexona/A Pipoca Mais Doce
quarta-feira, junho 29, 2011
Já sabem que não gosto de vos deixar muito tempo sem um passatempo, não é? Assim sendo, aqui vai um daqueles mesmo bons. A Rexona acaba de lançar os novos desodorizantes com MotionSenseTM System, especialmente pensados para mulheres que não param quietas um segundo. Trata-se de uma tecnologia que vai sendo activada pelo movimento do corpo ao longo do dia, por isso actua durante mais tempo e promete não nos deixar ficar mal. Vai daí, e a propósito deste lançamento, a Rexona encomendou um estudo para avaliar quais os movimentos das mulheres em sete países da União Europeia (Portugal incluído). E é precisamente sobre esse estudo que queremos que respondam a umas perguntinhas muito, muito fáceis. A saber:
1. Numa média semanal, quanto kms anda uma mulher portuguesa por dia?
a. 2,5kms
b. 10 kms
c. 4,5 kms
2. Quais as três actividades que as mulheres mais realizam ao Fim-de-Semana?
a. Compras
b. Desporto
c. Actividade Familiares
d. Passear o cão
e. Tarefas domésticas
f. Caminhar
3. Quais são as três actividades físicas que as mulheres portuguesas mais gostam?
a. Andar
b. Sexo
c. Pilates
d. Dançar
e. Nadar
f. Nenhuma4. Com qual destas celebridades internacionais as mulheres portuguesas gostariam de passear?
a. Brad Pitt
b. George Clooney
c. Bruce Willis
d. Johnny Depp
e. José Mourinho
5. Na Europa qual é a nacionalidade das mulheres que mais praticam exercício físico?
a. França
b. Portugal
c. Áustria
Hoje deu-me para isto #5
quarta-feira, junho 29, 2011
segunda-feira, junho 27, 2011
Uma amiga dizia-me esta manhã "fui ao teu blog ver se tinhas posto alguma coisa sobre o Angélico e nada". De facto, não escrevi nada sobre o assunto. Nem sequer sabia o que dizer. Há coisas sobre as quais não se nos ocorre dizer nada, talvez por serem tão difíceis de digerir. Não conheço o Angélico. Não sei se é bom ou mau rapaz, se é uma jóia de moço ou um canalha da pior espécie. Nunca estive muito atenta à carreira dele, talvez porque nunca liguei aos Morangos e menos ainda aos Dzrt. Mas quando acordei e soube da notícia, não pude deixar de sentir um murro no estômago. Dois dias antes tinha sabido da morte de outra pessoa, com 22 anos, também num acidente de carro. E apesar de a vítima ser familiar de uma pessoa que me é muito próxima e de quem gosto muito, não fui capaz de pegar no telefone para dizer qualquer coisa. Optei por uma mensagem, é menos constrangedor. A verdade é que já estive do outro lado. Do lado de alguém a quem têm de dizer alguma coisa porque o irmão, com 22 anos, morreu num acidente de viação a meio da noite. Na altura as pessoas não sabiam o que me dizer, e eu também não sabia o que responder. E também não havia nada que me pudessem dizer que minimizasse o que sentia. Eram só palavras, não eram curas milagrosas. É por isso que nunca sei o que dizer em situações destas. Sinto que só se diz por dizer, para não se estar calado. Enfim, voltando ao Angélico. Pelo que tenho lido, a situação é complicada e pouco animadora. E não quero imaginar o que os pais dele estarão a pensar, sobretudo se, como se escreve por aí, estiver mesmo num daqueles cenários em que a questão é saber se o desligam ou não das máquinas. Duvido que algum pai consiga tomar uma decisão dessas. Deve ser um verdadeiro pesadelo. Ainda não se sabe muito bem o que aconteceu, especula-se muito (em excesso), mas se é mesmo verdade que não levava cinto de segurança, acho de uma inconsciência gritante. Às tantas da noite, num carro no qual deve apetecer ir a muito mais do que a 120, e sem cinto. A verdade é que não somos imortais. Somos jovens, achamos que podemos tudo e que as desgraças maiores nos passam ao lado, mas não é verdade. O meu irmão morreu a 1km de casa. Não se sabe o que aconteceu. Excesso de velocidade, piso molhado, adormecer ao volante, um problema no carro... não se sabe nem nunca se vai saber. E eu só me lembro de andar com ele de carro e de às vezes lhe chamar a atenção por ser um bocado inconsciente e ele me responder "nunca bati, pois não? Então pronto!". Então pronto. A primeira vez que teve um acidente foi fatal. Sempre tive muito medo de andar na estrada, depois disso ainda mais. E quando o ano passado me rebentou um pneu em plena auto-estrada e andei às piruetas, fiquei ainda com mais medo de conduzir. Para mim, só ter de ir ali até Cascais já me deixa com os nervos em franja. Vejo comportamentos absolutamente selvagens. Gente idiota e assassina a quem passam um carro para as mãos. É desses que tenho medo e acho que é preciso andar cada vez mais em cima dessa gente com medidas severas. Quanto ao Angélico, espero sinceramente que a situação seja reversível e que melhore.
