Não sei o que me irrita mais
quinta-feira, julho 29, 2010
Se é ele guardar os dois telemóveis e a carteira na minha mala e estar a pedir-mos a cada quatro minutos, se é um dos telemóveis dele começar a tocar, eu levar meia hora a encontrá-lo, e durante esse tempo ele estar agarrado à minha mala, quase a enfiar as mãos lá dentro, o ar de cachorro nervoso. Como se ele conseguisse encontrar alguma coisa na minha mala mais depressa do que eu. Deves.
"Lamento, mas estás fora de moda"
domingo, julho 25, 2010
E pronto, é com esta frase que se despacha um concorrente. Espectacular.
Eu já estava mais ou menos à espera disto, mas uma pessoa resolve sempre dar o benefício da dúvida, mais não seja para que não digam que não se dá uma oportunidade ao que é nacional. Pois. O problema é que o que é nacional, regra geral, tende a ser mau. Quando se copia o que é bom, então o resultado ainda é pior. E o Projecto Moda, apesar de ser uma cópia fiel da versão americana (até o genérico, credo!), deixa muito a desejar. A Nayma foi uma péssima escolha (mas estaria perfeita no Projecto Moda Angola, juro). Parece precisar de um par de tabefes para arrebitar. Faz umas pausas eternas entre frases que uma pessoa fica sem saber se é para criar suspense ou se foi ela que se esqueceu das falas. Os concorrentes, pelo menos neste primeiro desafio, pareceram-me fraquíssimos. Não havia ali nenhum que, realmente, merecesse vencer. Eu não percebo nada de moda, só gosto de ir às compras, mas vi ali acabamentos desastrosos. Para além disso, é gente que não se sabe expressar, não sabem defender as peças que acabaram de fazer, só dizem disparates. O júri também só diz banalidades, tipo "gosto da parte da frente". Falam todos ao mesmo tempo e não acrescentam nada. E, óbvio, falta ali um Tim Gunn. O Paulo-não-sei-das-quantas só lhe falta pedir desculpa aos concorrentes por lhes chamar a atenção para alguma coisa. Achei mesmo muito fraquinho. Mas é claro que para a semana vou ver, até porque a minha concorrente preferida, a tal que fala "axim" e que deve ter como ídolo a Fátima-Lopes-estilista (basta ver o vestidinho com que se apresentou), já prometeu armar barraco no próximo episódio. Sweeeet!
Eu já estava mais ou menos à espera disto, mas uma pessoa resolve sempre dar o benefício da dúvida, mais não seja para que não digam que não se dá uma oportunidade ao que é nacional. Pois. O problema é que o que é nacional, regra geral, tende a ser mau. Quando se copia o que é bom, então o resultado ainda é pior. E o Projecto Moda, apesar de ser uma cópia fiel da versão americana (até o genérico, credo!), deixa muito a desejar. A Nayma foi uma péssima escolha (mas estaria perfeita no Projecto Moda Angola, juro). Parece precisar de um par de tabefes para arrebitar. Faz umas pausas eternas entre frases que uma pessoa fica sem saber se é para criar suspense ou se foi ela que se esqueceu das falas. Os concorrentes, pelo menos neste primeiro desafio, pareceram-me fraquíssimos. Não havia ali nenhum que, realmente, merecesse vencer. Eu não percebo nada de moda, só gosto de ir às compras, mas vi ali acabamentos desastrosos. Para além disso, é gente que não se sabe expressar, não sabem defender as peças que acabaram de fazer, só dizem disparates. O júri também só diz banalidades, tipo "gosto da parte da frente". Falam todos ao mesmo tempo e não acrescentam nada. E, óbvio, falta ali um Tim Gunn. O Paulo-não-sei-das-quantas só lhe falta pedir desculpa aos concorrentes por lhes chamar a atenção para alguma coisa. Achei mesmo muito fraquinho. Mas é claro que para a semana vou ver, até porque a minha concorrente preferida, a tal que fala "axim" e que deve ter como ídolo a Fátima-Lopes-estilista (basta ver o vestidinho com que se apresentou), já prometeu armar barraco no próximo episódio. Sweeeet!
domingo, julho 25, 2010
Eeeeeeeeeeeerr.... se calhar não tinha sido má ideia terem convidado antes a Vicky Fernandes para apresentar. Parece-me mil vezes mais à vontade que a Nayma que, coitadinha, é muito linda e tem muito boa vontade, mas não é por imitar as poses e as falas da Heidi Klum que isto vai lá. Fraquita, fraquita.
