Pub SAPO pushdown

sexta-feira, abril 29, 2011
Deve ser um bocado chato quando a irmã da noiva vai mais gira e é mais comentada do que a própria da noiva. Estava um amor, a Pippa.




Entretanto, podem ler alguns dos comentários que fiz sobre a boda para o site da revista Sábado. Aqui.

Aaaaai, a boda real!

sexta-feira, abril 29, 2011
 Pois que a Cate está bonita, sim senhora, dentro do género básicozinho real, num Alexander Mcqueen by Sarah Burton . Já se sabe que não são permitidos grandes devaneios estilísticos, por isso até não está mal. Faz-me lembrar o da Letizia. Letizia essa que resolveu ir vestida de péssima para a boda real. Ontem estava muito bem, no jantar de honra, num longo cinzento, mas hoje não sei o que é lhe deu.


Não gosto de nada. Dos sapatos ao chapéu, acho tudo um horror. O vestido até era capaz de escapar noutro evento qualquer, mas num casamento real estava à espera de mais.Apostei todas as minhas fichas na Leti e ela vai e faz-me isto. Sonsa!

À espera que a ASOS toque à porta

segunda-feira, abril 25, 2011
Eu avisei que andava numa de anéis esquisitos...





segunda-feira, abril 25, 2011
E assim se passaram quatro dias de mini-férias. Rabo devidamente alapado num sofá algarvio, muito pouco ralada com a chuva que se fez sentir. Todos os dias. À falta de sol, há sempre uma lareira bem agradável e prontinha a embalar as minhas sestas. Pelo meio, livros, séries, cinema, comidinha da boa, passeios para ver as vistas e uma corridinha à beira-mar. Tenho para mim que fazia disto vida. Amanhã vira o disco e toca o mesmo. Entretanto, deixa-me lá ir pintar as unhas e ver o Peso Pesado. Estou mortinha.

As LunaRuns voltaram!

terça-feira, abril 19, 2011
Oh pessoal, as famosas corridinhas da Nike pelo meio da cidade estão de volta. Começam já esta quinta-feira e estendem-se pelas próximas cinco semanas. O ponto de encontro é às 20.30, no Largo do Camões. É só aparecer, correr e, se a coisa correr bem, ainda podem ganhar prémios. Mais informações aqui. Vão ficar no sofá, pequenas lontras?



Passatempo Pipoca/Corpos Danone

segunda-feira, abril 18, 2011
Ora pois há muito tempo que não tínhamos um pequeno passatempo aqui pelo estaminé, não é verdade? Pois era. Mas pronto, acabou-se a travessia no deserto e marcamos o regresso em grande, com a Danone. O que temos para oferecer é... tchan, tchan, tchan, tchan.... um ano de iogurtes Corpos Danone. UM ANO!!!!! Durante um ano o vosso frigorífico vai estar sempre abastecido de iogurtes pouco calóricos, não é espectacular? Tendo em conta que, no mínimo, bebo dois por dia, estou aqui a pensar seriamente em concorrer com um pseudónimo, assim como quem não quer a coisa. Bom, mas voltando ao que interessa. Para se habilitarem a ter sempre iogurtinhos dos bons lá por casa, só têm de fazer duas coisas muito simples. A saber:

1) Fazerem-se amiguinhos da página de facebook da Corpos Danone (mas amigos à séria, daqueles que são fofinhos, acompanham, dão palpites, que estão lá para as horas boas e más);

2) Enviarem uma frase (pensavam que se escapavam, não era?), que responda à seguinte pergunta: "o que é para vocês um corpinho Danone e o que é preciso para ter um?". O mail deve ser enviado até domingo para pipocaedanone@gmail.com. E quem diz frase diz texto, poema, telenovela, essas coisas todas que vocês sabem.

O grande vencedor será escolhido pela Danone, por isso esmerem-se na criatividade porque vale mesmo a pena.



