Pub SAPO pushdown

sexta-feira, outubro 29, 2010
Pronto, parece que temos acordo no orçamento. Isso é que é preciso, todos amigos e contentes, a ver se acabamos com isto de vez, que já não há cu que aguente. Nestes 29 anos de vida que levo, não me lembro de alguma vez o Telejornal ter aberto com a notícia "boa noite, o país está espectacular. Nunca estivemos tão bem como agora. Na verdade, estamos ricos". O país sempre esteve em crise, qual é a novidade agora? Que estamos ainda pior? Acho que todos reparamos nisso ao fim do mês, ao olhar para o recibo de vencimento.

Pensamento introspectivo do dia

sexta-feira, outubro 29, 2010

Índia #1- as pessoas

sexta-feira, outubro 29, 2010






































Cúmulo da lata

sexta-feira, outubro 29, 2010
De quando em vez recebo um comentário ou um mail de alguém a dizer “Pipoca, já viste este blog? Falam mal de ti, e dizem que és isto e que és aquilo. Patifes!”. Regra geral, e porque sou vítima de uma profunda curiosidade mórbida, vou lá dar uma vista de olhos. Depois percebo que é outra vez peixe frito, que é como quem diz mais do mesmo (anda sempre ali à volta do “a Pipoca é puta”, “a Pipoca é fútil”, “a Pipoca só fala de sapatos, malas e viagens desde que arranjou um namorado rico”, etc e tal), e não volto lá mais. Já são tantos que não tenho tempo para acompanhar tudo (e porque também, sejamos honestos,  acho que só me lembro de ter visto um que consegue gozar com piada e inteligência, o resto são os tontinhos de sempre). Mas os mails continuam. Às vezes, até são os próprios a deixar comentários, com link para os seus blogs. E depois indignam-se. Indignam-se porque eu não publico os comentários. Porque os lanço directamente para o lixo cibernáutico. Porque sou má e não lhes dou tempo de antena. E lá voltam a rastejar para os seus blogs a queixarem-se da víbora que a Pipoca é. Pois claro, meus amigos. É que é já a seguir que eu vos vou dar visibilidade. É que é já a seguir que vos vou publicitar num blog com 16 mil visitas diárias. Portanto, criam um blog para falar mal de mim e do mundo, e depois acham esquisito eu banir os vossos comentários. De facto, há coisas estranhas, há pessoas muito incoerentes. E lá vão continuando, a deixar comentários noutros blogs que não o meu, numa tentativa de conseguirem passar das quatro visitas diárias. Enfim, é uma moda como tantas outras. O problema é que com a mesma rapidez que nascem, acabam por desaparecer.  Porque não é fácil alimentar parvoíce diariamente. Sei do que falo. Já o faço há sete anos.

Facebook (toda a verdade, ade, ade)

quinta-feira, outubro 28, 2010
Então é assim, a minha conta de Facebook as Pipoca Mais Doce foi-se, como muitos de vocês deram conta. Foi-se porque o senhor Facebook não dorme em serviço e quando viu que tinha milhares de pedidos entupidos, à espera que eu os aceitasse, percebeu que havia ali marosca. Em dois ou três dias aceitei mais de três mil pedidos, mas havia outros tantos pendurados. Vai daí, e dada a rapidez com que aquilo se deu, o Facebook não foi de modas e cancelou-me a página. Enviei um mail, pediram-me a identificação, e quando perceberam que o nome que vem no meu cartão do cidadão não é exactamente A Pipoca Mais Doce, vá de me renegarem, alegando que eu não podia ter uma página pessoal para uma empresa/marca/etc, e que teria de criar uma página específica para isso. Muito bem, senhor Facebook, se é assim que quer, é assim que vai ser. Aliás, já é. Acabei de criar a página A Pipoca Mais Doce que, por não ser pessoal, não tem limite de pedidos de amizade. É só lá irem pôr um likezinho e está feito. Se quiserem, claro está, que isto aqui ninguém é obrigado a nada. Ora então aqui estou eu (e escusam de ir a correr, que aquilo ainda está às moscas).
quarta-feira, outubro 27, 2010
Eu já acho muita graça à malta que grita impropérios ao árbitro na esperança que o senhor os oiça e mude as suas decisões ("ah, se aquele senhor ali no terceiro anel me está a chamar cabrão então retiro o que disse e afinal não é penalti, peço muita desculpa pelo lapso"), mas a coisa melhora substancialmente quando se trata do PES 2011. O meu marido e o meu cunhado estão aqui agarrados ao comando da Playstation, a tentarem provar um ao outro quem é o melhor ("viste este passe?", "já reparaste que os comentários são melhores quando sou eu que tenho a bola?", "repara na genialidade do meu jogador"), e de quando em vez um levanta-se e grita desesperado "É FALTA, SENHOR ÁRBITRO". Pois... tenho para mim que o senhor-árbitro-avatar é insensível aos vossos apelos. Mas continuem a tentar, hã? Eu vou para o quarto ver o Biggest Loser.