Férias é...
sábado, julho 24, 2010
... comer mais peixe grelhado em quinze dias do que num ano inteiro;
... beber litradas de água, porque não há outra maneira de sobreviver a este calor;
... fazer duas caminhadas de uma hora todos os dias (e dentro de água, para pôr os glúteos em pânico "aaaaaah, o que é isto??? Ela está fazer exercícioooooo!!! Ahhhhh, nãaaaaaaooooo!");
... conseguir trazer toda a roupa numa mini-mala que, regra geral, daria apenas para os sapatos;
... não trazer um único artigo de maquilhagem e não ter saudades disso. Isto sim, é a verdadeira libertação;
Moral da história: incluir o alargamento do período de férias no Plano Nacional de Saúde. Se querem ver o povo saudável e luzidio, é dar-lhe mais férias.
... beber litradas de água, porque não há outra maneira de sobreviver a este calor;
... fazer duas caminhadas de uma hora todos os dias (e dentro de água, para pôr os glúteos em pânico "aaaaaah, o que é isto??? Ela está fazer exercícioooooo!!! Ahhhhh, nãaaaaaaooooo!");
... conseguir trazer toda a roupa numa mini-mala que, regra geral, daria apenas para os sapatos;
... não trazer um único artigo de maquilhagem e não ter saudades disso. Isto sim, é a verdadeira libertação;
Moral da história: incluir o alargamento do período de férias no Plano Nacional de Saúde. Se querem ver o povo saudável e luzidio, é dar-lhe mais férias.
Fanicos
sexta-feira, julho 23, 2010
Há um ano, mais coisa, menos coisa, estava muito bem no cinema (a ver o Up, um filme tão fofinho) quando o coração deu um salto e eu achei que me ia sair pela boca. Como nunca tinha sentido nada parecido, pensei "prontinho, um enfarte, já foste". Comecei a sentir frio e calor ao mesmo tempo, suores, tremores, e tive de sair da sala (devo ter visto sensivelmente quatro minutos do filme). Fui a conduzir até casa, sempre a achar que ia desmaiar a qualquer momento, e obriguei o meu homem a levar-me para as urgências do Santa Maria (sempre no meio de muito choro, e vou morrer, e não vejo mais os meus pais, mais depressa, passa os vermelhos que eu fico-me aqui). Chegada às urgências, e apesar do meu ar pesaroso, acharam que não era muito grave e mandaram-me para a sala de espera. Uma vez mais, e ameaçando que podia dar-me uma coisa, implorei ao meu homem que fosse lá dizer aos senhores que eu tinha de ser vista já. Depois de vários exames ao coração, disseram-me que não tinha nada. Tensão normal, coração normal, tudo normal. Vá para casa que isso passa. Claro que eu me insurgi! Então tinha-me sentido tão mal, o coração a bater daquela maneira, e não era nada? NADA? Pois, nada. Fui para casa e, nos dias seguintes, a coisa repetiu-se mais ou menos com a mesma violência. Começou então a minha peregrinação médica. Exames à coluna, à tiróide, ao coração, a tudo e mais alguma coisa, e sempre o mesmo veredicto: tudo normal. Pelo meio, um ou outro amigo médico ia sugerindo que podia ser uma coisa psicológica. Tipo, um ataque de pânico ou de ansiedade, mas eu estava completamente convicta que era algo físico. Algo que não estavam a conseguir descobrir e que me estava a irritar, porque cada vez que me dava uma coisa daquelas vinha novamente a sensação que ia desta para melhor.. E eu queria mesmo que me detectassem qualquer coisa, porque assim sabia qual era o problema e podia tratá-lo. Se fosse tudo psicológico era uma merda. Um fim-de-semana tive de ir para fora sozinha, a trabalho, e num restaurante comecei a sentir que não conseguia respirar. Tive de ir para a rua e andar de um lado para o outro durante uma hora, para aquilo acalmar. Foi nessa altura que percebi que tinha de fazer alguma coisa e lá acedi a ir a uma psiquiatra. Isso e o facto de passar os dias meio deprimida com medo que me acontecesse novamente. E acontecia, cada vez com mais frequência. De início era só à noite, depois começou a ser a qualquer altura do dia, incluindo no trabalho. Comecei a achar que estava a enlouquecer, porque não conseguia explicar o que tinha e os exames diziam que estava tudo bem, o que ainda fazia com que eu me sentisse mais idiota ao tentar explicar aos outros o que sentia. Sentia-me limitada, pensava que ia ter de viver para sempre naquele medo constante. Não andava nervosa, nem chateada, nem stressada, nem com nada que me preocupasse, por isso a teoria de ataque de pânico/ansiedade não me fazia sentido nenhum. Mas a médica disse que era mesmo isso que eu tinha e que era uma coisa cada vez mais normal em pessoas jovens (falou-me de um rapaz que foi nove vezes às urgências do hospital a achar que estava a ter um ataque cardíaco até que se recusaram a vê-lo mais e o conseguiram convencer a procura um psiquiatra). E que nem sempre se consegue definir o que provoca os ataques. Regra geral, não é uma coisa do momento, mas sim coisas que se passaram nos meses anteriores. De facto, tinha tido um ano particularmente agitado: um mestrado com vinte cadeiras para fazer em nove