Por estas e por outras é que adoro andar de autocarro

segunda-feira, abril 18, 2011
"Eu sempre disse que a escola não serve para bater nos miúdos. Quando era do meu filho, dizia sempre aos professores que para bater estou cá eu e o pai! Mas só dizia quando ele não estava perto, quando o miúdo estava ao pé dizia "se ele se portar mal não tenha problemas em dar-lhe uma bolachada". Mas ai de quem lhe batesse, era o que faltava. Para isso estou cá eu e o pai."
segunda-feira, abril 18, 2011
Ando numa de anéis grandes e a atirar para o excêntrico. Tipo estes. Da Boucheron. Que é como quem diz, para cima de uma fortuna. Upa upa!









domingo, abril 17, 2011
Se eu fosse figura pública e andasse na mira dos paparazzi era daquelas que apareciam sempre com um círculo à volta da barriga e a palavra "grávida?".
quinta-feira, abril 14, 2011
Na na na. O texto abaixo não é SÓ sobre a função pública. Antes fosse. Muitos dos exemplos dados foram plenamente inspirados no sector privado. Oh, se foram! E, óbvio, eu própria já prevariquei algumas vezes. Quem não, senhores, quem não?

E já se sabe que as generalizações rebéubéu pardais ao ninho e há sempre um funcionário-muito-exemplar-em-Reguengos-de-Monsaraz-que-trabalha-14-horas-por-dia-benzó-Deus. As generalizações não passam disso mesmo: generalizações.

Querido FMI, esqueci-me só de uma coisinha: somos um povo ramboieiro, que somos, mas sentido de humor é coisa que não abunda pelas nossas bandas. Temos outros talentos.


Querido FMI,

quarta-feira, abril 13, 2011
Pois é, ao que parece já estás entre nós. Calma, calma, não estou aqui para te apedrejar, para dizer que só nos vens dar cabo da vida, que a partir de agora andaremos a pão e água. Tudo por tua causa. Nada disso. Pela parte que me toca, quero apenas dar-te as boas vindas ao nosso maravilhoso país com sol. E, porque sou pessoa de um altruísmo imenso, deixar-te algumas dicas de sobrevivência. Agora que és um de nós, é melhor que te vás habituando. Ou isso ou começa já a enfiar caixas de Xanax no bucho, é capaz de ser a solução mais prática. Mas pronto, não vamos embarcar numa onda de pessimismo. Só tens de perceber mais ou menos como é que funcionamos e, a partir daí, tudo correrá sobre rodas. Então é assim, é muito provável que quando precisares de alguma coisa (seja um documento ou um agrafador), te respondam qualquer coisa como "ah, isso não é comigo". Não é por má vontade. É que por cá todos temos um papel muito bem definido. Há quem só trate de papéis, há quem só trate de agrafadores e, aparentemente, há gente que não trata de coisa nenhuma, mas pronto. Aos poucos vais perceber quem faz o quê, vais concluir que ninguém faz nada, e começas tu a tratar das coisas por ti. Também é normal que tudo seja um grande problema sem solução. Até te pode parecer uma coisa simples,mas a nossa tendência para o drama e para dizer "ui, isso é impossível" é mais forte do que nós. Mudar uma lâmpada é impossível, marcar uma reunião é impossível, TUDO é impossível. Adiante. Caso tenhas algum problema no computador, não vale a pena recorrer aos serviços de um informático. Vão cobrar-te uns 250€ para dizer uma coisa tão simples como "já experimentou desligar e voltar a ligar a máquina?", por isso deixa lá. Guarda a dica, que foi de graça. Se precisares de perguntar alguma coisa ao colega da secretária ao lado, é muito provável que ele não esteja por lá. Nunca. Procura junto à máquina de café (é aí que se concentra o grosso da classe trabalhadora portuguesa) ou na rua, ao pé de um cinzeiro. Ou então vê se não meteu uma baixa fraudulenta ou se não está de assistência a uma avó que já morreu três vezes. No que toca a chamadas para organismos públicos (e para os outros também), procura fazê-las de modo a incomodar o menos possível. Às dez a malta ainda está a tomar o pequeno-almoço, às onze e um quarto fez a primeira pausa para comer qualquer coisinha, à uma está no restaurante do costume a pedir jaquinzinhos com arroz de tomate, às três e picos é hora do café e às dez para as cinco já está a arrumar a tralha, que amanhã também é dia. Posto isto, é preciso fazer uma grande pontaria para ligar na hora certa (e também vais perceber que nunca é a hora certa, vão sempre fazer-te sentir que estás a chatear). Não aches estranho se vires uma colega a pintar as unhas na secretária, outra a ler a Nova Gente ou um colega a jogar paciência. Trabalhamos muito, precisamos de momentos de distracção. Também não aches esquisito se nos apanhares ao telefone durante três quartos de hora, a tratar de assuntos tão importantes como a marcação das próximas férias, saber se a criança já arrotou (ou já está a dormir, ou já fez cocó), ou dar palpites sobre o novo namorado da melhor amiga. Evita finanças, segurança social, correios, centros de saúde e outros que tais. Só há duas pessoas a atender meio milhão e é gente de mal com a vida, que vai estar a revirar os olhos e a bufar o tempo todo. Ah, e vai faltar um papel. Não importa qual, não importa para quê, vai faltar sempre um papel. E pronto, é mais ou menos isto. É normal que ao princípio chegues cheio de vigor e vontade de fazer coisas. É normal que comeces a ficar nervoso por as coisas não acontecerem. E também é normal que te habitues, te acomodes e comeces a entrar no esquema do deixa andar, do "não se faz hoje, faz-se amanhã... ou depois.. ou então não se faz, que se lixe". Podemos parecer desmazelados e pouco eficientes, mas vais ver que somos malta porreira e descontraída. Para os copos e para a rambóia não há ninguém como nós. Não te faltará companhia para o cinema, jantaradas ou idas à praia. Somos danados para a festa, e apesar de parecermos um bocado sisudos não há gente mais divertida do que nós. Ah, e temos montes de feriados e pontes e esquemas manhosos para juntar dias e só trabalhar aí uns três meses por ano. Vais ver que é espectacular e que não vais querer deixar-nos. É o costume. País melhor do que este não vais encontrar.