Blog meu, blog meu, haverá comentador mais parvo do que o meu? #15

quarta-feira, outubro 27, 2010
"Mas tu passaste de precisar de andar a chular o estado para comprar sapatos com o subsídio de 280 euros, para andar a esfregar na cara das pessoas, em tempo de crise severíssima, que compras botas e roupa e porcarias, como quem compra fruta no supermercado? Tu pões-te no lugar de quem te lê e que anda aflito sem poder sequer, por exemplo, comprar umas botas por estação? Tens esse discernimento? É porque te pagam publicidade? É que se é isso, pelo menos assume! Se não é, é de um tremendo mau gosto e falta de toda e qualquer noção da realidade actual, típica de arrivistas, aquilo que tu fazes. " - comentário deixado por mais uma daquelas maluquinhas que passam cá a vida e que até se deu ao trabalho de criar um perfil para poder comentar anonimamente (haja pachorra).

De quando em vez sou assolada por uma onda de comentários exaltados sobre a forma como eu gasto o meu dinheiro. É coisa que, ao que parece, preocupa muito boa gente. Gente que em vez de olhar para o seu próprio orçamento prefere escrutinar e policiar a blogosfera em busca dos despesistas, qual Teixeira dos Santos em versão virtual. Se calhar é desta onda obsessiva com o Orçamento do Estado, e será que é aprovado, e será que não é, e será que o FMI nos vai irromper porta adentro e depois é que vão ser elas. O que sei é que há malta que se sente, sabe-se lá porquê, no direito de andar a indagar no que é que os outros gastam dinheiro e opinam com uma propriedade que ninguém lhes deu. É o caso desta pequena anónima (que costuma assinar como "Não Sou", nick este que dá azo a muitas possibilidades. Assim de repente lembro-me de umas quantas, tipo, Não Sou Suficientemente Ocupada Por Isso Só Me Resta Chatear os Outros e Dizer Parvoíces).
Começo por dizer que se me escapou ali a parte do andar a chular o Estado para comprar sapatos com o subsídio de 280€. Não sei se se está a referir ao tempo em que recebi subsídio de desemprego e que, por acaso, era uma miséria. Eu é que era chulada pelo Estado, que isto de um licenciado (ou outra pessoa qualquer) receber 280€ de subsídio é de uma pessoa se atirar para o chão em pranto. Ainda assim, se eu trabalhava há anos numa empresa que fechou e se fui para o olho da rua, exactamente em que parte é que estou a chular o Estado? Não é um direito que assiste qualquer pessoa? Não me candidatei a um subsídio, foi-me atribuído porque a lei assim o dita. Ou devia ter dito "obrigadinha, Estado, mas renuncio aos meus 280€. É muito generoso da vossa parte mas, assim como assim, vou gastar tudo em sapatos, por isso mais vale serem vocês a meter esta pequena fortuna ao bolso"? Caso a anónima venha a ficar no desemprego espero que tenha a mesma atitude altruísta e renuncie ao subsídio. Tudo para bem do país, não é verdade? E caso lhe aconteça, vai também reparar que não há nenhuma cláusula que a proíba de comprar sapatos, cães de loiça ou pastilhas Gorila. Cada um faz o que quer com o subsídio, por isso não estou a ver exactamente onde é que reside a sua indignação (excepto, claro, na imensa vontade de dizer asneiras).