meses, o lançamento de um livro, um acidente de carro em que vi a vidinha a passar em frente dos olhos, o pedido de casamento. Na altura fiquei de baixa, fui medicada (sempre tinha sido completamente anti-drogas até à altura, depois só queria era tomar qualquer coisa que me fizesse não ter ataques, venham elas) e quando a medicação acabou, ao fim de dois meses, decidi que não ia tomar mais. Não sei se foi uma atitude muito esperta (supostamente, devia manter o acompanhamento médico), mas não queria ficar dependente daquilo e os efeitos secundários dos anti-depressivos, por menor que seja a dose, não são muito agradáveis. Aparentemente estava curada, mas depois os fanicos foram voltando aos poucos. Sempre muito menores e com muito menos intensidae, mas iam voltando. E, claro, como boa hipocondríaca que sou, há uns dois meses voltei a fazer exames ao coração. E estava tudo normal. Nos últimos dias tenho sentido novamente o coração a saltar e a bater mais depressa (é o meu único sintoma de ataque de pânico) e não consigo deixar de me assustar e ficar a pensar que vou ter qualquer coisa de coração (e lá volta a vontade de ir a correr para o hospital e fazer mais exames a tudo), mas tento racionalizar e pensar que não me vai acontecer nada, aprendi a respirar de forma controlada nestas alturas, e penso que já tive isto outras vezes e que vai ficar tudo bem. Tenho medicação SOS, mas sempre evitei, quero tentar controlar isto sozinha. A médica avisou que era possível que isto nunca passasse (hã, que fixe!), mas acho que a atitude que se toma perante os ataques pode ajudar ou não a minimizá-los. Há quem se deixe dominar totalmente pelo medo, quem caia em depressão, quem não consiga reagir, quem fique para sempre dependente de medicação, quem se sinta envergonhado por não saber explicar o que tem. Eu tento não pensar muito no assunto e não estar à espera de ter novo ataque, porque isso condiciona completamente a vida de qualquer pessoa. Quando tenho um sinto medo e nos dias a seguir ando sempre ali a ver se a coisa se repete, mas tento não dedicar muito tempo ao assunto para não ficar paranóica. Já falei com variadíssimas pessoas que sofrem do mesmo, li tudo o que havia para ler, encomendei livros sobre o assunto e percebi que isto é muito mais comum do que aquilo que eu poderia supor e que há muito boa gente a sofrer do mesmo. Por isso, se houver por aí gente que tem fanicos como eu, pode partilhar a sua história, que eu sei que é coisa que ajuda. É que isto, parecendo que não, é uma grande merda.
Saldos #6
sexta-feira, julho 23, 2010
Este ano deu-me para os anéis. Grandes e com cor. Tenho feito uma verdadeira razia nas Parfois deste país. Estes são todos de lá, dois euros e pouco cada. E, antes que se enervem, eu uso só um de cada vez, está bem?
PS: Estas unhas foram pintadas hoje, depois de o verniz ter passado meia horita no frigorífico. Apenas uma unha com três ou quatro bolhas. Tentem abstrair-se do quão mal pintadas estão, porque o que interessa aqui é o domínio da mulher sobre as bolhas.
PS2: Não me chateiem com a história de não se poder pôr três camadas de verniz. Onde é que isso está escrito? Nos anais da Pintura Doméstica de Unhas? Tudo depende da cor do verniz e da cor que se quer obter.
Saldos #5
quinta-feira, julho 22, 2010
Andava de olho nos Onistuka Tiger Mexico 66 há muito tempo. Desde o Kill Bill. Ainda a semana passada passei os olhos por eles na Onitsuka do Bairro Alto, mas os 85€ demoveram-me. Até que cheguei a terras algarvias e os encontrei na Loop por 40€. Come to mamma!
Ora bem
quinta-feira, julho 22, 2010
Tendo em conta que:
a) Tenho pintado as unhas à noite quando não estão propriamente 36 graus;
b) Que me lembre, tinha as unhas e as mãos sequinhas;
c) Acho que os vernizes não eram tão ranhosos quanto isso (um Sephora, um Claire's e um Risqué);
d) Não andei propriamente a abanar os frascos como se fossem maracas;
e) Os vernizes não estavam no fim nem misturados com acetona;
Vou optar pela tese que defende que o problema das bolinhas é o vento: uma vez pintei as unhas ao ar livre e estava assim a atirar para o ventoso, a outra pintei no quarto, com a ventoinha ligada a todo o vapor. Posto isto, vou agora experimentar pintá-las numa zona wind free. Depois conto.
a) Tenho pintado as unhas à noite quando não estão propriamente 36 graus;
b) Que me lembre, tinha as unhas e as mãos sequinhas;
c) Acho que os vernizes não eram tão ranhosos quanto isso (um Sephora, um Claire's e um Risqué);
d) Não andei propriamente a abanar os frascos como se fossem maracas;
e) Os vernizes não estavam no fim nem misturados com acetona;
Vou optar pela tese que defende que o problema das bolinhas é o vento: uma vez pintei as unhas ao ar livre e estava assim a atirar para o ventoso, a outra pintei no quarto, com a ventoinha ligada a todo o vapor. Posto isto, vou agora experimentar pintá-las numa zona wind free. Depois conto.