Frase mais proferida nos últimos dias

segunda-feira, abril 11, 2011
"Olá, bom dia/boa tarde/, vi um anúncio na rua x e estou a ligar para saber a tipologia e o preço da casa".


Prova superada!

segunda-feira, abril 11, 2011
Consegui completar mais uma corridinha com distinção. E esta foi puxadota. Eu sou pessoa para correr em terreno plano, quando passamos para percursos acidentados a conversa é outra. Fiz os 5kms em 36 minutos. Não é brilhante, mas deu para bater o meu recorde. E acreditem que subir a avenida Lusíada duas vezes é coisa que não se deseja a ninguém (sobretudo quando os quenianos passavam por mim já no sentido oposto, aí a uns 180 kms/h). Estive ali vai não vai para parar e fazer o caminho a andar, até porque estava um calor de ananases, mas aguentei estoicamente (e é tão giro passar por homens de barba rija que vão ali quase a entrar em coma). Passei por dentro do estádio da Luz, mas consegui conter-me e não parar para tirar fotos, que havia uma prova para acabar. Cortei a meta ao mesmo tempo que o senhor Luís Filipe Vieira, esse grande querido. E agora tenho uma espectacular medalha do Benfica, para um dia mostrar aos netos. O meu homem foi correr os 10kms e, desta vez, conseguiu não se partir todo (até porque já sabia que eu também não o iria ajudar). Fez o dobro do percurso e só demorou mais dois minutos do que eu... Está bonito... Próximo objectivo: fazer cinco quilómetros em menos de meia hora.

Hmmm, Danone

sexta-feira, abril 08, 2011
Hoje, na Corpos Danone, faço um elogio à futilidade. Para ler aqui. E para enervar mais uns quantos.

Obrigada, senhores do metro

quinta-feira, abril 07, 2011
Mais uma greve, mais um dia em que vim a pé para o trabalho. 3,6 kms, segundo o Google Maps. Começo a perceber que a coisa até se faz bem e, se calhar,  nem preciso de passe. Vai-se a ver e não preciso de vocês para nada! Poupo dinheiro e faço exercício ao mesmo tempo. Não é espectacular? Agora imaginem o prejuízo se mais uns quantos milhares pensarem como eu. Tenho para mim que a greve vos vai sair cara...
quinta-feira, abril 07, 2011
Recebi para aí 27 mails a perguntar que tal eram os MBT que usei na caminhada da APAV, a semana passada. Ao que parece, há muita gente curiosa e a querer saber mais, nomeadamente sobre os supostos benefícios. Fui ler um bocadinho mais sobre o assunto, e diz que os ténis foram inspirados na forma de andar das tribos Massai, para dar a sensação que se anda descalço na areia. Hmmmmm.... pois... não senti cá nada disso da areia, muito menos de andar descalço. O que sei é que fiquei cheia de dores nos músculos das pernas, o que deve ser bom. Mas pronto, ainda não os usei vezes suficientes para poder fazer um grande estudo científico sobre a coisa. Ao princípio achava os ténis um pavor, por isso escolhi o modelo mais discreto e mais desportivo, mas agora já há uns modelos fofinhos, com cores mais de menina. Enfim. Vou ver ser os uso com mais frequência. Se o rabo começar a diminuir eu aviso.