Ponto 2: minha boa amiga, eu não esfrego nada na cara de ninguém. Nem botas, nem sapatos, nem carteiras, nem vestidos. Isto é um blog, e se não levasse a vidinha tão a sério de certeza que seria bem mais feliz (e muito menos chata também, suponho). Muito do que aqui está são coisas que eu gostava de ter. Partilha de desejos. Por acaso manda mails indignados para a Elle e para a Vogue quando vê páginas pejadas de coisas bonitas? Diz-lhes que eles deviam era ter juízo por estarem a esfregar sapatos na cara das pessoas? Então, porque raio é que me vem chatear? Ninguém vem aqui obrigado (embora haja muito boa gente que parece que está a pagar uma promessa). E, sinceramente, acredito que muitas pessoas vêm aqui precisamente para se esquecerem que este país está uma merda, e que há crise, e tudo e tudo. Para já, e só mesmo para já, ainda não se paga para sonhar. E se eu sonho com botas e sapatos, qual é que é o problema? E mesmo que eu vá para além do sonho e, efectivamente, compre coisas, também não percebo a sua indisposição. Se toda a gente deixar de comprar, aí é que entramos em bancarrota definitiva, por isso dê-se por contente por haver pessoas como eu, que ainda não entraram em paranóia com o preço das couves e da gasolina e que ainda vão comprando um trapinho ou outro.
 Também já lhe expliquei noutros comentários que não me pagam publicidade. E também lhe disse que "para já" não ma pagam. Mas se vierem a pagar, não tenho que assumir nem deixar de assumir nada. Tenho compromissos para com algumas pessoas, mas a anónima não é nem será uma delas. Por isso, pare lá com essa paranóia de achar que eu tenho de lhe contar todos os passinhos que dou e que tenho de assumir isto e aquilo, porque não tenho. Eu falo daquilo que gosto, sejam uns sapatos da Zara ou uns Louboutin. Acha realmente que o senhor Louboutin ou o senhor Inditex me pagam publicidade? Tenha juizinho. Se fosse esse o caso, já estaria a viver em Bora Bora há uns bons anos.
E não me venha falar de discernimento, porque isso é precisamente o que lhe falta. Diz que eu não me ponho no lugar de quem não pode comprar umas botas por estação, mas será que se põe no lugar de quem passa fome ou tem frio quando vai jantar fora, quando viaja, quando vai ao cabeleireiro, etc etc? Ou tem uma vidinha de monja e não gasta um tostão? Há e haverá sempre pessoas em piores condições do que nós. E ou nos tornamos todos um bando de deprimidos a pensar em como a vida é injusta, ou tentamos viver do melhor modo que podemos. Por exemplo, em vez de vir dizer parvoíces para os blogs alheios, podia ir fazer companhia a um velhote, tornar-se voluntária numa associação... enfim, qualquer coisa útil. Que tal? Assim está mais tempo ocupada e não se preocupa tanto com as injustiças sociais que por aqui proliferam. É que mau gosto não é eu falar de roupa e sapatos em tempo de crise. Mau gosto é vir para aqui de dedinho em riste dizer o que é certo e errado, com moralismos de trazer por casa. Isso sim, é uma atitude típica de arrivistas, de gente que quer chamar a atenção e não sabe bem como.
Ah, e só para terminar a conversinha, eu não sou grande apreciadora de fruta. Daí que prefira comprar sapatos. Opções.
terça-feira, outubro 26, 2010
Falhei a missão agenda. Ia à procura de uma Moleskine de um ano e meio (ou seja, daquelas que começam em Julho deste ano e vão até final de 2011), mas já não havia nada. Só há os modelos normais, que começam em Janeiro. Baaaah! Eu preciso de uma agenda nova JÁ!