Mais um
quarta-feira, julho 21, 2010
O "i" diz que é a nova trilogia viciante (depois da Milennium) e eu fui a correr comprar. A pilha vai aumentando a olhos vistos.
Não tenho lido A Bola nem o Record
quarta-feira, julho 21, 2010
Mas que raio se passa com o Roberto? A sério, eu não consigo ter tantos ódios no Benfica ao mesmo tempo. Já me chegam o Nuno Gomes e o Cardozo.
Summer times
quarta-feira, julho 21, 2010
Quando eu era adolescente era anualmente arrastada pelos meus pais, que me obrigavam a ficar um mês de férias com eles no Algarve. Tudo o que eu queria era ficar em Lisboa sozinha e entregue aos bichos, mas não. Os meus pais obrigavam-me e toda e qualquer contestação ou argumento caía em saco roto. Geralmente a discussão acabava com um muito pedagógico "enquanto viveres connosco fazes o que quisermos, depois logo vais à tua vida". E pronto, lá vinha eu de trombas, a contar os dias para regressar à cidade (convém dizer que nessa altura tinha mais de três meses de férias, o que pode explicar que me sentisse aborrecida com um entediante mês na praia). Só uma coisa aliviava o martírio: arranjar miúdos giros com quem trocar olhinhos na praia. Era infalível. Assim que assentávamos arraiais, punha o meu radar a funcionar, em busca de alguém que não fosse um pai de família ou que não tivesse sete anos (o core business da praia da Manta Rota). Acabava sempre por descobrir um qualquer desgraçado que também estava subjugado ao poder parental, e os meus dias na praia ganhavam, subitamente, um outro interesse. Dava-me ao trabalho de escolher dedicamente as roupas e os biquínis que levava, ia à água quando eles iam, lançava um sorrisinho ao ir embora, e rezava ardentemente para os encontrar no dia a seguir (estou a falar no plural mas só me interessava por um em cada verão). Quando a quinzena mudava era uma tragédia, já sabia que, regra geral, isso implicava o final do pseudo-romance. Quando chegava o dia 15 e eles não voltavam à praia era porque já deviam estar de regresso a casa. E, nesse caso, das duas uma: ou arranjava rapidamente um novo interese ou ficava mais quinze dias a carpir mágoas. Claro que isto era tudo muito platónico, e só um caso é que chegou a vias de facto. Lembro-me de irmos passear para o fundo da praia (já quase a chegar a Monte Gordo, para quem conhece a zona fica com uma ideia da distância), para podermos dar beijinhos longe dos pais. Enfim. Agora, e mesmo com o meu homem a mais de 300 kms, tenho uma vidinha regrada. Também, olho para o lado e só vejo avós ou famílias transmontanas. O momento alto do meu dia na praia é esperar pelo senhor das bolas de berlim. Já agora, várias pessoas falaram de um vendedor gostosão, mas eu ainda não lhe pus a vista em cima. De certeza que é na Manta Rota??
domingo, julho 18, 2010
Tão bom como enfardar bolas de berlim na praia, é acompanhá-las com a leitura de revistas del corazón. É assim a vida, os homens lêem as últimas da pré-época na Bola e no Record, eu leio as últimas do Cristiano e do Cristianinho. Em dia e meio já papei a Lux, a Flash, a Vip e a Nova Gente. A-D-O-R-O! (não me apedrejem já, também li o DN e o Expresso... ajuda??).
Gente interessada em fazer malas procura-se
sexta-feira, julho 16, 2010
Prometo forte apoio moral durante o processo, amendoins e cervejas.
Holidays OST
sexta-feira, julho 16, 2010
Na bagagem vão os cds novos de B Fachada, Gorillaz, LCD Soundystem e Scissor Sisters. Mais sugestões?
Say holidays!
sexta-feira, julho 16, 2010
Daqui a uma hora entro, oficialmente, de férias. Conto alapar o rabo na minha humilde propriedade algarvia durante duas semanas e mexer-me apenas para:
a) viagens casa-praia-praia-casa
b) levantar o rabo do areal para ir até à água ou correr atrás do senhor das bolas de Berlim
Tirando isto, não contem comigo (jogos de raquetes à beira-mar, corridinhas, esse tipo de cenas). Fica a promessa que se encontrar a Maya farei os possíveis e os impossíveis para a afogar. Quem se quiser juntar para tentar dar fogo ao Manta Beach também é bem-vindo. Aqueles testes de som a meio da tarde, quando uma pessoa gosta de estar a dormitar na toalha, dão cabo da paciência a um santo.
a) viagens casa-praia-praia-casa
b) levantar o rabo do areal para ir até à água ou correr atrás do senhor das bolas de Berlim
Tirando isto, não contem comigo (jogos de raquetes à beira-mar, corridinhas, esse tipo de cenas). Fica a promessa que se encontrar a Maya farei os possíveis e os impossíveis para a afogar. Quem se quiser juntar para tentar dar fogo ao Manta Beach também é bem-vindo. Aqueles testes de som a meio da tarde, quando uma pessoa gosta de estar a dormitar na toalha, dão cabo da paciência a um santo.