Hoje deu-me para isto #4
domingo, junho 26, 2011
Alguns looks da viagem.
| Em modo voo. Vestido: Blanco Ténis: Keds (tive de os comprar para substituírem umas sandálias que me estavam a matar) Malunfa: Vuitton |
| Top: Urban Outfitters Carteira: Blanco Calções: Zara Sandálias: Melissa |
| Macacão: Sphera Sandálias: Zara Malunfa: Vuitton |
| Vestido: Forever 21 Sandálias: comprei lá, mas não me lembro E o chão lá em baixo, hein? |
| Macacão: comprado este ano algures em Amesterdão |
| Top: Zara Saia: American Apparel Carteira: Blanco Sandálias: também comprei lá e também não me lembro |
| Top e fio: Forever 21 Calças: Benetton |
| Calções, top e sabrinas: Zara Casaco (ou lá o que é): Forever21 |
| Vestido: Urban Outfitters Sandálias: Melissa |
| Top: Forever 21 Calções: Trapos e Bugigangas |
| Vestido: H&M Malunfa: Vuitton Sandálias: Zara |
Então foi assim- parte IV
domingo, junho 26, 2011
Nova Iorque é Nova Iorque. Acredito que por mais vezes que se vá, há sempre coisas novas para ver e para fazer. Como tínhamos estado lá há dois anos e cumprido minimamente as imposições turísticas (Empire, Top of the Rock, passeio de barco, etc e tal), desta vez a coisa foi mais descontraída, do género "ora bem, o que é que nos apetece fazer hoje?". Não havia nada muito planeado, foi mais andar, andar e andar. E aproveitar. Houve passeio de bicicleta em Central Park (um clássico), fomos ver as obras no Ground Zero (português que é português gosta de ver o andamento das obras), fomos à Broadway (duas peças de teatro muito boas: The Normal Heart, com o Jim Parsons (Teoria do Big Bang) e The Motherfucker with the Hat, com o Chris Rock), fizemos o tour do Seinfeld (há dois anos foi o do Sexo e a Cidade, desta vez tive de ceder), fomos ao cine ver o Super 8 (com a Elle Fanning e produzido pelo Spielberg), desgraçámo-nos nas compras, passeámos na High Line e explorámos o Soho e Tribeca. Enfim. Continua a ser uma grande cidade.
| Uma pessoa chega ao hotel e depara-se logo com este cenário. |
| Times Square |
| Bazinga!!! (só para quem vê a Teoria do Big Bang) |
| Times Square |
| Kenny Kramer, o homem que serviu de inspiração à personagem do Kramer, no Seinfeld |
| O famoso Soup Nazi do Seinfeld (e as sopas são meeeeesmo boas) |
| Como se não bastasse tudo o resto que enfardámos, ainda fomos duas vezes aos cupcakes da Magnolia Bakery |
| Dia de Porto Rico |
| Foi aqui, à porta desta biblioteca, que o Mr. Big deixou a Carrie plantada para o casamento. SONSO! |
| A Torre da Liberdade, que vai dar lugar às Torres Gémeas. Já vai a meio caminho. |
| No final vai ficar assim. É linda e gigantesca. |
| Um dia vou ter uma Vespa assim. |
| Sempre de Time Out em punho |
| Vista da High Line para o Empire. |
| Empire. |
| Jennifer Hudson (está tão magrinha) a dar um concerto grátes na 5ª Avenida. |
| The big Apple. |
| Portugal não foi esquecido na mega loja da M&Ms. Uma desgraceira. |
| Central Park. |
| Para quem gosta do Curb, a oitava série vai começar nos States. |
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