Aaaaai, o piqueno pónio!

terça-feira, outubro 26, 2010
terça-feira, outubro 26, 2010
À hora de almoço vou à FNAC em busca da agenda perfeita. Eu sei que disse que a minha vida precisava de dar uma volta, mas também não era preciso tanta coisa ao mesmo tempo.


Pronto, está respondido

segunda-feira, outubro 25, 2010
"Uma vez pónei, pónei para a vida toda!!! Odiaria se me/nos chamasses querida, fofa, miga, mas adooooooooooro ser chamada de pequeno pónei, de troll, de fofi, love it! ", diz a Provocação.

Eu gosto!

segunda-feira, outubro 25, 2010

Eu e, desconfio, qualquer gaja nascida nos anos 80.
Não é, pequenos póneis?
domingo, outubro 24, 2010
Eh pá, eu juro que continuo de boca aberta com aquilo que ou é burrice ou é só parvoíce no seu estado mais puro. Seja lá o que for, é qualquer coisa que leva gente a escrever nos seus blogs, de forma incrédula, o estranho que é eu fazer uma distinção entre ensino superior e licenciatura (como se eu é que fosse a pessoa esquisita!) . Porque, dizem eles, ensino superior e licenciatura são uma e a mesma coisa! É que há malta que se mostra mesmo indignada com isto. Eu já expliquei no outro dia, mas está visto que não fui suficientemente didáctica.

Então é assim, meus pequeninos (vou falar devagar, acompanhem-me. Se conseguirem):

Ensino superior: refere-se à frequência e não à conclusão do mesmo. Ou seja, malta que ainda está na faculdade. A malta que está a frequentar o próprio ensino superior (lamento, não consigo explicar de mais maneira nenhuma).

Licenciatura: é um título académico. Ou seja, refiro-me a malta que já tem o diploma emoldurado lá em casa.

Somando dois mais dois, chega-se à seguinte conclusão: uma pessoa que está a FREQUENTAR o ensino superior, não tem uma licenciatura. Vai ter, se tudo correr pelo melhor, se não forem burros e se não se estiverem a cagar. Mas enquanto têm e não têm, FREQUENTAM o ensino superior. Já a opção licenciados, é para aqueles que tiraram a licenciatura (que conclusão brilhante, hã?) e que já estão a trabalhar, ou que estão a olhar para o tecto, ou que estão a tirar mestrados, e doutoramentos e cenas. LOGO... TXAN TXAN TXAN TXAN: SÃO DUAS COISAS DIFERENTES! Ou ainda acham que não?

Não se sentem um bocado burros ao dedicar posts a este assunto e manifestarem publicamente a vossa ignorância, achando que estão a ser muito espertos e ramboieiros? A sério, é que não é preciso um curso superior para perceber uma coisa tão óbvia (se calhar é só preciso uma licenciatura). E fico assustada quando é preciso explicar uma coisa destas 23 vezes. É que dá medo. Juro.

Boletim da noiva #21 - o segundo vestido

domingo, outubro 24, 2010
Eu disse que ia levar segundo vestido. Eu avisei. Recolhi várias opiniões que foram unânimes. Os comentários, mais coisa menos coisa, andavam à volta do "mas para quê?", "mas que graça é que isso tem?", "só vais usar o vestido de noiva uma vez", "não vais querer tirar o vestido", "isso não tem jeito nenhum". Pois. Velhas do Restelo. Para não as ouvir, disse que estava certinho, que não ia usar outro vestido, que ia ser fiel ao meu gigantesco vestido de noiva. Que era um amor de vestido, pois era, mas pesado como tudo. E o alívio que foi poder tirá-lo e usar outro. Sem peninha nenhuma. Até porque como já sabia que o ia usar no dia a seguir, no Estádio da Luz, não havia cá aquela coisa de só vestir o vestido uma vez. Pela parte que me toca, recomendo vivamente a experiência dos dois vestidos. Não ia conseguir dançar com o outro nem estar confortável o resto da noite. Comprei o segundo vestido uns três dias antes do casamento. Tinha encomendado um na ASOS mas enganei-me no tamanho, tive de o devolver e já não chegou a tempo. Até que vi este no site da Zara e corri para o comprar. Só havia um disponnível em Portugal. Estava na Zara do Chiado, era um M (ficava a boiar) e, como se não bastasse, estava em armazém por estar todo sujo (mas nem assim fazem um piqueno desconto). Em tempo recorde, consegui levá-lo à costureira para apertar um tamanho (na Zara não o quiseram fazer, disseram que era impossível, que as costureiras não conseguiam) e depois enfiei-o na 5àSec. Ficou como novo. E não podia ter escolhido melhor vestidinho para dançar ao melhor (pior?) estilo Dirty Dancing.