Honey mooooon!
sexta-feira, julho 16, 2010
Ao fim de dois meses de negociações, a lua-de-mel ficou, finalmente, fechada. A ideia inicial era Bahamas+Nova Iorque, mas houve um probleminha com o voo para as Bahamas. Probleminha esse que se traduzia num acréscimo de 600€ por pessoa. Ora somando a isto a pequena quantia que iríamos, seguramente, investir nas lojas de Nova Iorque, achámos por bem mudar de destino. Acho que o desgraçado do rapaz da Abreu já nem nos podia ver. Cada vez que lá entrávamos tínhamos um destino diferente em mente: Sri Lanka, Japão, Tailândia, o mundo era o limite. Depois de muitos pacotes, de muitos preços, de muitas combinações, eis o resultado final:
Que é como quem diz, Índia e Maldivas. Ieeeeeei! Muita hora de voo e muita droga que vou enfiar neste bucho, para aguentar tanto avião. Para os estimados convidados que passam a vida a perguntar "depois avisam da lista de casamento, não é?", ficam então avisadinhos: a viagem está em lista na Abreu, com a referência 2407 ou com o nome dos noivos (caso se tenham esquecido, o meu verdadeiro nome não é Pipoca, está bem?). Como sou um ser cujo altruísmo tem vindo a ser altamente reconhecido a nível internacional, mesmo quem não foi convidado está autorizado a contribuir para a viagem. Hoje eu, amanhã vocês!
É assim a modernidade
quinta-feira, julho 15, 2010
Comunico com o padre que nos vai casar via Facebook.
Juro que não falo mais de vernizes
quarta-feira, julho 14, 2010
Mas é só para dizer que consegui encontrar o tal verniz da Sephora que é praticamente igualito ao da Chanel. Só havi um exemplar no Dolce Vita Tejo e eu açambarquei-o.
terça-feira, julho 13, 2010
Enviarem-me mails a perguntar "mas porque é que ganhou a frase da não sei das quantas se a minha era muito mais gira" é mais ou menos a mesma coisa que ir reclamar com o árbitro depois de se apanhar um cartão. Alguém se lembra de ter visto o árbitro voltar atrás e mudar de decisão? Não, pois não? Então estamos conversadinhos.
PS.: Já agora, e para que conste, a escolha das frases vencedoras é da inteira responsabilidade das marcas, por isso escusam de vir bater no ceguinho.
PS.: Já agora, e para que conste, a escolha das frases vencedoras é da inteira responsabilidade das marcas, por isso escusam de vir bater no ceguinho.
Vernizes #3
terça-feira, julho 13, 2010
Ah, e tal, que no El Corte Inglés é que era, que havia todos os Chanel e mais alguns, e mimimimimi. Pois, esqueçam. Não há e, diz a senhora, já não voltam. Tiveram o seu tempo, o seu ciclo de vida, mas agora resta chorá-los e esperar pelos novos três tons de cor-de-rosa que chegarão lá para Setembro. Infeliz como estava, decidi investir o dinheiro de um Chanel em seis outros vernizes, e eis o resultado:
Ora portanto, da esquerda para a direita temos:
- Sephora L07 Valentine: na imagem não se percebe muito bem, mas é um rosa quase a atirar para o fluorescente, assim tipo pastilha elástica (à volta de 4€)
Seguem-se três Risqué da colecção Primavera/Verão, todos a 1,91€
- Arábia (é assim cinzentinho rato)
- Menta (este é mais na base da experimentação, ainda não sei se gosto ou não)
- Cappucino
Depois temos um Andreia número 3 (dois euros e pouco) . É esquisitinho mas achei-lhe graça, e acho que com duas ou três passagens pode ficar giro.
Por fim, um L'Oreal (7,50€) rosa fofinho, muito parecido com o famigerado Chanel (e não é metalizado, aleluia, aleuia!)
Tirando o verniz da Sephora, foram todos comprados na drogaria São Domingos, na Baixa, um verdadeiro paraíso que descobri hoje.
Ah, pelo meio decidi aventurar-me e comprar o novo Bain Dissolvant Express da Sephora. Por fora parece uma acetona normal, mas lá dentro tem uma esponja na qual se enfia o dedo, gira-se, et voilá, eis que o verniz foi todo à vida, sem ter de andar ali às voltas com o algodãozinho. Estou maravilhada. Não sei se funciona, mas depois aviso.