Oh, vida...

quinta-feira, abril 07, 2011

Não sei se a TVI fez de propósito, mas eu achei muita graça à preocupação do nosso (quase ex) Primeiro em saber qual era o lado que mais o favorecia. Do género "de que lado é que é mais fácil dizer aos portugueses que vai ser preciso recorrer à ajuda externa, depois de ter andado uma vida a dizer que não, que isto estava a correr tudo às mil maravilhas?". Pois. Más notícias. Acho mesmo que a única forma que o queremos ver é pelas costas.

Home, sweet home!

segunda-feira, abril 04, 2011
O meu pai nunca me disse, mas acho que sempre teve um grande desgosto por eu morar numa casa arrendada. Tenho para mim que lhe parti o coração. Homem da velha guarda, sempre achou que não há nada como termos "a nossa casinha". Acho que é aquela coisa tipicamente portuguesa do sentimento de propriedade. Do género, antes dever ao banco do que a um senhorio. Por isso, quando este fim-de-semana lhe disse que vamos começar a procurar casa para comprar, percebi que ficou mais contente do que se lhe tivesse anunciado uma gravidez. Pela parte que me toca, nunca me fez confusão morar numa casa arrendada. A renda é porreira, os senhorios são cooperantes, e somos completamente apaixonados pela casa. Temos o melhor de dois mundos: uma casa linda e que não dá chatices (quando dá, o senhorio resolve). Mas temos noção que não é para sempre. Que o contrato é limitado. Que um dia os senhorios vão voltar lá de longe para o seu T5 solarengo. E que nós, inevitavelmente, vamos ter de procurar outro sítio para sermos felizes. Por isso, e porque já somos pessoas crescidas e porque dá um ar sério ter casa própria, começámos a nossa busca. Decidimos comprar uma casa antiga e remodelá-la, para que fique mesmo como queremos (e porque uma casa nova no centro de Lisboa é para esquecer). Não queremos sair das Avenidas Novas, gostamos da zona, temos tudo ali à mão e é um bairro porreiro. Hoje fomos ver duas bem catitas. Quer dizer, podem vir a ficar catitas, porque para já são apenas dois (grandes) ninhos de ratos, meio escavacados. Mas depois de uma intervenção à Querido, Mudei a Casa, podem ficar para cima de espectaculares. Posto isto, se alguém tiver dicas daquelas mesmo, mesmo boas, é favor partilhar. Tipo, um sítio muito bom em Figueiró dos Vinhos para comprar tintas, ou uma casa em Carrazeda de Ansiães com materiais de construção ao preço da chuva, ou uma tia-avó que é muito boa em decoração, ou um electricista que trata do recado em três tempos. Todos os conselhos são úteis. Pelo sim, pelo não, vou já tratando de me abastecer de comprimidos para os nervos, que cheira-me que vou precisar.

E prontinho

segunda-feira, abril 04, 2011
O Porto ganhou e mereceu. E eu, que já sabia que ia dar nisto, preferi deixar o meu cativo livre e fui mazé ver B Fachada ao Maria Matos. Bem bonito.
sexta-feira, abril 01, 2011
Eu percebo as greves (bem, algumas). E acho que a malta tem todo o direito a manifestar-se e a zelar pelos seus direitos e interesses. Mas gostava que alguém percebesse que eu e outros milhares de pessoas pagamos um passe mensal. E que já não há quem aguente tanta greve do metro e da Carris. Para a semana o metro volta a fechar por duas manhãs (dias 5 e 7) e, como é hábito, os autocarros vão vir à pinha. E o mais provável é que eu tenha de ir a pé para o trabalho, novamente. Não é que não me faça bem, mas já que paguei pelo metro, dava-me jeito poder usá-lo. Já perdi a conta às greves de transportes que houve nos últimos tempos e, tanto quanto sei, não há qualquer espécie de reembolso para os clientes lesados. Se há, avisem-me, que eu reclamo tudo o que for preciso.

É sexta, é Danone!

sexta-feira, abril 01, 2011
Mais uma crónica, aqui.

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