Passatempo Gioseppo/A Pipoca Mais Doce

sexta-feira, outubro 22, 2010
Vamos embora de fim-de-semana, mas não sem antes vos deixar com mais um passatempo. Os meninos gostam, não é? Desta feita, e em parceria com a Gioseppo, temos três pares de galochas para oferecer (tão fofinhaaaaaaaaaaaaaaas).  E, numa altura em que tanto se fala de crise, só têm de enviar uma frase/poema/texto/tanto faz que meta as palavras/expressões "Gioseppo", "Pipoca" e "meter água". Cheira-me que não vai ser nada complicado. Enviem as vossas participações para o mail do costume (apipocamaisdoce@gmail.com) até dia 1 de Novembro. Deste ano.








terça-feira, outubro 19, 2010
E seguem as perguntas:

"Então e quem não é licenciado mas sim mestre ou doutorado? :P ", pergunta uma leitora.

Errrrrrrrrrrrrr.... no meu tempo era preciso ser-se licenciado para se poder tirar um mestrado ou doutoramento. Que eu saiba, todos os mestres e doutores são licenciados. Ou não?

Não sejam complicadinhos, pode ser? São só quatro perguntas simples.
Pensava eu.
terça-feira, outubro 19, 2010
Se há coisa que eu gostava muito era de ser uma pessoa dada ao desporto. Juro pela minha vidinha. Adorava ser daquelas pessoas que às seis e meia da manhã já estão com o rabo fora da cama, a fazer flexões ou a correr à volta do prédio. Daquelas pessoas que vão de fim-de-semana e levam o equipamento, para poderem usar o ginásio do hotel. Daquelas pessoas que enfiam uma passadeira em casa. Daquelas pessoas que vão para as Maldivas e a coisa que mais as deslumbra é o campo de relvado sintéctico. Todos estes exemplos são inspirados no meu marido, claro, a pessoa mais activa que conheço. A iniciativa mais recente do homem foi decidir que ia treinar para a maratona do Porto. E eu claro, aplaudo, enfiada no sofá, de comando na mão e a comer porcarias. No início do namoro, naquela altura em que ainda tinha de lhe provar que valia muito a pena, ainda fui umas vezes com ele ao ginásio. Lá estávamos nós, lado a lado na passadeira, ele a correr desenfreadamente, eu em modo passeio. Assim que percebi que tinha o homem na mão... puffff, acabou-se! Nunca mais lá fui e há mais de um ano que não estou inscrita. É assim a vida, o meu marido tem de perceber que está casado com uma obesa em potência, uma texuga em conversão. Temo que, daqui para a frente, isto vá ser sempre a piorar e eu me venha a tornar numa matrafona. Ainda assim, a semana passada, a propósito do lançamento dos novos ténis running (girooooooooooos), aceitei o simpático desafio da Nike para participar nas Luna Runs, Achava eu que era uma corridinha ali pelo Bairro Alto,uma coisa em que até dava para ver montras e tudo, mas não! Assim que lá cheguei, vi logo um monte de gente toda kitada, como se fossem correr a maratona de Nova Iorque. Depois, tínhamos 45 minutos para percorrer um trajecto com pontos obrigatórios. A saída era do Camões e a malta tinha de correr entre o Hard Rock, o D. Maria, o Adamastor e o Bairro (depois de adivinhar umas pistas). A maior parte da minha equipa, praticamente desertou. E eu lá fui, umas vezes a correr, outras a andar (lamento, mas mal consigo subir o Chiado a andar, quanto mais a correr. É por isso que faço tantas pausas na Zara, H&M, etc. É para descansar). Avisei logo que o meu nível era abaixo de iniciada. Não corro, nunca corri e, como se não bastasse, tenho a enorme agravante de ser hipocondríaca. Assim que pus o pé no chão e corri dois metros, deu-me logo uma dor violentíssima no ombro esquerdo. Fui o tempo todo a pensar em enfartes, AVCs e outras coisas do género, o que tornou tudo ainda mais penoso. Mas cumpri!  Cheguei ao fim e ainda sobravam uns cinco minutos. Claro que os vencedores fizeram o percurso em pouco mais de 10 minutos, mas era gente já muito rodada. E bonito, bonito é participar, não é verdade? Bom, o que sei é que até fiquei entusiasmada com aquilo. E percebi que até sou menina para gostar de correr. E que se houvesse mais iniciativas destas, no meio da cidade e com malta cool, de certeza que haveria mais gente como eu a ficar motivada. Nesta quinta-feira e na próxima há mais duas Luna Runs, sempre com percursos diferentes, para não haver marosca. O ponto de encontro é no Camões, às 20h30, e a inscrição é gratuita. Estou tentada a repetir a dose. Venham também, que é mesmo giro. E se eu não tive um enfarte, mais ninguém tem.