Ainda sobre os vernizes...
terça-feira, julho 13, 2010
... e a bem do esclarecimento público:
Ora bem, a mim tanto se me dá que o verniz seja Chanel como H&M. Basicamente, estou-me nas tintas para a marca que lá vem. Compro o verniz pelas cores e os únicos vernizes de marca que tenho foram-me oferecidos (ando louca com um Yves Saint Laurent laranjinha que é um mimo, e com um Lâncome azul escuro). Na minha bolsa de vernizes o que não faltam são exemplares da Risqué, da Andreia e da Sephora, baratinhos, baratinhos. E acho que a qualidade é exactamente a mesma, independentemente da marca: uma merda. Ora isto explica que a minha paixão por estes dois vernizes da Chanel não tenha a ver com a marca, mas sim com as cores. O rosa é mais banalzinho, é um facto, mas estou farta de procurar outras marcas e são todos daqueles metalizados, que eu odeio. Quanto ao verde, não há mesmo mais ninguém que tenha. Fiz como me recomendaram e lá fui eu para a H&M em busca do verniz perdido. De facto, há um rosa e há um azul esverdeado, mas não têm nada a ver com os tons da Chanel. É que nem sequer são parecidos. Parece que há um na Sephora que é igualito, mas já lá fui e não o avistei, também deve ter esgotado. E pronto, agora que estamos esclarecidos sobre o maravilhoso mundo dos vernizes, vou aproveitar a hora de almoço para dar um saltinho à Chanel do Corte Inglés. Já vos dou notícias.
Ora bem, a mim tanto se me dá que o verniz seja Chanel como H&M. Basicamente, estou-me nas tintas para a marca que lá vem. Compro o verniz pelas cores e os únicos vernizes de marca que tenho foram-me oferecidos (ando louca com um Yves Saint Laurent laranjinha que é um mimo, e com um Lâncome azul escuro). Na minha bolsa de vernizes o que não faltam são exemplares da Risqué, da Andreia e da Sephora, baratinhos, baratinhos. E acho que a qualidade é exactamente a mesma, independentemente da marca: uma merda. Ora isto explica que a minha paixão por estes dois vernizes da Chanel não tenha a ver com a marca, mas sim com as cores. O rosa é mais banalzinho, é um facto, mas estou farta de procurar outras marcas e são todos daqueles metalizados, que eu odeio. Quanto ao verde, não há mesmo mais ninguém que tenha. Fiz como me recomendaram e lá fui eu para a H&M em busca do verniz perdido. De facto, há um rosa e há um azul esverdeado, mas não têm nada a ver com os tons da Chanel. É que nem sequer são parecidos. Parece que há um na Sephora que é igualito, mas já lá fui e não o avistei, também deve ter esgotado. E pronto, agora que estamos esclarecidos sobre o maravilhoso mundo dos vernizes, vou aproveitar a hora de almoço para dar um saltinho à Chanel do Corte Inglés. Já vos dou notícias.
Desesperadamente à procura destes dois meninos
segunda-feira, julho 12, 2010
Já corri todas as perfumarias de Lisboa. Se alguém os encontrar é favor atracar-se a eles até eu chegar. Prometo correr como o vento.
Passatempo Puma Suede- o resultado
domingo, julho 11, 2010
Et voilá, aqui estão as três participações que vão levar para casa uns bonitos ténis Puma Suede. Obrigadinha a todos, mas já sabem que a vida é madrasta e nem toda a gente pode ganhar. Ohhhh. Quanto às vencedoras, venham de lá esses contactos, sim?
O que faria com os meus ténis Puma Suede pela 1ª vez?
Ia para a cama com eles, a 1ª vez
Eu com um de cada lado
Nem sei como será, pá
Na cama tão bem calçado
Com um par, em ménage à trois
Celeste Cerra
Com uns Puma Suede.... o que fazer ? Simples ! Puma à lá Suede.
Receita
Ingredientes:
. 2 pés lavados, bonitos e arranjados q.b.;
. 1 par de meias - de preferência sem ser pé de gesso e sem as míticas raquetes de ténis;
. 1 par de Ténis Puma Suede
. 1 conjunto de roupa adequado: descontraído e elegante;
. 1 espelho;
. 1 passe para os transportes públicos/Viatura Própria;
Preparação:
Depois de ter lavado os pés, de os ter arranjado e de estarem com um magnífico aspecto; de seguida vista o par de meias lentamente.
A seguir, calce os seus Puma Suede, com atitude e confiança. Bastante importante, sem este passo o resultado final não terá o mesmo gosto.
Depois, olhe-se ao espelho e gale os seus ténis, diga-lhes o quão bonitos são.
Após uma boa dose de galanço em frente ao espelho, pegue no seu passe para os transportes públicos ou na sua viatura e saia para a rua.
Mostre os seus ténis, só assim eles poderão ser apreciados.
Boa Sorte.
NOTA : Este prato deve ser guarnecido com um conjunto elegante e descontraído.
Ana Catarina Rodrigues
Ténis nossos que estais nos pés
Santificado seja o nosso conforto
Venha a nós o tamanho correcto
Sejam feitas as nossas vontades
Assim na Terra como no céu
No correr dos nossos dias
Perdoais-nos as calorias a mais
Assim como nós perdoamos as mil dietas falhadas
E não nos deixeis cair em tentações
Mas livrai-nos do cansaço dos saltos altos
Ámen.
Sílvia Santos
O que faria com os meus ténis Puma Suede pela 1ª vez?
Ia para a cama com eles, a 1ª vez
Eu com um de cada lado
Nem sei como será, pá
Na cama tão bem calçado
Com um par, em ménage à trois
Celeste Cerra
Com uns Puma Suede.... o que fazer ? Simples ! Puma à lá Suede.
Receita
Ingredientes:
. 2 pés lavados, bonitos e arranjados q.b.;
. 1 par de meias - de preferência sem ser pé de gesso e sem as míticas raquetes de ténis;
. 1 par de Ténis Puma Suede
. 1 conjunto de roupa adequado: descontraído e elegante;
. 1 espelho;
. 1 passe para os transportes públicos/Viatura Própria;
Preparação:
Depois de ter lavado os pés, de os ter arranjado e de estarem com um magnífico aspecto; de seguida vista o par de meias lentamente.
A seguir, calce os seus Puma Suede, com atitude e confiança. Bastante importante, sem este passo o resultado final não terá o mesmo gosto.
Depois, olhe-se ao espelho e gale os seus ténis, diga-lhes o quão bonitos são.
Após uma boa dose de galanço em frente ao espelho, pegue no seu passe para os transportes públicos ou na sua viatura e saia para a rua.
Mostre os seus ténis, só assim eles poderão ser apreciados.
Boa Sorte.
NOTA : Este prato deve ser guarnecido com um conjunto elegante e descontraído.
Ana Catarina Rodrigues
Ténis nossos que estais nos pés
Santificado seja o nosso conforto
Venha a nós o tamanho correcto
Sejam feitas as nossas vontades
Assim na Terra como no céu
No correr dos nossos dias
Perdoais-nos as calorias a mais
Assim como nós perdoamos as mil dietas falhadas
E não nos deixeis cair em tentações
Mas livrai-nos do cansaço dos saltos altos
Ámen.
Sílvia Santos
sábado, julho 10, 2010
Eu não sei se é da idade, se é da pouca paciência genética, ou se é mesmo da já típica falta de organização dos festivais de música cá por estas bandas. Se calhar é um pouco de tudo. O que eu sei é que já não há santo que aguente esperar tantas horas para tudo. O primeiro dia do Alive foi um escândalo. Fila para levantar o convite (uma fita que tinha de ser presa no pulso dos convivas com recurso a um alicate), fila para mostrar o convite, fila para ser revistada, fila para voltar a mostrar o convite, fila para comer, fila para beber, fila para tudo e mais alguma coisa. Só via pessoas completamente indignadas e, por momentos, tal era a fúria das massas, que gritavam e assobiavam de descontentamento, temi que se fosse gerar ali uma rebelião e vá de abalroar polícias, barreiras e tudo o que houvesse pela frente. Soube de muito boa gente que foi depositar o seu desagrado no livro de reclamações, o que me leva a concluír que a insatisfação não era só minha. Sinceramente, já não dou para estes peditórios. O que é certo é que ontem voltei e a coisa estava muito mais calma. E só para ver Gossip já valeu a pena todo o esforço empreendido. O concerto foi ma-ra-vi-lho-so, a Beth Ditto tem uma voz absolutamente espectacular e conseguiu pôr toda a gente aos saltos (ela incluída, o que parecia não ser nada fácil assim à primeira vista). A versão do "What's Love Got To Do With It" fez-me esquecer os quilos de pó engolidos, a merda de palco e a tenda que fazia efeito estufa (que raio de ideia foi aquela). E como quem corre por gosto não cansa, já estou a considerar ir ver Prince ao SBSR. E Vampire Weekend. E Pet Shop Boys. E The National.
Cúmulo da pontaria
quinta-feira, julho 08, 2010
Casar no dia de um Benfica-Sporting. Espectacular. Faz sentido. Eu e o meu homem conhecemo-nos melhor num Benfica-Sporting (que o Benfica ganhou, óbvio), por isso não podia faltar bola na nossa boda. Não sei se haverá televisão em frente à qual os marmanjos se possam alapar devidamente munidos de camarão e cerveja. O meu homem perguntou "preferes ter uma televisão ou que a malta vá ouvir o relato para o carro?". Escolha óbvia: que vão para o carro, à torreira do sol, quercásaberdisso. Por outro lado, uma televisão sempre dá para eu ir deitando um olhito ao resultado. E não faltará o cachecol a embelezar o vestido de noiva. Que, acima de tudo, isto é uma boda do e para o povo.
quinta-feira, julho 08, 2010
Ah, e tal, onde é que me vou enfiar com este calor, só se está bem ao pé de 14 ventoinhas ligadas no máximo, não há quem durma, mimimimimi. Pronto, chega de queixas. Peguem em vocês e alapem o rabo na mais recente esplanada da cidade, o Clube Ferroviário (Santa Apolónia). Gente gira, vista espectacular e corre um ventinho muito simpático. Ontem estive lá à conversa com as minhas pequenas trollas. Muito agradável.