terça-feira, outubro 19, 2010
Pergunta uma leitora:

"Umas dúvidas: - Qual a diferença entre Grande Porto e Norte? No limite sou dos 2 já que o Grande Porto pertence ao Norte; - Qual a diferença entre Ensino Superior e Licenciatura? A Licenciatura não faz parte do ensino superior? Obrigada"

Ora bem, Grande Porto inclui Porto cidade e zonas limítrofes. Norte, é tudo o que esteja acima do Porto. Ou ao lado, vá. Mas que não seja a área metropolitana do Porto. Quanto ao Ensino Superior, refiro-me a frequência do mesmo. Licenciatura é para quem já o concluiu. Lamento não dar muito mais hipóteses, nomeadamente na parte da zona, mas depois havia para aí umas 79 alíneas (ou, vá, 20, somando os distritos e as regiões autónomas) e não há espaço para isso.

Inquérito

segunda-feira, outubro 18, 2010
Se não for pedir muito, dá para responderem às quatro perguntinhas aqui ao lado? ------------------------------------>
Preciso saber mais sobre vocês, pequenos póneis.

Boletim da noiva #20- os acessórios

segunda-feira, outubro 18, 2010
Então foi assim: eu já tinha tudo mais ou menos decidido, até que as minhas madrinhas do coração decidiram oferecer-me uma pulseira linda de morte, da Appartement a Louer. Linda de morte, mas que me obrigou a repensar todo o kit de acessórios. E encontrar uns brincos que dessem com a pulseira? Ui, foi um carnaval. Simplesmente, não havia nada. que combinasse na perfeição. Assim sendo, comprei para aí uns oito pares (todos baratinhos, que eu não sou dada a brincos) e no dia decidi, depois de levar à votação da mãe, da maquilhadora e até dos fotógrafos. Acabei por escolher uns que eram os que tinham ligeiramente mais a ver, com uma pedra facetada (não há nenhuma foto espectacular, para já). Os ganchos eram da H&M e custaram para aí dois euros. Levava um carregamento de coisas para o cabelo e deixei ao critério da Joana Moreira (a melhoooooooooooooor maquilhadora de todo o sempre que, ainda por cima, também se ajeita com cabelos. Se alguém quiser o contacto é só pedir, ela é mesmo fantástica), que acabou por escolhê-los. Quanto aos sapatos, já aqui foram mostrados. Os fofinhos dos Manolo oferecidos por uma das madrinhas. Ficam as fotos possíveis.






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