Passatempo Samsung Wave/Alive- o resultado
quarta-feira, julho 07, 2010
E prontinho, vamos embora anunciar o vencedor. Houve para cima de muitas participações, mas só uma pode ganhar. É a vida. Assim sendo, aqui fica a frase vencedora... a da........... Ana Veríssimo! Clap clap clap (é favor enviar contactos para o mail):
"Quando estiver no Alive vou pegar no Samsung Wave e ligar para... o meu outro Samsung, o F400, e originar uma crise familiar, já que ele vai ter um ataque de ciúmes (e ficar sem rede por tempo indeterminado, de forma a castigar-me) por o irmão mais novo estar no Alive, enquanto ele fica em casa"
"Quando estiver no Alive vou pegar no Samsung Wave e ligar para... o meu outro Samsung, o F400, e originar uma crise familiar, já que ele vai ter um ataque de ciúmes (e ficar sem rede por tempo indeterminado, de forma a castigar-me) por o irmão mais novo estar no Alive, enquanto ele fica em casa"
Passatempo Samsung Wave-Optimus Alive / A Pipoca Mais Doce
segunda-feira, julho 05, 2010
Anda tudo louco com os bilhetes para o Optimus Alive, por isso a Samsung e a minha pessoa dão uma ajudinha. Se quiserem um bilhetinho duplo para dia 8 de Julho (quinta-feira), só têm de completar a frase "quando estiver no Alive vou pegar no Samsung Wave e ligar...". A frase mais original...ganha. Como falta pouco tempo, têm até quarta-feira às 13.00 para participar. Enviem as frases para o sítio do costume (apipocamaisdoce@gmail.com). Mais infos sobre o lovely Samsung Wave aqui.
Zitch dog!
segunda-feira, julho 05, 2010
À conta do How I Met Your Mother, ganhámos uma nova actividade idiota: gritar ZITCH DOG!, cada vez que avistamos um cão. O que é que significa? Não sabemos, só sei que estou a ganhar 5-3. A última vez que saí à rua gritei "zitch dog" tão alto (na verdade, gritei "zitch dog duplo"- porque eram dois-, ao mesmo tempo que saltava furiosamente) que uma senhora se ia atirando contra uma montra, tal o susto. Mas isso foi há muitos, muitos anos. Agora estou para aqui envolta em ranho e o mais longe que vou é até ali à farmácia (e, senhores, as vezes que já fui à farmácia nos últimos dias, falta-me sempre qualquer merda). A competição segue dentro de momentos.
Cristiano Ronaldo é pai. Espectacular!
domingo, julho 04, 2010
Uma pessoa acaba de acordar e leva logo com uma notícia destas: o Cristiano Ronaldo foi pai. Hã? Como? Então mas ainda esta semana vi fotos da Irina e ela parecia-me tão bem, tão sem barriga. Pois. Diz que não é da Irina, é de outra qualquer, uma americana que deve ter sido paga a peso de ouro para não abrir a boca. E que, como é óbvio, mais tarde ou mais cedo vai dar com a língua nos dentes. Óbvio. Bom, ao que parece o puto vai viver com ele para Madrid, a avó Dolores vai andar sempre por lá, e vai ser tudo uma grande alegria. Quer dizer, menos para a Irina. Ainda um destes dias a pequena tinha posto no Facebook que o Cristiano queria ter filhos com ela. Aparentemente, esqueceu-se de dizer que também queria ter filhos com outras. E que, inclusivamente, já os tinha. Espectacular. Mas tenho para mim que a Irina precisa de ter outras preocupações. É que o último sex-symbol que teve criancinhas e a anunciou ao mundo que ia tomar conta delas, vai-se a ver e era gay. Hmmmm, não estão aqui a notar um certo paralelismo?
Más notícias
sábado, julho 03, 2010
O Paraguai perdeu. O que significa que só voltaremos a ver o Roque Santa Cruz daqui a quatro anos. Esperemos que continue gostosão até lá.
Mais uns...
sexta-feira, julho 02, 2010
A colecção acaba de enriquecer com uns baby Jimmy Choo, vindos directamente do Porto para mi habitación. E quanto é que custaram? Esta é a parte boa: 69,90€! Ah, pois é! O Clube Chocolate está em liquidação de stock e uma alma nortenha caridosa fez o grande favor de os ir lá buscar para mim. São tão queridos que dá vontade de lhes dar beijinhos.
Foto by Luis Ferraz
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